Luso-Poemas
Registe-se agora!     Login

Publicidade


Utilidades

Consultar

Outros

Quem está aqui

229 visitantes online (104 na seção: Poemas e Frases)

Lusuários: 4
Leitores: 225

Jmattos, arnaldo.leodegario@g, annay, AValente, mais...

Licença

Licença Creative Commons

Proteção anti-cópia

Protegendo os seus poemas com Tynt

Eventos Luso-Poemas

VII Evento Luso-Poemas 2013 - link

Os textos foram publicados! Vamos ler?
RSS Feed

« 1 ... 36 37 38 (39) 40 41 42 ... 102 »
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas A INCOERÊNCIA E O INCOERENTE
A incoerência de gestos e de palavras pode levar a discrepâncias de monta. A incoerência é cont...
Enviado por jorgehumberto
em 23/08/2010 15:48:52
textos deste autor
offline
Betha Mendonça Crónicas Quem desdenha... Não tem par!
Quem desdenha... Não tem par! by Betha Mendonça Gosto de pisar nas flores dos canteiros. Com a d...
Enviado por Betha Mendonça
em 22/08/2010 19:29:39
textos deste autor
offline
Carlos Said Crónicas Á mulher virtual.
A distância parecia frágil, menor. Ha pouco se despedira com um casual até breve que interprete...
Enviado por Carlos Said
em 22/08/2010 15:26:22
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas VIDA DE EMIGRANTE
O emigrante parte deixando para trás tudo, a terra que o viu nascer, a noiva, a esposa e os fi...
Enviado por jorgehumberto
em 22/08/2010 14:39:43
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas O REGRESSO DO NAZISMO
Como foi possível, a uma nação com mais de oitenta milhões, de pessoas, acreditassem cegamente...
Enviado por jorgehumberto
em 21/08/2010 15:32:59
textos deste autor
offline
Carlos Said Crónicas Enfim...o ponto final.
Olá, senti uma brisa acariciante em meu rosto neste fim de tarde, lembrei de você, lembrei de nós...
Enviado por Carlos Said
em 20/08/2010 16:45:15
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas A LEI DOS POLÍTICOS
Numa sociedade descaracterizada reina o medo, a omissão e a pobreza, em prol da democracia e da...
Enviado por jorgehumberto
em 20/08/2010 15:47:38
textos deste autor
offline
Esther Crónicas QUANDO O SILÊNCIO SE TRANSFORMA NO MAIOR DOS MALES
Lo más atroz de las cosas malas de la gente mala es el silencio de la gente buena. ( Gandhi) H...
Enviado por Esther
em 20/08/2010 10:21:17
textos deste autor
offline
Naya_Jonas Crónicas Lagrimas na Chuva...
Era uma menina sozinha descendo pelas ladeiras da cidadezinha do interior, que faz divisa com o e...
Enviado por Naya_Jonas
em 20/08/2010 01:52:12
textos deste autor
offline
SALETI HARTMANN Crónicas "O VELHO"
Este texto pode ter conteúdo não aconselhado para menores de 18 anos.
Enviado por SALETI HARTMANN
em 20/08/2010 00:01:34
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas A INOCÊNCIA E OU A JUSTIÇA
Toda a pessoa é inocente até prova em contrário. Este é um pressuposto que se deve levar muito ...
Enviado por jorgehumberto
em 19/08/2010 15:34:21
textos deste autor
offline
Marcos Ch. Lima Crónicas Quarto de vida
Aqui, nese quarto me sinto avontade; nele imagino um mundo melhor. Nesse quarto que ouço o blues ...
Enviado por Marcos Ch. Lima
em 19/08/2010 01:49:38
textos deste autor
offline
EACOELHO Crónicas UM BILHITE PARA O MARCAO
Marcão, venho através dessas mal traçadas linhas, dizer que você às vezes você é um mal agradeci...
Enviado por EACOELHO
em 18/08/2010 21:09:34
textos deste autor
offline
EACOELHO Crónicas VENTANIA
Gosto desse nome VENTO. E o temo. Gosto quando sopra manso, trazendo todos os aromas. Bons e r...
Enviado por EACOELHO
em 18/08/2010 21:05:43
textos deste autor
offline
EACOELHO Crónicas OUTONO
Gostos desse gosto de outono que sinto ao degustar as tardes. Gosto desse vento vagabundo, que ...
Enviado por EACOELHO
em 18/08/2010 21:02:57
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas A CRIANÇA QUE HÁ EM NÓS
A criança que há em nós é nua e crua e anda sempre de mãos dadas connosco, para onde quer que v...
Enviado por jorgehumberto
em 18/08/2010 16:07:38
textos deste autor
offline
flavio silver Crónicas esta é a história
A ausência dá cabo dela. Todos os dias nulo. Todas as noites a dar ao manifesto pelas vielas, ao...
Enviado por flavio silver
em 17/08/2010 19:23:42
textos deste autor
offline
jorgehumberto Crónicas A LIBERDADE
A liberdade é um direito que se adquire à nascença e que deve perdurar vida afora. Nada mais imp...
Enviado por jorgehumberto
em 17/08/2010 15:30:46
textos deste autor
offline
RoseaneFerreira Crónicas Leia com ATENÇÃO: Ando assim... (EC)
Leia com ATENÇÃO: Ando assim... (EC) Ando toda em contraindicações. Nada que indique, nem com r...
Enviado por RoseaneFerreira
em 17/08/2010 02:58:40
textos deste autor
offline
flavio silver Crónicas contas de cabeça
Toda a gente faz contas de cabeça. E todas as cabeças fazem contas à gente. Eu faço as minhas, ...
Enviado por flavio silver
em 16/08/2010 21:59:04
« 1 ... 36 37 38 (39) 40 41 42 ... 102 »

Login

Usuário:

Senha:

Lembrar-se



Esqueceu a senha?

Cadastre-se agora.

Texto Aleatório

Comentários Recentes

Recentes no fórum

Luso Pensamentos

Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

Siga-nos

Posts relacionados, Plugin for WordPress, Blogger...