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João Marino Delize Poemas -> Solidão Distância
Distância Mora no mato, bem distante nos confins Que um dia ficou bem longe E pra cidade eu vi...
Enviado por João Marino Delize
em 10/04/2014 15:42:47
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marcelooso Poemas -> Dedicatória O Rei do Sertão
O Rei do Sertão Não tem Virgulino Corisco, nem Lampíão! Segurando a lamparina Tranquilo, ...
Enviado por marcelooso
em 17/08/2013 21:43:41
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marcelooso Poemas O Rei do Sertão!
O Rei do Sertão Não tem Virgulino Corisco, nem Lampíão! Segurando a lamparina Tranquilo, ...
Enviado por marcelooso
em 08/06/2013 21:38:49
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MariadeFatima Poemas -> Alegria Voltando para o Lar
Voltando pra casa, Pisei na estrada, Com uma vontade danada, De logo chegar. Não p...
Enviado por MariadeFatima
em 22/04/2013 14:55:57
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FabioVillela Poemas Sofista
O homem velho repete seu discurso de falsa erudição, outros homens velhos não lhe negam aplausos ...
Enviado por FabioVillela
em 18/06/2012 14:36:45
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João Marino Delize Poemas Vida marvada
Vida Marvada Você não sabe como é bom viver Numa casinha branca de sapê Com uma mulher a nos...
Enviado por João Marino Delize
em 29/07/2011 20:40:39
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João Marino Delize Letras de Música Canarinho Prisioneiro
Canarinho Prisioneiro Sou aquele canarinho que cantou em seu terreiro Em frente à sua janela e...
Enviado por João Marino Delize
em 29/03/2011 14:39:09
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Massari Poemas -> Reflexão O juramento de Odônio Tissé
Odônio jurou um dia Olhos postos no poente Que a morrer de saudade Distante de amados entes Pref...
Enviado por Massari
em 15/11/2010 21:10:08
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João Marino Delize Letras de Música Paineira Velha
Paineira Velha Paineira velha abandonada Lá na estrada de meu sertão Tem uma história de meu p...
Enviado por João Marino Delize
em 25/10/2010 19:36:54
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João Marino Delize Poemas -> Saudade Cabocla Terezinha
Cabocla Terezinha Morava no Rancho Fundo Bem prá lá do fim do mundo Só conhecia o ...
Enviado por João Marino Delize
em 06/08/2010 15:42:28
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João Marino Delize Sonetos Um poente de agosto
Um poente de agosto O dia estava findando no meio do mês de agosto E ...
Enviado por João Marino Delize
em 22/05/2010 16:01:43
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João Marino Delize Poemas -> Saudade Voltando ao passado
Amigo escute com calma A historia que vou contar Expressada por minh’alma No meu modo de falar ...
Enviado por João Marino Delize
em 27/10/2008 17:34:05
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João Marino Delize Sonetos Mudança
Amigos escutem-me com calma O que eu vou contar-lhes agora São mágoas que trago na alma Q...
Enviado por João Marino Delize
em 09/09/2008 18:23:12
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João Marino Delize Sonetos Melodias ao luar
Com meu violão numa seresta Numa noite de um lindo luar O sertão parece uma só festa Com ...
Enviado por João Marino Delize
em 09/08/2008 19:46:13
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Paulo Gondim Poemas -> Tristeza AS CRUZES
AS CRUZES Paulo Gondim 22.04.2001 Velhas cruzes, fincadas Expostas, abandonadas Corroídas, desbo...
Enviado por Paulo Gondim
em 25/11/2007 02:12:10
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Paulo Gondim Poemas -> Alegria O MILHO VERDE
O MILHO VERDE Paulo Gondim 19/10/05 Manhã de abril, o mato em flor A chuva passou, pois enfim ch...
Enviado por Paulo Gondim
em 24/11/2007 15:58:43

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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)
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