Re: Faz um poema |
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Da casa!
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25/8/2011 19:18 De santamariadafeira.pt
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(falta de somenos)
falta me o poema onde escreves nos meus lábios o som húmido do amor num soneto estrambótico e em rima aparelhada falta me o poema que foi escrito nos teus dedos sugados na minha boca em palácios florentinos sem volúveis platonismos falta me o poema que me desenhaste na pele e que ouviste declamado no santuário da alma sem enredos vagabundos literais falta me o poema abandonado no prelo de gutenberg esgotado e sem tinta nas impressões digitais de camoniano surreal falta me o poema (mas não faz mal a falta não é demais)
Criado em: 4/4/2012 16:36
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Re: Faz um poema |
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sem nome
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o poema vivo
dentro do poema neutro o poema desbotou e assim se coloriu um coração a palavras.
Criado em: 5/4/2012 16:26
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Re: Faz um poema |
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2/6/2008 9:23 De Lisboa (arredores)
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deixar o poema
com ele próprio como um gato vadio entre as casas vazias e as sombras que se mexem a quem o sol manda mexer ninguém mais
Criado em: 5/4/2012 16:33
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Re: Faz um poema |
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8/9/2009 17:29 De Lisboa
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Quero a face da lua
A descobrir nas noites Um universo De fragrâncias soltas E aguardar pelo último sol Nascente no meu rosto Encontras-me sempre No aroma das flores silvestres Num traço castigando Os poros a descoberto No meu corpo Enquanto os meus olhos Envoltos em fios luz Tão fina mas tao gasta Dançam no teto liso De uma casa sem paredes Nem janelas Para me aventurar Nos caminhos Da nova Andrómeda
Criado em: 9/4/2012 15:31
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"Uma longa viagem, começa com um único passo" Lao-Tsé http://novoolharomeu.blogspot.com/ http://rituaisdomomento.blogspot.com/ http://silencio-me.blogspot.com/ http://terrasaltasdogranito.blogspot.com/ |
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Re: Faz um poema |
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[galáxias distantes]
olho o céu e o mar solitária viajo no pensar deixo de existir sou puro elemento soprado pelo vento invisível vou desvanecendo nesta ausência então, ouço... sempre um brado distante que (re)anima a vida é o bardo cantando um poema infinito que me fita doando presença... existência sussurros perfumados encantados viajantes de galáxias distantes
Criado em: 9/4/2012 18:26
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Re: Faz um poema |
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2/6/2008 9:23 De Lisboa (arredores)
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sussurros perfumados
e o aroma das flores silvestres há em mim um espiríto agradecido como uma canção leve sussurrada como o vento que é uma metáfora que define um país e um povo sim, este povo quem duvida que fomos feitos com muito vento e mar ou não tivéssemos este sorriso e este porte e capazes desta poesia sussurros perfumados e o aroma das flores silvestres
Criado em: 10/4/2012 10:09
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Re: Faz um poema |
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as pessoas morrem
ficam só os seus passos que bonito é aqueles pés nus desenhados no chão foi gente que passou ali as pessoas morrem ficam só os passos
Criado em: 10/4/2012 14:46
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Re: Faz um poema |
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Luso de Ouro
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2/3/2007 19:42 De Queluz
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Lá vem ela Semi-nua E sem pudor Ondulando Todo aquele corpo Sedutor Assim se insinua A diva Caneta Bailarina de ofuscantes Transparências Rubras... Em cada volta Redonda Letra a letra Vai desenhando O poema Com a tinta Que em si fervilha E por não mais se conter Se derrama Por sobre a suposta Alvura Da virgem E submissa Folha
Criado em: 10/4/2012 15:48
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*... vivo na renovação dos sentidos, junto da antiguidade das lembranças, em frente das emoções...» Impulsos coisa pouca |
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Re: Faz um poema |
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sem nome
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amar
é coisa pouca simples para quem ama até enjoa um coração como o meu qualquer testemunho nesse sentido é uma azia que logo tomo o remédio da saudade passa e passam os dias a gotas contam e contam as gotas os dias do nosso mar.
Criado em: 10/4/2012 16:43
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Re: Faz um poema |
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[ eterno retorno ]
estava refletindo pensando na vida tanta coisa (in)definida mascarada repetida o inimaginável acontece há muitas pessoas fortes corajosas criativas do pouco muito fazem gente centrada ativa mas, o que surpreende e preocupa foi perceber que uma imensa maioria alucinada funciona ao contrário não se ocupa só quer receber vivem como magos ao avesso em vez de criar um mundo a partir do nada essas criaturas inebriadas esqueceram e conseguem tudo inverter nada valorizam consomem e criam o nada a partir de um mundo assim , devagar, destroem clamando esperam sempre por um milagre um salvador... não transformam se tremo ao lembrar o pintor austríaco frustrado forjado pela massa carente desejosa alienada é preciso sempre lembrar refletir o inimaginável indesejável acontece... "Fossemos infinitos Tudo mudaria Como somos finitos Muito permanece" ( B.Brecht)
Criado em: 11/4/2012 17:12
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