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jaber Crónicas PUSSY, PUSSY, come on in pussy lovers...
Enviado por jaber
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António MR Martins Crónicas Os concertos de sábado de tarde, no velho ginásio da escola
Estávamos na década de setenta… Depois de deixarmos os frondosos anos sessenta, repletos de novi...
Enviado por António MR Martins
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FátimaAbreu Crónicas SINAL DOS TEMPOS VI
Este texto pode ter conteúdo não aconselhado para menores de 18 anos.
Enviado por FátimaAbreu
em 16/06/2009 21:50:35
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Paulo Afonso Ramos Crónicas Amor dos Babuínos – de Miguel Cardoso Pereira
Quando recebi este livro, reaprendi aquela velha lição de vida - não devemos ligar aos preconceit...
Enviado por Paulo Afonso Ramos
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poetaromasi Crónicas Mário Quintana plagiado
“Certezas” de Mário Quintana Plagiado Dói muito a quem, sendo poeta vivo, depara com a sua poesi...
Enviado por poetaromasi
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luciusantonius Crónicas A COR DO SANGUE
A COR DO SANGUE Não é a similitude de traços, se é que ela existe. Não é a curva do nariz, o af...
Enviado por luciusantonius
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Mauango Crónicas O legado (crónicas)
Há algum tempo atrás havia um programa de literatura na TPA (Leituras), em que o apresentador...
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flavio silver Crónicas áfrica na voz
Conhecida pelas lutas constantes em tudo quanto é colóquio, pequenas cimeiras, chegando mesmo a m...
Enviado por flavio silver
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luciusantonius Crónicas RAÇA DE ABUTRES
RAÇA DE ABUTRES Em princípio, a Força ou é gracioso privilégio da natura, ou merecido fruto da...
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João Marino Delize Crónicas Anos sessenta
Para mim a década de sessenta não existiu, pois acho que a década de cinqüenta foi até hum mil...
Enviado por João Marino Delize
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luciusantonius Crónicas INSTANTÂNEO
INSTANTÂNEO O pensamento rasga o tempo numa vertigem. De repente está no fim do mundo. Se calha...
Enviado por luciusantonius
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Paulo Afonso Ramos Crónicas Escola EB1 Heróis do Ultramar – Em Évora
No passado dia 5 de Junho regressei, pela terceira vez, a esta escola de Évora. Já tenho, nos pro...
Enviado por Paulo Afonso Ramos
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Sterea Crónicas "Você existe mesmo?..."
Aqui há dias perguntaram-me: "Você existe mesmo?..." Bem, ao primeiro impacto, sorri... mas a per...
Enviado por Sterea
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luciusantonius Crónicas ETERNIDADES
ETERNIDADES Há instantes que são eternidades – disse-o eu já algures em circunstâncias que o te...
Enviado por luciusantonius
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jaber Crónicas Manifesto eleitoral
Vota MPDM - Melhor Partido Do Mundo
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Ibernise Crónicas Ensinando ao Meu Neto... Xadrez, a Nobreza da Estratégia*(Inédita!)
Ensinando ao Meu Neto... Xadrez, a Nobreza da Estratégia* Projetar ações, prever reações....
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Manuel Lucas Crónicas Minha estadia em Paris - Ano 67
Os primeiros dias de estadia em Paris foram de deslumbramento!... A cidade era extensa e perdia-...
Enviado por Manuel Lucas
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RSérgio Crónicas DIGNO DE NOTA
Só Deus sabe o quanto gosto de bisbilhotar arquivos de jornais. Tem coisas que achamos neles que ...
Enviado por RSérgio
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jaber Crónicas Sabes para onde vais?
Enviado por jaber
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RSérgio Crónicas MOSCA BÊBADA SAI DO ARMÁRIO
Descobri algo que me deixou pasmado e, com certeza, vai afastar-me, para sempre, da companhia dos...
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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

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