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Ao infinito eu sou capaz de chegar Pairo no espaço e procuro uma guarida que não encontro, e continuo perdida sem um refúgio onde me possa abrigar
Abre o teu peito ao meu ser desprotegido dá-me o abraço que desejo com fervor guarda-me em ti e protege-me, por favor e dá-me o beijo há tanto tempo prometido
Sinto tristeza da falta, da tua ausência, de tantos anos de amor e paciência sempre a sonhar poder voltar a estar contigo
Terás em troca a pronessa do meu corpo que tu desejas e que eu julgava morto mas que afinal estava só adormecido... |
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Célia Santos
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| visitante |
Publicado: 19/07/2012 12:36 Atualizado: 19/07/2012 12:36 |
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 Re: Divagando ... Ola Celinha.
Gostei imenso deste teu poema. Foge um pouco ao teu habitual e está muito bem construído. Um poema lindíssimo para recomendar.
Beijo azul
Célia& Rui
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| Enviado por |
Tópico |
| João Marino Delize |
Publicado: 19/07/2012 17:17 Atualizado: 19/07/2012 17:17 |
Colaborador   Usuário desde: 29/01/2008 Localidade: Maringá- Mensagens: 1694 |
 Re: Divagando ... Soneto muito bem escrito. Gostei demais!
erros de grafia:
Proiege-me e jugava, só para você corrigir.
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