<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0">
  <channel>
    <title>Luso-Poemas</title>
    <link>http://www.luso-poemas.net/</link>
    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Mon, 20 May 2013 14:54:01 +0200</lastBuildDate>
    <docs>http://backend.userland.com/rss/</docs>
    <generator>XOOPS</generator>
    <category>General</category>
    <managingEditor>admin@luso-poemas.net</managingEditor>
    <webMaster>admin@luso-poemas.net</webMaster>
    <language>pt</language>
        <image>
      <title>Luso-Poemas</title>
      <url>http://www.luso-poemas.net/images/logo.gif</url>
      <link>http://www.luso-poemas.net/</link>
      <width>144</width>
      <height>80</height>
    </image>
            <item>
      <title>Meandros - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248017</link>
      <description>&lt;em&gt;Quis teu corpo meigo de doçura&lt;br /&gt;Em tua boca procurei um abrigo&lt;br /&gt;Para conforto nas noites escuras&lt;br /&gt;Longe dos olhares e dos perigos,&lt;br /&gt;Próximo dos prazeres proibidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis beber do teu liquido lácteo&lt;br /&gt;Das substancias odorosas e melífluas&lt;br /&gt;Quis beber da tua poderosa língua&lt;br /&gt;Para depois repousar nos teus braços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis me aliviar dos meus cansaços&lt;br /&gt;Por isso em ti procurei meu sustento&lt;br /&gt;Sonhei milhares de sonhos de ventos&lt;br /&gt;Que dissolveram meus sonhos pelo espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis teu leito e teus dedos vermelhos&lt;br /&gt;Como quis te amar em noites de luar&lt;br /&gt;Tendo a relva e os anjos para testemunhar&lt;br /&gt;Os teus seios me servindo de travesseiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quis tudo isso e, acredite, muito mais.&lt;br /&gt;Porém o teu amor não corria para meu oceano.&lt;br /&gt;Era apenas um rio efêmero e fugaz,&lt;br /&gt;Repleto de cascatas, de falhas e... Meandros!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 19 May 2013 22:01:21 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248017</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>Rainha-Mulher - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248006</link>
      <description>&lt;em&gt;Ô, flor amada em brumas tecidas,&lt;br /&gt;Pluma colorida de tantos veludos,&lt;br /&gt;É você meu refúgio santo e seguro&lt;br /&gt;Leito tenro onde descanso da vida!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria tanto te levar em redemoinhos&lt;br /&gt;De aquarelas pelo céu vasto e azulado,&lt;br /&gt;Pelas praias de manhã passear contigo,&lt;br /&gt;Dormir aninhado em teus alvos braços!...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ô, flor amada em brumas nascidas,&lt;br /&gt;Luz branca em covas cavernosas,&lt;br /&gt;De beleza tanta que te invejam as rosas,&lt;br /&gt;De graça mágica que até a natura te imita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba que faz morada boa em mim&lt;br /&gt;É você que vejo defronte ao espelho&lt;br /&gt;É você que mantém meu fogo aceso&lt;br /&gt;Num amor gostoso, morno e sem fim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso e por mais te quero tanto.&lt;br /&gt;Nunca senti um amor assim tão forte&lt;br /&gt;Que me acoberte com asas de um anjo&lt;br /&gt;Me protegendo dos vales da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois a vida sem você não pode ser vida&lt;br /&gt;A morte eu engano se aqui não estiver&lt;br /&gt;Amar-te-ei insano em cama argentina&lt;br /&gt;E lá te farei para sempre minha rainha&lt;br /&gt;Só minha... Rainha-Mulher!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 19 May 2013 20:32:48 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=248006</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>Desejos De Ilhas - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247909</link>
      <description>&lt;em&gt;Sempre guardei em mim, desde criança,&lt;br /&gt;A herança que hoje deixo para minhas filhas:&lt;br /&gt;Há mais semelhanças entre Crusoé e Sancho Pança&lt;br /&gt;Do que possa sonhar nossos vis desejos de ilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois nossa imaginação, voando a mais de milhas&lt;br /&gt;e milhas por hora, lança nossos ideais feito lança&lt;br /&gt;Pontiaguda por terras novas, por desconhecidas trilhas,&lt;br /&gt;Lembrança de que no fundo da caixa repousa a Esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quebrante todos os elos! Liberte-se desta armadilha!&lt;br /&gt;A perseverança é presságio e bom agouro de bonança.&lt;br /&gt;Erga a clave forte que no horizonte uma nova estrela brilha!&lt;br /&gt;Vai que quem acredita pode tardar, mas sempre alcança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erga uma nova bandeira! Derrube as outras &amp;quot; Bastilhas&amp;quot;!&lt;br /&gt;Mova o mundo com um ponto de apoio e com uma alavanca&lt;br /&gt;Pois há mais semelhanças entre Robson Crusoé e Sancho Pança&lt;br /&gt;Do que possa imaginar nossos desejosos sonhos de Ilhas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 17 May 2013 22:43:27 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247909</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>Moça Bonita - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247625</link>
      <description>&lt;em&gt;Moça dos olhos adocicados&lt;br /&gt;Da boca formato um coração&lt;br /&gt;Meus olhos por ti enamorados&lt;br /&gt;Imploram-te um pouco de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moça dos cabelos compridos&lt;br /&gt;Do vestido formoso de chita&lt;br /&gt;Queria tanto passear contigo&lt;br /&gt;Pelos prados em margaridas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria te elevar pelas alturas&lt;br /&gt;Em vôos suaves e fantásticos&lt;br /&gt;Em momentos lúdicos e mágicos&lt;br /&gt;Banhar nossos corpos de lua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria te levar em mil devaneios&lt;br /&gt;Arrebatar teu corpo pela estratosfera&lt;br /&gt;Vadiar por todos os recantos da terra&lt;br /&gt;Para depois morrer feliz em teus seios!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moça bonita dos olhos adocicados&lt;br /&gt;Dos cabelos rebeldes e compridos&lt;br /&gt;Sou eu o teu amor, teu poeta e amigo&lt;br /&gt;Aquele que te chama, que te ama calado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moça dos beijos sedosos e molhados&lt;br /&gt;Do vestido babado, formoso e de chita&lt;br /&gt;Diga que serei só eu o teu namorado&lt;br /&gt;Aqui na terra ou além, noutra... Vida!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diga!&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 12 May 2013 23:22:01 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247625</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>Olhos Tais... - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247570</link>
      <description>&lt;em&gt;Fulgem em meus olhos tantos e tais&lt;br /&gt;(Como que se fossem feitos de mil metais)&lt;br /&gt;O brilho do amor que trago por dentro&lt;br /&gt;Que o brilho do sol se torna mui pequeno&lt;br /&gt;E meu amor o maior de todos os animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto fragrâncias deliciosas, tantas e tais,&lt;br /&gt;Que queimam o meu corpo variados incensos&lt;br /&gt;Os vapores que emito são tão densos e intensos&lt;br /&gt;Que abalam as estruturas duvidosas dos cristais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ardem em mim fogos fabulosos e multicoloridos,&lt;br /&gt;Queimam, em brasas, o meu corpo tantos incensos&lt;br /&gt;Que mesmo que me invadam mais de mil e um rios&lt;br /&gt;Não seriam refrigerantes do sol que trago por dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resplandecem em meus olhos tantos e tais                                                                                       &lt;br /&gt;Como que se fosse feito de mais de mil metais&lt;br /&gt;Uma vontade louca de ser novamente menino&lt;br /&gt;E de hora para outra de ser apenas um passarinho&lt;br /&gt;Vontade de me livrar desse desejo ferino e estranho&lt;br /&gt;Que move todo meu ser e os meus olhos castanhos&lt;br /&gt;Em cantos sem encantos e sem nenhum encantamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo sereno e pequeno mundo mudo...&lt;br /&gt;Como aquela multicolorida borboleta&lt;br /&gt;Que pelos ares baila, e, feliz, pompeia&lt;br /&gt;Sem procurar pela riqueza ou felicidade&lt;br /&gt;Pois a Natureza é a mãe sábia da Verdade&lt;br /&gt;E furta de uns o que a outros dá por cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso&lt;br /&gt;Fulgem em meus olhos tantos e tais&lt;br /&gt;Por isso&lt;br /&gt;O brilho do sol se torna muito pequeno&lt;br /&gt;E o meu amor o maior de todos os animais!&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 11 May 2013 23:46:43 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247570</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title> A Flor Do Maracujá - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247433</link>
      <description>&lt;em&gt;Venha cálida e &amp;quot;caliente&amp;quot;&lt;br /&gt;Só para ver o quê que há.&lt;br /&gt;Sinta o suor na semente&lt;br /&gt;Desabrochando em flôr&lt;br /&gt;Do maracujá...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha sorrisos e sorridente,&lt;br /&gt;Com os dentes de marfim e aljôfar,&lt;br /&gt;Que hoje eu te trago presentes:&lt;br /&gt;Flores, incensos e almíscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha lenha verde aquentar a minha pira&lt;br /&gt;Trouxe-te rendas, ramalhete de rosas,&lt;br /&gt;Chinelas chinesas, sandálias  de safira,&lt;br /&gt;Ervas vaporosas e pedras preciosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venha pérola do oriente sem retoque,&lt;br /&gt;Com os braços e mãos da Vênus, a sorrir;&lt;br /&gt;Um suave serafim do germânico Klopstock&lt;br /&gt;Feito uma fada encantada de Shakespeare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas venha logo neste-instante-agora-e-já.&lt;br /&gt;Antes que se vá o rei-sol-dos-cabelos-ardentes.&lt;br /&gt;Aguarda-te as rendas, as rosas, os presentes:&lt;br /&gt;A almíscar, as sandálias, a flor do maracujá...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 May 2013 16:17:14 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247433</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>Eu Pensei Que... - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247327</link>
      <description>&lt;em&gt;Pensei que eu era o seu preferido&lt;br /&gt;O seu sol diamante de primavera;&lt;br /&gt;Pensei que era mais que um amigo&lt;br /&gt;Eu juro que eu pensei que eu era...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que eu podia ser o teu namorado,&lt;br /&gt;O seu sol flamejante do meio-dia;&lt;br /&gt;O poeta-preferido, o amante-amado;&lt;br /&gt;Eu juro que eu pensei que poderia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer parte da sua vida, da sua poesia,&lt;br /&gt;Para que, juntos, entre vales encantados,&lt;br /&gt;Possamos passear pelo mundo da fantasia&lt;br /&gt;Onde os sonhos são meninos e fantásticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu aqui, pensando em ser seu preferido,&lt;br /&gt;O seu sol diamante do meio-dia;&lt;br /&gt;Pensando em ser mais que um amigo&lt;br /&gt;Eu juro que pensei que eu poderia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 May 2013 23:01:53 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247327</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>A Última Flor Do Roseiral... - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247326</link>
      <description>&lt;em&gt;Colhi a última flor do meu roseiral&lt;br /&gt;Findou-se meu canteiro e jardim&lt;br /&gt;Não raia mais o sol no meu quintal&lt;br /&gt;Nem o sol que tenho dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo aqui é triste, anódino e incolor.&lt;br /&gt;O céu cinzento de estrelas isento&lt;br /&gt;Como está agora aquela última flor&lt;br /&gt;Que meus olhos veem se indo ao vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com ela se vai o perfume macio da rosa&lt;br /&gt;Em soluços chorosos fica o meu coração&lt;br /&gt;A vida se torna insípida, fria e inodora&lt;br /&gt;O dia diamante se torna plena escuridão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colhi a última flor do meu roseiral&lt;br /&gt;Findou-se meu canteiro e jardim&lt;br /&gt;Sobre meu canteiro, uma pá de cal&lt;br /&gt;Outra na cova que tenho em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 May 2013 22:34:30 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247326</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>Ode À Adelaide - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247263</link>
      <description>&lt;em&gt;Adelaide era  &amp;quot;milady&amp;quot; de pouca idade.&lt;br /&gt;Meia, para alguns, digamos que feia.&lt;br /&gt;Sobrevivia junto com a mãe e uma tia&lt;br /&gt;Construindo casas e castelos na areia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma andorinha querendo sair  pela vida,&lt;br /&gt;Alçar voo da Bahia, sair do pequeno vilarejo.&lt;br /&gt;Se via nos negros olhos acesos o desejo&lt;br /&gt;De cavalgar sem rédeas pelo planeta inteiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria ultrapassar os montes e as montanhas,&lt;br /&gt;Singrar as superfícies espumosas dos oceanos,&lt;br /&gt;Conhecer os Urais, os &amp;quot; Estates&amp;quot; , as &amp;quot;Espanhas&amp;quot;...&lt;br /&gt;Adelaide, um &amp;quot;Poço das Danaides&amp;quot; os seus planos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela queria sair a galope pelo planeta  inteiro&lt;br /&gt;Cavalgando veloz  um baio cavalo campolina&lt;br /&gt;Num dia azulado, uvas verdes, pela verde campina,&lt;br /&gt;No canto do acanto, de outeiro a outeiro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixemos Adelaide com seus devaneios.&lt;br /&gt;Quem um dia não quis galgar um morro, nu,&lt;br /&gt;Com uvas verdes, numa verde campina, dia azul,&lt;br /&gt;De canto a canto, de outeiro a outeiro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não guarda em si um Ícaro calado,&lt;br /&gt;Uma vontade de desbravar todo o mundo&lt;br /&gt;De uma só vez, na velocidade de um segundo?&lt;br /&gt;Não serei eu que irei lhe espantar os cavalos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai Adelaide, que dentro de ti arde um deus!&lt;br /&gt;Vai pela vida cavalgando pela florida campina&lt;br /&gt;Mesmo que não seja num cavalo campolina...&lt;br /&gt;Vai Adelaide! Se ninguém te chorar... Te Choro eu!&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 May 2013 00:31:24 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=247263</guid>
      <category></category>
    </item>
        <item>
      <title>&amp;quot;Fog&amp;quot; - Gyl</title>
      <link>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=246933</link>
      <description>&lt;em&gt;Ninguém ousa libertar um novo grito.&lt;br /&gt;No horizonte o astro-rei foi-se embora.&lt;br /&gt;Luzes bruxuleantes entram em conflito&lt;br /&gt;Com a noite veludosa que nasce lá fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chega a noite estrelada, densa e sem lua&lt;br /&gt;Algumas nuvens fofas, esparsas e vadias&lt;br /&gt;Fazem ser lágrimas as águas das chuvas&lt;br /&gt;Que caem tantas,  torrenciais e corredias...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tantas, torrenciais e corredias&lt;br /&gt;Lavando os beirais, telhados e ruas.&lt;br /&gt;Depois se vão, terrenas, efêmeras, fugidias&lt;br /&gt;Buscando grutas entre pedras porosas e nuas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem a madrugada fria, um &amp;quot;fog&amp;quot; vai entre brumas.&lt;br /&gt;Algo  se move, se  sacode ,  num eterno conflito..&lt;br /&gt;A névoa leitosa se esparrama parecendo espumas.&lt;br /&gt;Aqui dentro ninguém ousa libertar um grito...&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 May 2013 17:09:53 +0200</pubDate>
      <guid>http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=246933</guid>
      <category></category>
    </item>
      </channel>
</rss>