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    <title>Luso-Poemas :: Fórum</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens :: XOOPS Community Bulletin Board</description>
    <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 13:50:34 +0200</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas :: Fórum</title>
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      <title>Re: Faz um poema [por velhopescador]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3263&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Faz um poema&lt;br /&gt;
Poesia não se faz,&lt;br /&gt;poesia nasce!&lt;br /&gt;No peito,&lt;br /&gt;No coração,&lt;br /&gt;Nas palavra&lt;br /&gt;Na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasce num sorriso&lt;br /&gt;nasce na emoção&lt;br /&gt;nasce na amizade&lt;br /&gt;nasce na paixão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia não se faz,&lt;br /&gt;poesia se recolhe,&lt;br /&gt;Na guerra ou na paz.&lt;br /&gt;A rima é que se escolhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;gt;&amp;lt;&amp;gt;</description>
      <pubDate>Tue, 21 May 2013 14:55:49 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Nascimento das palavras... ÁLCOOL [por visitante]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3677&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Nascimento das palavras...&lt;br /&gt;
ÁLCOOL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No principio era apenas o vinho; a fermentação de uvas é pré-histórica. Os álcoois - destilados -  apareceram milênios depois , quando alguém resolveu destilar aquilo que já era fermentado. Um alquimista  achou de aplicar ao vinho, para ver no que dava, um processo de vaporização então usado pelos árabes para obter o  ‘ kohl’ , microscópico pó de antimônio usado no antigo Egito tanto como colírio e proteção dos olhos contra  moscas, quanto como cosmético ( até hoje as mulheres usam  ‘ kohl’ prateado nos olhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O liquido ardente que resultou dessa tosca destilação –  “o espírito do vinho” -  tomou o nome da substância inspiradora, e foi chamado de “ álcool ” para sempre -  do arábico vulgar  ‘al-kohl’.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 14 Apr 2013 09:35:19 +0200</pubDate>
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      <title>Poesias em slides/Músicas de fundo [por MarySSantos]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3687&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Poesias em slides/Músicas de fundo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Para quem gosta de apresentar poesias/textos em slides pps, com belos fundos musicais, deixo aqui a dica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.pranos.com.br&quot; title=&quot;www.pranos.com.br&quot; rel=&quot;external, nofollow&quot;&gt;www.pranos.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vá lá e confira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 14 Mar 2013 14:08:06 +0200</pubDate>
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      <title>Re: vamos divertir-nos um bocadinho? [por Alice Luconi]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3685&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: vamos divertir-nos um bocadinho?&lt;br /&gt;
Andava precisando deste teu contributo. Meu neto precisa levar para escola adivinhas e as minhas &amp;quot;bem antigas&amp;#039; se esgotaram,rs. Vou selecionar algumas , ele tem 7 anos, para ele levar à escola ; ficar feliz e divertir os coleguinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigada!</description>
      <pubDate>Thu, 14 Mar 2013 12:55:05 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Os &quot;Canalhíadas&quot; [por cleo]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3645&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Os &quot;Canalhíadas&quot;&lt;br /&gt;
Bem que gostaria de ter sido eu a escrever isto, mas lamento desiludir-vos, meus amigos... não fui eu.&lt;br /&gt;Encontrei algures por aí.&lt;br /&gt;Mas claro, sendo este um site de poesia, não poderia deixar de aqui vir partilhar convosco aquilo que também a mim me encheu o olho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer das formas, agradeço as vossas leituras e comentários. &lt;em&gt;O Luiz, o tal que vai sem tostões&lt;/em&gt;, decerto que se sentiria vaidoso se aqui viesse, pois é merecedor deste vosso reconhecimento pela sua obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem hajam todos  &lt;img class=&quot;imgsmile&quot; src=&quot;http://www.luso-poemas.net/uploads/smil44f4cab7035ce.gif&quot; alt=&quot;&quot; /&gt; </description>
      <pubDate>Sun, 03 Feb 2013 21:51:11 +0200</pubDate>
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      <title>Re: Coisas que nasceram aqui [por gadanha]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3630&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Coisas que nasceram aqui&lt;br /&gt;
o estilo é muito bom. tem algumas incorreções mas é um texto (entre outros) para reter, tanto pela riqueza narrativa como a maestria descritiva. &lt;br /&gt;O josé torres não tem textos no luso mas tem cá, como é fácil perceber, uma marca de água bem visível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;boa malha.</description>
      <pubDate>Tue, 22 Jan 2013 10:52:31 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3630&amp;forum=109</guid>
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      <title>Re: por favor leiam [por fotograma]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3628&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: por favor leiam&lt;br /&gt;
o poeta não fingidor que não finge que é dor a dor que deveras sente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;só fingidores fingem que poetam</description>
      <pubDate>Fri, 18 Jan 2013 17:29:05 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3628&amp;forum=109</guid>
    </item>
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      <title>Re: Urge reflectir sobre estas palavras [por RoqueSilveira]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3615&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Urge reflectir sobre estas palavras&lt;br /&gt;
Aqui fui eu que apareci depois do gadanha, humpfff Caito, então?&lt;br /&gt;Quero ver o sendoluzmaior ter a coragem de indicar expressamente quem é gadanha em vez de lançar suspeitas e injúrias sobre uns e outros, já que cobardia é um dos defeitos que indica ao gadanha e a quem está por trás deste. Espero que agora não seja cobarde e diga quem é.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 12 Jan 2013 10:40:59 +0200</pubDate>
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      <title>Almada Negreiros - O Valor da Ingenuidade [por cleo]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3585&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: Almada Negreiros - O Valor da Ingenuidade&lt;br /&gt;
O maior perigo que corre o ingénuo: o de querer ser esperto. Tão ingénuo que cuida, coitado, de que alguma vez no mundo o conhecimento valeu mais do que a ingenuidade de cada um. A ingenuidade é o legítimo segredo de cada qual, é a sua verdadeira idade, é o seu próprio sentimento livre, é a alma do nosso corpo, é a própria luz de toda a nossa resistência moral.&lt;br /&gt;Mas os ingénuos são os primeiros que ignoram a força criadora da ingenuidade, e na ânsia de crescer compram vantagens imediatas ao preço da sua própria ingenuidade.&lt;br /&gt;Raríssimos foram e são os ingénuos que se comprometeram um dia para consigo próprios a não competir neste mundo senão consigo mesmos. A grande maioria dos ingénuos desanima logo de entrada e prefere tricher no jogo de honra, do mérito e do valor. São eles as próprias vítimas de si mesmos, os suicidas dos seus legítimos poetas, os grotescos espanatalhos da sua própria esperteza saloia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem haja o povo que encontrou para o seu idioma esta denunciante expressão da pessoa que é vítima de si mesma: a esperteza saloia. A esperteza saloia representa bem a lição que sofre aquele que não confiou afinal em si mesmo, que desconfiou de si próprio, que se permitiu servir de malícia, a qual como toda a espécie de malícia não perdoa exactamente ao próprio que a foi buscar. Em português a malícia diz-se exactamente por estas palavras: esperteza saloia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parecendo tão insignificante, a malícia contudo fere a individualidade humana no mais profundo da integridade do próprio que a usa, porque o distrai da dignidade e da atenção que ele se deve a si mesmo, distrai-o do seu próprio caso pessoal, da sua simpatia ou repulsa, da sua bondade ou da sua maldade, legítimas ambas no seu segredo emocional.&lt;br /&gt;Porque na ingenuidade tudo é de ordem emocional. Tudo. O que não acontece com as outras espécies de conhecimento onde tudo é de ordem intelectual. Na ordem intelectual é possível reatar um caminho que se rompeu. Na ordem emocional, uma vez roto o caminho, já nunca mais se encontrará sequer aquela ponta por onde se rompeu.&lt;br /&gt;O conhecimento é exclusivamente de ordem emocional, embora também lhe sirvam todas as pontas da meada intelectual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almada Negreiros, in &amp;quot;Ensaios&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&#039;500&#039; height=&#039;380&#039;&gt;&lt;param name=&#039;movie&#039; value=&#039;http://www.youtube.com/v/xEfcJowGZgs&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#039;wmode&#039; value=&#039;transparent&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#039;http://www.youtube.com/v/xEfcJowGZgs&#039; type=&#039;application/x-shockwave-flash&#039; wmode=&#039;transparent&#039; width=&#039;500&#039; height=&#039;380&#039;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 08 Dec 2012 20:00:26 +0200</pubDate>
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      <title>Re: métrica, sílaba poética [por Caio]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3579&amp;forum=109</link>
      <description>Teoria Literária:: métrica, sílaba poética&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: #000000;&quot;&gt;obrigado, cê-tê-ele, uersus e foto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aos poucos desvendo como trabalhar a métrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;as sílabas métricas são divididas&lt;br /&gt;através da &lt;strong&gt;escansão&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;escandir um verso é contar os sons,&lt;br /&gt;as sílabas métricas do verso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sendo assim, pode contar-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;sen/do/ as/sim/ po/de/ con/tar/-se&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;divisão silábica gramatical&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;sen/do as/sim/ po/de/ con/tar/-se&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;divisão silábica poética&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nota-se a união dos sons presentes&lt;br /&gt;entre as palavras &amp;quot;sendo&amp;quot; e &amp;quot;assim&amp;quot;,&lt;br /&gt;que terminam e começam com vogais&lt;br /&gt;e podem ser lidas como &amp;quot;sen/doas/sim&amp;quot;&lt;br /&gt;por conta do som produzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 04 Dec 2012 15:33:43 +0200</pubDate>
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