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Entre os cinzentos das esquizofrenias dos rituais medonhos da astúcia sociedade onde passar, é um mero acontecimento lavram rasgados oponentes. Há uma linha ténue trajada de azulão.
Escapam risos memórias sustidas e um olhar melancólico meio aspergido curvado ao tempo assumindo um corpo perdido pelo chão dessa tua passada incolor. Entre cinzas caminharei.
Nas águas da liberdade beberei as riquezas profanadas e no tédio azulão verdade me deitarei resignado.
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Escrevo…para libertar as personagens que não consigo Ser! ________________________________________ http://poesiadepauloafonso.blogspot.com/
http://luademarfim.pt/
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Os comentários são de propriedade de seus respectivos autores. Não somos responsáveis pelo seu conteúdo.
| Enviado por |
Tópico |
| AnaCoelho |
Publicado: 02/07/2009 22:57 Atualizado: 02/07/2009 22:57 |
Colaborador   Usuário desde: 09/05/2008 Localidade: Carregado-Alenquer Mensagens: 11960 |
 Re: Cria – dor Um poema criado na dor e no amor. Gostei em special do final.
Beijos
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