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A história da minha vidinha (Capitulo 1 – O encontro)

 
Combina-mos nos encontrar no Castelo do Queijo na Foz por ser um sitio com bastante gente (porque eu sou sempre muito desconfiada e um lugar sempre com gente é muito mais seguro). Aprontei-me muito entusiasmada e pos-me bonita, mas sem exagerar e lá fui eu para a paragem do autocarro, já estava atrasada e ainda por cima o autocarro estava a demorar, mas passado uma hora lá veio o autocarro.

Quando saí do autocarro pos-me a olhar de um lado para o outro (já tinha o visto por foto e pela a webcan) até que o vi a acenar-me com um lindo sorriso no rosto, fui ter com ele e cumprimentamos e fomos dar uma voltinha lá a beira.

Sentamo-nos num banco de jardim a conversar quando aos poucos ele ia pondo a mão sobre a minha até conseguir agarra-la completamente e eu deixava ele se chegar, porque não estava a querer nada demais, enquanto tivemos a falar, ele esteve simplesmente a brincar e a acariciar a minha mão.

Saímos do banco de jardim e fomos dar mais uma volta e ele não largava a minha mão. Sentia-me protegida com ele, já que ele estava a ser sempre muito atencioso, meigo e carinhoso comigo.

Fomos para o paredão e sentamo-nos a ver o mar e o por-do-sol que estava a começar, acabei por me encostar a ele e ele sempre que podia me beijava na mão ou na cara mas não tentava beijar-me na boca porque estava-me a respeitar e não me queria obrigar a nada.

Depois como estava a ficar muito frio, decidimos ir embora e como já era tarde ele se disponibilizou a levar-me a casa e eu acertei porque estava a sentir algo por ele e também estava a confiar nele. Já no carro ficamos um tempo a falar e acabamos por nos beijar, num beijo longo e intenso, o meu coração começou a bater mais forte por ele pela maneira que ele me tratava e os olhos brilhantes.

Posemos a caminho para a minha casa (tive que lhe explicar o caminho, porque ele não tinha a mínima ideia aonde era), antes de sair do carro combina-mos que iríamos combinar alguma coisa para o fim-de-semana.

FIM DA 1ª PARTE

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Rute_Coelho
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A história da minha vidinha (Introdução)
Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Enviado por Tópico
Junior A.
Publicado: 27/02/2007 21:43  Atualizado: 27/02/2007 21:43
Colaborador
Usuário desde: 22/02/2006
Localidade: Mg
Mensagens: 894
 Re: A história da minha vidinha (Capitulo 1 – O encontro)
Cuide para que não apresses muito o enredo, e eu compulsivo por cada gosto. Venha ficar com um fim prematuro aos meus olhos, dado aos acontecimentos.

Mui bueno Poetisa, estás bem, siga...

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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)
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