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| Enviado por | Tópico |
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| zésilveiradobrasil | Publicado: 04/07/2012 11:31 Atualizado: 04/07/2012 11:31 |
Luso de Ouro ![]() ![]() Usuário desde: 18/02/2008 Localidade: Niterói (em tupi-guarani = águas escondidas) RJ/Brazil Mensagens: 11872 |
estive lá dois dias como observador - sem delongas. bravo!
meu abraço caRIOca. zésilveira |
| Enviado por | Tópico |
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| Lápis | Publicado: 04/07/2012 11:39 Atualizado: 04/07/2012 11:39 |
Colaborador ![]() ![]() Usuário desde: 27/04/2012 Localidade: Mensagens: 509 |
Gostei do texto, embora não tenha visto de perto acompanhei. Infelizmente a humanidade ainda não é prioridade diante da necessidade de poder.
(Abraços) Lápis |
| Enviado por | Tópico |
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| RoqueSilveira | Publicado: 04/07/2012 11:40 Atualizado: 04/07/2012 11:40 |
Colaborador ![]() ![]() Usuário desde: 31/03/2008 Localidade: Braga - Vila Verde Mensagens: 7158 |
Gostei de ler. Obigada e bravo.
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| Enviado por | Tópico |
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| Alice Luconi | Publicado: 04/07/2012 12:33 Atualizado: 04/07/2012 12:33 |
Colaborador ![]() ![]() Usuário desde: 15/10/2010 Localidade: Rio de Janeiro Mensagens: 4507 |
O planeta Terra com sua vida mais simples sempre resiste (tem capacidade nata ) às catástrofes e se refaz .Isso acontece desde a era do gelo e a posterior eliminação dos dinossauros. Bem que leva mais ou menos um milhão de anos para a mágica Terra se refazer. A última catástrofe à vista é o desastre humano (este que tão bem delineaste) . Não conseguirá destruir o planeta, totalmente, cujos danos serão restabelecidos com o passar das eras. Destruirá (alterando, principalmente, a atmosfera) a sua própria espécie. Outra criatura, complexa, surgirá e governará este maravilhoso planeta/mundo...
Parabéns pelo significativo texto. Um abraço |
| Enviado por | Tópico |
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| martisns | Publicado: 04/07/2012 12:54 Atualizado: 04/07/2012 12:54 |
Colaborador ![]() ![]() Usuário desde: 13/07/2010 Localidade: Mensagens: 13405 |
É uma fantasia de um projeto irralizável, que nunca irá se realizar. Cada um defende seus interesses é o plenta que se dane, é uma coia anomica quimera. Um sonho um não realizar
UM TEXTO MARAVILHOSO, PARA sE REFLETIR EM PROFUNDO PENSAR ISSO É UMA VERDADEIRA UTOPIA MARTISNS |
| Enviado por | Tópico |
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| MARLISE | Publicado: 04/07/2012 18:44 Atualizado: 04/07/2012 18:44 |
Colaborador ![]() ![]() Usuário desde: 22/03/2009 Localidade: RIO GRANDE DO SUL DE LUTO Mensagens: 1913 |
Melancias totalitárias se encontram no Rio - e querem empobrecer você
"Melancias do Mundo, Uni-vos!" deveria ser o tema da próxima conferência ambientalista, a Rio +20, a ser realizada no Rio de janeiro a partir de 19 de junho. O encontro será dedicado a infindáveis maquinações sobre como criar uma economia mundial centralmente planejada (sob o controle dos burocratas da ONU). Um "ambientalista" é um socialista totalitário cujo objetivo verdadeiro é ressuscitar o socialismo e o planejamento centralizado da economia sob a desculpa de estar "salvando o planeta" do capitalismo e de suas 'consequências nefandas'. Ele é 'verde' por fora, mas vermelho por dentro, daí ser apropriadamente rotulado de "melancia". Um conservacionista, em contraste, é alguém que está genuinamente interessado em solucionar problemas ambientais e ecológicos e em proteger animais e plantas e seus habitats. Ele não propõe que o governo force uma separação entre homem e natureza por meio da estatização da terra e de outros recursos, do confisco da propriedade privada, da proibição da criação privada de certos tipos de animais, da regulação do consumo de calorias etc. Ele não é um ideólogo socialista determinado a destruir o capitalismo. Ele não se manifesta publicamente dizendo ansiar para que um novo vírus surja e aniquile milhões de humanos, como fez o fundador da ONG "Earth First". Com alguma frequência, ele busca maneiras de utilizar as instituições do capitalismo para solucionar problemas ambientais. Há até um novo rótulo para tal pessoa: ambientoendedor. Ou ele também pode ser considerado um "ambientalista pró-livre mercado" que entende como direitos de propriedade, direito consuetudinário e mercados podem resolver vários problemas ambientais, como de fato já o fizeram. À luz desta distinção entre um ambientalista e um conservacionista, "Melancias do Mundo, Uni-vos!" deveria ser o tema da próxima conferência ambientalista, a Rio +20, a ser realizada no Rio de janeiro a partir de 19 de junho. O encontro será dedicado a infindáveis maquinações sobre como criar uma economia mundial centralmente planejada (sob o controle dos burocratas da ONU), sempre tomando o cuidado de utilizar o mais novo eufemismo criado para designar um planejamento central socialista: "desenvolvimento sustentável". Isto não significa que as Melancias do Mundo serão bem-sucedidas; significa apenas que elas são tão numerosas quanto moscas sobre um rebanho bovino, e que jamais irão desistir de sua quimera a respeito de uma economia mundial socialista e centralmente planejada, não importa o pesadelo que o socialismo tenha sido para milhões de pessoas ao redor de todo o mundo. Embora a histeria ambientalista não seja algo realmente novo na história do mundo, poucos sabem quem realmente criou e estimulou a atual estratégia utilizada pelas melancias: seu inventor foi uma das eminências pardas do socialismo acadêmico, o falecido e famoso economista Robert Heilbroner. Tudo começou em um ensaio publicado em 10 de setembro de 1990 na revista The New Yorker intitulado "Após o Comunismo". Escrito justamente durante o colapso mundial do socialismo — e durante a tardia constatação de que os governos socialistas ao longo do século XX Thomas DiLorenzo é professor de economia no Loyola College, em Maryland e membro do corpo docente senior do Mises Institute. É o autor dos livros The Real Lincoln, Lincoln Unmasked, How Capitalism Saved America: The Untold History of Our Country, From the Pilgrims to the Present e, mais recentemente, Hamilton's Curse:How Jefferson's Archenemy Betrayed the American Revolution - And What It Means for Americans Today |
| Enviado por | Tópico |
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| MARLISE | Publicado: 04/07/2012 18:52 Atualizado: 04/07/2012 18:59 |
Colaborador ![]() ![]() Usuário desde: 22/03/2009 Localidade: RIO GRANDE DO SUL DE LUTO Mensagens: 1913 |
Não há limites para o ridículo quando o objetivo é impulsionar a derrocada civilizacional por meio da estratégia "verde".
O professor Arnold van Huis, da Universidade Wageningen, Holanda, e seu colega Dennis Oonincx, promovem a idéia de comer insetos para salvar o planeta, no contexto de um plano promovido pela FAO. Quiche de minhoca ou larva de besouro, rolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insetos nauseabundos estão no cerne de uma "dieta saudável, barata e ecológica", cujo estudo foi encomendado pelo órgão da ONU contra a fome. Para o ativista holandês uma das grandes vantagens dessa sub-alimentação é que "ajuda a reduzir o aquecimento global", noticiou "El Mercurio", de Santiago de Chile. Desde já, esta fórmula talismânica garantiu notoriedade midiática ao promotor. O professor de entomologia tropical somou-se a cruzada para "cambiar os hábitos tradicionais de alimentação e introduzir os insetos na dieta ocidental", banidos após séculos de civilização. Para van Huis, esses insetos seriam por excelência um alimento "verde" que solucionaria a "crise" alimentar no mundo, a pretensa diminuição dos recursos naturais e a cada vez mais refutada mudança climática. Van Huis não está só. Junto com uma equipe voltou à carga contra a agropecuária, ao comparar as emissões de gases estufa por parte do gado e dos insetos. Os resultados, a priori previstos, acabaram dando que criar insetos gera dez vezes menos gases causadores do aquecimento global. A crítica volta-se não apenas contra os bovinos, mas também suínos e as aves. A equipe defende uma evidência: é mais fácil e barato criar insetos. Aliás, é só ver quando chega a praga. Na procura de qualquer argumento, o estudo destaca que os insetos consomem menos água ‒ para a "religião verde" a água doce está em perigo de acabar ‒ que os quadrúpedes e os galináceos. O holandês promove a escola de gastronomia "Rijn IJssel" que elabora receitas para engolir com aparências de gostoso minhocas, grilos e escaravelhos. Em conferencia pública na Universidade de Wageningen, defendeu diante do auditório que o "único necessário para salvar a selva, melhorar a qualidade da dieta e a saúde, reduzir as emissões de CO2 e gastar menos dinheiro em alimentação é simplesmente comer insetos". A FAO, organização da ONU para lutar contra a fome se diz preocupada pelo aquecimento global e o aumento da área dedicada à criação do gado, e se propôs trabalhar para reduzir o consumo de carne mundial. Para esse efeito, promoveu na Tailândia em 2009 um encontro nesse sentido e o professor van Huis é nada mais e nada menos que o relator de um dos projetos combinados naquela ocasião: comer insetos, revelou "The Guardian". Van Huis reproduz a vulgata da "religião verde" e conclui o dogma bem conhecido segundo o qual a Terra não poderá mais alimentar os homens se estes continuam tendo filhos e consumindo nos níveis atuais. Historicamente o consumo de insetos é caraterístico de povos e tribos degradadas. Em certos contextos, tem uma conotação supersticiosa, ligada a crenças primitivas sobre poderes mágicos ou divinos de animais até venenosos e danosos, como escorpiões e cobras. Em países que a implantação rápida da utopia socialista gerou, como é de praxe nesses casos, espantosas fomes, a ingestão de animais repugnantes significou a salvação para os desesperados. Em alguma proporção esses hábitos alimentares repulsivos ainda perduram em países como a China ou o Camboja, misturados com superstições pagãs imemoriais. A proposta da FAO é reveladora do fundo do falso ambientalismo catastrofista: degradar os povos civilizados e precipitá-los nos horrores do primitivismo e do socialismo. Publicado com o título FAO promove comer insetos nauseabundos para "salvar o planeta". Luis Dufaur edita o blog Verde fonte:http://www.midiasemmascara.org/artigo ... scista-comer-insetos.html |
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