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Caiem aos pés lágrimas vazias O barro ingrato surripia ao tempo O que não tenho o que não vi Após caírem uma ligeira mancha A frescura fecunda na terra árida Onde os sonhos feitos espantalhos Espantam pássaros São corvos negros que buscam carniça Cobiça na mente humana
Não me olhem como se louca fosse Apenas busco o que não tenho Sou como o rebanho buscando a água Na calmaria do campo seco A diferença está na mágoa É sozinha que adormeço
Caem aos pés pingos de sal Sem esperança no quero ser Dores na alma não me fazem mal Sempre tenho do que escrever.
Antónia Ruivo.
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Era tão fácil a poesia evoluir, era deixa-la solta pelas valetas onde os cantoneiros a pudessem podar, sachar, dilacerar, sem que o poeta ficasse susceptibilizado.
Duas caras da mesma moeda:
Poetamaldito e seu apêndice ´´Zulmira´´ Julia_Soares u...
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| http://escritarubra.blogspot.pt/ |
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| Enviado por |
Tópico |
| Kris_Oliveira |
Publicado: 25/06/2012 20:00 Atualizado: 25/06/2012 20:00 |
Participativo   Usuário desde: 24/06/2012 Localidade: Pernambuco _ Brasil Mensagens: 25 |
 Re: «« Dores na alma «« Emocionou-me sua poesia. É de tal beleza que conduz a imaginar a cena que foi retratada. Resumindo foi emocionante. Parabéns!
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