Luso-Poemas
Registe-se agora!     Login

Publicidade


Utilidades

Consultar

Outros

Quem está aqui

95 visitantes online (74 na seção: Poemas e Frases)

Lusuários: 5
Leitores: 90

Eccel, Caio, RaipoetaLonato2010, henrique.laura, belarose, mais...

Licença

Licença Creative Commons

Proteção anti-cópia

Protegendo os seus poemas com Tynt

Eventos Luso-Poemas

VII Evento Luso-Poemas 2013 - link

Os textos foram publicados! Vamos ler?
Partilhar Sonetos : 

Delírios de fim de ano

Tags:  Repete-se a dor da ausência  
 
Nas noites que por estes dias eu passei
Me vi em delírios de amor e desejo
Você estava em tudo o que sonhei
Em minha boca, o gosto do teu beijo

Na cama o vazio ao meu lado
Tua imagem comigo estava
O travesseiro já amassado
Minha cama teu cheiro exalava

Como é possível amar assim?
Ignorando a ilusão e a realidade
Tenho você guardada em mim
És o motivo da minha insanidade

Nestes momentos, de solidão total
Meu coração sente tua presença
Mesmo você estando distante

Este amor que sinto por você, não há igual
É muito maior do que você pensa
Não lembro-me de ter amado assim antes.


Autor
luisroggia
Autor luisroggia
textos deste autorMais textos
Rss do autorRss do autor
EstatísticasEstatísticas
 
Texto
Data 05/01/2012 22:19:40
Leituras 95
Favoritos 0
Licença Esta obra está protegida pela licença Creative Commons
Enviar este texto a um amigoEnviar
Imprimir este textoImprimir
Salvar este texto como PDFCriar um pdf
Recentes
CORAÇÃO URBANO
PELO VÃO DOS MEUS DEDOS
SEM VOZ
TUA PRESA
QUANDO SE ENCONTRAM OLHARES
Aleatórios
Entra ano e sai ano
Meu violão
Doce castigo
Recadinho para o meu amor
Meu mundo
Favoritos
TENHO MEDO DE MIM... - drisph
- AMO! - GeMuniz
A Vida e a Morte - aquazulis
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Enviado por Tópico
Felisbela
Publicado: 05/01/2012 22:27  Atualizado: 05/01/2012 22:27
Colaborador
Usuário desde: 10/10/2011
Localidade: Portugal
Mensagens: 5426
 Re: Delírios de fim de ano Para luisroggia
Olá Luís! Parece que andamos em sintonia...que estranho...coloquei agora um poema cujo nome é parecido...rsrsrsrs
Adorei o seu!
Beijinhos de amizade
Felisbela

Enviado por Tópico
luisroggia
Publicado: 05/01/2012 22:36  Atualizado: 05/01/2012 22:36
Colaborador
Usuário desde: 12/01/2011
Localidade: Joinville - SC
Mensagens: 2002
 Re: Delírios de fim de ano Para luisroggia
Olá Felisbela!

Coisas da poesia amiga, coisas da poesia.

Beijo.

Enviado por Tópico
belarose
Publicado: 05/01/2012 22:49  Atualizado: 05/01/2012 22:49
Colaborador
Usuário desde: 28/10/2010
Localidade:
Mensagens: 8680
Online!
 Re: Delírios de fim de ano
Olá amigo, lindos versos de amor, onde compõe uma grande saudade

Parabéns esta linda demais sua poesia!

beijos

Enviado por Tópico
luisroggia
Publicado: 05/01/2012 22:52  Atualizado: 05/01/2012 22:52
Colaborador
Usuário desde: 12/01/2011
Localidade: Joinville - SC
Mensagens: 2002
 Re: Delírios de fim de ano
Oi Belarose!

Esta saudade ritma o pulsar do meu coração.

Beijo.

Login

Usuário:

Senha:

Lembrar-se



Esqueceu a senha?

Cadastre-se agora.

Texto Aleatório

Comentários Recentes

Recentes no fórum

Luso Pensamentos

Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

Siga-nos

Posts relacionados, Plugin for WordPress, Blogger...