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Cinema: O mistério da libélula

 
O MISTÉRIO DA LIBÉLULA
Maria José Limeira

Kevin Kostner interpreta um médico cuja esposa falece numa cidade pobre longinqua, entre os índios, de um desastre de ônibus. Sem saber direito o que tinha acontecido, Joe (Kostner) começa a receber mensagens de uma libélula que voa à noite em torno da casa dele, batendo nos vidros da janela. Joe supõe que aquela libélula seria sua esposa morta querendo lhe passar uma mensagem. Como era cientísta, o médico não acreditava nessas coisas e achava que estava ficando louco. Seus amigos estavam divididos. Uns aconselhavam que ele se internasse numa clínica para tratamento psiquiátrico. Outros acham que ele deve viajar ao local do acidente para tomar conhecimento do que havia acontecido à sua esposa. Ele decide por esta última opção. E chegando lá, tem uma surpresa daquelas! Este filme me impressionou muito. Tanto pelo conteúdo inquietante, quanto pela atuação dos atores e diretores. O filme retoma velho tema já esquecido. Korstner está, como sempre, bonito e elegante no papel que lhe coube.
..........

Ficha Técnica
Título Original: Dragonfly
Gênero: Suspense
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2002
Site Oficial: www.dragonflymovie.com
Estúdio: Universal Pictures / Spyglass Entertainment / Gran Via / NDE Productions / Shady Acres Entertainment
Distribuição: Universal Pictures / Buena Vista International
Direção: Tom Shadyac
Roteiro: David Seltzer, Brandon Camp e Mike Thompson, baseado em estória de Brandon Camp e Mike Thompson
Produção: Gary Barber, Roger Birnbaum, Mark Johnson e Tom Shadyac
Música: John Debney
Fotografia: Dean Semler
Desenho de Produção: Linda DeScenna
Direção de Arte: James Nedza
Figurino: Judy L. Ruskin
Edição: Don Zimmerman
Efeitos Especiais: Double Negative


Elenco
Kevin Costner (Joe Darrow)
Joe Morton (Hugh Campbell)
Ron Rifkin (Dr. Charlie Dickinson)
Linda Hunt (Madre Madeline)
Susana Thompson (Dra. Emily Darrow)
Jacob Vargas (Piloto)
Kathy Bates (Miriam Belmont)
Robert Bailey Jr. (Jeffrey Reardon)
Jacob Smith (Ben)
Jay Thomas (Hal)
Lisa Banes (Flora)
Matt Craven (Eric)
Casey Biggs (Neil Darrow)
Leslie Hope (Charisse Darrow)
Peter Hansen (Phillip Darrow)








Autor
MariaJoséLimeira
Autor MariaJoséLimeira
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Texto
Data 05/07/2008 00:32:35
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.

Enviado por Tópico
Amora
Publicado: 05/07/2008 03:05  Atualizado: 05/07/2008 03:05
Colaborador
Usuário desde: 08/02/2008
Localidade: Brasil
Mensagens: 4388
 Re: Cinema: O mistério da libélula
Maria José, muito boa essa dica.
Um filme maravilhoso, eu assisto sempre, nunca será passado.

Bonito e elegante, como você disse, o Kevin sozinho já é um show!


Amora

Enviado por Tópico
MariaJoséLimeira
Publicado: 05/07/2008 03:19  Atualizado: 05/07/2008 03:19
Super Participativo
Usuário desde: 04/06/2008
Localidade:
Mensagens: 131
 Re: Cinema: O mistério da libélula - Para Amora
Ah... miga! Que bom saber que aqui tem pessoas que gostam dos bons filmes como eu... Saludos, & obrigada pelo contacto. Maria José Limeira.

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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
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Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

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