Luso-Poemas
Registe-se agora!     Login

Publicidade


Utilidades

Consultar

Outros

Quem está aqui

116 visitantes online (106 na seção: Poemas e Frases)

Lusuários: 2
Leitores: 114

Andy, sendoluzmaior, mais...

Licença

Licença Creative Commons

Proteção anti-cópia

Protegendo os seus poemas com Tynt

Eventos Luso-Poemas

VII Evento Luso-Poemas 2013 - link

Os textos foram publicados! Vamos ler?
Partilhar Poemas : 

Uma Acróstica prostítuida de iniqüidades

Tags:  Joemar Rios  
 
Uma Acróstica prostítuida de iniqüidades

Ela é uma Uva sua película é pervertida e promíscua
Ela é uma Mula qualquer um monta, basta está pastando com ela
Ela é uma Amarga seu sabor parece ser mel, mas sua essência é fel


Ela é uma Maldita suas ações denotam sua perversão e o quanto está travestida
Ela é uma Ultrapassada vergonha, sua moral acabou
Ela é uma Leprosa suas entranhas contêm espermas de muitos homens doentes
Ela é uma Humana qualquer vaca, mula ou égua são mais honestas
Ela é uma Enrolada acha que engana a todos, ou acha que só traiu seu par
Ela é uma Rabeira, uma iêna tem mais dignidade e seu odor ainda é mais suave

Ela é uma "Amada” promíscua e corrupta que computa e nada muda
Ela é uma Dondoca não mede as conseqüências pelo um momento efêmero
Ela é uma Ultra hipócrita é uma farsa sempre
Ela é uma Ladra sua felonia fede a chiqueiro de porca
Ela é uma Traidora, traiu seus filhos, traiu seus familiares que tanto confiava e ainda traiu seu esposo
Ela é uma Enlatada foi produzida em uma sociedade anã na moral e gigante na promiscuidade
Ela é uma Ridícula deu mole safada
Ela é uma Amadora nunca foi mulher de verdade



Ela é uma Pomba branca e negra como uma galinha pedrês no seu terreiro
Ela é uma Uva podre, seu corpo tem caroços corruptos
Ela é uma Tarada não pensa para agir e nem mede as consequências do pecado
Ela é uma Avestruz suas cochas ficam de fora das penas



Ela é uma Tapeadora, esconde seus segredos porque são podres e fedidos
Ela é uma Rapariga, um quebra-queixo ou uma rapadura doce queimadas (o) socialmente, “ói nó is” anjinha que caiu do céu
Ela é uma Ave um caldo de galinha arisca, galinha é pouco, muita galinha
Ela é uma Ilícita adultera seu elo e desmancha seu anel
Ela é uma Dada encontra-se em um bar da vida, festa ou motel
Ela é uma Ogival “perfurante” que mata seu amor
Ela é uma Rata furta e rouba sua própria integridade
Ela é uma Analdita sua visibilidade é praiana sempre



A marca de um homem não está na sua pegada na lua,mais sim no seu legado.


Ela é uma Uva sua película é pervertida e promíscua
Ela é uma Mula qualquer um monta, basta está pastando com ela
Ela é uma Amarga seu sabor parece ser mel, mas sua essência é fel


Ela é uma Maldita suas ações denotam sua perversão e o quanto está travestida
Ela é uma Ultrapassada vergonha, sua moral acabou
Ela é uma Leprosa suas entranhas contêm espermas de muitos homens doentes
Ela é uma Humana qualquer vaca, mula ou égua são mais honestas
Ela é uma Enrolada acha que engana a todos, ou acha que só traiu seu par
Ela é uma Rabeira, uma iêna tem mais dignidade e seu odor ainda é mais suave

Ela é uma "Amada” promíscua e corrupta que computa e nada muda
Ela é uma Dondoca não mede as conseqüências pelo um momento efêmero
Ela é uma Ultra hipócrita é uma farsa sempre
Ela é uma Ladra sua felonia fede a chiqueiro de porca
Ela é uma Traidora, traiu seus filhos, traiu seus familiares que tanto confiava e ainda traiu seu esposo
Ela é uma Enlatada foi produzida em uma sociedade anã na moral e gigante na promiscuidade
Ela é uma Ridícula deu mole safada
Ela é uma Amadora nunca foi mulher de verdade



Ela é uma Pomba branca e negra como uma galinha pedrês no seu terreiro
Ela é uma Uva podre, seu corpo tem caroços corruptos
Ela é uma Tarada não pensa para agir e nem mede as consequências do pecado
Ela é uma Avestruz suas cochas ficam de fora das penas



Ela é uma Tapeadora, esconde seus segredos porque são podres e fedidos
Ela é uma Rapariga, um quebra-queixo ou uma rapadura doce queimadas (o) socialmente, “ói nó is” anjinha que caiu do céu
Ela é uma Ave um caldo de galinha arisca, galinha é pouco, muita galinha
Ela é uma Ilícita adultera seu elo e desmancha seu anel
Ela é uma Dada encontra-se em um bar da vida, festa ou motel
Ela é uma Ogival “perfurante” que mata seu amor
Ela é uma Rata furta e rouba sua própria integridade
Ela é uma Analdita sua visibilidade é praiana sempre
Autor
JoemarRios
Autor JoemarRios
textos deste autorMais textos
Rss do autorRss do autor
EstatísticasEstatísticas
 
Texto
Data 26/02/2012 16:52:47
Leituras 67
Favoritos 0
Licença Esta obra está protegida pela licença Creative Commons
Enviar este texto a um amigoEnviar
Imprimir este textoImprimir
Salvar este texto como PDFCriar um pdf
Recentes
Joemar Rios - Sociedade forte
Joemar Rios - Sofre Brasil
Joemar Rios - Uma raça
Liderança
Sou humano
Aleatórios
Um raio que sobe e desse
Morendo de fome
A vida e poder de Saturno
Joemar Rios - Motivo da motivação
Logística é tudo e tudo é Logística
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Login

Usuário:

Senha:

Lembrar-se



Esqueceu a senha?

Cadastre-se agora.

Texto Aleatório

Comentários Recentes

Recentes no fórum

Luso Pensamentos

Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

Siga-nos

Posts relacionados, Plugin for WordPress, Blogger...