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Onde_está_o_@mor?, Semente, Betha Mendonça, Frank_Mike, MarySSantos, Alice Luconi, outonal_idade(s),
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Por uma de muitas trincheiras á mão escavadas Me arrasto a mim e ao meu corpo que foge de balas amotinadas E lentamente respiro o ar da noite, nauseabundo cheiro de corpos fétidos de morte e podridão Mortos se calhar por uma de minhas muitas balas, ou mortos por outra qualquer razão Caídos e jazidos, empilham-se aos montes para nunca mais serem pela vida erguidos, e a penumbra da noite se torna iluminada pelo sangue brilhante de seus corpos feridos
E uma raiva de viver corre todo o meu corpo Disparo também eu para não ser eu mais um morto, só pensando na louca vontade que me cega de voltar, por ela mato e por ela tento não me matar, e me vêm á cabeça vagas memórias, de momentos passados em calma paz e adormecidos agora em meu pensamento como um pequeno petiz adormece embalado no colo de sua mãe por doces e breves histórias
E disparo então, saraivadas de balas e pedaços únicos de morte para também matarem alguém no seu fraco e humano coração, e lentamente os abandonarem á sua triste sorte de morrerem em sangue e hemorragia, por alguém que mata para curar sua enorme ferida, o morrer para não te deixar me amar porque isso minha querida, será a única coisa que nesta louca guerra da vida me irá a mim me matar..
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