<?xml version="1.0" encoding="windows-1252"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
  <channel>
    <atom:link href="https://www.luso-poemas.net/modules/news/backendt.php?topicid=54" rel="self" type="application/rss+xml" />
    <title>Luso-Poemas</title>
    <link>https://www.luso-poemas.net/</link>
    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
    <lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2026 17:07:24 +0000</lastBuildDate>
    <docs>http://backend.userland.com/rss/</docs>
    <generator>Luso-Poemas</generator>
    <category>General</category>
    <managingEditor>admin@luso-poemas.net (Luso-Poemas)</managingEditor>
    <webMaster>admin@luso-poemas.net (Luso-Poemas)</webMaster>
    <language>pt-br</language>
        <image>
      <title>Luso-Poemas</title>
      <url>https://www.luso-poemas.net/images/logo.gif</url>
      <link>https://www.luso-poemas.net/</link>
      <width>144</width>
      <height>150</height>
    </image>
            <item>
      <title>Apocalipse 13</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=383631</link>
      <description>Apocalipse 13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 E EU pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia. 2 E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a boca de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio. 3 E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. 4 E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela? 5 E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. 6 E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu. 7 E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. 8 E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. 9 Se alguém tem ouvidos, ouça. 10 Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos. 11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão. 12 E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada. 13 E faz grandes sinais, de maneira que até fogo faz descer do céu à terra, à vista dos homens. 14 E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que tinha a ferida da espada e vivia. 15 E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, 17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.  Apocalipse 13:1-18&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Microchip na Suécia &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;geral de IA               Milhares de pessoas na Suécia implantam microchips (do tamanho de um grão de arroz) sob a pele, principalmente na mão, para substituir chaves, cartões de crédito, bilhetes de transporte e documentos de identificação. Esta tecnologia, baseada em NFC (Near Field Communication), facilita o quotidiano num país altamente digitalizado, embora levante questões sobre privacidade.Principais aspetos da utilização de microchips na Suécia:Funcionalidades: Os chips permitem abrir portas (casa, ginásio, escritório), realizar pagamentos por aproximação, armazenar cartões de visita e até certificados de vacinação (como no caso da empresa DSruptive).Tecnologia: Utilizam tecnologia passiva (RFID/NFC), o que significa que não transmitem dados continuamente, necessitando de proximidade com um leitor para funcionar.Adoção: A Suécia é considerada um &quot;laboratório vivo&quot; para esta tecnologia, impulsionada por uma cultura aberta à inovação e uma sociedade que caminha para a eliminação do dinheiro físico.Empresas: A Biohax International é uma das principais empresas suecas no setor.Preocupações: Apesar da praticidade, existem debates sobre a segurança dos dados armazenados e os riscos de privacidade a longo prazo.O implante é opcional e popular entre entusiastas de tecnologia, conhecidos como &quot;biohackers&quot;.Como funcionam os microchips implantados sob a pele ... - BBC03/12/2018 — A Suécia é o primeiro país do mundo onde é possível pagar um bilhete de trem com um chip implantado na mão. Saiba como funciona es...www.bbc.comNa Suécia, 3 mil pessoas já usam microchips sob a pele15/05/2018 — Época Negócios Online. Época Negócios Online. 15 Mai 2018 - 09h38 Atualizado em 15 Mai 2018 - 09h42. WhatsApp · Facebook · Twitter...epocanegocios.globo.comMicrochip na MÃO carrega todos os seus DADOS23/11/2022 — já pensou como a vida seria mais simples se a gente não precisasse. carregar chaves e cartões o tempo todo é assim que milhares de...0:48YouTube·Paulo JubilutMostrar tudo</description>
      <pubDate>Sun, 03 May 2026 15:16:05 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=383631</guid>
    </item>
        <item>
      <title>O Roubo dos Poemas</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382434</link>
      <description>Ele trabalhava com as mãos sujas de graxa e o bolso cheio de palavras. Durante o dia, o ruído das máquinas; à noite, o silêncio do papel. Escrevia poemas em folhas soltas, guardanapos esquecidos, margens de cadernos velhos. Não escrevia para ser famoso — escrevia porque, se não o fizesse, sentia que algo dentro dele se desfazia.&lt;br /&gt;Os amigos sabiam. Riam-se, elogiavam, diziam que aqueles versos “tinham valor”. Um deles, mais prático, aconselhou-o: devia registar os poemas, proteger a autoria. O poeta assentiu, animado, até ao dia em que entrou no balcão certo e ouviu o preço. Saiu de lá menor, como se lhe tivessem arrancado um verso do peito. Era caro demais para quem contava moedas no fim do mês.&lt;br /&gt;— Não te preocupes — disseram os amigos. — Nós tratamos disso. Temos dinheiro. É só uma formalidade.&lt;br /&gt;Ele acreditou. Acreditava porque ainda não tinha aprendido a desconfiar de quem lhe batia no ombro com demasiada facilidade.&lt;br /&gt;Os meses passaram. Continuou a trabalhar, a escrever, a confiar. Um dia, numa pequena celebração improvisada, ofereceram-lhe um livro. Capa simples. Nome desconhecido. Um novo poeta, disseram, alguém promissor.&lt;br /&gt;Ele sorriu por educação. Só começou a ler em casa.&lt;br /&gt;No primeiro poema, sentiu um arrepio. No segundo, o coração acelerou. No terceiro, já não havia dúvida possível. Cada verso era seu. Cada pausa, cada imagem, cada ferida exposta. Reconhecia até os erros que nunca corrigira. O nome na capa, porém, não era o dele — era um pseudónimo elegante, vazio como um espelho que não devolve reflexo.&lt;br /&gt;No dia seguinte, foi procurá-los. Encontrou apenas mensagens truncadas, chamadas sem resposta. Quando chegou ao aeroporto, já era tarde. Viu-os ao longe, para lá do vidro, leves, sorridentes. Um deles levantou o livro no ar. Outro acenou com os passaportes, como quem se despede de um negócio bem-feito.&lt;br /&gt;O poeta tentou gritar, mas a voz ficou presa. Ali, entre partidas e chegadas, percebeu que lhe tinham roubado mais do que poemas. Tinham-lhe roubado a confiança — essa matéria-prima que não se regista, não se vende, e raramente se recupera.&lt;br /&gt;Voltou ao trabalho no dia seguinte. As máquinas continuavam ruidosas. À noite, voltou ao papel. Escreveu de novo.&lt;br /&gt;Agora, porém, cada verso carregava uma verdade mais dura: a de que nem todos os ladrões roubam no escuro — alguns fazem-no à luz da amizade.&lt;br /&gt;E esses são os que deixam as feridas mais fundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Cortesia dos algoritmos da IA.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 08:25:03 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382434</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Ai dos</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382016</link>
      <description>Ai dos Nazistas que mataram milhões de pessoas! Ai dos comunistas que fizeram e fazem o mesmo hoje! Ai dos seguem estas políticas hoje! Ai dos que defendem tais políticas, sejam elas de direita ou esquerda! Eis que já vem o rei dos reis para julgar no trono do juízo final.</description>
      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:29:21 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=382016</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Lealdade e Honestidade </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=379906</link>
      <description>Se alguém te traiu, não foi porque você era ingênuo, foi porque sua lealdade&lt;br /&gt;era maior do que a capacidade dele de ser honesto.&lt;br /&gt;Naldha Alves&lt;br /&gt;Escrevi está reflexão para lembrar que traição nunca diminui quem é leal.Pelo contrário: revela apenas a limitação de quem não soube valorizar a verdade.</description>
      <pubDate>Sun, 17 Aug 2025 01:11:29 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=379906</guid>
    </item>
        <item>
      <title>ir para casa</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=379365</link>
      <description>IR PARA CASA&lt;br /&gt;Ir para casa, sem água e nem luz tudo cortado há mais de ano, sem moveis completamente vazia - os cômodos as moscas, apenas o meu com a minha cama e meus livros e uma mesinha. Uma caixa de papelão com meus andrajos que lavo uma vez ao mês - bebo café e almoço todos os dias nos restaurantes populares de um real, aos domingos improviso um braseiro no quintal para assar alguma coisa - sobrevivo com o salário do auxilio social que lutei como um cão danado para conseguir. O sifon esta entupido e nem fede mais, faço minhas necessidades na velha casinha com fossa asséptica, herança original da UFMA, O antigos donos morreram e os outros foram embora ou melhor largaram-se no mundo, Eu fiquei e me adaptei como qualquer ser humano faria - agua consigo na torneira da praça e de madrugada roubo de um cisterna próxima atrás do trailer do Rei do Hamburguer na esquina com a avenida e encho os baldes. Para escuridão a boa e velha vela que acendo quando chego, tenho receio de esquece-la e morrer incendiado. Passo o dia andando e catando latas e garrafas para tirar o dinheiro do grode - Ah! O bom e saudável grode é salutar para um velho sem ninguém como eu - sou averso a amizades desnecessárias e sem futuro - Bebo só e sem muita conversa. Para não pirar quando sóbrio, leio e leio muito, apesar que deixei de comprar livros já tenho o bastante no meu quarto que ocupam um bom espaço - toda semana apanho uns na biblioteca e sento-me no fundo do quintal e viajo.. Meus vizinhos me detestam e eu não estou nem ai, não os perturbo - Gosto de beber nos bares do mercado e observar as pessoas. Raramente sou cumprimentado. O dono do bar também não vai muito com a minha insignificância presença, mas tem que me engolir, estou pagando. Todas as noites me sento no canto cruzo as pernas e entorno as latinhas - mas em casa sempre tem uma garrafa de vodka e um radinho de pilha - meus companheiros de infortúnios - levanto as cinco banho-me e caiou no campo - apanho um ônibus e vou beber o café de cincoenta centavos no bandejão quando tenho o trocado, quando não vou ao centro-pop no Diamante e aproveito para pegar a pulseira que me dar direito ao rango gratuito em qualquer restaurante popular sempre num diferente. E as uma e meia retorno para almoçar e depois volto para minha batcaverna, Confesso que sou esquisito por natureza,&lt;br /&gt;São dez horas da noite, apanho uma lata, um doido tenta me aberturar a lata no meio da pista, dou-lhe um drible e venho sentar-me na parada ao lado de uma mangueira que não centenária. mas o tem-tem está matando-a ´por sufocação - Acho de tanto ler Bukowski que me tornei um pinguço, igual a Dom Quixote de tanto ler livros de cavalarias tronou-se o cavaleiro da triste figura;. Vou comprara umas batatinhas fritas com bastante sal para come lãs tirando gosto da vodka. Ir pra casa, repousar meu velho e ébrio corpo - amanhã será outro dia......&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 20 Jul 2025 12:02:10 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=379365</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Eu o Judas do amor</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371949</link>
      <description>Talvez escrever sobre isso seria a melhor forma de se livrar da decepção.&lt;br /&gt;Traição nunca vem de um desconhecido, vem de alguém que você considera.&lt;br /&gt;Hoje eu ouvi a história de Judas que traiu Jesus com um beijo, eu tenho um judas, que me traiu da mesma forma.&lt;br /&gt;Seu cinismo, sua prepotência arrancaram de mim um coração já fragilizado.&lt;br /&gt;Traição tem muito mais haver com a pessoa do que consigo, não é sobre ter ou não caráter, é sobre o que te leva a trair. Eu precisava me achar, pois eu havia me perdido, eu não sabia quem eu era, e encontrei um amor que me fez se reencontrar, eu também já fui um Judas. E hoje vivo do outro lado, e não posso dizer que estou pagando o que plantei, afinal já paguei lá trás, mas o que realmente leva alguém a trair ?&lt;br /&gt;Confiança demais? Confiança de menos? Eu nunca vou entender. Mesmo eu sendo você!</description>
      <pubDate>Wed, 27 Mar 2024 23:51:22 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371949</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Aventuras da Atribulação </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371523</link>
      <description>AVENTURAS DA ATRIBULAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sonho, pedira o livro de reclamações, e começara a escrever decido, com olhos de carneiro mal morto.&lt;br /&gt;O Pelintra mirava o pernão destapado pela minissaia da criada, e distraiu-se, convencido que distraído, a galáxia prometida, seria sem dúvida sua.&lt;br /&gt;Vai daí, o Que Não Sabia de Nada, acompanhando do Só Arranjam Problemas, faziam um estudo preliminar à eficácia, dos avisos de receção, em santa aliança com as epístolas registadas, ilustres damas da corte do El-Prateado.&lt;br /&gt;Entretanto, sem que ninguém se apercebesse, a brigada do enxovalhado unida à chusma da humilhação, reunia os elementos disponíveis, e preparava-se para entrar em cena.&lt;br /&gt;Foi quando o cauteleiro apregoou: — Amanhã anda à roda.&lt;br /&gt;Com isto desfez a fantasia, e a história acabou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 22 Feb 2024 17:09:55 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=371523</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Confissões de um velho fuleiro - II </title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=369949</link>
      <description>Enverguei a farda para falar com os brancos, bebi café com pão, genuflexei-me e rezei um pai nosso e sai para encontrar com a assistente social da Promotoria dos Idosos.&lt;br /&gt;Embarguei no terceiro Vila Embratel e desci no Terminal da Praia Grande – apanhei um Paraiso-Renascença e dei um balão – ainda estava cedo, desci novamente no terminal e peguei outro da mesma linha e saltei quase em frente ao edifício, na avenida Carlos Cunha, Jaracati – atravessei cautelosamente a faixa de pedestre. Adentrei no saguão, aboletei-me num sofá e fiquei olhando as belas funcionarias entrarem e baterem ponto e desaparecerem da minha vista. Aproveitei para resolver um sudoku e ler o meu Sheldon. Duas horas depois, o traseiro magro já fazia calo quando adentrei no escritório da dita cuja para ouvir o que eu não queria – O meu caso, ou melhor a demanda é sem fundamento jurídico – o melhor é ir cantar em outra freguesia ou seja procurar a Defensoria Publica ou marcar outra consulta numa clinica qualquer – é mole ou que mais? O certo mesmo é comprar uma bengala e aprender braile com o genro da senhora Vince e aguardar fevereiro – falta só quatro meses. E papo encerrado até um plano B surgir. Mas o bom dessa manhã, foi que recebi o meu novo cartão do idoso, depois de um passeio longo pela Avenida dos holandeses e terminou no Terminal da Cohama – pura poesia, pena que a vista não colaborou, mas deu para o gasto. Amanhã prometo me apresentar melhor e assim vamos levando.... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 19 Oct 2023 20:06:36 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=369949</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Tem que saber quando desistir...</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=367489</link>
      <description>Quando se é um alguém romântico, sensível e cheio de sentimentos, isso nos torna pessoas que não conseguem se desapegar fácil das coisas, das pessoas...&lt;br /&gt;Somos feitos de poesias, de esperança, e desistir pra nós é um farto muito difícil. &lt;br /&gt;Esperamos sempre uma saída, uma mudança,    idealizamos de que vai ser diferente. Mas isso muitas vezes não depende só de um...Então não cabe só a nós sonhadores, fazer as coisas acontecer, e acabamos sofremos por não conseguir que a outra parte perceba, enxergue o quanto estamos tentando dar o nosso melhor e o quanto estamos lutando pra não desistir dela. &lt;br /&gt;E enquanto esperamos acordados, vamos nos matando aos poucos, deixando de viver a vida, ficando estagnado no tempo. &lt;br /&gt;Isso acaba por cansar, pois o que pode te curar, nem sempre será o que cura o outro. A sua espera, esperança e sonhos, pode não ser os mesmos para o outro. &lt;br /&gt;Hoje em dia, já não espero por mudanças, por pessoas ... já não marco nada, já não insisto, já não peço. Porque se for pra se atrasar ou não ter o mesmo querer, eu prefiro já estar consciente do que devo esperar, me iludir, idealizar...&lt;br /&gt;Mesmo que te faça um bem danado, mesmo que tudo na pessoa te encante, que te faça rir e que vocês tem muito em comum...de que vale tudo isso, se não tem o respeito por seus sentimentos e por sua espera.&lt;br /&gt;É normal que você desista, isso não é um erro, pelo contrário, isso nos faz entender que é hora de seguir em frente sem rancor, que tudo que viveram foi fantástico, apesar de tudo, mas que está na hora de mudar o caminho, já que o outro não quer mais seguir contigo.&lt;br /&gt;Seguir sozinho não vai ser tão ruim assim, e que leve na bagagem só o que importa, o que foi bom, e o que te fez feliz!</description>
      <pubDate>Sat, 27 May 2023 20:44:17 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=367489</guid>
    </item>
        <item>
      <title>Amar no escuro...</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=362039</link>
      <description> &lt;br /&gt;Ama no escuro,  para não enxergar as mentiras, os erros do outro. O amor só é cego quando nos permitimos fechar os olhos para o que nos faz mal e causa dor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ficamos na escuridão de nossos sentimentos, tateando no escuro de nossa alma uma luz para se libertar do que deprime e faz acreditar que é normal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como cegos, estaremos sempre na dependência desse amor tóxico, só porque não temos confiança de que podemos andar e seguir mesmo que não vemos uma saída ou solução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí um dia caímos na real e percebemos que não precisamos de ninguém para nos guiar ou para sermos felizes, há sempre uma luz no fim do túnel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que deixemos de se escorar em sentimentos alheios, e passamos a dar valor ao que somos, não mais iremos viver na escuridão de um amor abusivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deixe viver nem permita viver uma vida que não é sua, por amor ao outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não esta bem, se só faz mal, te anula como ser humano, abra os olhos e volte a viver na luz...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você pode! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você consegue!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retire as amarras! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enxergue! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se liberte!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja feliz!</description>
      <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 14:58:56 +0000</pubDate>
      <guid>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=362039</guid>
    </item>
      </channel>
</rss>