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mcris, Ramgad, acalenta, velhopescador, dengoso, João Marino Delize, Mariaa,
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Cheguei a um estado de complacência Onde a perspectiva inexistente é aprazível Compreensível na minha alma bicolor Apenas um parco entendimento sofrível Deixa aos outros a transparência Do que fui, sou, monta de alguma dor
Preciso de um tempo que não temos De um caminho paralelo Há-de ser falta ou desmazelo Comodamente baixo os olhos
Deitada na tua lembrança Vasculho breve esperança O toque da tua mão Calor ameno, o meu coração Levita agora no teu olhar No teu leve gargalhar Falando de coisas banais Lembranças infernais Ao meu coração arredio Recordo de fio a pavio Cada gesto teu.
Indago finalmente o porquê A ausência Comodamente sem interferência Deixo a vontade à mercê
Na saudade agonizo com alguma eficiência Qual será o teu pensar, as vontades contidas Serão idas ou vindas ou a tua dor Será que me vês despida de artefactos Uma breve atenção nos instantes parcos. Multifacetada convivência ou acto de amor. Antónia Ruivo.
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Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.
Duas caras da mesma moeda:
Poetamaldito e seu apêndice ´´Zulmira´´ Julia_Soares u...
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