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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>À primeira vista - Jacydenatal </title>
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      <description>À primeira vista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num instante, como um relâmpago&lt;br /&gt;De relance, mirei teus olhos,&lt;br /&gt;Que me olhavam, sem me ver...&lt;br /&gt;Inebriada, pelo teu cheiro,&lt;br /&gt;Persegui-te como um animal,&lt;br /&gt;Seguindo rastro, criando trilhas&lt;br /&gt;Em teu caminho.&lt;br /&gt;Louca para te encontrar e&lt;br /&gt;Temerosa de me perder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;28/01/2013</description>
      <pubDate>Wed, 30 Jan 2013 02:34:07 +0200</pubDate>
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      <title>Cantiga para ninar saudade - Jacydenatal </title>
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      <description>&lt;br /&gt;Menino dos olhos de lua&lt;br /&gt;Sorriso de neve&lt;br /&gt;Empinou meus sonhos com graça&lt;br /&gt;Num vento tão leve&lt;br /&gt;Menino dos olhos de lua&lt;br /&gt; Sorriso de neve&lt;br /&gt;Sonhando me fez esquecer&lt;br /&gt;Um mundo de sombras&lt;br /&gt;E hoje acordada abraço&lt;br /&gt;A tua ausência&lt;br /&gt;Que dorme no aperto doído&lt;br /&gt;Do meu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para W.&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;19/01/2013&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 20 Jan 2013 13:37:16 +0200</pubDate>
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      <title>Recomeço - Jacydenatal </title>
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      <description>Recomeço...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No pedaço de espelho, sujo e feio&lt;br /&gt;Viu refletido um rosto conhecido...&lt;br /&gt;Um traço informe delineava um olhar &lt;br /&gt;Triste: de velha.&lt;br /&gt;Mas, lá no fundo daqueles olhos,&lt;br /&gt;Viu num relance um brilho divertido de criança...&lt;br /&gt;E seguindo este lampejo correu feliz,&lt;br /&gt;Em busca de antigos sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;18/07/2012&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 19 Jul 2012 03:06:49 +0200</pubDate>
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      <title>Responsabilidade Comum - Jacydenatal </title>
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      <description>Responsabilidade comum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando penso, nos Pequenos, e tento contar suas histórias, me vem o desejo de escrever como o Charles Yves, compôs suas musicas; mesclando-as com suas impressões de mundo. &lt;br /&gt;E inspirada nestes sons harmoniosamente, desarmônicos, gostaria de misturar o triste, o feio, o trágico, de um mundo hostil, com a pureza de um dia de outono, e porque não? Com a explosão de alegria de um dia de verão. &lt;br /&gt;Isto porque a criança traz sempre dentro de si, o sonho de ser feliz. Mesmo quando percorrem corredores sombrios e dormem em camas frias e se deparam com portas fechadas nos castigos, deixando que lágrimas silenciosas escorram em seus rostos, de anjos, ou ainda, quando doentes são capazes de sorrir, conformadas com a dor que sentem...&lt;br /&gt;Por isso gostaria de contar suas histórias não de formas piegas para emocionar, e sim usar a força da Palavra para gerar, o inconformismo.&lt;br /&gt;O inconformismo, de não passar ao lado do menino viciado, como se isto, não fosse problema nosso. De olhar a menina grávida, taxando-a de vadia, ou assistir a famílias que se dissolvem simplesmente por falta de estrutura financeira, como se fosse apenas um desequilíbrio social.&lt;br /&gt;Nem todas as crianças que são abandonadas, são por desamor, violência ou abusos, às vezes famílias inteiras se desagregam, porque o barraco onde moravam, desabou. Outras, a mãe ficou sem trabalho, e era a única a suprir as necessidades da família. E quantas vindas de outras cidades, em busca de uma vida melhor não se perdem pelos caminhos? (...)&lt;br /&gt;Devemos pensar que quando uma criança não é assistida, em seus direitos básicos, independente do motivo, o Futuro de uma Nação fica irremediavelmente, comprometido.  E isto é da conta de todos nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;2/06/2012&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 04 Jun 2012 14:54:45 +0200</pubDate>
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      <title>Tempo (sem tempo) - Jacydenatal </title>
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      <description>Tempo (sem tempo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era um tempo sem tempo que corria a esmo...&lt;br /&gt;Um tempo de vazio de tardes cinza, sem luz.&lt;br /&gt;Sem aqueles lindos sinais prateados, &lt;br /&gt;Que brilham na atmosfera!&lt;br /&gt;Tardes de cinza opacas que lembram&lt;br /&gt;Dor e solidão...&lt;br /&gt;Mas, o tempo sem tempo, não questiona,&lt;br /&gt;Não sente, apenas se expande...&lt;br /&gt;O tempo sem tempo é uma espécie de enjôo.&lt;br /&gt;Que disforme toma a forma da alma,&lt;br /&gt;E esta se deixa aprisionar sem luta.&lt;br /&gt;O tempo sem tempo é o tédio,&lt;br /&gt;Daqueles que perderam a Fé (...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;19/05/2012&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 20 May 2012 01:59:02 +0200</pubDate>
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      <title>Pêndulo - Jacydenatal </title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=222317</link>
      <description>Num movimento continuo minha alma,&lt;br /&gt;Oscila, entre o profano e o Divino...&lt;br /&gt;Percorro esses mundos diferentes,&lt;br /&gt;Mas que se completam...&lt;br /&gt;Como Dante desceu aos infernos, &lt;br /&gt;Enveredo nas profundezas da paixão.&lt;br /&gt;Excita-me, o desejo de perder - me,&lt;br /&gt;Nos labirintos da luxuria e do prazer&lt;br /&gt;Buscando algo (que julgo perdido), mas que não sei o quê!&lt;br /&gt;É como se dentro do abismo de mim mesma,&lt;br /&gt;Existisse um universo de sensibilidade a ser despertado...&lt;br /&gt;Cores, sons, gozo e dor se misturam numa dança&lt;br /&gt;Grotesca e sensual...&lt;br /&gt;E depois desses delírios de loucura,&lt;br /&gt;Minha alma em alivio alça vôo,&lt;br /&gt;Buscando o abraço suave da centelha divina&lt;br /&gt;Que existe em cada um de nós...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;Rio, 17/05/2012&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 17 May 2012 17:11:33 +0200</pubDate>
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      <title>Introspecção (quase poesia) - Jacydenatal </title>
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      <description>Introspecção  (quase poesia...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma névoa cinza, cobre a cidade, como um manto de tristeza...&lt;br /&gt;Os pássaros, silenciosos, se encolhem&lt;br /&gt;Friorentos sob a copa das arvores.&lt;br /&gt;Em dias assim tudo se internaliza...&lt;br /&gt;É o momento do amor suave, quase preguiça&lt;br /&gt;Das tardes sonolentas, do desejo sem arroubos, mas contínuo.&lt;br /&gt;Do caminhar solitário, ou a dois...&lt;br /&gt;Do esconder-se nas salas de cinema, ou nas casas de chá.&lt;br /&gt;De ficar em casa ouvindo blues, acompanhada&lt;br /&gt;De um bom livro, e de alguém especial,&lt;br /&gt;Que fale apenas o indispensável,&lt;br /&gt;Mas que seja pródigo em carinhos...&lt;br /&gt;Para aqueles mais afoitos, o caminhar pelos parques,&lt;br /&gt;Ouvindo as folhas que caem enfeitando de verde alaranjado,&lt;br /&gt;As alamedas, sentindo a suavidade do frio&lt;br /&gt;A lhe arrepiar a pele...&lt;br /&gt;Ou ainda caminhar pela praia,&lt;br /&gt;Pisando a areia úmida, tendo o gotejar das ondas&lt;br /&gt;Que quebram sob seus pés....&lt;br /&gt;Em dias como este, ficamos mais sensíveis, mais quietos e&lt;br /&gt;Podemos observar em detalhes, a vida correr.&lt;br /&gt;Tudo é mais lúdico (...) comer, cheirar, tocar, ouvir, olhar, sentir...&lt;br /&gt;Os gestos são suaves, lentos (...) há um erotismo sutil,&lt;br /&gt;No cheiro almiscarado que vem da terra.&lt;br /&gt;Em dias assim, as possíveis tristezas&lt;br /&gt;Transformam-se em harmonia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;Rio, 06/08/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 01 May 2012 14:52:39 +0200</pubDate>
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      <title>Temor - Jacydenatal </title>
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      <description>Temor &lt;br /&gt;Quantas vezes, perdida nos caminhos,&lt;br /&gt;Minha alma temerosa de encontrar-se,&lt;br /&gt;Ante o rosto do Divino,&lt;br /&gt;Encolhe-se de medo, sem ousar,&lt;br /&gt;Mergulhar, no abismo de si mesma...&lt;br /&gt;Onde sabe, com certeza, encontrará Daat,&lt;br /&gt;Refletida nos lampejos profundos de sua mente.&lt;br /&gt;E é esse temor do Divino em nós,&lt;br /&gt;Que nos impede, de voarmos, ao Infinito... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;12/03/2012&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 13 Mar 2012 23:17:31 +0200</pubDate>
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      <title>Vaidade humana - Jacydenatal </title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=216429</link>
      <description>Da vaidade de sentir-se único... De pensar eu sou o melhor, na cama, nas palavras, nos gestos... Com as pessoas, com os amigos e até por que não? Com os inimigos... E descobrir  quanta bobagem;  sou apenas mais um.</description>
      <pubDate>Mon, 12 Mar 2012 15:50:32 +0200</pubDate>
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      <title>Solidão noturna - Jacydenatal </title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=216224</link>
      <description>Solidão noturna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madrugada se expande como leito, de um rio preguiçoso...&lt;br /&gt;Os olhos ébrios e tristonhos se perdem dentre estrelas,&lt;br /&gt;Em  busca de uma saudade, que não sabe de onde,&lt;br /&gt;Ou de um sonho, já há muito, esquecido.&lt;br /&gt;A solidão da noite, envolve sua alma&lt;br /&gt;Num aperto frio, como se fora morte,&lt;br /&gt;E o gemido de dor se mescla, &lt;br /&gt;Aos latidos dos cães, andarilhos, que percorrem as ruas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jacydenatal&lt;br /&gt;Rio, madrugada de 10/03/2012&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 10 Mar 2012 03:37:51 +0200</pubDate>
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