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    <title>Luso-Poemas :: Fórum</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens :: XOOPS Community Bulletin Board</description>
    <lastBuildDate>Wed, 22 May 2013 16:32:22 +0200</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas :: Fórum</title>
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      <title>Re: Testando 1,2,3... [por GELComposicoes]</title>
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      <description>Espaço Crítico:: Testando 1,2,3...&lt;br /&gt;
Pelo que vejo, o tópico já morreu. Não deu pra concluir muita coisa. Valeu pela discussão sobre o eu-lírico. Pelos exemplos, acho que a ideia defendida inicialmente pelo Fotograma está correta. Pelo Caetano nem tanto, pode ser que algum cara consumiu mesmo, mas o Chico está acima de qualquer suspeita. Penso até tentar escrever alguma coisa como mulher só para treinar, mas como o Caio disse: &amp;quot;Chico é Chico&amp;quot;. Sei que minha mulher vai estar mais para um &amp;quot;Traveco&amp;quot;, mas quem sabe engana alguém por ai. Algum Ronaldinho, por exemplo.&lt;br /&gt;Desculpem a brincadeira.&lt;br /&gt;Venho mesmo agradecer a presença de todos. &lt;br /&gt;Abração.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 27 Apr 2013 20:27:35 +0200</pubDate>
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      <title>Re: PODEMOS REGREDIR? [por fotograma]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3721&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: PODEMOS REGREDIR?&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://cronicadaciencia.blogspot.com.br/2012/12/a-falacia-ortografica-desprezar-um.html&quot; title=&quot;http://cronicadaciencia.blogspot.com.br/2012/12/a-falacia-ortografica-desprezar-um.html&quot; rel=&quot;external, nofollow&quot;&gt;http://cronicadaciencia.blogspot.com. ... grafica-desprezar-um.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma boa saída pra mudar de assunto e abafar a própria ignorância</description>
      <pubDate>Fri, 19 Apr 2013 16:11:38 +0200</pubDate>
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      <title>Re: a ler. só para quem gosta de ler [por gadanha]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3618&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: a ler. só para quem gosta de ler&lt;br /&gt;
concordo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas se houver quem recupere os textos que entende exemplares e que ficam perdidos porque não fazem parte dos do circulo do elogio... o bataclã pode ficar mais baril.</description>
      <pubDate>Fri, 11 Jan 2013 19:38:10 +0200</pubDate>
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      <title>Re: sugestão para crítica aos textos/poemas [por sendoluzmaior]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3588&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: sugestão para crítica aos textos/poemas&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=237919&quot; title=&quot;http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=237919&quot; rel=&quot;external, nofollow&quot;&gt;http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=237919&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 20 Dec 2012 11:52:24 +0200</pubDate>
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      <title>Notas sobre finanças (e chimpanzés) por Ricardo Araújo Pereira [por gadanha]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3589&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: Notas sobre finanças (e chimpanzés) por Ricardo Araújo Pereira&lt;br /&gt;
&amp;quot;Notas sobre finanças (e chimpanzés)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez fosse importante que alguém apresentasse Vítor Gaspar a um ser humano &lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Após alguma reflexão sobre o assunto, ocorreu-me que talvez fosse importante que alguém apresentasse Vítor Gaspar a um ser humano.&lt;br /&gt;Podia ser um encontro discreto, a dois, só com um terceiro elemento que começasse por fazer as honras: &amp;quot;Vítor, é o ser humano. Ser humano, é o Vítor.&amp;quot; E depois ficavam a sós, a conviver um bocadinho.&lt;br /&gt;Perspicaz como é, o ministro haveria de reparar que, entre o ser humano e um algarismo, há duas ou três diferenças. O ser humano comparece com pouca frequência nas folhas de excel, ao contrário do algarismo. E o algarismo não passa fome nem morre, ao contrário do ser humano.&lt;br /&gt;É raro encontrarmos uma lápide, no cemitério, com a inscrição: &amp;quot;Aqui jaz o algarismo 7. Faleceu na sequência de um engano numa multiplicação. Paz à sua alma.&amp;quot; Mal o ministro tivesse percebido bem a diferença entre o ser humano e os números, poderia voltar às suas folhas de cálculo. Admito que se trata de uma experiência inédita, mas gostaria muito de a ver posta em prática.&lt;br /&gt;Houve um tempo em que quem não soubesse de economia estava excluído da discussão política. Felizmente, esse tempo acabou. Os que percebem de economia são os primeiros a errar todos os cálculos, falhar todas as previsões, agravar os problemas que pretendiam resolver.&lt;br /&gt;As propostas de um leigo talvez sejam absurdas, irrealistas e inexequíveis. Não faz mal: as do ministro também são. Estamos todos em pé de igualdade.&lt;br /&gt;A realidade não aprecia economistas. Se um chimpanzé fosse ministro das Finanças, talvez a dívida aumentasse, o desemprego subisse e a recessão se agravasse. Ou seja, ninguém notava.&lt;br /&gt;Como toda a gente, também tenho uma sugestão para reduzir a despesa. Proponho que Portugal venda uma auto-estrada para o Porto. Temos três, e não precisamos de todas. Há-de haver um país que esteja interessado numa auto-estrada para o Porto. Não há nenhuma auto-estrada para o Porto no Canadá, por exemplo. Nem na Noruega. (Eu confirmei estes dados.) São países ricos, aos quais uma auto-estrada para o Porto pode dar jeito. Fica a proposta. Não é a mais absurda que já vi.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Araújo Pereira </description>
      <pubDate>Fri, 14 Dec 2012 10:49:33 +0200</pubDate>
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    </item>
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      <title>Re: terceiro [por RoqueSilveira]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3524&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: terceiro&lt;br /&gt;
Concordo com estas duas frases fotograma, acho que sou sábia eheheh&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Oct 2012 23:15:08 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3524&amp;forum=117</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Re: segundo [por zésilveiradobrasil]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3518&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: segundo&lt;br /&gt;
ehehehe... tôrritado não Sr. miligrama... ops! foto... nem quando de porre, nem quando sóbrio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o &amp;quot;merda&amp;quot;, é pela merda de pitaco que vieste aqui deixar sobre a minha interação com o Caio; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;&lt;em&gt;mais interessante foi ver um cachaceiro falando mal de maconheiro&lt;/em&gt;&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e pra quem diz que chegou aqui há pouco, num acaso, inteirou-se bem dos meus versos etílicos. só tenho que agradecer sua leitura... mas atente para os que escrevem bem melhor que eu, há; de alguns sóbrios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 17 Oct 2012 01:12:18 +0200</pubDate>
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      <title>Re: primeiro [por AdTe]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3515&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: primeiro&lt;br /&gt;
Caio :)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre bom ler os teus argumentos, podendo assim chegar a outros consenços... e avaliando, no meu ponto de vista, não gostaria que fosses chamar merda a um poema meu, porém, seria sempre a tua opinião, o teu ponto de vista, a tua ótica!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijão grande,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e porta-te bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havemos de falar, tenho por aqui umas dúvidas que gostava de ter o teu esclarecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço Caro Amigo ****</description>
      <pubDate>Thu, 11 Oct 2012 17:46:37 +0200</pubDate>
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      <title>Re: À vossa apreciação crítica [por HorrorisCausa]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3429&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: À vossa apreciação crítica&lt;br /&gt;
pergunto o que achas?(és tão soberano quanto &amp;quot;criador de poesia)...as respostas(opiniões) dos outros é meramente acessório (digo eu) e, o que eu posso dizer acerca de...? o alguém já o disse: &amp;quot; cessa o poema...fica o fervilhar da ideia&amp;quot;&lt;br /&gt;beijo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 06 Jun 2012 22:56:06 +0200</pubDate>
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      <title>Re: o que há de errado com este poema? [por Transversal]</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/newbb/viewtopic.php?topic_id=3427&amp;forum=117</link>
      <description>Espaço Crítico:: o que há de errado com este poema?&lt;br /&gt;
Voltei aqui quase incógnito, para te deixar mais alguma coisa, mas, sobre a marginalidade da poesia, poetas malditos  no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui há uns tempos debrucei-me sobre essa realidade, poesia marginal, poetas marginais, e fiquei atónito (se é esta a palavra que posso escolher) com a riqueza do Brasil. A poesia marginal no Brasil é algo de festa, sarau, o poeta é o taxista, o rapper, o pobre, o que não é doutorado, apontadores do jogo do bicho, inclusivamente o poeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia marginal no Brasil tem algo que, a nós europeus, pelo menos a mim, nos fascina por ser diferente, a musica, a arte, a dança, populares. Desde o bumba meu boi à capoeira, porque estamos a falar de urbanidade, sub-urbanidade, favela, comunidade, marginalidade,etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é nesta riqueza Poeta por onde, em minha opinião deves iniciar a pesquisa, (uma outra agonia) aumentando o conhecimento sobre os poetas malditos, marginais. É óbvio, como diz o poeta Carlos Teixeira Luís  que para se entender os poetas malditos é melhor ler na língua mãe, no caso de Rimbaud em françês, por causa da musicalidade das palavras, mas Caio, pelo Brasil encontras-los, com temas muito mais ligados a esta realidade que há europeia, e tenho a certeza de que irás gostar. Uma linguagem tão diferente, uma realidade diferente, algo de tão puro, duro, sofrido, e que passa ao largo das editoras (a poesia é assim mesmo, não dá lucro, só se for algum nome muitissimo conhecido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-te aqui um vídeo de poesia maldita/marginal em todos os seus aspectos, uma celebração que, sem dúvida, eu adorei.&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=7FyCf1CrFcI&quot; title=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=7FyCf1CrFcI&quot; rel=&quot;external, nofollow&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=7FyCf1CrFcI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixo-te também o link para um texto, “Literatura marginal”:os escritores da periferia entram em cena, de 2006, onde poderás ler mais sobre o assunto, e onde, a meu ver os pontos principais do poeta marginal no Brasil estão consignados, pelo menos históricamente:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.edicoestoro.net/attachments/057_LITERATURA%20MARGINAL%20-%20OS%20ESCRITORES%20DA%20PERIFERIA%20ENTRAM%20EM%20CENA.pdf&quot; title=&quot;http://www.edicoestoro.net/attachments/057_LITERATURA%20MARGINAL%20-%20OS%20ESCRITORES%20DA%20PERIFERIA%20ENTRAM%20EM%20CENA.pdf&quot; rel=&quot;external, nofollow&quot;&gt;http://www.edicoestoro.net/attachment ... %20ENTRAM%20EM%20CENA.pdf&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São a meu ver momentos deliciosos, jamais agonias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queria ser homem de terno &lt;br /&gt;Deu teco a noite inteira &lt;br /&gt;e ainda estava a fim. &lt;br /&gt;No seu coração ribanceira, &lt;br /&gt;uma pedra a rolar tim-tim por tim-tim; &lt;br /&gt;Partiu pro trabalho &lt;br /&gt;e nem sequer dormiu, &lt;br /&gt;só se lembrava do brilho &lt;br /&gt;na favela &lt;br /&gt;do brilho reluzente daquele fuzil. &lt;br /&gt;Desde cedo, mão-de-obra desqualificada, &lt;br /&gt;tudo lhe desesperava. &lt;br /&gt;Aquele salário raso, &lt;br /&gt;que não dava pra nada, &lt;br /&gt;no seu ódio se fez engasgo. &lt;br /&gt;E se lembrava &lt;br /&gt;da educação garapa &lt;br /&gt;Que recebeu do Estado. &lt;br /&gt;Tudo lhe ardia: &lt;br /&gt;lâmina e faca. &lt;br /&gt;Sacou da mochila, &lt;br /&gt;do trabalho partiu.&lt;br /&gt;Foi pro coração da favela &lt;br /&gt;Pra São Jorge, sua mãe, acendeu uma vela. &lt;br /&gt;No asfalto era o mau. &lt;br /&gt;Atirou, roubou, matou, traficou. &lt;br /&gt;Aos 15, seu conceito subiu. &lt;br /&gt;Aos 17, fuzilado na favela, &lt;br /&gt;na mala do Robocop saiu. &lt;br /&gt;Distante agora &lt;br /&gt;do mundo incolor, &lt;br /&gt;achou o fundo do valão  como cama,  &lt;br /&gt;e a lama o seu cobertor.” &lt;br /&gt;(Edson Veóca, “Descaso, o cerol do gueto”, p. 14)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraço-te&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 05 Jun 2012 03:41:09 +0200</pubDate>
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