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não tirem o vento às gaivotas - sampaio rego sou eu
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porque achas que eu não sou eu. apenas porque choro? não. não são lágrimas. são desesperos feitos de pedaços de amor que se derretem sempre que olho para mim no túnel do tempo – a água vem dos teus olhos. quando em silêncio me dizes que afinal serei sempre eu – apenas nunca terei asas
-um dia talvez escreva-
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| Margarete |
Publicado: 28/08/2010 22:37 Atualizado: 28/08/2010 22:37 |
Colaborador   Usuário desde: 10/02/2007 Localidade: braga. Mensagens: 1203 |
 eu ao s tantas vezes te falei do barulhos das asas ao levantar voo, na esperança que voar te fosse sempre fácil. sempre. todos os dias olho o céu na esperança de te ver passar. mesmo hoje. tarde alta fui ver se te via. não vi, de novo, nunca vejo. quisera.
por onde andas?
um beijo, mar.
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| Enviado por |
Tópico |
| sampaiorego |
Publicado: 29/08/2010 14:56 Atualizado: 29/08/2010 14:56 |
Colaborador   Usuário desde: 31/03/2010 Localidade: algures virado para o mar com gaivotas Mensagens: 972 |
 Re: eu ao s muitas vezes crescemos tanto. e dentro de nós crescem outros e mais outros. todos querem ser o EU - mas só um pode ser
mar, beijo
s.
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| Enviado por |
Tópico |
| visitante |
Publicado: 28/08/2010 23:34 Atualizado: 28/08/2010 23:34 |
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 Re: eu curioso. as minhas lágrimas iam ter o mesmo título que as tuas. mas como já não sei quem sou...preparo-me. vou descobrir-me em cada lágrima de desespero.
a companhia faz bem.
grande abraço.
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| Enviado por |
Tópico |
| sampaiorego |
Publicado: 29/08/2010 15:00 Atualizado: 29/08/2010 15:00 |
Colaborador   Usuário desde: 31/03/2010 Localidade: algures virado para o mar com gaivotas Mensagens: 972 |
 Re: eu que te caiam nas mãos. podes assim ler cada parte da dor - queria que fosse coma a lepra. ficar com um pedaço do nariz na mão - assim. acabavam as dúvidas
abraço antero,
sampaio(r)ego
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| Enviado por |
Tópico |
| Amora |
Publicado: 01/09/2010 20:07 Atualizado: 01/09/2010 20:07 |
Colaborador   Usuário desde: 08/02/2008 Localidade: Brasil Mensagens: 4388 |
 Re: eu Saber-se sem asas e árido é uma dor grande, grande. Como eu gostei de sentir-me nesse teu poema, obrigada.
Um beijo.
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| Enviado por |
Tópico |
| sampaiorego |
Publicado: 01/09/2010 22:28 Atualizado: 01/09/2010 22:28 |
Colaborador   Usuário desde: 31/03/2010 Localidade: algures virado para o mar com gaivotas Mensagens: 972 |
 Re: eu um dia terei que me atirar do alto de um penhasco para saber se isto é verdade
obrigado amora
beijo
sampaio(r)ego
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