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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Wed, 19 Jun 2013 23:21:54 +0200</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Há tanto tempo que não namoro uma folha em branco.  - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=116159</link>
      <description>Todos os dias penso nela, percebo-lhe a beleza escondida, o quanto crescemos quando nos envolvemos um no outro, quando nada nos perturba e o coração acelera de forma assustadora. &lt;br /&gt;Quase nos perdemos em êxtase quando te percebo corada e te ofereço um ponto final que te deixa completa.&lt;br /&gt;Pelo meio há memórias e sentimentos que repousam pelos teus cantos, palavras que são fotografias tirada da caixa de cartão, saudades antigas, ou apenas a partilha de algo que apanho do ar, que surge de te olhar e amar. &lt;br /&gt;Nem sempre lidamos bem, são gritos e riscos, percebem-se as cicatrizes, há momentos de silêncio e até de abandono, quase te deixo com vontade de não voltar, transformo-te e transformamo-nos, perco a lisura, saímos amarrotados das noites tão longas onde nos deixamos esquecer.&lt;br /&gt;Acabamos sempre por nos amar, deixo que durmas e toco-te outra vez, apareces vestida e sorridente, umas vezes és chita ou ganga, mas sabes vir de cetim ou de seda. &lt;br /&gt;Peço sempre que voltes, deixa que dance contigo, que te ame em cada pequeno espaço, que sejas maré alta ou baixa, que à tua volta te sintas rainha e sejas a minha cara, eu todo, minha alma.&lt;br /&gt;E quando deste amor nasce um poema, um texto, uma frase, ficamos, como amantes, ouvindo a presença de nos termos, completos.&lt;br /&gt;Hoje vamos namorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 21 Jan 2010 09:22:41 +0200</pubDate>
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      <title>Poemas de ti-20 - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=111594</link>
      <description>Sim, Amor&lt;br /&gt;É o beijo que se acende&lt;br /&gt;ergue-se vivo na minha boca&lt;br /&gt;e declaro-me&lt;br /&gt;na entrega do meu corpo&lt;br /&gt;ao teu,&lt;br /&gt;dou-me ao vento mistral&lt;br /&gt;que me leve&lt;br /&gt;sem condições&lt;br /&gt;sem pactos,&lt;br /&gt;sou a carne dos anos&lt;br /&gt;por onde ando&lt;br /&gt;nos desejos que não se cumprem&lt;br /&gt;e na sede e na fome&lt;br /&gt;morta a cada instante&lt;br /&gt;nesse teu corpo -&lt;br /&gt;travessa -&lt;br /&gt;centro da mesa&lt;br /&gt;onde me serves tua&lt;br /&gt;e me aconchego&lt;br /&gt;por fim&lt;br /&gt;no sobranceiro gozo&lt;br /&gt;de um licor final&lt;br /&gt;e no momento que sobra&lt;br /&gt;ainda intacto,&lt;br /&gt;gozo a espera&lt;br /&gt;de cada segundo&lt;br /&gt;como se a eternidade&lt;br /&gt;me condenasse&lt;br /&gt;a entender-me apenas&lt;br /&gt;em ti.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 18 Dec 2009 17:27:54 +0200</pubDate>
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      <title>Razões de Ti (4) - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=109593</link>
      <description>Abres-me a porta, entro, com a cumplicidade que os silêncios sabem dizer melhor que mil palavras inventadas. na tua expressão quase inexpressiva, nesse vestido que nunca despes, na franqueza da vida aberta a cada bala que o tempo teima em disparar. Percebo a rotina dos dias, sou eu que chego e parto e te deixo pelos lados das paredes onde te penduro como memória de cada dia somado, de cada cama desfeita, dos beijos violentos e doces, irrepetíveis.&lt;br /&gt;Quase que te percebo os nãos na ponta de cada lágrima, mascarada de um breve sorriso com que me guardas o casaco, com que me guardas. As tuas mãos penetram-me, bem dentro de mim, e fecho os olhos pronto para cada carícia, esse calor inenarrável que sinto quando me afagas os cabelos e deixas que o meu rosto se cole aos teus seios. &lt;br /&gt;Na janela, na nossa janela por onde espreitamos a esquina de uma rua larga e esventrada, sabemos que o mundo passa, não pela vista, mas por sairmos e a procurarmos. São dela os passos de quem a calcorreia, e cada rosto leva no peito o Sol e o Vento que a rua empresta; não nos tocamos, apenas passamos do lado dos outros, como um exército aprumado de gente igual nas fardas, nos olhos que julgam ver da mesma cor. A janela está aberta, vem um som demasiado fraco para que o reconheça, ajuda-me a não te ouvir, tu calada e distante, afagando os meus cabelos, dando-me o colo que não passa, escutando outros ruídos.&lt;br /&gt;Reergo-me com a vontade de terminar este amor que não começa, porque não foi feito para acabar, somos apenas eu e tu, mais tu que eu, porque tens o corpo pesado e doído desses barcos que sempre aproam; olho-te e já não te vejo. partiste dalgum lugar para me procurares onde já não estou; somos dois e nenhum, porque marquei lugar donde agora vieste e chego tarde, sem chave, batendo devagar. &lt;br /&gt;Acordas e abres-me a porta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 03 Dec 2009 17:25:21 +0200</pubDate>
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      <title>Linha da Vida - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=107598</link>
      <description>&lt;br /&gt;Esta linha ténue &lt;br /&gt;que divide os dois lados da vida, &lt;br /&gt;atormenta-me e rompe-me as amarras, &lt;br /&gt;crescem-me porquês&lt;br /&gt;no meio dos braços&lt;br /&gt;e o peito mudo&lt;br /&gt;ri. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este arame que atravessa a vida&lt;br /&gt;e me desafia, &lt;br /&gt;balança comigo &lt;br /&gt;sem me deixar cair, &lt;br /&gt;ténue e frágil &lt;br /&gt;como todos os caminhos&lt;br /&gt;estreitos&lt;br /&gt;onde a luz demora a passar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas caras com rostos fechados, &lt;br /&gt;leio as rugas escritas &lt;br /&gt;no sangue e no suor &lt;br /&gt;dos pés que se escapam &lt;br /&gt;de outras linhas &lt;br /&gt;outros arames &lt;br /&gt;onde se balançam, &lt;br /&gt;onde há sempre feridos e mortos &lt;br /&gt;contados na necrologia disfarçada &lt;br /&gt;da folha do diário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta linha ténue&lt;br /&gt;imprevisível&lt;br /&gt;inevitavelmente frágil&lt;br /&gt;perene&lt;br /&gt;onde cruzamos nossa estrada&lt;br /&gt;fica sempre um olhar&lt;br /&gt;ensombrado&lt;br /&gt;que me pergunta&lt;br /&gt;onde está o lado&lt;br /&gt;que não escolhi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:22:01 +0200</pubDate>
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      <title>Poemas de ti (19) - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=104825</link>
      <description>Do acordar de ti&lt;br /&gt;serena&lt;br /&gt;deslumbrante&lt;br /&gt;nasce a incontida ternura&lt;br /&gt;que se abre nos meus olhos.&lt;br /&gt;quando acordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-me a ti,&lt;br /&gt;e à mais simples e feliz&lt;br /&gt;história,&lt;br /&gt;que começa&lt;br /&gt;no tremor&lt;br /&gt;dos meus lábios,&lt;br /&gt;e das palavras&lt;br /&gt;que nunca serão&lt;br /&gt;e se transformam&lt;br /&gt;neste lento hábito&lt;br /&gt;de me deixar ficar&lt;br /&gt;dormindo&lt;br /&gt;sabendo-me a ti.. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 08:43:51 +0200</pubDate>
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      <title>Poemas de Ti (18) - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=104098</link>
      <description>No mistério dos afectos &lt;br /&gt;inexplicáveis &lt;br /&gt;que se debruçam sobre ti, &lt;br /&gt;e te encontram &lt;br /&gt;quase nua, &lt;br /&gt;envolta em pequenos pedaços &lt;br /&gt;de desejo, &lt;br /&gt;é nesta breve cantata &lt;br /&gt;de solene toque &lt;br /&gt;sagrado, &lt;br /&gt;que me dispo e me disponho &lt;br /&gt;para ti; &lt;br /&gt;e me imolo em teu altar &lt;br /&gt;nu, - que o calor me guarda &lt;br /&gt;sentindo no pulsar &lt;br /&gt;das artérias, roxas, &lt;br /&gt;onde aventuro, &lt;br /&gt;ser teu e te querer &lt;br /&gt;desenhado em poucos traços &lt;br /&gt;neste lençol &lt;br /&gt;onde nos pomos &lt;br /&gt;à mão da louca sina &lt;br /&gt;que nos talha &lt;br /&gt;como amantes de outra vida, &lt;br /&gt;donde viemos mesmo agora &lt;br /&gt;que o futuro nos falou. </description>
      <pubDate>Fri, 23 Oct 2009 15:10:51 +0200</pubDate>
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      <title>Razões por ti - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=79691</link>
      <description>Há na vida, razões que me são estranhas, locais e paragens onde nunca irei, tempos que passam como se não passassem, e há dias que nasceram e morreram sem que acordasse do meu sono, e o sono fosse mais real no sonho que na realidade que omiti. &lt;br /&gt;Há na vida, gente que nunca se esquece, mesmo longe, mesmo na ausência dos olhares e das falas, gente que permanece guardada no coração, como se já não me pertencesse, gente que passa na vida e passa a vida sem que me toque. Depois existe a mágoa e a esperança, existem tempos e canções, existem as paixões cravadas no tempo e nas veias tingidas de um vermelho roxo, que me estremece e me confunde.&lt;br /&gt;Há no meu coração, uma mansão apalaçada de quartos e salas onde guardo cada uma das minhas memórias, mulheres de corpos inteiros e outros que apenas são lábios e seios, e há mulheres que são livros e outras que apenas são um poema bordado num pequeno papel de taberna, amarrotado com nódoas do vinho que bebeste.&lt;br /&gt;Nos quartos virados ao sol do amanhã, estás tu, olhos fechados, guardando o Sol que te enche, essa sensação inexplicável de mulher que sempre abre a porta a cada passo que dou, quando o coração me rói as entranhas e mergulho pelos cantos deste mundo que escrevo e sinto a cada minuto.&lt;br /&gt;Às vezes procuro-te, sempre sabendo que só tu me encontras, nesse teu jeito feliz de seres mulher, quando me deixas encaracolar teu cabelo nas minhas mãos, quando me ofereces os sorrisos das pequenas coisas que me dás, na ternura com que os teus nãos me parecem sins, no espanto de te esperar nas praças velhas, onde os sorrisos são verdadeiros e os velhos vivem o passado em presentes de paz e de paciência. Depois quando o mar chega na beira da minha procura, sinto-te veleiro onde quero arriscar uma bolina forte e sem terra à vista, e percebo que nunca serás porto de chegada, mas olharás as velas comigo entendendo o vento e as suas mudanças. &lt;br /&gt;Outras vezes és rio, e deixo-me conquistar, peço que me arrastes e ultrapasses e transponhas estas margens onde deixamos a pele agarrada.&lt;br /&gt;E é por ti, que me revolto e não me deixo desprender desta força rebelde, é por ti que as cidades continuam a ser verdade, e os passos dos homens têm sentido. È por ti, que escrevo, que as palavras transbordam desta razão pintada da solidão, dos pensamentos que não me respondem e das perguntas que fazem doer os braços, deste peso que a tua recusa me oferece.&lt;br /&gt;E é porque te entendo, que hoje te continuo a dar guarida, o teu quarto é sempre o que quiseres escolher.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 23 Apr 2009 10:16:06 +0200</pubDate>
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      <title>A tua presença - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=70546</link>
      <description>Perturba-me&lt;br /&gt;saber-te,&lt;br /&gt;encontrar-te na interminável&lt;br /&gt;persistência&lt;br /&gt;com que desafias os meus sentidos&lt;br /&gt;e tanges na minha pele&lt;br /&gt;essa tua marca&lt;br /&gt;pessoal e intransmissível&lt;br /&gt;com que envolves&lt;br /&gt;o nosso dia;&lt;br /&gt;Não consigo disfarçar&lt;br /&gt;a tua existência,&lt;br /&gt;entras no minha quota&lt;br /&gt;de oxigénio&lt;br /&gt;e respiro-te&lt;br /&gt;em qualquer sentido onde vá,&lt;br /&gt;como se a contra mão,&lt;br /&gt;não fosse senão um sinal&lt;br /&gt;sem sentido,&lt;br /&gt;a estrada que me leva&lt;br /&gt;que me indica este destino&lt;br /&gt;pleno&lt;br /&gt;de um fado cantado&lt;br /&gt;nas horas onde já me despedi&lt;br /&gt;de mim.&lt;br /&gt;Acabo sentado neste miradouro&lt;br /&gt;donde me vejo&lt;br /&gt;e percebo nesse rio onde cabemos&lt;br /&gt;a força de me entrares&lt;br /&gt;na garganta&lt;br /&gt;e pronunciar mudo&lt;br /&gt;o teu nome a tempo inteiro</description>
      <pubDate>Thu, 12 Feb 2009 14:33:45 +0200</pubDate>
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      <title>Dia 25 - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=64540</link>
      <description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia&lt;br /&gt;um motivo - &lt;br /&gt;um monstro&lt;br /&gt;de olhos vermelhos&lt;br /&gt;dissimulados&lt;br /&gt;em sacos&lt;br /&gt;em rostos de afogueio&lt;br /&gt;coisas inúteis,&lt;br /&gt;papéis, ilustrados.&lt;br /&gt;E o senhor, o que deseja - &lt;br /&gt;são os votos&lt;br /&gt;sinceros &lt;br /&gt;de vazios&lt;br /&gt;do ano que passa &lt;br /&gt;e do que vem;&lt;br /&gt;e o mesmo desdém que não passa&lt;br /&gt;da azia destes dias&lt;br /&gt;de bolos e de tolos,&lt;br /&gt;e do vinagre nas batatas&lt;br /&gt;sem fio,&lt;br /&gt;de uma consoada&lt;br /&gt;reparada&lt;br /&gt;por um dia&lt;br /&gt;onde te deixo ficar&lt;br /&gt;estendida&lt;br /&gt;para além da hora certa.&lt;br /&gt;um dia&lt;br /&gt;um vinte e cinco&lt;br /&gt;um Dezembro&lt;br /&gt;sem neve&lt;br /&gt;sem sol,&lt;br /&gt;apenas dia&lt;br /&gt;repetido - esquecido&lt;br /&gt;que fere de tanto lembrar.&lt;br /&gt;Nem me lembro&lt;br /&gt;se foi por ti que passei,&lt;br /&gt;apenas me lembrei&lt;br /&gt;do teu presente&lt;br /&gt;ausente,&lt;br /&gt;deste motivo&lt;br /&gt;deste sorriso&lt;br /&gt;de um menino&lt;br /&gt;que já velho se tornou.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Dec 2008 15:24:26 +0200</pubDate>
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      <title>Declaro - JB</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=64539</link>
      <description>Declaro-te o meu amor,&lt;br /&gt;crio em ti o colo,&lt;br /&gt;onde me recolho&lt;br /&gt;e sossego,&lt;br /&gt;porque sorriste&lt;br /&gt;quando te disse  amo-te.&lt;br /&gt;Nos meus olhos&lt;br /&gt;soltou-se o brilho&lt;br /&gt;das auroras &lt;br /&gt;resplandecentes&lt;br /&gt;e os meus braços&lt;br /&gt;são pontes novas, abertas&lt;br /&gt;para que as margens se beijem&lt;br /&gt;interminavelmente.&lt;br /&gt;Também te amo - &lt;br /&gt;respondes&lt;br /&gt;e beijas-me,&lt;br /&gt;tocas-me, possuis-me&lt;br /&gt;e no nascer de mais um momento&lt;br /&gt;feliz.&lt;br /&gt;reclamas de mim&lt;br /&gt;a vontade de  nos querermos&lt;br /&gt;de reentregar&lt;br /&gt;e entender&lt;br /&gt;o quanto é bom&lt;br /&gt;sabermos&lt;br /&gt;amar.&lt;br /&gt;E na simplicidade&lt;br /&gt;dos mortais sem pressa,&lt;br /&gt;assim permanecemos, sem mais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 19 Dec 2008 15:22:58 +0200</pubDate>
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