Publicidade
Utilidades
Consultar
Outros
Quem está aqui
263 visitantes online ( 208 na seção: Poemas e Frases)
Lusuários: 10
Leitores: 253
RaipoetaLonato2010, angelmar, JBMendes, sendoluzmaior, Gyl, Volena, DomingosdaMota, Srimilton, AlmaMater, Migueljaco,
mais...
Licença
Proteção anti-cópia
|
|
|
Os olhos vidrados, olhos sem brilho, corpos descarnados, os ossos alvacentos apodrecendo ao sol. O sangue derramado, o sangue escorrendo das minhas mãos...
Nessa noite eterna, entre os mortos, eu caminho só. Tenho medo, pavor, mas sou obrigado a viver entre eles num eterno terror.
Nessa desolação, aflita melancolia, vozes chamam, e clamam e chamam... Minha voz também clama e chama e clama, mas são apenas os mortos que podem me ouvir.
|
|
" ...descrevo sem fazer desfeita, meu sofrer e meus amores não preciso de receita muito menos prescritores.
mas se a coisa é suspeita quando vejo tanto adubo já saindo pelo tubo meu poema não sujeita ..."
|
|
|
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
|
Login
Texto Aleatório
Comentários Recentes
Recentes no fórum
Luso Pensamentos
Siga-nos
|