Todas as mensagens (uersus)Re: por que você quer ser lido? |
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Da casa!
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25/8/2011 19:18 De santamariadafeira.pt
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Eu gosto de ser lido porque sou um egótico narcisista!
;) :)) uersus
Criado em: 11/1 23:19
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Re: sugestão para crítica aos textos/poemas |
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Da casa!
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Ó roque, vais desculpar-me, não quero julgar a tua atitude com este tópico, mas penso que estás a agir sob grande tensão emocional e isso é tudo aquilo que a crítica a sério não é. Não digo que as emoções não possam ou não devam estar presentes, pois tudo o que é inerente à atividade humana tem a sua partilha, mas a atitude crítica é, acima de tudo razão, intelecto, capacidade analítica, com bases linguísticas, literárias, culturais, socio- antropológicas,históricas, psicanalíticas, até, tal como, por exemplo, um entre mil, Paul Ricoer defendia. Sabes, a hermenêutica textual, e não só, exige bases diversificadíssimas, enfim. Não é crítico literário quem quer, mas quem tem competência para tal! E não é aqui, neste espaçozinho, volto a dizer, com a sua especificidade, a sua idiossincrasia, que isso vai acontecer, ou seja, que haja alguém com essa competência necessária para fazer crítica literária. Até porque é preciso, primeiro, aferir do nível de literariedade vigente neste sítio. A literatura, nela incluída a poesia, como toda e qualquer arte, tem níveis variadíssimos de qualidade estética. Todos são manifestações estéticas, mas nem todos têm a qualidade intrínseca para atingir o patamar considerado de excelência! muitas vezes, é preciso morrer o autor para se descobrir a sua qualidade. E nisto de gosto estético também funciona por modas, sabes? Sempre foi assim! Basta ter estudado um pouco de história de arte e, muito em particular, a história da literatura.
De maneira que vires aqui, por muito boa que seja a tua intenção, tentar mobilizar as mentes e as atitudes de quem quer e de quem não quer, tendo ou não tendo (duvido que tenham) competência para o fazer, é chover no molhado, é energia gasta sem resultado. Nem é bem isso, minha cara, é lutar contra moinhos de vento, é um quixotismo desenquadrado da realidade das circunstâncias que permeiam toda atividade deste lusopoemas. Digo eu, que não sei nada. O máximo que pode acontecer aqui é alguns darem a sua opinião pseudocrítica sobre textos de alguém e daí, das duas, uma: ou se elogia o texto ou não. Claro que o autor vai sentir isso e, depois, logo se verá se resultará as tais trocas de mimos e galhardetes da praxe. E volta tudo ao mesmo! Enfim, é bom para animar a festa, diga-se de passagem, e eu até me divirto imenso! Roque, lembra-te disto, que ninguém seja inocente, até ao mais alto nível, Nobel incluído, a crítica é tendenciosa, obedecendo a interesses particulares, políticos, económicos (editoras), nacionalismos, ideologias e etc.E queres tu eliminar aqui os tapinhas nas costas de autores a outros autores deste sítio? Tá bem, tá! Por mim, que só sou aprendiz de poetastro e ando para aqui a brincar de poeta, tenho aprendido a conter-me, mas por vezes entro na disputa crítica das opiniões, evitando ferir suscetibilidades. Mas também sou capaz de entrar no jogo duro, como tu bem sabes, e numa dessas disputas, houve um bom poeta e escritor que foi expulso do lusopoemas, porque ultrapassou os limites da razoabilidade. Confundiu a ficção com a realidade. Tenho pena, mas cada um tem de assumir as suas responsabilidades. Com este excurso quero dizer que podem vir criticar os meus textos, mas eu reservo-me o direito de responder sempre que entender ser necessário, mesmo em direta oposição ao pseudocrítico dos meus textos, que à partida considero de pouca valia, já que posso sempre rebater criticamente a opinião contrária com a minha opinião, fundamentando-a com a metalinguagem da criticismo textual. Assim, minha querida, considero que este teu ensejo vai ser votado ao fracasso, mas vale pela polémica que és sempre capaz de suscitar, sem embargo das contradições em que também incorres ao tomares tais atitudes. A propósito, afinal a turma do amendoim (é assim cognominada, não é?), resume-se à tua pessoa, a última resistente da revolução ( como é que era mesmo o ideal? pro quê?). rs É só para entrar contigo! Acho que já falei demais, ainda por cima a esta hora! Apeteceu-me mexer as unhas dos dedos! beijo, roque não vou dizer: te prepara para o tiroteio!, que sei que és mulher de armas e de combate (pena eu estar sempre do outro lasdo da barricada: preferia estar ao teu lado!) ;) uersus
Criado em: 12/12 2:12
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Re: quando critica literária... |
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25/8/2011 19:18 De santamariadafeira.pt
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Não, caio, o tópico foi colocado no âmbito da crítica textual apenas.
Descambou, é certo, mas não por culpa do autor do tópico. São contingências decorrentes da idiossincrasia deste sítio. Acabou por ser esclarecedor para muito boa gente. Apagá-lo é estragar, é tentar tapar o sol com uma peneira. O que está feito está feito. Fica para memória futura. abs uersus
Criado em: 9/12 19:14
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Re: quando critica literária... |
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Pensava que o tópico tinha a ver com crítica literária, de textos, e não crítica pessoal.
Deixem a pessoa do Armando em paz e julguem apenas os textos literários do amandu com a mesma bitola com que julgam todos os outros textos literários! Aqui não há textos de crianças e os adultos são todos adultos e não inimputáveis! Chamem os bois pelos nomes e acabem com a hipocrisia! Podem dizer, a partir de agora, que eu sofro de uma psicopatia esquizóide, porque me considero verdadeiramente superior a todos vós, entes incapazes de resolver os vossos conflitos originados nas pulsões mais profundas do narcisismo que cultivastes desde o "ichspaltung" traumático que experienciastes! Ego ulterior sum!
Criado em: 9/12 2:12
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Re: quando critica literária... |
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Já entendi, roque: se a bitola para me medir a mim não é a mesma para te medir ti (desculpa o pleonasmo), então caímos na subjetividade da crítica, logo que se foda a crítica! (desculpem os caríssimos leitores pelo uso do calão)
Eu sempre defendi que todos têm direito ao seu espaço e que opiniões críticas são isso mesmo: opiniões. É como o chocolate: tem gente que gosta e tem gente que não. bjs e abs
Criado em: 5/12 20:23
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Re: métrica, sílaba poética |
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car/nei/ro/ car/nei/ro
seis sílabas gramaticais cinco sílabas métricas redondilha menor ou pentassílabo ou verso pentassilábico os versos mais comuns e com nomes próprios são doze, de acordo com o número de sílabas métricas o de doze sílabas chama-se dodecassílabo ou alexandrino (em hora a alexandre magno!) a partir daí há tantos tipos de versos quantos a criatividade poética o permitir $$$$$ Agora se quiser saber mais ligue para o número XXXXXXXXX 0.50 euros por minuto mais IVA (chamada sem valor acrescentado!) Aproveite desconto de 50% na promoção de natau! ***** magister dixit!
Criado em: 28/11/2012 23:40
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Re: trovas |
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pois podem ter a certeza
que o trabis é poeta e ninguém pense que é presa de presumidos da treta (há que dar graxa ao chefe!)
Criado em: 19/11/2012 0:17
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Re: trovas |
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quero à filosofia
não a morte prematura que é irmã da poesia pensamento é arte pura
Criado em: 18/11/2012 18:02
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Re: trovas |
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minha caneta não posso
emprestar que não há outra trovar sei e não sou moço nem versejo qualquer sutra
Criado em: 18/11/2012 16:08
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Re: trovas |
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(a) Roque não 'stá a pensá
tá a tirá a caneta d'algibeira para dá mais um á da sua treta ai, ai, ai! me livre duma coça!
Criado em: 18/11/2012 14:54
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