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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2026 08:18:52 +0000</lastBuildDate>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Marcar a partida de um vulto da língua portuguesa</title>
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      <description>Aprendi a gostar de ler, e principalmente escrever, com ele &lt;br /&gt;Adeus António Lobo Antunes</description>
      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 09:48:28 +0000</pubDate>
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      <title>Deus, por quê???</title>
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      <description>&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Não sei a quem escrevo. Se a alguém que não nasceu.&lt;br /&gt;Se a um silêncio que levou tudo.&lt;br /&gt;Se à vida que me deu um presente e depois o arrancou.&lt;br /&gt;Só sei que preciso falar, mesmo que ninguém me ouça.Não entendo. Não aceito. Não perdoo.&lt;br /&gt;Por que fizeram sonhar com o impossível, imaginar o sorriso, o cheiro, a risada,&lt;br /&gt;para depois deixar as mãos vazias?&lt;br /&gt;Por que deram esperança para depois cuspir no peito?&lt;br /&gt;Entre tantos sonhos, por que foi esse que escapa,&lt;br /&gt;o único capaz de reconstruir o que foi quebrado?Queria ter sentido o calor, o peso, o toque.&lt;br /&gt;Queria ter ouvido o choro que seria música.&lt;br /&gt;Queria saber se havia semelhanças, gestos, jeitos tortos.&lt;br /&gt;Queria ter sido porto seguro, refúgio, amor sem condições.Mas ficou o buraco.&lt;br /&gt;Um vazio no peito, um berço ausente, um eco que repete, noite após noite:&lt;br /&gt;“Por quê? Por quê? Por quê?”Falam de propósito.&lt;br /&gt;Mas que propósito conforta quem chora no escuro, segurando um nome que não pode chamar?&lt;br /&gt;Que propósito acalenta quem carrega um corpo sem rastro, sem futuro?Rasga a raiva, a dor, o desamparo.&lt;br /&gt;Cada lágrima é uma faca, cada oração um soco no ar, cada noite um naufrágio.&lt;br /&gt;A fé escapa como areia que se desfaz nas mãos,&lt;br /&gt;o sentido se esconde além de muros inalcançáveis.&lt;br /&gt;Se existe um Deus, parece cruel.&lt;br /&gt;Se existe sentido, não é para todos.Mesmo assim, a busca permanece —&lt;br /&gt;um cheiro no vento, uma mão no escuro,&lt;br /&gt;qualquer sinal de que não foi em vão.&lt;br /&gt;Mas o que vem é silêncio.&lt;br /&gt;Silêncio, e um amor impossível que rasga e mantém de pé,&lt;br /&gt;mesmo quando tudo parece desmoronar.Não sei se um dia haverá perdão.&lt;br /&gt;Não sei se haverá entendimento.&lt;br /&gt;Só sei que enquanto houver respirar, haverá memória, existência, presença.&lt;br /&gt;Nem que seja só aqui, dentro.&lt;br /&gt;Com raiva, dor e amor,&lt;br /&gt;quem escreve com amor seu pai[...] &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 04 Oct 2025 22:27:10 +0000</pubDate>
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      <title>QUEM MATOU SALOMAS SALINAS? - II</title>
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      <description>Resolvemos cortar o caminho e fomos zigzagueando entres as pessoas na beira da calçada. Nada fazia sentido, apenas a vontade de vê-lo pela última vez. Karl emudecido, a minha cabeça estourava de tanto refletir como as coisas acontecem de maneira irreversível, com a morte nos espreitando pacientemente até o bote final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai dele era judeu de Smirna na Turquia e a mãe uma enfermeira brasileira, filha de um velho calafate marítimo da Praia do Desterro, que morava atrás da igreja e todos finais de semana ia fazer-lhe a abarba e aparar o cabelo do avó.&lt;br /&gt; - Orgulho-me de ser judeu-brasileiro. Uso kipá nas sinagogas quando estou no Rio de janeiro e respeito e sigo as leis do Talmud e sou circuncisado.&lt;br /&gt; Uma tarde, depois de ler “O Complexo de Portnoy” de Roth perguntei-lhe o que era um bar-mitzváh. Explicou-me que era uma espécie de rito de passagem entre a adolescência para a maioridade.&lt;br /&gt; Certa vez muitos anos atrás nos encontramos casualmente a noite na escura Rua Jacinto Maia, entre a Rua Afonso Pena e a da Rua da Palma.&lt;br /&gt; - Estou armado com um trinta e oito carregado, pronto para disparar em qualquer safado que vier com saliência comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu peixe, inaugurei o meu bar lá na garagem. Vamos lá fazer um lanche – era uma manhã de segunda-feira, bem cedo, apareceu todo contente na oficina – Mas antes vamos no mercado grande fazer umas comprar para o almoço – Era a realização de seu sonho, ter seu próprio negócio, pena que não durou muito tempo, devido um contratempo domestico com Dona Encrenca e a sociedade foi desfeita entre tapas, quebras das louças e a  retirada forçada para um exilio em Alcantara.&lt;br /&gt; - Meu peixe, comprei um terreno na entrada da cidade, onde vou montar um hotel-pousada restaurante para turistas e o pessoal da base aérea – disse-me todo confiante duas semanas depois do triste incidente.&lt;br /&gt; - Seu Raimundo, o senhor já comeu ostras? – perguntou-me num domingo a tarde na praia do Caolho e fazia um bonito sol, bar quase deserto.&lt;br /&gt; - Não ´respondi timidamente.&lt;br /&gt; Chamou o humilde vendedor de ostras, que prontamente postou-se diante de nossa mesa onde sorvíamos uma segunda garrafa de cerveja. Devoramos varias delas com limão.&lt;br /&gt; - E ai, meu peixe, gostou? Não é bom?&lt;br /&gt; Concordei com um aceno de cabeça. O mar calmo, as ondas quebravam nas areais estava enchendo. O mesmo mar, a mesma praia que uma manhã ensolarada de um domingo ceifá-lo-ia bruscamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo encontro foi numa noite em 1985 na Rua Afonso, esperava uma namorada que trabalhava num jornal.&lt;br /&gt; - Ei! Rapaz! – cumprimentou-me cordialmente ao reconhecer-me – Como vai? – Estendeu a mão – Ainda moras aqui?&lt;br /&gt; Naquela época eu ainda residia com meus pais na velha casa grande da Rua Afonso pena, onde nasci e me criei.&lt;br /&gt; - Sim – confirmei e apertamos as mãos e caminhamos juntos até o canto da Travessa da Lapa.&lt;br /&gt; - Tu não conhece ninguém que tem uma ‘besteira’ para vender?&lt;br /&gt; Salomas era um cara bacana, extrovertido – dirão todos os seus conhecidos que tiveram a oportunidade de partilhar um bom ‘baseado’. Inteligente e hábil com as palavras, em poucos segundos angariava sua amizade e sinceridade e se fosse da ‘politica’ ainda era melhor. Conhecia e discorria qualquer assunto, mas agricultura e o paraquedismo era as suas paixões&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 03 Sep 2025 20:10:47 +0000</pubDate>
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      <title>Vó</title>
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      <description>Como é difícil lidar com a morte, quando a única certeza que temos é que nascemos e morremos em algum momento.&lt;br /&gt;Difícil entender como alguém que amamos tanto acaba partindo e levando com ela, o nosso coração. &lt;br /&gt;Quem diria que perder uma avó te causaria um dor imensurável, vó era pra ser para sempre, mais o sempre , ele sempre acaba, e sai fazendo uma devastação tão grande dentro do peito, que até o mais simples sorriso se torna algo doloroso.&lt;br /&gt;Olhamos para o céu em uma indignação como se de algum jeito procurássemos respostas, mais dói, porque vó é o parque de diversões de qualquer criança e adulto, é o aconchego mais perfeito, é o amor que não se mede, é uma definição indefinida.&lt;br /&gt; Meu maior agradecimento na vida, é o amor que recebi que um anjo que Deus me enviou, a minha vó, que tanto me amou, e dedicou anos para me cuidar, e cuidar de todos, e hoje, sua falta é a que mais me dói.&lt;br /&gt;Amarei sua vida, suas conquistas, o ser humano incrível que você foi.</description>
      <pubDate>Fri, 15 Aug 2025 14:23:45 +0000</pubDate>
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      <title>A dor do imigrante</title>
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      <description>&lt;object width=&#039;350&#039; height=&#039;350&#039;&gt;&lt;param name=&#039;movie&#039; value=&#039;https://www.youtube.com/v/3AbE6gO9yc4&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#039;wmode&#039; value=&#039;transparent&#039;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&#039;https://www.youtube.com/v/3AbE6gO9yc4&#039; type=&#039;application/x-shockwave-flash&#039; wmode=&#039;transparent&#039; width=&#039;350&#039; height=&#039;350&#039;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;Não é o “vai pra tua terra” de todos os dias,&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É lembrar dos abraços deixados pra trás&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É sentir a falta do cheiro da terra que lhe viu nascer&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É quando ouvir a voz da mamã doutro lado da linha&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É quando o papai diz sentir falta do seu abraço&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É quando ouvir do lado de lá, seu irmão dizer&lt;br /&gt; “ Por aqui está tudo bem” e você saber que do lado de lá&lt;br /&gt;Só existe miséria, fome e opressão&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É quando souber da morte dum familiar,&lt;br /&gt;E a distância adiar abraços de condolência&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É a falta do até amanhã das pessoas queridas&lt;br /&gt;A dor do imigrante&lt;br /&gt;É saudade amarrada às lembranças&lt;br /&gt;Que trazem ao presente, tempos vividos&lt;br /&gt;No calor da proximidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Adelino Gomes-nhaca</description>
      <pubDate>Fri, 05 Jul 2024 13:06:13 +0000</pubDate>
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      <title>Ser forte </title>
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      <description>A gente acha que é forte, tenta ser forte, tenta fingir que está tudo bem, mas sua mente, seu corpo está gritando por socorro.&lt;br /&gt;Tem dias que está &quot;tudo bem&quot; e tem dias que você só quer sair correndo e se &quot;esconder&quot; do mundo e fingir que não existe.</description>
      <pubDate>Tue, 02 Jul 2024 11:44:46 +0000</pubDate>
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      <title>Acqua toffana</title>
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      <description>O seu verbete manso chega profissional, quase imperceptível.&lt;br /&gt;Toma as mesas, os dias que correm com ou sem movimento.&lt;br /&gt;Aparece à companhia, junta-se aos desconhecidos, e na sutilidade acha espaço.&lt;br /&gt;Ingere sem querer, sorri sem perguntar, se esforça e cabe.&lt;br /&gt;Cabe numa lacuna aberta, são os ouvidos que faltavam, o riso preenchido, a companhia de ingestão de todas as possibilidades. É companhia das experiências mas não o par.&lt;br /&gt;Confusão, afinal o invisível tem o que posso tudo ver, tatear e ouvir, mas não volta. É um gripo que ecoa, recua.&lt;br /&gt;Obstinação ininterrupta, a ciranda continua, agora em gotas, preenche os ouvidos com polidos questionamentos, preenche o copo cautelosamente. Regozija à confecção de estrelados e pontiagudos apontadores de imperfeição.&lt;br /&gt;Espera a morte, e verá. &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 25 May 2024 15:12:07 +0000</pubDate>
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      <title>O Espanto Geral</title>
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      <description>Na Galáxia Acidental, as moléstias multiplicavam-se à vontade, na cintura social do cêntimo invertido, da província, milénios-luz depois do desaparecimento da humanidade.&lt;br /&gt;Os robots profissionais, do empecilhamento de caminho, não desistiam de sua maléfica intenção, desde os primórdios da navegação.&lt;br /&gt; Não desperdiçavam uma ocasião, para soltarem os seus maus instintos, direcionados às relheiras do bom sucesso do prejuízo. &lt;br /&gt;O bem-estar do bando desprezível, dependia e elevava-se em proporção direta, ao mal-estar infligido, à vítima escolhida pelos tenebrosos cérebros, emprenhados pela iniquidade.&lt;br /&gt; O espanto geral partilhado pela robótica de tal sucesso infinito, pasmava os supremos mestres, e os mestres dos supremos.&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 16 Feb 2024 08:07:19 +0000</pubDate>
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      <title>PANZER, UM FINAL DIFÍCIL </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=369240</link>
      <description>PANZER, UM FINAL DIFÍCIL &lt;br /&gt;Fui o veterinário do Panzer, um fila brasileiro, desde 2 meses de idade, foi um cão magnífico para a raça! Desde novinho já mostrava uma paixão avassaladora pela Izaura, sua tutora; imaginem que para dormir o marido dela tinha que pedir autorização ao Panzer para deitar, já que a fera dormia ao lado da cama; quando vinha ao meu consultório para tomar vacinas, depois de adulto, só conseguia fazer o meu trabalho depois que a Izaura falava alguma coisa no ouvido do Panzer, nunca me contou o que falava pra ele. Sempre foi um cão muito saudável, mas o tempo foi passando, passando e com 12 anos sofreu, num tombo, uma fratura grave da coluna lombar; a partir daí não conseguiu mais andar. A Izaura  tinha que arrastar o Panzer, para fazer sua higiene, um cão de aproximadamente 50 kg, já que fazia suas necessidades onde estava deitado. Isaura já tinha mais de setenta anos, essa tarefa era extremamente ingrata para ela e a cada dia que passava sua saúde ia ficando debilitada, por causa desse esforço em cuidar do cão, não admitia a hipótese da eutanásia; vendo esse problema  resolvi ligar para o filho dela, que era militar e trabalhava em Brasília; expliquei para ele toda a situação e que havia chegado a hora de tomar uma medida triste, mas no caso necessária, já que o Panzer não ia mais andar  e ia ter uma vida miserável daí pra frente. E que a mãe dele poderia vir a morrer, devido ao esforço de cuidar do Panzer e que no dia seguinte de sua morte, fariam a eutanásia do cão. O filho veio de Brasília e conseguiu convencer a mãe da necessidade de se tomar aquela atitude, já o que o Panzer não merecia aquele padecimento. Não coube a mim proceder a eutanásia, por motivos sentimentais, me senti impedido de fazê-lo.&lt;br /&gt;     Alguns meses depois Izaura, entra no meu consultório com um cãozinho, já adulto, mas bem pequeno, pesava uns 3 kg.&lt;br /&gt;- Vou cuidar deste aqui, não sei viver sem um cachorro me atormentando. E ele é pequeno posso levá-lo onde eu for; se acontecer com ele o que aconteceu com o Panzer, não precisarei fazer com ele o que fiz com o Panzer, ele é pequeno dá para eu cuidar sem maior esforço. – Disse isso com um misto de tristeza e alegria no olhar.&lt;br /&gt;11/11/2021&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 16 Sep 2023 00:16:54 +0000</pubDate>
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      <title>Dois homens em trajes branco</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=367994</link>
      <description>Em uma visão noturna,fui transportado em espírito a uma sala onde vi dois homens em trajes branco,realizando um procedimento não existente em nosso país:&lt;br /&gt;Eles prenderam os braços e as pernas do homem,pelo qual,conseguí identificá-lo.&lt;br /&gt;Depois,um deles pegou uma seringa e puxou o líquido de um recipiente de vidro,e injetou no braço do&lt;br /&gt;homem,levando-o à óbito.&lt;br /&gt;Aproximadamente,três mêses depois,o homem que vi na visão teve um infarto agudo,cujos olhos saltaram de seus arredores e ele expirou e foi ter com seus pais.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jul 2023 00:31:04 +0000</pubDate>
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