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Novecentas e vinte formas de te explicar que o mundo acaba na curva da estrada secundária onde morreste. Se falhou a epifania quando a mesma era devida, que ela te sirva agora de bálsamo reestruturante. Alma desestruturada, com laivos de aparição incongruente. Que morreu na curva que a inconsequência lhe estendeu. Te estendeu. E quando falhou, restou de ti um espectro que se ergueu etéreo nas nuvens. Hoje, submetida ao ontem, vejo-te plantada aos pés do céu desagregador.
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| FabianaDaud |
Publicado: 05/06/2008 16:06 Atualizado: 05/06/2008 16:06 |
Super Participativo   Usuário desde: 22/04/2008 Localidade: Mensagens: 168 |
 Re: Alô-Alô Difícil enterrar o passado e só ele, sem nos tornarmos espectro. Tenho tentado firmar com certeza, os pés no inferno, bem mais acolhedor que o céu, penso eu. É claro que o leitor que se identifica é, muitas vezes ingênuo. Cai na armadilha do autor. Mas esse é um bom jogo. É uma estratégia tua intencional criar essa sensação de identificação? Abraço.
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| Enviado por |
Tópico |
| pttuii |
Publicado: 05/06/2008 16:22 Atualizado: 05/06/2008 16:22 |
Muito Participativo   Usuário desde: 01/05/2008 Localidade: Mensagens: 83 |
 Re: Alô-Alô/para Fabiana Daud Creio que sim, Fabiana....  Mas nem sempre consigo.... Acho que resta a prática, a quem não é génio...  Obrigado pelo comentário....
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