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    <title>Luso-Poemas :: Fórum</title>
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    <description>Luso-Poemas - Poemas de amor, cartas e pensamentos :: XOOPS Community Bulletin Board</description>
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      <title>Luso-Poemas :: Fórum</title>
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      <title>Re: Um provérbio, um texto [por Alexis]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2278&amp;forum=21</link>
      <description>Geral:: Um provérbio, um texto&lt;br /&gt;
&quot;Não há maior cego do que o que não quer ver&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tropecei num gigantesco pedaço de céu e caí numa nuvem de aparência branca.não fosse a cor azul evidente do céu,nunca vos poderia explicar o que me sucedeu.mas era.e logo vi onde estava.satisfeita com a explicação lógica de que a cada coisa sua cor,deixei-me pairar.não fosse a certeza de que só no céu se paira,não sei se o conseguiria fazer.mas era.por isso,podia.aproveitei que pairava,para abrir os braços e tentar voar.não fosse a crença firme de que para voar é preciso estar no céu ou lá perto e de que braços parecem asas,talvez nunca tivesse conseguido.mas sim.tinha-a.voando agora,achei ser perfeitamente possível olhar lá do alto.não soubesse eu que eram precisos olhos distantes para do alto se olhar,talvez este gesto me fosse difícil.impossível até.mas não,sabia-o,como ninguém.então,resolvi ver.e o que vi...é impossível de vos descrever.porque...sabendo eu que vocês não tropeçaram (como eu) num pedaço de céu,não cairam numa núvem,não pairaram,não voaram,não olharam...como poderiam alguma vez ver o que vi?!...&lt;br /&gt;ai,o pior cego...é o que não quer ver...&lt;br /&gt; ...nem (se)quer sonhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nota ao cristovão:parabéns pela idéia!estou a adorar ler as novas &quot;interpretações&quot; dos antigos provérbios...rsrsr.achei genial!beijo.</description>
      <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 02:18:41 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Lançamento do livro &quot;Clamor do Vento&quot; de António Casado [por antóniocasado]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2281&amp;forum=22</link>
      <description>Eventos Literários:: Lançamento do livro &quot;Clamor do Vento&quot; de António Casado&lt;br /&gt;
Ola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terei todo o gosto em a receber e em a conhecer pessoalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pela atenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;antoniocasado</description>
      <pubDate>Thu, 11 Mar 2010 01:14:09 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Lançamento do livro &#039;O Segredo de Luciana&#039; [por ConceiçãoB]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2260&amp;forum=22</link>
      <description>Eventos Literários:: Lançamento do livro &#039;O Segredo de Luciana&#039;&lt;br /&gt;
Antonio,&lt;br /&gt;venho desejar-lhe felicidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abraço</description>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 19:29:46 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Noções de construção poética [por Xavier_Zarco]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2242&amp;forum=21</link>
      <description>Geral:: Noções de construção poética&lt;br /&gt;
Aproveitando o ressurgir da Redondilha Maior (que não é mais que a medida vérsica de sete sílabas métricas), eis-me referindo a dita. A Redondilha Maior é a princesa da poesia da Língua Portuguesa. Por exemplo, o Hino de Portugal tem como matriz a redondilha maior. É a medida mais cantável, tendo sido utilizada por grandes nomes da Poesia Portuguesa: desde os do Cancioneiro Geral, que Garcia de Resende organizou, passando por Camões ou Pessoa e que Afonso Duarte escolheu em vida como fim da sua obra, opção que foi respeitada por Cochofel e Carlos Oliveira. Carlos T, só para dar um exemplo, utiliza-a amiúde para base das letras que escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não poderia deixar de o ser, eis um exemplo, e um desafio: escrever uma redondilha e mais, para se começar a analisar criticamente, mas a sério, deixemos também uma nota explicativa sobre o poema. Também a vou deixar registrada aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poema (Hino de Santa Clara):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha terra é Santa Clara, &lt;br /&gt;Poema nado em sossego, &lt;br /&gt;Que seus versos semeara &lt;br /&gt;Nas águas do Mondego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue os passos da Paixão &lt;br /&gt;Pelo Monte da Esperança &lt;br /&gt;E sente as pedras que são &lt;br /&gt;De idos tempos nossa herança &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Memória de ouro erguida, &lt;br /&gt;Na luz da argila, da cal, &lt;br /&gt;Pelas mãos que deram vida &lt;br /&gt;A esta terra sem igual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terra de amor ofendido &lt;br /&gt;Pelo tempo eternizado. &lt;br /&gt;Roseiral de pão florido &lt;br /&gt;Em regaço coroado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terra de fortuna e encanto, &lt;br /&gt;De dira e doce memória &lt;br /&gt;Sentida em cada recanto &lt;br /&gt;Do fulgor da nossa História. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFRÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.S.: Este poema é de facto cantado, daí ter o tal refrão e pode ser escutado em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jfsantaclara.com&quot; title=&quot;http://www.jfsantaclara.com&quot; rel=&quot;external&quot;&gt;http://www.jfsantaclara.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A EXPLICAÇÃO:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assente em dois grupos de quadras e um refrão, também ele em quadra, que se repete no início e fim, bem como entre as duas sequências, o &amp;quot;Hino de Santa Clara&amp;quot; segue a linha popular ao escrever-se em redondilha maior, com versos de sete sílabas métricas, e com um esquema de rima cruzada, predominantemente grave ou inteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicia com o aproveitamento das designações do património e referências geográficas, dando-nos a ideia de um movimento necessário para a compreensão sensível do local em foco, Santa Clara. &amp;quot;Segue os passos da Paixão / Pelo Monte da Esperança&amp;quot;, embora correspondam, os passos da Paixão, de facto, às três capelas existentes na Calçada de Santa Isabel, assim como o monte que por ela se sobe se chame da Esperança, traz-nos uma outra mensagem, um outro conceito.&lt;br /&gt;Esperança significa esperar com confiança um bem futuro, algo que se sabe ou sente como provável, que se deseja, uma expectativa, uma suposição. Por seu turno, paixão, para além de estar associada aos padecimentos de Cristo desde a captura até ao calvário, vale também como ímpeto ou entusiasmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma audição sem se conhecer as referências mencionadas, patrimoniais e geográficas, diz-nos que para se alcançar algo que se julga possível, há que investir por um caminho de vontade, que é a nossa própria via. Daí a sequência, &amp;quot;segue&amp;quot; e &amp;quot;sente&amp;quot;, seguir a via para poder sentir. E o que pode sentir, se seguir a via, é a própria memória de Santa Clara, a que existe no facto concreto dos monumentos e a que se transmite por lendas, pela oralidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, a História não se edifica somente por quem a memória preservou o nome, mas, e, porventura, sobretudo, pelos que ficam no anonimato, mas que por sua acção foram as &amp;quot;mãos que deram [a] vida / A esta terra&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No segundo e último grupo de estâncias, a necessária alusão aos marcos importantes que fazem de Santa Clara um ponto de referência ao nível mundial. Por um lado, a ligação de Santa Clara aos amores de Pedro e Inês identificada como &amp;quot;terra de amor ofendido / Pelo tempo eternizado&amp;quot; e com a lenda do milagre das rosas sendo esta aludida como &amp;quot;Roseiral de pão florido / Em regaço coroado&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O final do poema como que qualifica a terra, o valor da terra, como elemento matricial onde se desenrolam os actos enformadores da memória que embora seja dira, cruel, não deixa de ser doce. Porque sendo de fortuna, no sentido da deriva dos tempos, do desenrolar da História, da crise da sucessão ao trono de Portugal, do início do século catorze, às invasões francesas, da industrialização à pressão imobiliária, porque Santa Clara não ficou incólume a todos esses momentos, não perdendo o seu encanto, muito pelo contrário, antes soube superar cada um dos instantes por mais negativo que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez seja essa a sua verdadeira magia e que a levou a ser uma das localidades em Portugal mais cantadas pelos poetas, muito por via de Inês de Castro, mas, também, pela sua beleza intrínseca, um aspecto que advém dos tais anónimos que souberam depurar a argamassa com que se erguem as estrofes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por ser este último o mais valioso pormenor de todos, a força e o querer das suas gentes, que o refrão menciona ser Santa Clara um &amp;quot;poema nado em sossego&amp;quot;, no dia a dia, no decurso da respiração que marca a cadência do que tem de ser feito e que &amp;quot;seus versos semeara&amp;quot;, porque há o intuito de haver futuro, no que, desde os seus primórdios, foi, quase direi, o seu martírio, as águas do rio Mondego, levando, por exemplo, ao fim do Mosteiro de Sant’Ana, mas, também, o seu impulsionador, fazendo com que se expandisse pelo monte da Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos então ao desafio?&lt;br /&gt; </description>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 18:06:17 +0200</pubDate>
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      <title>Re: HUMOR COM HUMOR SE PAGA [por Alberto da fonseca]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2258&amp;forum=21</link>
      <description>Geral:: HUMOR COM HUMOR SE PAGA EM SANTO TIRSO&lt;br /&gt;
A RIQUEZA A PARTIR DOS 50 ANOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASSAMOS A TER PRATA NOS CABELOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OURO NOS DENTES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PEDRA NOS RINS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASSUCAR NO SANGUE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CHUMBO NOS PÉS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FERRO NAS ARTICULAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCENTE INFINDÁVEL DE GAZ NATURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTOR DESCONHECIDO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A. DA FONSECA</description>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:52:57 +0200</pubDate>
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      <title>O Desgosto da Madrugada [por jomasipe]</title>
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      <description>Geral:: Exposição Individual de Pintura de Joma Sipe 2010 - O SOPRO DA ALMA&lt;br /&gt;
&lt;img src=&#039;http://jomasipe3.no.sapo.pt/web_odesgostodamadrugada.jpg&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;&#039; onload=&quot;JavaScript:if(this.width&gt;300) this.width=300&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Desgosto da Madrugada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;(Ano 2008, Painel em caneta de prata e ouro e cristais sobre cartolina preta, 70x50 cm)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Como me apetecia contemplar&lt;br /&gt;apenas a eternidade&lt;br /&gt;de um dia de primavera&lt;br /&gt;em que as flores teimam em florir&lt;br /&gt;e o desgosto da madrugada&lt;br /&gt;acaba com a escuridão da noite.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 16:38:12 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Lançamento em Vila Verde do livro «Para além do tempo» [por josetorres]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2280&amp;forum=22</link>
      <description>Eventos Literários:: Lançamento em Vila Verde do livro «Para além do tempo»&lt;br /&gt;
Pois...A Super tem xarope de glucose...&lt;br /&gt;É um prazer Xavier contar com a tua presença.&lt;br /&gt;Abraço.</description>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 14:08:54 +0200</pubDate>
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      <title>Vamos lá todos ajudar os Bombeiros de Alcochete [por Pedra Filosofal]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2279&amp;forum=22</link>
      <description>Eventos Literários:: Vamos lá todos ajudar os Bombeiros de Alcochete&lt;br /&gt;
Como fã, no facebook, da página da Caderneta de Cromos (rubrica do Nuno Markl da Rádio Comercial) deparei-me ontem com uma chamada de atenção para a situação abaixo descrita, num texto escrito pelo próprio Nuno Markl no seu blog &lt;a href=&quot;http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/&quot; title=&quot;http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/&quot; rel=&quot;external&quot;&gt;http://havidaemmarkl.blogs.sapo.pt/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado que se trata de mais um caso em que, sem a ajuda de todos os que possam, provavelmente os Bombeiros de Alcochete não irão conseguir adquirir a tesoura de desencarceramento, optei por me juntar ao Markl e a tantos outros, e divulgar este apelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem também acompanhar os desenvolvimentos desta acção de solidariedade no blog que a irmã do Ricardo criou  &lt;a href=&quot;http://unidospeloricardo.blogspot.com/&quot; title=&quot;http://unidospeloricardo.blogspot.com/&quot; rel=&quot;external&quot;&gt;http://unidospeloricardo.blogspot.com/&lt;/a&gt; e onde podemos também ficar a saber o estado de saúde deste bombeiro e fã da Caderneta de Cromos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá, um euro a cada um não faz diferença alguma e para os Bombeiros de Alcochete pode significar a aquisição do equipamento danificado no salvamento do Ricardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado pela vossa atenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;O Ricardo Augusto é mais do que um mero fã da minha rubrica na Rádio Comercial, A Caderneta de Cromos. Foi um dos primeiros a registar-se na gigantesca comunidade em que se tornou a página Facebook da rubrica, foi criador de diverso conteúdo humorístico original em video, filmando as suasodisseias para encontrar Peta Zetas e na descoberta do embaraçoso clássicoEmílio e os Detectives numa livraria de Berlim, organizou a petição que pedia o regresso do gelado Fizz Limão (e que chegou às altas esferas da Olá!), movimentou outros ouvintes da Caderneta em convívios de fãs - em suma, quase posso dizer que o Ricardo Augusto, senhor de um sentido de humor refinado e de uma capacidade mobilizadora única, compincha que não conheço fora da Internet, acaba quase por ser o meu braço direito na construção da entusiasmada e participativa comunidade da Caderneta de Cromos!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Infelizmente, há uma semana, o Ricardo teve um violento acidente de viação. Está em coma, no Hospital de São José, e apesar da gravidade dos ferimentos tem dado indícios de uma lenta mas promissora recuperação. Tem sido extraordinário ver boa parte dos quase 47 mil fãs registados da página Facebook da Caderneta de Cromos criar uma tão poderosa onda de solidariedade e de amizade para com o Ricardo. E eu, que não acredito por aí além em coisas que não vejo, começo a pensar que a energia provocada por este encontro de pessoas é bem capaz de sair disparada em direcção a São José, entrar pela janela do quarto do Ricardo e ajudá-lo a regressar, rapidamente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Associada a este caso do Ricardo está a Corporação dos Bombeiros de Alcochete. Foram eles, liderados pelo comandante Paulo Vieira - também ele parte da comunidade de ouvintes da Caderneta de Cromos no Facebook - que procederam ao salvamento do Ricardo. Na operação, ficou arruinada a tesoura de desencarceramentos - um acessório que custa 15 mil euros. A Corporação dos Bombeiros de Alcochete debate-se com sérias dificuldades financeiras e não tem grandes (ou nenhuns) apoios. Perante um caso parecido com o do Ricardo, estão em falta de um acessório que fará toda a diferença.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No momento em que vos escrevo estas linhas, a comunidade de ouvintes daCaderneta de Cromos tem, precisamente, 46621 elementos. Se cada um der 1 euro que seja, será uma magnífica contribuição, e que deve estimular a que se apoiem tantas outras corporações de bombeiros que, em Portugal, vivem com sérias dificuldades.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um grupo de fãs da Caderneta lançou esta ideia, em homenagem ao Ricardo, e eu de imediato a apoiei e agora a divulgo aqui. Mais informações nesta páginae também espalhadas pelo mural da página oficial da Caderneta de Cromos. A melhor homenagem que podemos fazer ao Ricardo Augusto é, para além de continuarmos todos a pensar nele e a apoiar a família dele neste momento mau que se espera breve, ajudar os profissionais que o ajudaram, faz hoje uma semana.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O NIB da Corporação de Bombeiros de Alcochete -001000002303978000158. (Obrigado à Priscila Veríssimo pela informação e dedicação à causa!)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;De acordo com a descrição que os bombeiros fizeram à Isabel, irmã do Ricardo, o Ricardo estava consciente quando chegaram ao local do acidente e fez-lhes o gesto do polegar para cima, daqueles que se usam para dizer que está tudo bem. Daí a pouco perderia os sentidos e entraria em coma, mas esse brevíssimo momento descrito pelos bombeiros, vejo-o como um tremendo sinal de esperança de que vai tudo correr bem e de que este Cromo, com respeitosa letra maiúscula, vai safar-se desta com a mesma energia e sentido de humor com que fez os seus videos para a Caderneta. Há uma cadeira à espera dele, no estúdio onde fazemos o Programa da Manhã da Comercial, para, quando estiver recuperado, vir participar numa edição da rubrica de que sempre foi uma parte tão importante, desde o primeiro episódio, em Novembro. Até já, Ricardo!&lt;/i&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 10 Mar 2010 09:03:54 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Braga, dia 13 de Março de 2010 [por Xavier_Zarco]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=2264&amp;forum=22</link>
      <description>Eventos Literários:: Braga, dia 13 de Março de 2010&lt;br /&gt;
Camaradas Luís e Antonieta,&lt;br /&gt;Bom, este &amp;quot;Monte Maior sobre o Mondego&amp;quot; é um livro muito especial, dado que parte (digo: faz parte porque existem outros que tiveram aí a sua génese, dos quais só um se encontra concluído) de uma investigação / leitura sobre as personalidades históricas de um dos concelhos mais pródigos do nosso país: Montemor-o-Velho, ao qual foi atribuido uma menção honrosa em 2004 no Prémio Literário Afonso Duarte. Este especial significa que gostaria muito de assinalá-lo em Montemor-o-Velho, não só pelo teor, como pelo facto da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho ter entendido apoiar esta edição. Esta apresentação em Braga não significa fugir de Coimbra ou do Porto ou de Lisboa, mas a circunstância de aí a Temas ter um autor e colaborador (um dos tais não explícitos no nosso sítio): Paulo Themudo; que amavelmente disponibiliza o seu espaço para os nossos eventos. Seja como for, estarei em Lisboa, mesmo que não seja para apresentar obras minhas. Obrigado pelas vossas palavras.&lt;br /&gt;Um beijo e abraço&lt;br /&gt;Xavier Zarco  </description>
      <pubDate>Tue, 09 Mar 2010 21:57:01 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Troféus Milho Rei - 2010 - José Ilídio Torres nomeado na modalidade de Mérito Cultural na Literatura [por josetorres]</title>
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      <description>Geral:: Troféus Milho Rei - 2010 - José Ilídio Torres nomeado na modalidade de Mérito Cultural na Literatura&lt;br /&gt;
António, muito obrigado pelo seu apoio. Obrigado Ana, por me leres sempre e sempre teres uma palavra para me dizeres, que eu espero, seja sempre crítica.&lt;br /&gt;O importante mesmo é eu sentir-me como me sinto, completamente aberto para a escrita, disposto a fazer tudo por ela, porque rais me parta se não gosto daquilo que escrevo...&lt;br /&gt;Surpreeendo-me todos os dias e encontro-me no turbilhão.&lt;br /&gt;E isso faz-me feliz.&lt;br /&gt;Sejam comigo, que é aquilo que quero dizer a todos os meus leitores e a vocês os dois, dois amigos.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 09 Mar 2010 15:01:32 +0200</pubDate>
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