Re: Faz um poema |
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8/9/2009 17:29 De Lisboa
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Este dia
não foi um dia solto na semana soltou-se pela mão direita e aventurou-se pela mão esquerda enquanto encolhia o corpo e m’ entregava a Deus e a todos os Santos da mesma guarda fechei as mãos direita sobre a esquerda e dobrei os dedos à espera que chegasse a minha hora um tempo que marcasse para sempre as palmas das minhas mãos ainda em estado latente mas presente em cada gesto em cada traço marca do meu e do teu tempo
Criado em: 24/4/2012 16:22
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"Uma longa viagem, começa com um único passo" Lao-Tsé http://novoolharomeu.blogspot.com/ http://rituaisdomomento.blogspot.com/ http://silencio-me.blogspot.com/ http://terrasaltasdogranito.blogspot.com/ |
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Re: Faz um poema |
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15/10/2010 15:46 De Rio de Janeiro
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[ percepção... ]
Sempre é hora De ser... criar Fragmentos meus Dentro de mim É tão fácil Deitar no coração Quente e puro Intensa intenção Ebulição... A realidade Fica(entre parênteses) Este mundo Fora de mim Agora é hora De refletir De consentir Gerar Desvelar Este fenômeno Complexo Maravilhoso De existir Em mim Sem importar De agradar Ao exterior Que existe Em si Sem o nós Sem o tu Sem o eu Ilusão... passageira Mundos múltiplos Justos e injustos O dentro e o fora...
Criado em: 24/4/2012 16:50
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Re: Faz um poema |
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Muito Participativo
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26/10/2010 17:44 Mensagens:
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É nas pessoas que se conhece o mundo…
Às costas, uma obra em ruínas Pedregulhos e estilhaços de vidro Que deixo na berma da estrada Se a subida fica íngreme Bebo licores, cambaleio, mas sigo em frente Dêem-me o ópio da china Para sair fora de mim Conto pequenos dilemas a grito Deixo os mortos para trás Mais a dor ao abandono Para aliviar o peso, porque ainda falta caminho É esta raiva Que me leva para ao fim As juntas já vertem diesel nas plantas Porque a máquina tem folgas Paro na oficina do tempo, uma e outra vez E espero por Newton A vida é um alpendre invisível De tábuas que rangem aos passos De espanta espíritos magnéticos De cadeiras empoeiradas Com vista para um pomar de macieiras E descontos fim de estação É nas pessoas que sinto gravidade.
Criado em: 24/4/2012 20:07
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Re: Faz um poema |
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Da casa!
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25/8/2011 19:18 De santamariadafeira.pt
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a [minha] determinação da essência do ser homem (heideggerianos)
eis me no meu ser sou me no fazer neste pôr em obra fazer aparecer tecnicamente homem e me forçar a obrar necessidade premente em versos logicamente de viver e de morrer para além do parecer sou me a consciência do estar aí do ter estado aí na essência do ente do ser *não inédito
Criado em: 24/4/2012 22:07
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Re: Faz um poema |
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22/3/2009 21:02 De RIO GRANDE DO SUL DE LUTO
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Escondia de todos sua coleção imensa de frustrações.
ainda via-se pequenos pedaços de sobriedade presos entre seus dentes uma organizadora proficional de ilusões. frequentadora assídua do esconderijo dos olhos os nós insolúveis causavam os passos tão errados ;para fora do limite do corpo tinha muitas fés domesticadas que latiam alto e roiam a alma empalhada andava sempre com os bolsos abarotados de abismos pequenos e com os lábios pintados de promessas velhas acostumada com xícaras cheias de abandono e com pratos temperados com mentiras calculava cada palavra,mas nunca dava o valor do sonho. sempre em busca da felicidade no seu palácio de vaidades
Criado em: 26/4/2012 0:11
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Re: Faz um poema |
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2/6/2008 9:23 De Lisboa (arredores)
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Hoje
tem ventos de ontem Sempre teve a brisa dos passos não achados Hoje sou ontem (Abril 2012)
Criado em: 27/4/2012 17:19
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Re: Faz um poema |
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2/6/2008 9:23 De Lisboa (arredores)
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Faz um poema
e depois calo-me o ruído da minha voz não deixa os pardais cantarem após a longa chuvada noturna que espalha o perfume a terra molhada belas vozes desses poetas de bico e penas Fazem um poema e parece só para mim Fecho os olhos e ouço-os à desgarrada mas tudo tem um FIM a este fim um santo OBRIGADO
Criado em: 30/4/2012 17:38
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Re: Faz um poema |
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2/6/2008 9:23 De Lisboa (arredores)
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Faz um poema
a beleza do poema é ouvi-lo com as batidas do teu coração será em ritmo bebop? samba tardio ou fado de improviso? faz um poema gaivota vento mar e tu mulher fecho os olhos e ouço-o lento como um sorriso esquecido
Criado em: 14/5/2012 16:00
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Re: Faz um poema |
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Da casa!
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15/12/2011 2:46 De Olimpia
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O coração bate devagar Como um sino a badalar Sinfonia da poesia Que se doa sem cobrar À sensibilidade do poeta Que ama o seu poema Sua escrita... sem obrigações Seu poder é sua imaginação Sua determinação, seu sentido É sua criação...
Criado em: 15/5/2012 15:27
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Re: Faz um poema |
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8/9/2009 17:29 De Lisboa
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um poema
esbatido no olhar é o canto no canto da boca nos lábios a pele ressequida na língua a folia arrependida um poema a lembrar um dilema no corpo que antes foi de mulher e agora é estátua caída
Criado em: 23/5/2012 11:57
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