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    <title>Luso-Poemas</title>
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    <description>Poemas, frases e mensagens</description>
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      <title>Luso-Poemas</title>
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      <title>Deus</title>
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      <description> &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente eu não entendo porque os judeus de hoje parecem esquecer de isto! Isto do Nazismo que matou milhões deles, gays, testemunhas de Jeová e muitos comunistas, (que hoje já esqueceram o que os Nazistas fizeram)! Os judeus de hoje seguem políticas extremas, que no passado fizeram estas coisas ( políticas de esquerda&lt;br /&gt;E de direita)! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sendo eu judeu, declaro em nome de Jesus Cristo! Que não tenho qualquer partido, nenhum mesmo. O meu lado é Jesus Cristo, sem qualquer religião! Bendito, seja o nome de Deus e a sua verdade!</description>
      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 17:12:42 +0000</pubDate>
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      <title>Tribunal de Deus </title>
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      <description>Tribunal de Deus &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do julgamento de Nurembergue. No qual a maioria do presos foram condenados à pena de Morte. Bem poucos à prisão perpétua e outros à prisão. Cabe-me humanamente concluir o seguinte: todos os julgados, em relação à vida eterna, penso eu que todos aqueles que tiveram um arrependimento, diante dos homens e diante de Deus, principalmente digo diante Deus terão &quot;vida eterna&quot;. Mas isto somente se confessarem a sua culpa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já os que não tiveram vida eterna, mas morte eterna! São aqueles que mantiveram a sua fidelidade ao Fhurer! Mostrando não terem qualquer arrependimento.&lt;br /&gt;Perante o fim do julgamento, foi concluído, que jamais haverá, crimes  semelhantes a este horror cometido, na história da humanidade! O que me leva a concluir, que tal acontecimento não é verdadeiro, pois segundo a Bíblia, vai acontecer algo de igual modo, algo horrendo em um futuro talvez próximo!- que serão praticados, por um &quot;Homem do pecado&quot;! A besta do Apocalipse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Este homem não vai a um tribunal humano! Mas após mais uma guerra mundial, este indivíduo será com os  que já estão do lado dele, julgados por o tribunal de Deus! Portanto não compete ao homem julgar os tempos e os últimos criminosos! Mas sim a Deus!</description>
      <pubDate>Wed, 24 Dec 2025 20:53:26 +0000</pubDate>
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      <title>Os presos </title>
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      <description>Os presos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As vezes penso no seguinte: será que alguém sabe o que é estar na cadeia? Sendo inocente ou não! A cadeia nunca é um bom ambiente! Se alguém é inocente, na cadeia, para não morrer deixa de  ser! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguma vez pensamos, no que se pratica lá dentro! Alguma vez, os que lá vão com o evangelho, sabem mesmo quem são os homens que lá estão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os guardas, como tratam os presos? E como deixam de tratar? O que fazem os diretores aos presos? Não basta ser religioso e lá ir com uma religião bonita , para apresentar aos reclusos! É preciso saber de cada recluso? É preciso mais do que amar! E vós advogados sabeis tudo isto certamente? Já agora vós juízes, quando dais uma sentença, sabeis de tudo isto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sei! Nunca estive preso! Mas sei! Talvez alguém diga! &quot;A cadeia não é para mim! É para os maus&quot;! E quem são os bons e os maus! Sim neste mundo, quem é bom?! Ou mau? E já agora, Jesus lembrou- nos  de visitar os presos! Jesus esteve preso, antes de ser condenado! É Jesus que tem a palavra final sobre os criminosos: bons e maus! Certamente que hoje já Jesus pensa em cada situação!</description>
      <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 18:56:56 +0000</pubDate>
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      <title>Profetas </title>
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      <description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O judaísmo não tem nada a ver com evangelho de Jesus Cristo! Nem tão pouco é a verdade de Deus! Não passa de mais uma religião baseada em princípios dos homens! Jesus Cristo enfrentou o Judaísmo hipócrita. Toda a Lei não é judaísmo! Tal como evangelho nem sempre é cristianismo. Evangelho é o poder Deus, para salvação naquele que crê em Jesus Cristo. A Lei não salva ninguém, mas é a imagem das coisas que haviam de vir. É a imagem do evangelho; é a imagem das coisas de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei é a verdade de Deus, num primeiro vislumbrar da verdade total que havia de vir. &quot; A Lei veio com Moisés, a graça e a verdade vieram com Jesus Cristo. As religiões, mesmo as cristãs, não são a verdade. A verdade é Jesus Cristo! Só ele, mais nada! A verdade eterna que vive eternamente! Eis que já vem, para acabar com os deuses de todo o universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naquele dia não haverá mais profeta que profetize. Porque então a verdade é uma realidade! Amém!</description>
      <pubDate>Sun, 14 Dec 2025 19:56:16 +0000</pubDate>
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      <title>Alá </title>
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      <description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alá não tem nada a ver com o Deus verdadeiro! Alá vem do paganismo antes do Islamismo! Era um Deus entre outros falsos Deuses! Não tem nada do Deus da Bíblia! Não tem nada a ver com Judaísmo ou cristianismo. Alá era como os deuses da mitologia grega e Romana! Enfim é mais um Deus falso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helder Duarte</description>
      <pubDate>Sat, 15 Nov 2025 15:24:49 +0000</pubDate>
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      <title>Desde Quando </title>
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      <description>Desde de quando é que Jesus não é Jesus? E Deus não é Deus?</description>
      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 10:59:01 +0000</pubDate>
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      <title>Na Fogueira </title>
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      <description> &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Inquisição tinha como prática fazer o seguinte! Uma pessoa inocente era condenada. Embora essa pessoa fosse inocente, tinham o hábito de fazer essa pessoa dizer para si própria, que era bruxa ou outra coisa qualquer. &quot; Eu sou bruxa! Bruxa&quot;! Então a pessoa sentia com essa confissão, num estado de Loucura, que na verdade era mesmo bruxa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a pessoa sem ser, confessava que era bruxa. Ai era condenada como tal e era queimada na fogueira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helder Duarte </description>
      <pubDate>Thu, 15 May 2025 13:43:03 +0000</pubDate>
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      <title>O peso das palavras não ditas</title>
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      <description>Se eu morresse hoje, é provável que muitos vestissem preto, escrevessem cartas tardias e deixassem flores sobre meu corpo inerte ,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;como se a solenidade dos gestos pudessem compensar a ausência de gestos em vida. Mas confesso, essa ideia me incomoda profundamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há algo de hipócrita, de profundamente teatral, nesse culto ao morto. Por que o homem precisa da morte para lembrar-se de amar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que só se reconhece o valor do outro quando já não há mais olhos para ouvir, nem pele para sentir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O luto tornou-se espetáculo, e a dor ,essa coisa íntima, crua e dilacerante&lt;br /&gt;agora precisa se manifestar segundo os moldes da decência social, flores compradas às pressas, lágrimas cronometradas, discursos repetidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há mais espaço para o sofrimento silencioso, aquele que se arrasta pelas madrugadas e não exige plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar em vida é o verdadeiro escândalo.É rebelar-se contra a pressa, contra o egoísmo, contra essa absurda lógica de que o afeto pode ser adiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e o luto, que ele seja vivido à margem, no escuro, sem necessidade de aprovação. Porque a dor genuína não pede permissão.</description>
      <pubDate>Wed, 14 May 2025 15:35:18 +0000</pubDate>
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      <title>Os Poemas de ChatGPT</title>
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      <description>Recentemente, deparei-me com uma matéria do site “Olhar Digital&quot; cujo título, quase como uma provocação, afirmava: &#039;Poemas de IA superam escrita humana em emocionar leitores, aponta estudo&#039;. É o tipo de chamada que qualquer poeta, por instinto ou ofício, lê com certo desconforto — algo entre a curiosidade e o ceticismo. Não por aversão à tecnologia, mas pela inevitável suspeita de que ali, no cerne da questão, resida mais prática de storytelling do que verdade. Resolvi mergulhar no texto, guiado por essa desconfiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De início, o título sugere uma inversão inquietante: que a máquina, fria e nula de vivências, ultrapassaria o poeta em sua capacidade de comover. É uma visão tanto apocalíptica para quem se entrega ao ofício lírico quanto sedutora para aqueles que, alheios ao rigor e à paciência da criação, veem no avanço tecnológico uma chance de suprir o esforço humano. Mas há algo de simplório nessa premissa — como se as hesitações, os saltos na memória e as mãos sujas de tinta pudessem ser simulados na lógica cristalina de zeros e uns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tardou para que o texto se revelasse o que era: uma meia verdade disfarçada de manchete. O estudo, em linhas gerais, apontava que poemas gerados por IA eram mais “emocionantes” para leitores médios, mas o que se escondia era um contexto muito mais amplo — e previsível. Não se trata de uma virtude extraordinária da máquina, mas de uma crescente incapacidade do público de acessar, ou mesmo se interessar, pelas camadas mais densas da linguagem poética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fenômeno não surpreende. Vivemos tempos em que o útil uiva mais alto que o belo, e o imediato desbanca a contemplação. Assim, os poemas da IA encontram acolhida, pois oferecem algo rápido, acessível e direto. Há eficiência nesses textos, sem dúvida, mas falta-lhes o labor que dá substância à arte: a alquimia que transforma hesitação em ritmo, dor em metáfora e silêncio em pulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto lia, não pude evitar o pensamento de que a poesia — a verdadeira poesia — é antes um refúgio do que um produto. Há beleza na simplicidade, mas nunca no simplismo. A máquina pode emocionar, mas suas criações carecem da aspereza necessária para ferir de leve e, nesse ferimento, iluminar. Porque é na tensão entre o dizer e o calar que reside o toque humano, esse que carrega consigo o peso das vivências, a imperfeição das buscas inacabadas, o brilho do transitório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perigo, penso, não está no avanço da tecnologia, mas no enfraquecimento do leitor. Quando se abdica da paciência exigida pela poesia que não se revela de imediato, corre-se o risco de abrir mão do que ela tem de mais essencial: a capacidade de despertar, no silêncio de quem lê, uma inquietação maior do que as palavras. A literatura não é outra coisa senão um exercício de prazer e paciência — algo que nenhuma máquina, por mais avançada que seja, pode verdadeiramente compreender, porque lhe falta aquilo que jamais poderá ser programado: a essência dos dramas humanos.</description>
      <pubDate>Mon, 25 Nov 2024 18:25:39 +0000</pubDate>
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      <title>Arquitetura do Soneto</title>
      <link>https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=375364</link>
      <description>Este texto apoia-se nas lições do poeta Emmanuel Santiago, um dos grandes nomes da poesia contemporânea brasileira, e nas ideias transmitidas por Brian Belancieri nas aulas do curso &quot;A Arte do Verso&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como dar forma a um soneto que reverbere? Como articular ideias, metáforas e os blocos do texto para alcançar o impacto desejado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, o essencial: a leitura de sonetos é uma trilha inevitável, e quanto mais variadas forem as épocas e línguas, mais vasto será seu repertório. Mesmo que seja através de traduções cuidadosas, absorver a musicalidade e a lógica de outras tradições fortalece a intuição formal. Contudo, se a intenção é realmente decifrar as convenções e sutilezas do gênero, volte-se à fonte: Petrarca, um arquétipo insuperável. Em seguida, abra espaço para a força e o lirismo de Camões, a precisão de Shakespeare, o sarcasmo de Gregório de Matos, a fluidez de Bocage e a delicadeza de Bilac. E, para uma visão menos ortodoxa, Baudelaire, que desestrutura e enriquece a forma com suas sombras e paradoxos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois princípios práticos podem guiar a construção. Primeiro, a estrutura dialética do soneto tradicional: os quartetos expõem a tese, os tercetos apresentam a antítese, e a chave de ouro resolve a tensão com a síntese. É um movimento de confrontação e resolução que exige uma lógica interna, quase filosófica. Embora os sonetos modernos dispensem essa rigidez, compreender essa articulação dialética ainda é um recurso poderoso para dar profundidade ao poema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra dica é evitar que cada verso funcione como uma unidade sintática fechada, que se encerre em si mesma. Isso cria uma espécie de “corrida de obstáculos” onde a rima se torna mais um artifício do que uma extensão orgânica do sentido. No soneto, as pausas precisam ser controladas com delicadeza, conduzindo o leitor sem rupturas bruscas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar, ainda, a importância da “volta” – aquele instante em que o soneto desdobra-se, oferecendo uma nova perspectiva ou resolução. Nos quartetos iniciais, há a proposição do argumento; em seguida, os tercetos introduzem uma contra-argumentação, guiando o poema a uma síntese que, no caso do soneto italiano, acontece na chave de ouro, e no soneto inglês, no dístico final. O soneto de Camões, “Busque Amor novas artes, novo engenho”, é um exemplo magistral desse “torneio dialético” chamado de “volta”, em que a ideia se transforma, como se o poema nos levasse de volta ao ponto inicial, mas com uma compreensão renovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Para acompanhar mais reflexões sobre o universo da escrita criativa e se aprofundar nos desafios da criação literária, inscreva-se na minha newsletter: &lt;a href=&quot;https://substack.com/@patadadepegaso&quot; title=&quot;https://substack.com/@patadadepegaso&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;https://substack.com/@patadadepegaso&lt;/a&gt;)</description>
      <pubDate>Mon, 11 Nov 2024 23:57:42 +0000</pubDate>
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