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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Fri, 24 May 2013 01:30:59 +0200</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Beijo  - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Beijo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o beijo arde no céu da boca,&lt;br /&gt;mistura poética e prosa,&lt;br /&gt;à realidade, paixão e amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;navega através e entre,&lt;br /&gt;a parte central do peito,&lt;br /&gt;e o finalzinho do ventre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quebra do mar a resistência,&lt;br /&gt;arrebenta e dá consistência,&lt;br /&gt;às ondas e chamas do querer...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 23 May 2013 22:22:04 +0200</pubDate>
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      <title>No Supermercado - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;No Supermercado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não havia jeito: ou me aventurava ir ao supermercado comprar alimentos ou minha família passaria fome a partir do dia seguinte. Como quase sempre me meto em situações embaraçosas quando vou às compras, me prepararei psicologicamente, fiz exercícios respiratórios e fui para loja como quem vai para guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No local, como de costume, eu peguei um carrinho de dois andares. Dirigi nos corredores com a máxima atenção. Em rápidos &amp;quot;pit stops&amp;quot; retirava das prateleiras os gêneros de meu interesse e os arrumava no carrinho. Feliz por tudo estar bem, sorria satisfeita comigo mesma... Até bater numa gôndola cheia de sabonetes em promoção e derrubar centenas deles ao chão. Um fiscal que me seguia falou solícito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sem problema, senhora!Vou chamar um funcionário para arrumar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Er... Obrigada! Disse com um sorriso amarelo e a cara mais vermelha que um morango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como uma criminosa pega em fragrante delito sai em disparada. Só parei com o estrondo do baque com o carrinho a minha frente.... Um senhor de meia idade, calvo e de bochechas redondas berrou furioso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A senhora avançou a preferencial!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como assim? Indaguei tonta com aquela situação. Onde está o farol ou placa que diga que não foi o senhor que avançou a preferencial?&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;- Mulheres! Santo Cristo!Todo mundo sabe: quem vem no corredor mais largo e central entre as gôndolas tem preferência sobre quem vem pelos corredores mais estreitos!A senhora devia ter parado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu não sabia disso!Vai ver que perdi a aula de trânsito dentro de supermercado, quando fui tirar a carta pra dirigir carrinhos de mão... Retruquei rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Senhora, está sendo irônica e tentando diminuir sua culpa! Exaltou-se o homem, quando o fiscal que me seguia interveio. Perguntou se alguém tinha se machucado. Como ambos afirmamos que não, pediu-nos que continuássemos nossas compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parti a feirinha para pegar frutas, verduras e legumes. Deixei meu carrinho estacionado fora, para evitar esbarrar em outros compradores. Escolhi, pesei, apus minhas compras arrumadinhas. Seguia em frente rumo ao caixa quando fui abordada por uma moça:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe!A senhora está com meu carro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Hain?Seu carro? Interroguei com espanto. Aqui estão todas as minhas coisas, moça!  Com as mãos fui mostrando alguns itens: o meu melão, os meus tomates, as minhas cenouras, o meu bebê... Ei! Eu não comprei bebê! Gritei assustada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moça rindo disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não!A senhora não comprou essa bebê, por que a cegonha me deu ela há três meses!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Que vergonha!Mil perdões!Por favor, eu não sou sequestradora, não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Percebi!Basta à senhora devolver o carrinho que está tudo bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigada!Não sei como essas coisas acontecem comigo, moça!Respondi agradecida e balançando a cabeça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu sei disse o fiscal com o meu carro nas mãos. Aqui estão suas compras! Por isso que não desgrudo os olhos da senhora quando vem aqui... Acrescentou rindo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 22 May 2013 22:20:42 +0200</pubDate>
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      <title>Memórias de Uma Insana VI - Catatonia - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Memórias de Uma Insana VI - Catatonia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minhas lembranças sobre o período que passei contida (braços e pernas amarrados) na ala quatro do manicômio são tão nubladas quanto às de toda a minha vida antes de ir para lá. É tudo encoberto por uma confusão de névoas e véus que não consigo precisar o que foi real ou partiu da minha imaginação doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naqueles dias eu fiquei por tempos com a sensação de estar suspensa do chão. Estática, na mais profunda escuridão, que deve ser pior que a verdadeira cegueira.Abria os olhos. Chegava a esbugalhá-los na vã tentativa de enxergar algo. Mas, a impressão que eu tinha quando olhava para cima era de quilômetros de negrume que deviam ir além dos limites do universo conhecido, e, se olhava para baixo era como se estivesse suspensa sobre um abismo sem fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As semanas passavam. Como um vegetal, no silêncio que não quebrava nem para conversar com o doutor, eu via os acontecimentos relacionados a mim como pelos olhos de outra pessoa: os banhos no leito com esponjas, a medicação que me injetam nas veias, a alimentação que empurravam pela sonda que ia do meu nariz até o estômago e nada daquilo me dizia de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente - ainda parada e suspensa na sensação de acima infinito e abaixo poço sem fim - senti uma grande mão que me balançava de um lado para o outro como se eu fosse uma rede estendia ali pelo acaso. O balançar que no início era lento e agradável foi acelerando mais e mais, até que ficou tão depressa como um carrossel desgovernado. Em pavoroso desespero eu abri os olhos e gritei: - Socorro! Então percebi que estava no quarto acolchoado do isolamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sorte o doutor estava ao meu lado. Sorriu com a calma que lhe era peculiar e disse:&lt;br /&gt;- Bem-vinda moça! Você saiu da catatonia!Ele era um homem muito bom e cria na minha cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 20 May 2013 16:48:50 +0200</pubDate>
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      <title>Sobre o Que Aprendi da Vida - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Que Aprendi da Vida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aprendi da vida ela não me ensinou. Aprendi de ver, sentir, cheirar, tocar... Através do desbotar das cores lavadas pelas lágrimas e da pintura a óleo e ar do sorriso. Não a vida não me ensinou nada: eu que aprendi na marra e no murro! No viver em cima da navalha, no corte com sangue e nas cicatrizes indeléveis. Nos caminhos e atalhos dos pensamentos. Nos momentos que não vivi, mas sonhei. Nos que vivi e foram pesadelos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não me digam nem perguntem da vida! Porque ela nunca me teve. Eu que a tive a meu modo esquisito de levá-la na dança, neste baile deslumbrante, cheio de prazeres em voos de trocas de pernas. Nos saltos a riscar o chão. Nos tropeços e pisar de pés sem tempo de tomar chá de cadeira. Aproveitá-lo até que o salão fique escuro sem nenhum ruído. Até que o silêncio cubra tudo com seu manto de veludo roxo, sob um véu branco, abaixo do tampo de vidro rodeado de madeira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 May 2013 16:55:35 +0200</pubDate>
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      <title>Presente de Grego - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Presente de Grego &lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente a vida ia para trás. A pimenta-do-reino não dava mais lucro. fregueses sumiram da loja de ferragens. O carro (sem seguro) destruído após um acidente e o Banco a pressionar o pagamento do empréstimo... Além disso, uma doença em cima da outra se alastrava feito praga sobre o casal e seus descendentes. Zé da Pimenta perguntava o porquê dessa sucessão de fatos negativos, quando Cora resolveu apelar para Dona Dica, poderosa vidente e benzedeira do lugar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensitiva ao entrar na casa percebeu havia algo malévolo. Acendeu velas e incensos de alecrim. Tomou galhos bem verdes de arruda nas mãos, e, após molhá-los em água benta, aspergia em cruzes a e orava em cada canto da casa. Por fim indagou se algum morador ganhara de presente uma planta. Cora lembrou que há anos recebera como mimo pequeno vaso cor de abóbora com uma plantinha. Conforme a instrução que lhe foi dada, plantou-a com vaso e tudo no quintal. No momento era viçosa árvore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meia noite. Lua cheia. Em torno do vegetal no quintal, Dona Dica e os donos da casa de mãos dadas oravam em voz alta. A benzedeira mandou Cora abraçar a árvore e arrancá-la do chão. A pobre mulher chorava que era impossível. A maga ordenava aos gritos: tenha fé, nada é impossível entre o céu e a terra! Cora atracou-se no tronco com toda da força do seu ser e começou puxar para cima. Na terceira tentativa ela levantou a árvore, que imediato transformou-se num ser demoníaco a berrar: NÃÃÃÃOOO!Assustada, a mulher atirou aquele desprezível fardo de suas mãos no fogo onde foi destruído. A paz e a bonança voltou ao seio daquela família.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 05 May 2013 23:12:09 +0200</pubDate>
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      <title>Flor do Mal - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Flor do Mal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flor do mal é o homem,&lt;br /&gt;Ópio do amor feminino,&lt;br /&gt;Deus tecelão de prazer e dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salivas, suores, cheiros,&lt;br /&gt;Sêmens, palavras e chaves,&lt;br /&gt;Conduzem ao alto paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Homem das minhas perplexidades,&lt;br /&gt;Saudades inúteis e inacabadas,&lt;br /&gt;Salivas, sêmens, suores e cheiros,&lt;br /&gt;Corres dentro e ao redor de mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acomoda-te e chora exangue,&lt;br /&gt;Lágrima e sangue: a flor do mal!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 04 May 2013 02:11:48 +0200</pubDate>
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      <title>Quando me puxaram dos pés o tapete... - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quando me puxaram dos pés o tapete...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me equilibrei nas minhas pernas trêmulas o quanto pude, pois já tenho problemas de cóclea, por disfunção cerebelar e me falta juízo na hora de julgamentos e linchamentos públicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não derramei uma lágrima aos senhores meus superiores, preferi banhar-me num igarapé de águas turvas cheio de boiúnas, que às vezes têm mais compaixão pelos seres humanos que seus pares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispensei o beija-mão de praxe dos aduladores e as lambidas piedosas dos cães sobre as minhas feridas. Sei que eles mordem as mãos que os afagam e desde menina tenho cinofobia: fui perseguida por um cão raivoso e por ser ainda uma flor da praia e não o cacto do deserto que sou hoje eu não soube me defender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos me viraram as costas. Se pudessem me lançariam às catacumbas. Temiam que a lepra das minhas palavras, o câncer dos meus versos e a gripe aviária dos meus pretensiosos poemas pudesse causar-lhes males maiores que seus próprios sentimentos.As autopiedades, identidades sexuais mal resolvidas, além do aliciamento de quem lhes tomasse a voz e falasse em seu nome, como se mudos e pobres injustiçados não pudessem expor ao mundo que também têm como todos os humanos um lado B.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixei de confiar em quem derrama muitas lágrimas e é sempre vítima (sem saber o porquê) de ataques desagradáveis e injustiças sem nome. Quem do coração exala sempre flores de amor ou desilusão e pela boca vomita maledicência e joga as pessoas umas contra outras. Segundo minha secretária que é espírita, elas têm resgates de vidas passadas a cumprir.Tudo é merecimento para o crescimento em direção à luz, que desconheço qual seja por eu ser ainda um espírito muito atrasado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me puxaram o tapete dos pés eu não cai de cara no chão, por que pulei e como uma gata eu segurei com força no lustre do teto. Depois me ri deliciada, pois no fundo acho um grande barato ser vista e tida vilã. Nunca gostei mesmo das mocinhas nos filmes!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 May 2013 23:32:19 +0200</pubDate>
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      <title>FIB II - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fez&lt;br /&gt;Do &lt;br /&gt;Sorriso,&lt;br /&gt;O bom filho,&lt;br /&gt;Parido na dor,&lt;br /&gt;Ao perder o seu grande amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VII&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É&lt;br /&gt;Flor&lt;br /&gt;Nascida,&lt;br /&gt;Pelo acaso,&lt;br /&gt;Na planta do pé,&lt;br /&gt;Homem chutado por mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VIII&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu &lt;br /&gt;Bem&lt;br /&gt;Você&lt;br /&gt;Nunca diga,&lt;br /&gt;Que tudo foi engano,&lt;br /&gt;Deixe-me pensar que É amor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IX&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz&lt;br /&gt;Falta&lt;br /&gt;O beijo:&lt;br /&gt;Despedida,&lt;br /&gt;Que não quis te dar,&lt;br /&gt;E agora não posso beijar...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 30 Apr 2013 13:45:42 +0200</pubDate>
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      <title>Cântaro de Letras - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Cântaro de Letras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebo, bebo e não sacio a sede,&lt;br /&gt;As letras escoam-me nas mãos,&lt;br /&gt;Em cristalinas palavras na Rede,&lt;br /&gt;Derramo poemas entre os vãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São coloridas tintas na parede,&lt;br /&gt;Do cântaro da minha imaginação,&lt;br /&gt;Que tingem do negro ao verde,&lt;br /&gt;Versos que derramam no chão...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 28 Apr 2013 22:13:41 +0200</pubDate>
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      <title>Alguns Poetrix - Betha Mendonça</title>
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      <description>&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Alguns Poetrix&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;by Betha Mendonça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lábios&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abertos,&lt;br /&gt;Úmidos:&lt;br /&gt;Beijem-me!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mãos Amigas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor e cura, &lt;br /&gt;Afastam o sofrer,&lt;br /&gt;E acalantam ternura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maluca &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebo as flores do copo&lt;br /&gt;E jogo fora a água:&lt;br /&gt;Nada é mais natural!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Brincadeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macios travesseiros.&lt;br /&gt;Anjinhos travessos,&lt;br /&gt;Espalham nuvens no céu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Amor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrela cadente,&lt;br /&gt;Iluminas a tantas,&lt;br /&gt;E escuro meu céu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 25 Apr 2013 02:21:43 +0200</pubDate>
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