Luso-Poemas
Registe-se agora!     Login

Publicidade


Utilidades

Consultar

Outros

Quem está aqui

214 visitantes online (110 na seção: Poemas e Frases)

Lusuários: 4
Leitores: 210

LTonhá, Eventos Luso-Poemas, GeMuniz, Rosilayne, mais...

Licença

Licença Creative Commons

Proteção anti-cópia

Protegendo os seus poemas com Tynt

Eventos Luso-Poemas

RSS Feed

« 1 ... 121 122 123 (124) 125 126 127 ... 155 »
textos deste autor
offline
Ibernise Prosas Poéticas HORA DO ADEUS... *
HORA DO ADEUS...* Um abraço apertado, tuas mãos deslizando em meus cabelos. Despedida... Arrasa...
Enviado por Ibernise
em 03/12/2007 06:23:02
textos deste autor
offline
Noite Prosas Poéticas A flor que de nós nasceu
És flor, delicada e bela, perfumada, singela. És rosa, vermelha, carmim incandescente, ou tão sim...
Enviado por Noite
em 29/11/2007 15:24:35
textos deste autor
offline
Paula Baggio Prosas Poéticas Manha
Quero chá quente na cama, Cheiro de menta no ar Mãos macias a dobrar o lençol sobre as cobertas, ...
Enviado por Paula Baggio
em 29/11/2007 02:40:39
textos deste autor
offline
Mel de Carvalho Prosas Poéticas Álamos percorridos ...
Álamos percorridos, da beira de todas as estradas e, obstinadas, apenas as mãos permaneciam gel...
Enviado por Mel de Carvalho
em 28/11/2007 10:45:19
textos deste autor
offline
Carlos Said Prosas Poéticas Despir-te das amarguras
As vezes quando te dispo, nego a mim o prazer de despir e te visto com os carinhos que esqueci de...
Enviado por Carlos Said
em 26/11/2007 00:12:03
textos deste autor
offline
lloyd_christmas Prosas Poéticas Cuspir ao vento...
Experimenta cuspir ao vento, e sentir-te-ás revigorado. Liberta o muito de ti que é desprezível, ...
Enviado por lloyd_christmas
em 25/11/2007 15:21:18
textos deste autor
offline
tania orsi vargas Prosas Poéticas PRIMAVERA DE PAPEL CREPOM
Flores brancas na madrugada, pétalas em suave queda sobre tuas mãos...
Enviado por tania orsi vargas
em 25/11/2007 13:20:53
textos deste autor
offline
Luz&Sombra Prosas Poéticas Neste espaço íntimo entre tu e eu...
Neste espaço íntimo entre tu e eu, Lugar onde os suspiros imperam. Espaço entre os meus lábio...
Enviado por Luz&Sombra
em 25/11/2007 00:32:53
textos deste autor
offline
Mel de Carvalho Prosas Poéticas Meridiano de Greenwich …
Apenas as mãos permaneciam geladas. Na fechadura do portão a chave rodou à meia esquadria, no j...
Enviado por Mel de Carvalho
em 24/11/2007 22:26:29
textos deste autor
offline
Carlos Said Prosas Poéticas Concertos que preciso ir
Espero neste fim de semana ir a um concerto, ver as mãos felizes dos músicos de sopro despedirem ...
Enviado por Carlos Said
em 24/11/2007 12:19:41
textos deste autor
offline
Noite Prosas Poéticas No teu silêncio
És tu, que no teu silêncio me escutas, que na tua distância me sentes, que na tua solidão me espe...
Enviado por Noite
em 23/11/2007 15:39:30
textos deste autor
offline
Helena de Tróia Prosas Poéticas Nesta estrada que percorro
Nesta estrada que percorro deixo para trás o meu presente, nesta estrada impessoal ficam muitas m...
Enviado por Helena de Tróia
em 23/11/2007 10:43:01
textos deste autor
offline
Mel de Carvalho Prosas Poéticas Meridiano de Greenwich…
Apenas as mãos permaneciam geladas. Na fechadura do portão a chave rodou à meia esquadria, no j...
Enviado por Mel de Carvalho
em 23/11/2007 10:17:03
textos deste autor
offline
Paula Baggio Prosas Poéticas A florzinha azul e o beija-flor
A florzinha azul e o beija-flor Deu-se a flor por completo ao beija-flor. Eram um para o...
Enviado por Paula Baggio
em 22/11/2007 19:59:24
textos deste autor
offline
tania orsi vargas Prosas Poéticas QUANDO A MADRUGADA VAI PELAS QUATRO (2)
...e eu gosto quando você vem nesta sua madrugada das QUATRO da manhã e me abraça com pa...
Enviado por tania orsi vargas
em 22/11/2007 02:10:30
textos deste autor
offline
Noite Prosas Poéticas Frio
O frio invade-me a alma, plena de ausências passadas, vazios feitos de nadas. Gelam-se os dedos, ...
Enviado por Noite
em 21/11/2007 11:12:23
textos deste autor
offline
Mel de Carvalho Prosas Poéticas ... anfíbia à solta
Os olhos nítidos das cigarras observam os membros minguados das gruas e dos guindastes que já n...
Enviado por Mel de Carvalho
em 19/11/2007 19:41:07
textos deste autor
offline
Mel de Carvalho Prosas Poéticas Estou de partida
No trajecto do crepe, na alacridade póstuma dos sentidos, prossigo, ilharga quebrada, batel sem r...
Enviado por Mel de Carvalho
em 18/11/2007 14:34:13
textos deste autor
offline
Luz&Sombra Prosas Poéticas Consigo Tocar-te a Alma Com Um Sopro.
Na penumbra do silêncio, sinto-te chegar com o perfume do incenso que arde, com a suavidade do ...
Enviado por Luz&Sombra
em 18/11/2007 01:24:01
textos deste autor
offline
Mel de Carvalho Prosas Poéticas Inutilmente a manhã na fronte
Inutilmente a manhã na fronte a manhã repousada nos gentis gomos, nos cílios fluviais de trilhos ...
Enviado por Mel de Carvalho
em 17/11/2007 20:44:27
« 1 ... 121 122 123 (124) 125 126 127 ... 155 »

Login

Usuário:

Senha:

Lembrar-se



Esqueceu a senha?

Cadastre-se agora.

Texto Aleatório

Comentários Recentes

Recentes no fórum

Luso Pensamentos

Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

Siga-nos

Posts relacionados, Plugin for WordPress, Blogger...