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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Luso-Poemas - Poemas de amor, cartas e pensamentos</description>
    <lastBuildDate>Thu, 02 Sep 2010 18:55:21 +0200</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Paralelos e Meridianos, Sen_ti - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;Paralelos e Meridianos, Sen_ti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refém de tua ilusão e da minha&lt;br /&gt;Sou casulo fechado nas diferenças.&lt;br /&gt;És ciclo de sintaxes nas entrelinhas&lt;br /&gt;Das metáforas de nossas crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Idéias e símiles em que sobrevivemos&lt;br /&gt;Alheios as causas e lides do cotidiano&lt;br /&gt;A cada passo que em nós acontecemos&lt;br /&gt;Ultrapassamos os nossos meridianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acendemo-nos ao sentido da emoção&lt;br /&gt;E da essência da vida,  a ser vivida.&lt;br /&gt;Reavaliamos nossos sonhos de afeição&lt;br /&gt;Bem além de linhas geoparalelas definidas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 28.08.2010&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=2465248&quot; title=&quot;http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=2465248&quot; rel=&quot;external&quot;&gt;http://www.ibernisemaria.prosaeverso. ... isualizar.php?idt=2465248&lt;/a&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 28 Aug 2010 23:49:31 +0200</pubDate>
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      <title>Nem Claro, Nem Escuro, Mas Já é Dia... - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;Nem Claro, Nem Escuro, Mas Já é Dia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oásis de uma vida árida,&lt;br /&gt;És, todo, uma trilogia&lt;br /&gt;Do eu, tu e o mundo.&lt;br /&gt;Uma química&lt;br /&gt;De lusco-fusco única&lt;br /&gt;Onde me vejo imune.&lt;br /&gt;Mergulho livre...&lt;br /&gt;Panorama fértil,&lt;br /&gt;A cada nível vou fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo-te servil&lt;br /&gt;Viril e flamejante&lt;br /&gt;Abrigo meu, infante,&lt;br /&gt;Meigo menino,&lt;br /&gt;Que nos meus braços dorme,&lt;br /&gt;Quando sou tua amante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excerto do Poema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A palavra &quot;lusco-fusco&quot; provém do Latim luscu + fuscu, que significa, etimologicamente, escuro. Este substantivo masculino tem como sinónimos &quot;anoitecer&quot;, &quot;a hora do crepúsculo vespertino&quot; e &quot;dilúculo&quot; . Sendo assim, pode ser um momento do primeiro alvor ou despontar do dia, crepúsculo matutino. Assim como pode ser um momento vespestino da alvorada e ocaso. Em sentido figurativo, lusco-fusco pode também ser referido como &quot;quase claridade&quot;, o anoitecer, o momento de transição entre o dia e a noite (da tarde ou da alba).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem afirme que durante o lusco-fusco, a Terra inverte o sentido da rotação sobre o seu eixo. Há quem garanta que o lusco-fusco é apenas uma ilusão. Na realidade, a transição do dia para a noite e da noite para o dia dura apenas dois décimos de segundo à hora crepuscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há momentos singulares todos os dias entre a noite e o dia e entre o dia e a noite, que repetem-se como palavras formando versos semelhantes, numa linha melódica diferenciada, que fazem toda diferença, aos sentidos a exemplo do poema de Damien Rice &#039;É Isso Aí&#039;Versão em português, de Ana Carolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não sei parar de te olhar&lt;br /&gt;Não sei parar de te olhar&lt;br /&gt;Não vou parar de te olhar&lt;br /&gt;Eu não me canso de olhar&lt;br /&gt;Não vou parar de te olhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haja Nietzsche com seu niilismo e o eterno retorno do mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.ibernisemaria.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=2452777&quot; rel=&quot;external&quot; title=&quot;&quot;&gt;Ibernise&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 22.08.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Educativo.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 22 Aug 2010 18:19:15 +0200</pubDate>
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      <title>Natureza - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;Fala de liberdade&lt;br /&gt;O ser que ama voar&lt;br /&gt;Sendo livre, cala engaiolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise.&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 29.07.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Filosófico.</description>
      <pubDate>Sat, 21 Aug 2010 15:46:11 +0200</pubDate>
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      <title>Aprendendo a Amar - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;Aprendendo a Amar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não me soube amar&lt;br /&gt;Porque amou-me como sabia,&lt;br /&gt;Se não fez como eu queria&lt;br /&gt;Porque mais não sabia dar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu queria um amor sem par&lt;br /&gt;Via que o jogo às vezes cedia&lt;br /&gt;Num fogo que mais e mais ardia&lt;br /&gt;Recebi o que tinhas a me ofertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num reinado sem coroas nem reis&lt;br /&gt;Consignei-me a ti sem porquês&lt;br /&gt;Só, ria, vendo-te em todo lugar,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumia nossas cenas no vão.&lt;br /&gt;Esquecido vazio que deixou a paixão&lt;br /&gt;Naquele colo dormir, se aninhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise.&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 20.08.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.</description>
      <pubDate>Fri, 20 Aug 2010 19:45:44 +0200</pubDate>
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      <title>De Rosto Nú - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;De Rosto Nú&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É teu privilégio a minha intimidade&lt;br /&gt;Pés descalços e cara lavada&lt;br /&gt;Peças atiradas no afã da vontade&lt;br /&gt;Se no banho me despes, e sou amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa pintura sou tela tua&lt;br /&gt;Em que me recrias em pincel &lt;br /&gt;Curioso me descobres em pele nua, &lt;br /&gt;Num abraço, ao teu dispor e revel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me passo em desejos e descobertas&lt;br /&gt;Entregue aos sentidos nas diferenças,&lt;br /&gt;Unidade, que recrias sob as cobertas.&lt;br /&gt;Primitivo laço, sem pudores nem reticências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Excerto do Poema &#039;De Rosto Nú&#039;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ancestrais remotos do ser humano, pintavam o rosto e o corpo como ritual de aviso coletivo. Algo explicitamente reconhecido e respeitado. Que significado tem a pintura no corpo? Indicativos de paz, de guerra, de caça. Os indígenas usavam pinturas também em comemorações, num prenúncio de vários tipos de festejos, tais como: casamentos; iniciações; colheitas; nascimentos e tantos outras ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contemporaneidade pintar o rosto, exibir tatuagens, trás esta ancestralidade à tona. Um primitivismo, uma necessidade da alma de sempre, de ir além das máscaras sociais, e se mostrar, ou anunciar que quer ser notado de alguma forma, que pertence a uma aldeia, tribo ou lugar que pode ser social ou simplesmente no sentimento do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As diferentes formas de pinturas são seletivas, dizem mensagens que falam de diferenças e unidades. Amar o diferente é alimentar a curiosidade. E os sentimentos humanos exibem muita fome, muito desejo pela descoberta, a novidade fascina a todos, leva a assumirem riscos para sentir o coração palpitar, o corpo tremer numa eterna busca de complementaridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise.&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 20.08.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:42:44 +0200</pubDate>
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      <title>O Sol no Horizonte, Levanta - Ibernise</title>
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      <description>O Sol no Horizonte, Levanta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo se afunila nos equívocos da glória&lt;br /&gt;Quando vindo, o sol, no horizonte ao amanhecer&lt;br /&gt;Pode se enunciar na mais pura noção de vitória,&lt;br /&gt;Ao lembrar que o melhor é viver e deixar viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentir desse tempo é prezar pela própria virtude,&lt;br /&gt;É prazo que não se esgota nas conseqüências do ser&lt;br /&gt;Que ao calar, fala em circunflexa e devota atitude,&lt;br /&gt;Deixando o espírito livre, para o coração se resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atemporal alma profunda sem falsos moralismos&lt;br /&gt;Astro rei sem os ismos das manias baixas e altas&lt;br /&gt;Esquece de si mesmo, transborda o simbolismo,&lt;br /&gt;Em eterna gratidão doa o brilho que não lhe falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 19.07.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Filosófico.&lt;br /&gt;O Sol no Horizonte, Levanta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo se afunila nos equívocos da glória&lt;br /&gt;Quando vindo, o sol, no horizonte ao amanhecer&lt;br /&gt;Pode se enunciar na mais pura noção de vitória,&lt;br /&gt;Ao lembrar que o melhor é viver e deixar viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sentir desse tempo é prezar pela própria virtude,&lt;br /&gt;É prazo que não se esgota nas conseqüências do ser&lt;br /&gt;Que ao calar, fala em circunflexa e devota atitude,&lt;br /&gt;Deixando o espírito livre, para o coração se resolver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atemporal alma profunda sem falsos moralismos&lt;br /&gt;Astro rei sem os ismos das manias baixas e altas&lt;br /&gt;Esquece de si mesmo, transborda o simbolismo,&lt;br /&gt;Em eterna gratidão doa o brilho que não lhe falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 19.07.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Filosófico.</description>
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2010 21:53:47 +0200</pubDate>
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      <title>No Infinitivo do Ser (Inédito!) - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;No Infinitivo do Ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta ensina seus filhos&lt;br /&gt;A escolher suas paixões.&lt;br /&gt;Ensina-lhes a nunca olhar no vazio&lt;br /&gt;Na presença de pessoas, ou na ausência delas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta&lt;br /&gt;Repassa a trilogia&lt;br /&gt;Que acasala olhares,&lt;br /&gt;Que se cruzam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amada e amador&lt;br /&gt;Olham-se e redirecionam o olhar para o mundo.&lt;br /&gt;Um mundo pessoal, nunca impessoal&lt;br /&gt;Nunca abstrato,&lt;br /&gt;Por maior que seja a abstração&lt;br /&gt;Conseguem que haja sempre um toque&lt;br /&gt;Concreto, inalienável,&lt;br /&gt;Livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aconchego pleno,&lt;br /&gt;Inviolável momento de conexão&lt;br /&gt;Entre enamorados&lt;br /&gt;Pela vida afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poetas ensinam a não viver&lt;br /&gt;Uma vida,&lt;br /&gt;Um dia,&lt;br /&gt;Porque isto é talvez, pode ser nunca.&lt;br /&gt;Um é mesmo muito indefinido,&lt;br /&gt;Artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poetas ensinam a viver momentos,&lt;br /&gt;Vivendo a vida que existe&lt;br /&gt;Na soma de todos&lt;br /&gt;Os momentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poetas acreditam em milagres,&lt;br /&gt;Porque vivem nas estrelas,&lt;br /&gt;Voam sempre muito alto,&lt;br /&gt;Muito além de alturas perceptíveis,&lt;br /&gt;Porque são simplesmente...&lt;br /&gt;Poetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poema de cada dia&lt;br /&gt;É recorte no infinito de cada instante,&lt;br /&gt;Que é a verdadeira instância da alma do poeta.&lt;br /&gt;Poetas são todos os homens e mulheres,&lt;br /&gt;Quando deliram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise.&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 09.08.2010&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.</description>
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2010 13:16:28 +0200</pubDate>
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      <title>Deletar-te Por que? - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;DELETAR-TE POR QUE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É na distância que o amor não se engana&lt;br /&gt;Quando às vezes parece esquecer, sem saber,&lt;br /&gt;Fala comigo, ouve meus gritos, me desengana&lt;br /&gt;E me apraz primaveras de esperas não esquecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abrindo janelas com vistas ao jardim Me vê.&lt;br /&gt;E silencia a cada nascer do dia, em minha cama...&lt;br /&gt;É na distância que o amor não se engana&lt;br /&gt;Quando às vezes parece esquecer, sem saber,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ramalhetes que poderiam me fazer soberana,&lt;br /&gt;Mas não era assim que eu o queria reconhecer&lt;br /&gt;Desejar morrer de amor, minha paixão insana&lt;br /&gt;Muita vida e gana de mais amar e mais conviver...&lt;br /&gt;É na distância que o amor não se engana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise.&lt;br /&gt;Indiara (Goiás/Brasil), 27.04.2010.&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...........&lt;br /&gt;Deletar-te por que?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&#039;Conservar algo que possa recordar-te seria admitir que eu pudesse esquecer-te.&#039;&lt;br /&gt;-- William Shakespeare</description>
      <pubDate>Mon, 09 Aug 2010 01:19:48 +0200</pubDate>
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      <title>A Água Nem Sempre Se Vê... - Ibernise</title>
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      <description>&lt;br /&gt;A Água Nem Sempre Se Vê...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há orvalho sobre a rosa,&lt;br /&gt;Que me fala de tantos sentimentos&lt;br /&gt;Da mesma forma que tu&lt;br /&gt;Na simplicidade do teu mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tua voz no silêncio alcança&lt;br /&gt;Os limites do meu coração,&lt;br /&gt;Ultrapassa e se aloja num doce complemento,&lt;br /&gt;Qual rega do orvalho, na rosa e seu jardim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amo o orvalho, que ama a rosa,&lt;br /&gt;Que vive no jardim que contemplo,&lt;br /&gt;É quando te vejo, é como te sinto.&lt;br /&gt;Lá o nosso amor é sempre primavera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise&lt;br /&gt;Barcelos (Portugal), 06.08.2010&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.</description>
      <pubDate>Sun, 08 Aug 2010 14:04:07 +0200</pubDate>
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      <title>Máscaras da Emoção - Ibernise</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=145283</link>
      <description>&lt;br /&gt;Máscaras da Emoção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos versos que me dizes, pasmo no ritmo da tua lei.&lt;br /&gt;Éramos tudo para sermos o que somos no depois,&lt;br /&gt;Mas preferimos não sermos nuances do que já foi...&lt;br /&gt;Quando éramos dois, no intervalar espaço, te esperei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos em linhas retas, sempre paralelas&lt;br /&gt;Pois sabem que nunca se encontram Vida contrita&lt;br /&gt;Aonde você se chega quando seu olhar me visita.&lt;br /&gt;E me põe tonta em parafusos, prumos e arruelas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal máquina desgovernada que já não se pode reparar.&lt;br /&gt;Somos cérebros coniventes em passarelas sentidas,&lt;br /&gt;Num mundo de coisas convenientes e reprimidas&lt;br /&gt;Nossas lágrimas felizes deslizam num clarão estrelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem parar para avaliar bebo cada poção na medida&lt;br /&gt;Que me acende em palcos de dança, e me agita&lt;br /&gt;Como remédio bom que a minha felicidade excita&lt;br /&gt;Sem a ponderação mascarada a tanto tempo preterida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ibernise&lt;br /&gt;Barcelos, (PT), 24.07.2010&lt;br /&gt;Núcleo Temático Romântico.</description>
      <pubDate>Sat, 07 Aug 2010 14:21:20 +0200</pubDate>
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