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Que bons ventos o trazem? Daqueles que já não mais se fazem? Será Bóreas, Zéfiro ou outro qualquer? Quem sabe uma brisa, que desnuda a pudíca mulher?
Se esta rua fosse tua, em qual casa esconderia a Lua? E qual a cor de cada pedra? A mesma da que foi pisada por Quixote de Saavedra?
Enquanto toca a Ciranda de Lia, por perto resplandece o riso de Maria, o beijo do mar, o cheiro da maresia.
Soneto leve, como a vida deveria ser. Um poema, uma ciranda, uma Maria; e um vento morno no fim do dia. |
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| zésilveiradobrasil |
Publicado: 21/05/2012 12:38 Atualizado: 21/05/2012 12:38 |
Luso de Ouro   Usuário desde: 18/02/2008 Localidade: Niterói (em tupi-guarani = águas escondidas) RJ/Brazil Mensagens: 11795 |
 Re: Soneto Leve surpreendo-me te lendo caro amigo e poeta Fabio, e, é com o prazer 'mais grande' que digo-lhe; eis da sua pena a arquitetura duma boa poesia. parabéns. aquele abraço caRIOca zésilveira
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