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zésilveiradobrasil, João Marino Delize, miguelben, Ombuto, recomeço, martisns,
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O verde que desponta à margem do rio Traz a sombra onde o coração adormece, No sono a vigília repousa do estresse E na fenda das preocupações tudo está vazio...
Um estuário de ideias brinda o remanso Cultivando o balneário em que a consciência dorme, Calmaria que afoga o joio selvagem e torpe Para que o trigo em aquarela seja a brisa do descanso.
Cicerone sereno no advento da tarde que cai, O vento pálido sussurra às nuvens que vai Soprar a areia onde germinam os desenganos...
Grãos finíssimos anunciam a morte do dia E na noite que surge sonhos travestem a fantasia De um despertar ameno sedento por novos planos!
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