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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>[DE]CADÊNCIA - Lápis</title>
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      <description>------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img514e8a47b71c3.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Pinto um novo céu com as pontas aladas do corcel dos meus supostos desejos, escorrendo do beiral como se fossem lábios sorvendo mel. Estamparia barroca com entrelaços de uma poesia ao léu, assassinada pelas pontas das estrelas que caem em [de]cadência. Perco-me na noção do infinito embriagada de noite, até o encontro com a boemia, que sem cerimônia nenhuma, ensaia mais uma serenata falando de amores vadios e desencontros em atos finais. Aperto o laço com pernas que se fecham sem suspeitar que o dia seguinte escapou há muito. &lt;br /&gt;E é assim que retorno preenchida de mim a todos os lugar que nunca estive. Não mais me importo que meu lugar seja lugar nenhum.&lt;br /&gt;Acredito ser um intervalo entre a pausa para um longo e fumegante café e as mentiras sinceras    que acreditam que eu seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez esteja na hora de apertar o pause, já que é impossível rebobinar a fita!&lt;br /&gt;[só tenho mais um cigarro no maço!]</description>
      <pubDate>Sun, 24 Mar 2013 05:09:06 +0200</pubDate>
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      <title>NESGAS - Lápis</title>
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      <description>------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img5138cb4e323a2.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Rascunho os afazeres como se algum dia pudesse realizá-los. Empertigadas horas perdidas em que me encontro como lascas e farpas, repertório fatiado em cotidiano.&lt;br /&gt;A vida é tão intensa e algumas relações tão superficiais. Ponto de alinhavos que vão se desprendendo com o atrito das emoções.&lt;br /&gt;Minha navalha perdeu o fio e eu, perco-me descascando com as unhas as paredes pelo lado de dentro na certeza de ter escondido algum tesouro.&lt;br /&gt;Momentos estáticos prisioneiros da liberdade. Nesgas que a vida costurou com força em frente ao meu espelho e fiapos esbranquiçados escapam como tantas coisas escaparam das minhas mãos.&lt;br /&gt;E lá fora o céu esculpe novos desenhos de efemeridade que meus olhos nus nunca conseguirão registrar.&lt;br /&gt;Ainda guardo aquelas fotografias...&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 07 Mar 2013 17:16:24 +0200</pubDate>
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      <title>PODA - Lápis</title>
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      <description>---------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img5122f7204c1c1.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Como se tivesse escancarado os portões do submundo, denso e escuro arrastando a cidade pelos dentes. O verão de cara amarrada bafejando nuvens carregadas. Tremulo como a maioria a procura de abrigo. Vago sonolenta como folha encharcada de ópio, tingida de calor com a roupa, senão primeiro, último resquício de resistência de pele.&lt;br /&gt;Ouço alguém falando ao longe, o Papa renunciou! Como essa notícia me alcança se nem católica eu sou? Contraditoriamente endereço com intimidade, uma oração de renuncia à fadiga.&lt;br /&gt;A boca continuava como um deserto - seca e silenciosa. Com os pés sendo fincados ao chão como raízes, resistindo ser tragada, a alma mais do que nunca, sentindo-se podada.&lt;br /&gt;Minhas preces foram ouvidas com rancor, decerto - o céu chora copiosamente sob os chicotes de fogo estalando sob minha cabeça. Há tantos mistérios, tantos, quantos castigos que afligem àqueles que renunciam.&lt;br /&gt;Agora avanço mais pesada, molhada como se encharcasse o choro de toda humanidade. Quem se importa se o Papa renunciou? Se a cidade em instantes torna-se uma arena desgovernada, bueiros engasgados e tudo sendo arrastado asfalto a baixo. &lt;br /&gt;E o mesmo céu que chora agora atira pedras e eu, mais do que nunca penso na renuncia do Papa, na minha própria, na de todos  e peço clemência à vida. Uma nova chance de fazer diferente, saio do abrigo e ofereço-me em sacrifício sem nem mesmo saber à quem.&lt;br /&gt;Aos poucos a fúria se abranda, sobram nas ruas os faróis dos carros ainda chorando e as pessoas só pensam em retornar às suas casas. &lt;br /&gt;Ah humanidade! Quantas podas serão necessárias até que percebamos que somos tão desnecessários, quando somos inconsequentes?&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 19 Feb 2013 03:53:45 +0200</pubDate>
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      <title>SILÊNCIO DAS CORES - Lápis</title>
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      <description>----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img510d499009c6c.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Ainda não sei definir se hoje é mais um dia. Mas, sei que as lembranças estão esmaecendo naquele desenho que repousa no fundo da gaveta, craquelando, como se a tinta fugisse aos gritos. Não posso dobrá-lo para que não vinque, nem posso restaurá-lo por não aceitar interferências.&lt;br /&gt;Verte pela ponta dos meus dedos, debruns  um lápis que escapou do fio da navalha cega que insegura me mata aos poucos. De quantas tentativas de acerto se faz um erro?&lt;br /&gt;Tantas vezes acertamos por errar e tantas vezes só erramos porque necessitamos alicerçar ou até mesmo aliciar a vida  não devemos desistir de nós. Certos ou errados estamos tentando desenhar cada dia num novo suporte, um novo ângulo, com uma nova proposta para não permitir nunca, que as cores silenciem.&lt;br /&gt;Ainda não sei definir se hoje é menos um dia sem você.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 02 Feb 2013 17:15:29 +0200</pubDate>
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      <title>EXILADA - Lápis</title>
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      <description>---------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img510253fe83a97.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Mais uma xícara de café e anoiteço como um momento dormente em que as palavras parecem querer tirar férias dos sentimentos.  Encobre a fé cega o telhado de estrelas, com um cuidado de quem não tenciona ofuscar o sorriso da lua cheia - benditas fases. &lt;br /&gt;Acompanho tudo como se nem eu soubesse mais nada sobre mim. Encubro a cabeça na esperança de afugentar os fantasmas de um malsucedido naufrágio, como uma prece.  Os lábios ainda conservam o sabor do sal e os olhos são arquipélagos ressecados pelo vento que passou e levou tudo que falaria amanha.&lt;br /&gt;O tempo me transpassa e não me leva, como se fosse eu, a única responsável por mim e por ele. &lt;br /&gt;Exilada fecho os olhos. Tudo lá fora continua igual, talvez seja a voz do silêncio que me acalenta sem perfurar meu casulo, sem me cobrar urgências. Nada mais importa a não ser o meu descanso.&lt;br /&gt;Ainda não consigo abrir os braços e fazer com que tudo amanheça...&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 25 Jan 2013 09:45:01 +0200</pubDate>
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      <title>RADIOGRAFIA - EM ATOS - Lápis</title>
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      <description>-----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img50e015afe9dfc.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;I&lt;br /&gt;Engalfinhei gargalhadas entre os dentes com os olhos serenando no horizonte como se fossem à primeira vista. &lt;br /&gt;Não acredito mais nos infernos, mas acredito ter a coragem de construí-los sozinha com a simplicidade de um olhar.&lt;br /&gt;Há milênios que falo sobre todas as coisas. Houve um tempo em que o papel era pedra e as letras eram gravadas, apenas, nas lápides e minha voz ficava perdida no vento. As portas dos arroubos foram escancaradas e os selos sagrados foram rompidos a pontapés, desmantelando o paraíso em deserto. A mercê do tempo ficamos nós, desbaratados, errantes descalços como se os pés não acreditassem mais ter asas e é cega a hora da jornada ao início  preciso voltar ser criança de novo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II&lt;br /&gt;Estou em casa. Tenho um teto onde a cara metade não cabe.&lt;br /&gt;Momentos insalubres necessários de horta. Escavo a terra com a ponta dos dedos, misturo-me as minhocas, esculpindo as leiras como soldadinhos de chumbo prontos a batalhar. Há tantos espaços e tanto cheiro de umidade, como uma extensão da minha pele por todo o pomar.&lt;br /&gt;Derramo-me como se fosse chuva e sei que o sol sempre aquece  cavo covas. Uma a uma, com um desvelo quase infantil. Como se de todas as sementes fossem brotar um fruto diferente, um cheiro novo a ser descoberto. Sobressai a certeza que a vida cabe nas minhas mãos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III&lt;br /&gt;A vida insiste. Dança, rodopia, assovia e com o sorriso lambuzado do quebra queixo que ainda mastiga, me arrasta pelas mãos.&lt;br /&gt;Há tanta doçura e ingenuidade nos seus gestos, quanto desenhar na areia a árvore da vida! Preciso apurar a atenção para não perder nenhum detalhe, e lembrar-me sempre desse perfume que ensaia o viço de mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IV&lt;br /&gt;É o fim?&lt;br /&gt;Não?&lt;br /&gt;Não sei!&lt;br /&gt;Mas as cortinas precisam ser trocadas e as janelas, &lt;br /&gt;Escancarar todas.&lt;br /&gt;Faltam só sete dias e ainda não decidi que idade quero ter!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 30 Dec 2012 10:22:08 +0200</pubDate>
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      <title>ENTÃO É NATAL! - Lápis</title>
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      <description>***************************************************************************************************&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img50d84cde06163.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Enfim, atravessamos o ano! Uns remando, outros correndo...uns se mostrando outros se escondendo...uns sendo outros causando...torcemos para que o mundo não acabasse e ele não acabou!&lt;br /&gt;Isso é uma prova de que a sintonia de pensamentos pode mover montanhas e até nos salvar! Ainda acredito que possamos ter um mundo melhor, sei que depende de mim, de voce, de nós...&lt;br /&gt;Fechamos o ciclo, estreamos uma nova era, tive um sonho essa noite, onde fraternalmente cumprimentava e era cumprimentada na rua, estávamos em festa, celebrando alguma coisa muito especial...acordei com esse espírito, querendo abraçar, beijar, dar um pouco de mim...receber um pouco de cada um...&lt;br /&gt;Sinceramente não me esqueço daqueles que estão a merce da vida, á margem do convívio social, das oportunidades. Não me esqueço dos desfavorecidos...mas sabemos que só a lembrança não enche barriga, nem aquece no frio...&lt;br /&gt;Mas, estou aqui e eles logo ali...&lt;br /&gt;Hoje acordei pensando...&lt;br /&gt;Preciso ir rápido, pois quero mudar o mundo, &lt;br /&gt;senão todo, &lt;br /&gt;ao menos o meu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boas festas a todos de todos os credos e todas as religiões...que o Natal se faça, que o ano  novo chegue e que não percamos nunca, a esperança de sermos seres humanos melhores!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 24 Dec 2012 12:40:59 +0200</pubDate>
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      <title>CHAMPAGNE - Lápis</title>
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      <description>---------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img50d12237ccc69.gif&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;A tarde fecha as cortinas como se fosse fim de espetáculo. Todos se retiram às pressas, uns saem enlevados, outros correm com a pressa de quem precisa se abrigar. Um vai e vem de sexo dos anjos - puro e simples. Uns trazem, outros saem como chegaram  de mãos vazias.&lt;br /&gt;Deixo que o céu se destile sobre meus ombros, talvez eu vire vinho ou um borbulhante e especial champagne, com a certeza de que já azedei tudo que podia. Sou testemunha viva de prédios, naturezas mortas que pulsam vida e consigo perceber o zinabre, escorrendo de suas paredes, lavadas pela acidez da chuva que arrasta o limbo da metrópole. Faço parte disso tudo, sinto que se não me segurar acabo escoando pelo bueiro, como tudo ou todos. &lt;br /&gt;Foi sonho e tantos outros foram também. É muito bom sair na chuva, molhar o tecido da roupa e sentir a água penetrando a pele. Saio caminhando a ermo, talvez volte pra casa ou talvez volte apenas pra mim. &lt;br /&gt;Molhada,&lt;br /&gt;Ensopada,&lt;br /&gt;Inchada a ponto de explodir o vazio por dentro...&lt;br /&gt;Chove lá fora agora e também aqui dentro de mim!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 19 Dec 2012 02:12:44 +0200</pubDate>
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      <title>PRECE NEUTRA - Lápis</title>
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      <description>------------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img50c32535f3cde.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Ainda busco uma lógica. Estou por aí perdida em alguma parte por dentro de mim. Por vezes mergulho; por vezes caminho errante por entre os vãos dessa cidade, como se fosse uma pedra rolando ladeira à baixo, driblando os dentes das esquinas. Tento em vão entender por que sou movida por emoções, tentações que me sacodem forte a alma sobre o viaduto mais alto das vertigens. Talvez isso que tenha me mantido acordada por tanto tempo, ou mergulhada nesse mundo onírico em que só eu consigo transitar. &lt;br /&gt;Hoje o céu acordou em sombras, ensaio movimentos mecânicos, como se estivesse com as mãos enluvadas, impedida de sentir-me, um cárcere na ponta dos dedos, um enlutamento desprovimento de sensações.&lt;br /&gt;Aqui dentro uma vontade, quase um enlouquecimento, quase uma sanidade onde o caos me elege sua estrela para orbitar. Lá fora o cotidiano bate à porta anunciando que preciso despertar dos meus devaneios. &lt;br /&gt;Dos meus olhos para fora só consigo enxergar o neutro do dia, quiçá seja isso o manto da invisibilidade que me resguarda, de mim, dos deuses, dos outros.&lt;br /&gt;E é só por isso que ainda ensaio uma prece: Amém!&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 08 Dec 2012 11:32:34 +0200</pubDate>
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      <title>IMAGINAMENTO - Lápis</title>
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      <description>----------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;img src=&#039;http://www.luso-poemas.net/uploads/img50b48954100d2.jpg&#039; class=&#039;center&#039; border=&#039;0&#039; alt=&#039;Imagem original&#039; onload=&quot;javascript:imageResize(this, 300)&quot;/&gt;&lt;br /&gt;Queria agora ser para ti o anverso dos versos que deseja te surpreender. E menina que desenha em nuvens, te oferecer um céu de algodão doce  pureza e leveza só assim vale a pena à imaginação. Poder vislumbrar no teu semblante a alegria e a força que enxergas em mim. Vestir-me com toda a doçura rebelde e despir-me com a inocência que ainda não perdi  nem anjo nem demônio, pois ainda sou pagã.&lt;br /&gt;Ah menino, como são ternos esses sentimentos todos que querem te alcançar num abraço. Como se fosse uma mistura mágica de dias e noites, sorrisos como pétalas alvas, mas, lascivas que se abrem no orvalho ao sol.&lt;br /&gt;Um (imaginamento) de paraísos, onde os deuses somos nós e a vida...&lt;br /&gt;Bem...a vida nunca deixa de (re)começar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganhei essa palavra de presente de um amigo querido, o Luiz: &lt;em&gt;&amp;quot;imaginamento&amp;quot;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Amigo, tu representas para mim o aconchego, a alegria de viver, a música de mãos dadas e o coração disparado.&lt;br /&gt;Bem sei que entendes essa minha rebeldia. Salto as regras e danço na lama como se estivesse nas nuvens, eis aí, o &amp;quot;nosso imaginamento&amp;quot; , espero que esteja à altura das tuas imaginações. rs&lt;br /&gt;A-do-ro-te!</description>
      <pubDate>Tue, 27 Nov 2012 09:42:44 +0200</pubDate>
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