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Como se deve analisar um poema

Tags:  poema    poesia    Loubah Sofia    amabilidade  
 
Num comentário poético devem tratar-se os seguintes pontos:


Estrutura externa
Estrutura interna
Linguagem poética

Estrutura externa

Geralmente, o poema apresenta-se em verso. O primeiro a fazer será a análise métrica do poema, com inclusão de um comentário sobre todos os aspectos métricos: versos, pausas, acentos, rimas e estrofes. É preciso ter em conta que alguns poemas não apresentam uma métrica tradicional, mas verso livre, o qual não responde a nenhum dos aspectos métricos citados.

No verso, indica-se o nome, classificação e origem, ( por exemplo: o verso alexandrino é um verso de arte maior, composto por versos heptassílabos, de origem medieval). As pausas finais são as que marcam verdadeiramente o verso, por isso se deve também fazer referência. Pode-se fazer ainda alusão aos ritmos presentes no poema. A rima é outro aspecto formal importante, não esquecer de assinalar o tipo e o esquema rimático.
Finalmente, comenta-se a estrofe. Na formulação tradicional são frequentes as composições de formas fixas: sonetos, p.ex., mas desde o Modernismo que aparecem esquemas métricos sem esquema fixo, para permitir a livre criação ao poeta.


Estrutura interna

Na estrutura interna analisam-se as diversas partes em que podemos dividir o conteúdo do poema, adiantando, em parte , o significado do poema. A estrutura interna, por vezes, está muito ligada à estrutura externa. Muitas vezes são os recursos próprios da linguagem poética os facilitadores da divisão do poema, porém a sua delimitação é complexa e necessita que se atenda a diversos aspectos que a seguir se apresentam.


Linguagem poética

A análise da linguagem poética é a parte mais árdua da análise. Apresenta múltiplas aberturas e os recursos são muito variados, por isso se deve ir analisando os elementos atribuindo-lhes valores significativos. Apresentar uma enumeração de elementos poéticos sem valor não tem grande interesse para o comentário do poema. Dizer que o poema apresenta muitas metáforas, repetições, ou aliterações carece de interesse se não for acrescentado a expressividade desses recursos. Outro aspecto a evitar é limitar-se a definir as figuras de estilo, (por exemplo: a aliteração é a repetição de fonemas), isto não interessa para o comentário.

Para realizar um bom comentário deve-se evitar as listas e explicações que não trazem nada sobre o texto, o importante é procurar o seu valor poético no poema em análise.

Deve-se sempre referir o valor expressivo das figuras de estilo e o valor expressivo que apresentam os materiais linguísticos ( palavras). Estes dois aspectos são muito importantes e funcionam quase sempre no mesmo plano.

A seguir apresento alguns elementos que podem servir de guia em qualquer análise poética. Chamo atenção para o facto destes elementos poderem não aparecer todos em todos os poemas, e cada poema imporá a ordem em que se comentam estes materiais.


Fonologia.

O principal recurso fonológico que apresenta o texto já foi abordado na estrutura externa, pois todos os elementos métricos são fonológicos.
A aliteração, muito presente em muitos poemas pode apresentar valores expressivos importantes conforme os sons que se repetem.

Morfologia.

A Língua oferece múltiplas possibilidades expressivas, apresento algumas mais significativas:

O substantivo: os valores do substantivo radicam mais do seu significado do que do seu aspecto morfológico. Talvez que o único aspecto morfológico que interessa mais é a presença de morfemas apreciativos- diminutivos, aumentativos e depreciativos. Em todos eles são os valores afectivos que se sobrepõem aos verdadeiramente denotativos. O poeta não aumenta ou diminui magnitudes, apenas manifesta a sua subjectividade face às realidades que alude o substantivo.
O adjectivo: Deve ser tido em conta pois as suas possibilidades são muito variadas. Aumentam segundo a sua função e frequência: desde o adjectivo com função de atributo aos adjectivos epítetos à volta do nome. A sua colocação face ao nome também é muito variável: por exemplo os adjectivos valorativos normalmente antepõem-se enquanto os objectivos se pospõem.

O verbo: Os valores modais, aspectais e temporais que o verbo oferece são muito usados por muitos poetas.

Determinantes e pronomes: normalmente unem-se ao verbo para mostrar as pessoas gramaticais.

Sintaxe

Os recursos sintácticos mais frequentes são: paralelismo, repetição, hipérbato, assíndeto e polissíndeto.

Semântica.

A maior complexidade dos textos poéticos radica do predomínio dos valores conotativos frente aos denotativos. Podem remeter para determinados temas constantes em cada poeta.

As figuras literárias presentes no plano semântico são numerosas.

Figuras de pensamento

Personificação/prosopopeia

antítese ( contraste de ideias)

Hipérbole

Tropos

Metáfora

Sinestesia

Comparação

Metonímia

Sinédoque



Para saberes mais sobre as diversas figuras de estilo consulta este endereço.

Aspectos a considerar quanto à feitura da análise textual

Comentar um texto é verificar o que o autor disse e como o transmitiu, relacionando ambos os conceitos; é observar as conotações e os sentidos implícitos, interligando-os com as ideias explícitas; é um momento em que o leitor estabelece afinidade com o texto que lê, expondo a sua sensibilidade estética, articulando aquilo que o autor disse, o modo como o fez, com a sua subjectividade de quem analisa e comenta.

O texto deve ser uno e coerente, resultado da articulação de todos os aspectos a tratar, nos diferentes planos de análise.

As citações devem aparecer entre aspas. Quando não for necessário citar um verso completo ou uma frase completa deve-se utilizar o sinal [...] no local em que se interrompe a transcrição. Quando se desejar citar mais do que um verso e essa citação seguir exactamente a ordem do poema em análise, deverá separar-se os respectivos versos por meio da utilização de uma barra oblíqua [/].



Texto extraido do site: Escola Profissional De Braga




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Data 27/05/2012 03:19:26
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Enviado por Tópico
aquazulis
Publicado: 27/05/2012 04:07  Atualizado: 27/05/2012 04:07
Colaborador
Usuário desde: 31/07/2010
Localidade: cascais
Mensagens: 4230
 Re: Como se deve analisar um poema
Obrigado nos trazer esse texto à nossa atenção. Abraço luso.

Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 30/05/2012 06:34  Atualizado: 30/05/2012 06:34
 Re: Como se deve analisar um poema
Muito grata, por tuas gentis palavras de incentivo.

Meu fraterno abraço e tenhas um dia de paz e harmonia

Enviado por Tópico
ROMMA
Publicado: 27/05/2012 09:54  Atualizado: 27/05/2012 09:54
Colaborador
Usuário desde: 29/10/2008
Localidade:
Mensagens: 2657
 Re: Como se deve analisar um poema
a fábrica da poesia :)

Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 30/05/2012 06:36  Atualizado: 30/05/2012 06:36
 Re: Como se deve analisar um poema
Pois sim, concordo consigo, considero o Luso Poema, um site de grande mérito
no concernente a arte literária.

Grata por tuas getis palavras Romma, meu abraço

Enviado por Tópico
martisns
Publicado: 27/05/2012 14:05  Atualizado: 27/05/2012 14:05
Colaborador
Usuário desde: 13/07/2010
Localidade:
Mensagens: 13390
 Re: Como se deve analisar um poema
Uma magia, que encanto.

martisns

Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 30/05/2012 06:38  Atualizado: 30/05/2012 06:38
 Re: Como se deve analisar um poema
É verdade Amigo Martisns, todo bom saber tem realmente um grande encanto, principalmente
quando compartilhado com boa vontade.

Meu fraterno abraço e meus votos que tenhas um dia de paz e harmonia

Enviado por Tópico
sommerville
Publicado: 27/05/2012 23:55  Atualizado: 28/05/2012 00:00
Da casa!
Usuário desde: 21/08/2011
Localidade: Porto
Mensagens: 344
 Re: Como se deve analisar um poema A Plagiadora virou DOUTORA!
Dona Ronilda , constato que está fortalecendo o hábito (ou o alter-ego) de achar-se
uma expert em matéria de poesia, sua análise e anotação trata quem há muito escreve e conhece este site como se fossem verdadeiros ignorantes na matéria que você aqui
posta , da qual você nada sabe , nem respeita e apenas se limita a copiar dum lado
e colar noutro ! Acresce que o seu post não se encaixa nas REGRAS do site , se você ler as
regras vai REPARAR(será que você repara em alguma coisa?) que esta matéria DEVERIA SER COLOCADA NO FÓRUM e jamais aqui , entendeu ?
Mas , para que se perceba o quanto a "ilustre" Ronalda é entendida em poesia , tomo a
liberdade de transcrever um texto a que você mesma escreveu e classificou como soneto !
Valha-nos Deus e todos os santos e livrem-nos das milagreiras e intocáveis como você !!!

Soneto escrito por você num outro site de poesia

http://www.worldartfriends.com/pt/clu ... acalanto-da-palavra-morta

"Deitou -me o sol em cama d’ouro
Em lençóis de pesares sem rumo
Entre o morrer e o acreditar vivedouro
Abraçou-me o invernal auto-consumo
Sem a doçura do antigo tesouro
quedo no abismo em desaprumo
Ó desditosa morta e nua alma
Que perdes-te sem adeus de vivalma


Pranteia o olhar em luto da sabedoria
Negro ósculo miserável e mortificado
Ausente amparo rasgado da soberania
Entoa a balada silenciosa em tom desarvorado
Menosprezado na ruína de penosa poesia
Extática tal qual um Cronus tresloucado
Ó quão lamentoso é a mim a aurora derradeira
Que encerra-me o conceber final de guerreira


Suplico em penúria o lume de serenidade
Silenciando as cinzas em agonia
Que negam a indiferença de inerte afectividade
Deita-me ó Eça teus lírios a campa da utopia
Que definha no verbo rebaixada imperfectibilidade
Pois desfalece a carne confrangedo-se anegrafia
Concede-me a virtude de rematar o pesar
E restituir-me o crê do legado ao celebrar


Chega-me dia faustoso ó riso de estrela
Alumia esse renascer órfão de mim criança
Escoltando –me para fora da viela
Alcançando a proteção da aliança
Perfumando-me nespereira-flor em lapela
Em doce quietude de invicta herança
Ó espirito valente em prece triste do pátio fora
Parto suavemente no adeus de oiro sem penhora"





SR13520110302RDS

Submited by Sofia_Rodrigues
quinta-feira, maio 12, 2011 - 07:02
Poesia : Soneto


http://www.worldartfriends.com/pt/clu ... acalanto-da-palavra-morta


Finalmente , tenho a certeza , que tal como eu , outros autores deste site

sentem-se felizes "pela ignorância em que vivemos" e sabem que o

grande perigo para a vida humana reside justamente naqueles/as

que se apresentam como você , pretensão , prepotência e soberba de

quem se acha ILUMINADA. Passe bem e faça um favor a si mesma , sempre

que mostrar os seus dotes doutorais , deixe as suas teses(plágios)

de doutoramento no Fórum.


PS: perdoem-me os amigos que comentaram este post , mas sei muito bem

do que estou falando e que a intenção com que este artigo foi postado

é tão falsa como uma nota de 3 reais ou euros . De resto deleitem-se

com o SONETO da doutora desta página
.

Enviado por Tópico
visitante
Publicado: 30/05/2012 06:48  Atualizado: 30/05/2012 06:48
 Re: Como se deve analisar um poema A Plagiadora virou DOUTORA!
”... a boca fala do que está cheio o coração.” (Lc 6.45)



“Toda árvore é reconhecida por seus frutos. Ninguém colhe figos de espinheiros, nem uvas de ervas daninhas. O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração." (Lucas 6:44-45)

“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma... Sejam poucas as tuas palavras...” (Ec 5.2,3)

“Não consintas que a tua boca te faça culpado... Como na multidão dos sonhos há vaidade, assim também nas muitas palavras...” (Ec 5.6,7)

”O homem prudente, este se cala.” (Pv 11.12)

“Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio” ( Pv 17.28)

”No muito falar não falta transgressão, mas o que modera seus lábio é prudente” (Pv 10.19)

“O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína.”(Pv 13.3)

”Se alguém supõem ser religioso, deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã.” (Tg 1.26)


Que Deus em seu infinito amor, tenha misericórdia de Ti...

Enviado por Tópico
sommerville
Publicado: 30/05/2012 17:04  Atualizado: 30/05/2012 17:35
Da casa!
Usuário desde: 21/08/2011
Localidade: Porto
Mensagens: 344
 Re: Como se deve analisar um poema Presunção e Água Benta P Loubah sem dança
Lembro-lhe de novo , o que acima a aconselhei , este texto é completamente
descabido nesta página e viola as regras do site e o mesmo , na pior das hipóteses ,
deveria ser postado no Fórum . Quem anda no Luso deve estar neste espaço azul e branco
pela literatura e nada mais , todo o resto deveria ser abordado no fórum , caso a matéria em causa seja de interesse geral , ou , caso contrário , a não ser literatura , nem sequer deve ser postado .
Acresce que você de regras de autoria e de análise literária não possui a mais ínfima competência , você classifica como soneto o que nunca na vida foi soneto , não sabe a métrica , provavelmente , não faz a mínima ideia do que é a redondilha maior e quanto às origens da poesia será melhor nem falar , alguma vez ouviu falar de cantigas amigos ? de cancioneiro popular? Cantigas de escárnio e maldizer e por aí afora, e quanto à epopeia deve ser algo que você nunca leu(note que eu não duvido que você lê ou leu muito, porém suas leituras nunca incidiram na poesia e sobretudo na análise poética , alguma vez leu os trabalhos de análise poética de Jorge De Sena?Só para lhe citar um exemplo entre muitos...
Acresce ainda que quando passamos a vida, como você faz neste post, escrevendo entre aspas isso é tido compo falta de modéstia e presunção.
Francamente , dado que você é Vice Presidente duma empresa morta para o mundo e que você tem um conjunto de competências que a transforma numa super executiva , não posso deixar de focar que a mais pequena competência dum cidadão de Paris ou Toquio é praticamente um DOM DO OUTRO MUNDO quando utilizada numa terra de "Onde o tempo Faz a Curva" ou para utilizar as palavras dum amigo e vizinho seu referindo-se ao lugar onde você , La Iluminata vive, proferiu :"por aqui não passou Cristo!"
ah , dizem bem quando em voz alta clamam certos sábios :
"presunção e água benta cada um toma a que quer" eu aconselhava-a também a beber mais chá das cinco(pela tarde)
Neste site e noutros você escreveu sob o meu nome JouElam , usou abusivamente títulos de livros meus , nomeadamente: Tecido Das Flores , Sob um tecido Vermelho , Título em Ebulição, entre outros , além de tentar fazer crer que foi e é casada comigo. Como muito bem sabe fui desde 2000 até 2010 divorciado e encontro-me casado com a minha actual mulher em compromisso que honrei e honrarei sempre em suma , em toda a minha vida tive apenas dois casamentos(nenhum deles consigo) e o segundo é firme e durará toda vida por muito que isto lhe doa .
Permita-me mais um esclarecimento , de nada adianta as histórias loucas que a sua mente esquizóide produz e transmite à sua lista de amigos porque a sua versão será sempre apenas a sua versão e toda a gente conhece você pela chantagem que usualmente faz , argumentando que está a beira da morte de cancer (uma história que vc conta há mais de dez anos) como de nada adianta vc ir pra webcam e simular o suícidio online para chantagear , como diz a sua própria cunhada , você não passa duma criança mal educada que nunca se soube comportar . Ou foi por acaso que seus familiares a internaram num hospício e ainda em 2010 quiseram de novo voltar a interná-la? Não é verdade que você mesma reconhecia (vou usar as suas palavras) "sou uma zombie, uma anormal , a minha família foi buscar-me muitas vezes pela manhã , por não saber de mim , e acabava encontrando-me(encontrando, vc , Ronilda) nua , deitada sob as lápides do cemitério ou então completamente nua deitada a dormir na praça ! A quem é que vc vem dar lições e sugerir que esteja calado ?
Quer que eu lhe mencione só no prazo de 1 a 2 meses de quantos voce foi , baseando-me nas suas assinaturas : então lá vai ...

Sofia De Roberto Furtado (homem com a qual esteve casada até maio de 2010)
Ele abandonou-a e você logo vem a correr escrever no My Sapace e no olhares MORREU A SOFIA
e descreve a sua morte e inclusive a data e hora do velório (porque apagou isto?
tem medo que descubram o quanto vc é louca , mas toda o mundo sabe disso , porra !
A seguir à sua morte deixa de escrever como Sofia De Roberto e passa a Escrever como Sofia de JouElam !!! Ao mesmo tempo simula que está a morrer(afinal a sua morte havia sido um golpe de teatro) e corta (faz de conta) os pulsos online,na webcam, e começa a simular que vai espetar uma tesoura no pescoço , como o ensaio de Molière não provocou o efeito esperado , subitamente voce passa a ser Sofia de Nol Razan !!!Vc vê que falha e agora assina como Sofia De Rzorpa qualquer destas assinaturas podem ser confirmadas neste e noutros sites nos posts que vc fez , não tardou passou a ser Sofia De Emanuellis!!! Que falta de pontaria a sua , vc jamais imaginou quem era Emanuelis e uma coisa lhe posso garantir a 100%, EU NÃO ERA !!! e por aí afora ... em suma , numa época que você contou a história macabra da coitadinha que por estar a morrer foi viver para o Brasil para se tratar e o seu marido(que nunca existiu)ficou em Portugal e nesse período arranjou uma amante e com ela começou a viver na casa que era da Presidente Ronilda. Porque você não fala um pouco da verdade, só um pouquinho? Casada vc foi sim e o último homem que à data de maio de 2010 vivia consigo em casa , na sua terra(Irecê) foi Roberto Furtado , mas a este segue-se uma lista imensa de outros como se pode ver na net (lembra um cara a quem vc declarou amor eterno na Silvia Mota nos meses de Julho e Agosto de 2010? E na verdade eu podia FALAR , e vc jamais iria me calar , eu podia falar coisas que fariam qualquer pessoa normal MORRER de vergonha , mas sei que há duas coisas que A PRESIDENTA Ronilda nunca terá : vergonha e princípios morais , como tal despeço-me de si desejando-lhe UMA BOA MORTE ! Não duvide , Deus não existe para lavar o lixo , DEUS é o oposto do lixo e está do outro lado das coisas ... como eu um dia escrevi numa história que você copiou para os seus camelos :
As velas são as estrelas que ele acende pra nos lavar a alma . In O Malabarista (História em cinco capítulos). Mas ,não há detergente
que lave a sua (alma?)!!!

Minha ira maior consigo foi você ter tido a audácia de chamar minha mulher para conversar e contar-lhe mil mentiras, na esperança que a mesma me abandonasse. Nunca mais ouse chegar perto da minha esposa!

PS: lembra-se que um dos seus perfis com avatar era Dona Doida ? Não lhe parece que deveria retomar este perfil por coerência ?

AOS MODERADORES do luso : penso que este post e todos os seus comentários , assim como outros desta delirante madame deveriam ser apagados .


Faça um favor a todos os utilizadores deste site APAGUE "A MERDA" que aqui escreveu !

Enviado por Tópico
danieledallavecchia
Publicado: 30/05/2012 18:55  Atualizado: 30/05/2012 18:55
Da casa!
Usuário desde: 21/08/2011
Localidade: Porto - Portugal
Mensagens: 284
 Re: Como se deve analisar um poema P/ chega de loucuras!!!
Ronilda, em maio do ano passado, quando eu estava no Brasil resolvendo assuntos referentes ao meu mestrado, vc veio me procurar no facebook porque precisava falar comigo urgente. Eu já sabia quem vc era pq o Jorge já havia me contado. Nos falamos no msn e você inventou mil mentiras dizendo-me que era casada com o Jorge no papel, dizendo que falavam-se todos os dias, o que era mentira, pois eu me comunicava com meu marido todos os dias no horário que vc se referiu. Permiti ao Jorge falar com vc pelo msn, já que vc dizia que era assunto de morte e vc fez cenas ridículas simulando um suicídio. O que me enerva é o fato de vc ter se separado do seu homem, o Roberto Furtado em maio e, logo em seguida, começar a perseguir o Jorge na internet. Você postou milhares de coisas na waf, quem for lá ler suas loucuras do fim para o começo (http://worldartfriends.com/pt/club/po ... nha-escrevo-te-esta-carta) vai perceber a sua completa falta de respeito para conosco. Fui muito paciente contigo, pois durante oito meses impedi o Jorge de te desmascarar naquele site, pois tinha muita pena de ti e achava que você, ao envolver-se com tantos homens, nos deixaria em paz. Mas minha paciência esgotou-se!!! Eu e o Jorge deixamos de postar na waf, site onde temos livros publicados, para não ter que aturar a tua corja de mentiras e enganação, fora o grupo de enganados que vc inventou intitulando caracóis (sal para te exorcizar). Você foi muito longe tendo a cara de pau de vir para o luso, nosso site preferido e de paixão, falar tuas asneiras, logo vc, plagiadora a 100 %, até do apelido de família Jouelam vc se apoderou? Sabe pq a bookess retirou os teus dois livros de circulação? Pq nós comprovamos todos os plágios! Ou vc acha que não temos absolutamente tudo guardado em cds? Olha, você deveria ter um pouco mais de dignidade , auto-estima, um pouquinho de amor próprio e NOS DEIXAR EM PAZ! Fica protagonizando e fantasiando lá no outro site que é melhor pra vc. aqui todos são amigos e, quando brigam, brigam na poesia. Vc veio aqui fazer primeiro o luso de diário e, depois, postar o teu desrespeito contra uma coisa chamada instituição familiar, CASAMENTO, vc sabe o que é isso? Vc cita a bíblia, mas acho que não entende nenhuma palavra, que tal um dos antigos mandamentos: NÃO COBIÇARÁS O HOMEM DA PRÓXIMA. Ou então, dê uma lidinha em Paulo e veja o quanto vc anda perdida pela escuridão. Sabia que a única paternidade atribuída ao diabo é a mentira? Minha filha, vc tem idade e se acha inteligente, mas tua sabedoria é muito desavantajada. Desculpe a sinceridade. Se quiser, vai lá no meu blog www.filosofiaagape.blogspot.com ouvir um pouco da palavra. Olha, é melhor vc nos deixar em paz, vai procurar um homem que te queira de verdade e pára de inventar mentiras. Desejo que Deus ilumine a tua cabeça confusa e te dê serenidade e , ao menos, um pouquinho de sabedoria e visão para vc poder ver o quão ridícula é. Sem mais para o momento, eu, Daniele Dallavecchia!

Enviado por Tópico
cleo
Publicado: 03/06/2012 21:45  Atualizado: 03/06/2012 21:45
Luso de Ouro
Usuário desde: 02/03/2007
Localidade: Queluz
Mensagens: 3924
 Re: Como se deve analisar um poema
Completamente surreal... ridículo e lamentável!!!

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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
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(Junior A.)



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Como posso explicar
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Invasora
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Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

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Frase

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Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
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do nosso amor,
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do nosso verbo,
mortalhas

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em guardanapos

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Sem deixar morrer
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(TrabisDeMentia)

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