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AjAraujo
Mãe (Mario Quintana)
São três letras apenas, As desse nome bendito: Três letrinhas, nada mais... E nelas cabe o infi...
Enviado por AjAraujo
em 10/05/2015 13:07:55
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AjAraujo
Celebração do riso (Eduardo Galeano)
José Luis Castro, o carpinteiro do bairro, tem a mão muito boa. A madeira, que sabe ...
Enviado por AjAraujo
em 04/05/2015 12:28:15
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AjAraujo
Celebração da amizade (Eduardo Galeano)
Nos subúrbios de Havana, chamam o amigo de minha terra ou meu sangue. Em Caracas, o am...
Enviado por AjAraujo
em 04/05/2015 12:28:06
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AjAraujo
No cais...
No que fui, deixei, cair, a chave, No que fui, fiquei, no cais da tarde, No que fui, deixei, ...
Enviado por AjAraujo
em 19/04/2015 12:33:56
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AjAraujo
De mim
Não saí de mim, nem tava afim, Não era bem assim, nem anunciava o fim. Tudo vai de mim, nem ou...
Enviado por AjAraujo
em 19/04/2015 12:19:25
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AjAraujo
O ponto de chegada
o importante, nem sempre, é onde a estrada vai terminar, mas aonde o caminho vai nos levar... ...
Enviado por AjAraujo
em 19/04/2015 12:14:31
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AjAraujo
A Rua dos Cataventos - Soneto XXXV (Mário Quintana)
Quando eu morrer e no frescor da lua Da casa nova me quedar a sós, Deixai-me em paz n...
Enviado por AjAraujo
em 09/04/2015 13:06:29
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AjAraujo
A Rua dos Cataventos - Soneto I (Mário Quintana)
Escrevo diante da janela aberta. Minha caneta é cor das venezianas: Verde!... E que l...
Enviado por AjAraujo
em 09/04/2015 12:49:24
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AjAraujo
Os caminhos estão cheios de tentações (Mário Quintana)
Os caminhos estão cheios de tentações Os nossos pés arrastam-se na areia lúbrica... Oh! ...
Enviado por AjAraujo
em 09/04/2015 12:41:52
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AjAraujo
A caridade (Augusto dos Anjos)
No universo a caridade Em contraste ao vicio infando É como um astro brilhando Sobre a dor da h...
Enviado por AjAraujo
em 06/04/2015 00:16:12
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AjAraujo
A árvore da serra (Augusto dos Anjos)
— As árvores, meu filho, não têm alma! E esta árvore me serve de empecilho... É preciso cortá-l...
Enviado por AjAraujo
em 06/04/2015 00:02:55
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AjAraujo
Contrastes (Augusto dos Anjos)
A antítese do novo e do obsoleto, O Amor e a Paz, o Ódio e a Carnificina, O que o homem ama e o...
Enviado por AjAraujo
em 05/04/2015 23:24:42
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AjAraujo
O Morto - poesia moçambicana (João Pedro Grabato Dias)
Como o morto nunca nos diz nada vem daí o extremo penoso da sua presença (...) Colam-se nos co...
Enviado por AjAraujo
em 29/03/2015 13:39:16
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AjAraujo
Por Amar-te Tanto - poesia moçambicana (Rui de Noronha)
Que culpa terei eu de amar-te assim? Que culpa terás tu de o não saberes? Quem adivinha o que s...
Enviado por AjAraujo
em 29/03/2015 13:17:59
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AjAraujo
A arca - trecho - poesia moçambicana (João Pedro Grabato Dias)
Olho-me em vós, e olhando-vos, melhor amo o que em mim foi melhor, e o muito que não sendo me...
Enviado por AjAraujo
em 29/03/2015 13:07:06
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AjAraujo
O penhasco da águia - poesia sueca (Tomas Tranströmer)
Por de trás do vidro do terrário os répteis estranhamente imóveis. Uma mulher pendura roup...
Enviado por AjAraujo
em 28/03/2015 01:10:38
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AjAraujo
Fachadas - poesia sueca (Tomas Tranströmer)
I Ao fim do caminho vejo o poder Lembra uma cebola com rostos sobrepostos que vão caindo un...
Enviado por AjAraujo
em 28/03/2015 01:05:03
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AjAraujo
Nove haicais da Prisão de Menores Hallby - poesia sueca - (Tomas Tranströmer)
1 Joga-se futebol súbita confusão – a bola voa por cima do muro 2 Eles enfurecem-se para que...
Enviado por AjAraujo
em 28/03/2015 00:55:53
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AjAraujo
Canto a Sundiata - poemas guineenses (Helder Proença)
Esta é a noite do perfume sorriso brotando E digo-t...
Enviado por AjAraujo
em 26/03/2015 23:24:45
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AjAraujo
Não posso adiar a palavra - poemas guineenses (Helder Proença)
Quando te propus um amanhecer diferente a terra ainda fervia em lavas e os homens ainda eram ...
Enviado por AjAraujo
em 26/03/2015 23:15:46
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