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8º Concurso Literário - Duetos : Solidão Múltipla
em 05/06/2007 20:58:52 (713 leituras) Poemas deste autor

Negrume solidão que me fazes perder a consciência

Que me lança ao poço infinito, onde não encontro.

Minha pouca e pequena coerência.

Apenas a triste alegria, que não poderei retornar ao alto,

Pois no fundo já bati, e daqui não vejo saída.

Nada mais me resta senão alegre companhia da solidão.

Nada mais quero a não ser o ruído das sombras.

Gotejas abaixo de mim acontecem,

São às lágrimas que de meu coração padecem.

Sorriso que me faz querer matar por mais, e agora?

Só quero libertar de ti, quero apenas acreditar que o sufoco.

Cá dentro um dia vai acabar o monstro um dia irá morrer.

E as lágrimas que em mim percorrem poderiam acabar,

Deixando apenas delas o gosto em minha boca salivar.

A cair pelo meu rosto agora despedaçado por um ser vulgar,

Que um dia fez parte das minhas inspirações.

Pensar que tu eras de um só, mas agora aqui dentro apenas ilusão.

A solidão que cá dentro mora, despedaça todo meu ser.

O amor que vem por mim agora, sozinho fica nessa imensidão.

Penso por mim aqui, que juntarei forças para lhe vencer.

Aos pouquinhos vai indo embora, vou saindo da escuridão.

Mas se saio, lá me vem você novamente, com ironia a falar.

Amor, dizias tu que era amor, mas não passava de uma aventura.

Leviana tu és, vá! Fecharei a porta à ti, não posso deixá-la entre aberta,

Vai-te embora, sombra que me fazes tão mal.

Fantasmas que nunca se vão embora, sempre recordando o passado.

O presente que poderíamos ter tido, e um futuro risonho,

Mal dita noite que te encontrei, com o outro ser,

E esse sonho, tornou-se num pesadelo bem real.

Para não poder evitá-lo como tantos devaneios que tu tinhas,

E eu fingia não ver, em nome de um amor mais forte, que achava poder ter.

Agora tudo acabou e só me resta a companhia da solidão,

Com ela já tenho a certeza de que posso contar.

Poderei não ter uma vida muita agitada, sem sobressaltos, e algazarras,

Mas esta nunca me trairá com outro ser qualquer, que nem sequer sabias o nome.

Esta! Aqui fica me consome em pensamentos, me invade a alma,

E mesmo que persiga meus sentimentos, acalenta a sua falta.



Bruno & Stella

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