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MarcoAntonio,
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Das cinzas do que fui, tépido sonho, Renasço como fosse um morto-vivo, Do beijo que procuro não me privo, O vento que virá mesmo medonho
É bom e assim desejo, e te proponho, Não tendo mais sequer verso agressivo, O mar aonde eu pesco e crivo O arpão dos pesadelos, vai tristonho,
Mas vejo em tuas ilhas, a paragem Aonde procurara uma ancoragem, Coragem pra seguir viagem; paz;
E o verso que elaboro com clareza Expondo e refletindo tal beleza, Permite a caminhada mais audaz...
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http://mardetrovas.blogspot.com/
http://valmarloumann.blogspot.com/
http://miscelanialoures.blogspot.com/
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| Marcos Loures |
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| Alexis |
Publicado: 11/01/2010 00:16 Atualizado: 11/01/2010 00:16 |
Colaborador   Usuário desde: 29/10/2008 Localidade: guimarães Mensagens: 7388 |
 Re: 22718 para marcos loures és muito hábil a "sonetar".identifiquei-me profundamente com algumas passagens deste poema.que o teu caminho seja percorrido com audácia sempre,marcos.
beijo, alex
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