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schmmack, Sterea,
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Do monólogo nocturno,uma ferida em minha boca,uma flor Apaga-se no silêncio das decepções,como lírio Acumula sangue ao canto esquecido dos olhos Para que a solidão cicatrize o lamento etéreo de paixão. Afinal,qual devaneio importa e o que foi real ?
Como orfão de todas as virtudes exaltadas Versos carnais de esperança em decomposição. O absurdamente ameaçador sonho infantil De ser correspondido em plenitude.
Mas a vejo com outro e tudo é tão óbvio,doloroso. A impureza incosnciente de cada ato,o vortice de angustia E o seio aberto como veneno,pus de vazias palavras.
É a hora do abandono recorrente,somente a tristeza reina Comprimindo meu sexo e sorvendo esperma inútil Estéril como a conquista vã,proxima aos teus lábios No caminho d`outra lágrima. |
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| Henrique Pedro |
Publicado: 06/11/2010 08:49 Atualizado: 06/11/2010 08:49 |
Colaborador   Usuário desde: 28/07/2007 Localidade: Mensagens: 3859 |
 Re: Monólogo Aplaudo, Raimundo
Abraço
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| Enviado por |
Tópico |
| Amora |
Publicado: 06/11/2010 22:22 Atualizado: 06/11/2010 22:22 |
Colaborador   Usuário desde: 08/02/2008 Localidade: Brasil Mensagens: 4388 |
 Re: Monólogo Também eu aplaudo e me delicio com as suas sombras, incríveis. Beijinho
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