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offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor Desejo...
O teu corpo é desalento infame, perdido, sedento do meu corpo sobre o teu minha pele em ti é lume...
Enviado por Elis Bodêgo
em 24/07/2008 22:40:25
offline Elis Bodêgo Poemas -> Introspecção Aborto..
Desceu em mim a mágica loucura a surdez maléfica, que me cega a desprender de mim a vida que brot...
Enviado por Elis Bodêgo
em 18/02/2008 22:55:59
offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor SINTO...
Sinto a tua voz distante num eco profundo o prazer que me alcança num olhar de criança que se per...
Enviado por Elis Bodêgo
em 15/02/2008 01:16:56
offline Elis Bodêgo Frases e Pensamentos O Tempo...
O tempo surdo ditador pedaço ausente da minha presença sintoma descrente da minha doença vulto ar...
Enviado por Elis Bodêgo
em 15/02/2008 01:11:03
offline Elis Bodêgo Frases e Pensamentos Adeus...
Quando o vento me levar na liberdade e me deixar voar como uma louca eu serei apenas uma gota de ...
Enviado por Elis Bodêgo
em 13/02/2008 22:18:30
offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor Quando...
Quando a bruma se debruça no olhar num hipnotismo trespassante entre a cegueira e o luar. quando ...
Enviado por Elis Bodêgo
em 12/02/2008 23:49:14
offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor Despedida...
Já não tenho tempo, nem vontade de ver o teu rosto já não tenho o silêncio, nem repenso no teu co...
Enviado por Elis Bodêgo
em 09/02/2008 23:10:21
offline Elis Bodêgo Frases e Pensamentos eu...
Porque é que hei-de escalar montes subir serras se meu ser é de outras eras um ser de alma liber...
Enviado por Elis Bodêgo
em 09/02/2008 15:05:07
offline Elis Bodêgo Poemas -> Desilusão Desilusão
desfia-se o desejo entre os dedos de uma mão feita de ilusões como um mar envolto em rochedos na ...
Enviado por Elis Bodêgo
em 08/02/2008 00:50:29
offline Elis Bodêgo Poemas -> Introspecção Suspenso!
Suspenso! nas linhas da palma da mão como um verso derivado de um motor em combustão. Supenso! na...
Enviado por Elis Bodêgo
em 08/02/2008 00:41:18
offline Elis Bodêgo Poemas -> Reflexão A Vida...
As rugas vincadas pelos segredos em rostos que escondem magias e medos. a vida esquecida na voz q...
Enviado por Elis Bodêgo
em 07/02/2008 02:03:36
offline Elis Bodêgo Poemas -> Saudade Levo-te Junto ao Peito
levo junto ao peito a última lágrima o vulto que me abraça no começo da saudade. levo na memória ...
Enviado por Elis Bodêgo
em 07/02/2008 01:28:06
offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor Amor inconformado
Porque te amo se não me agarras no teu corpo? porque te chamo se não ouves o meu lamento? porque ...
Enviado por Elis Bodêgo
em 07/02/2008 01:12:38
offline Elis Bodêgo Poemas -> Droga Morte Alucinante
De novo te revejo apressado como um pedaço de nada que se evapora de volta o regresso ao passado ...
Enviado por Elis Bodêgo
em 07/02/2008 00:08:03
offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor Tu...
quando te deito na chaga que trago no peito no desdobramento do meu leito no ímpio castigo da tua...
Enviado por Elis Bodêgo
em 06/02/2008 23:31:52
offline Elis Bodêgo Poemas -> Amor Diz-me...
Diz-me que som fazem as pedras da calçada quando gritam o teu nome? ou quantas gotas de sangue ve...
Enviado por Elis Bodêgo
em 04/02/2008 17:49:28

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Frase

É incrível que, no intuito de justificar as nossas crenças, coloquemos Deus na terra e o Homem no céu

(Garrido)



A folha

A folha cai no verão.
( Era folha de papel)
Não consigo pegá-la
Porque o vento é forte
E me leva para longe.

Matheus



Insanidade perfeita

Sinto-me cansada
Já me faltam as palavras!
As que saboreio entre dissabores
Da minha própria loucura
Já não sinto o meu corpo
As vogais consomem-no
Adormece em brandas consoantes
Ficam tantas frases por dizer
Aquelas,
Que já não consigo escrever,
Falta-me a força
A caneta começa a tremer
Soluça.
O meu olhar constrói
O que meu pensamento rejeita
Esta sou eu,
A doce mulher
A insana, poeta...

(ConceiçãoB)



Tempestades

Tudo em mim, são dias de tempestades...
Por isso entrego minha alma à poesia
E meus dias a escrever versos
E meto uns poemas em velhas garrafas
E as levo para as águas intermináveis dos mares
- revoltos e tristes -
E as lanço, na singela esperança
De que um dia alguém os leia
Ainda que meus pés não estejam mais sobre este chão
E meu corpo tenha sido já lançado no ventre desta terra impura
E minha alma tenha também partido
- para a imensidão do infinito com que sonho,
ou para o abismo solitário que me amendronta...

(Vanessa Marques)


vaga-lume

... beijar-te

- era ser
pássaro azul
dedilhando ugabe

era levitar
beber das nuvens
e desfolhar os céus

era um doce caminhar
sem tocar o chão
estirpes desaguando
em aljôfar...

era dédalo a calar-me
se acontecia
cascata de sonhar-me
na boca que feliz
se fenecia

- e era livre
sendo chama
toda asas
vaga-lume
brilhante
como quem ama.

(RoqueSilveira)


Nós de poesia

A vida é feita de incompletudes...
Como os bares de mesas vazias
Nas calçadas
Ou as longas estradas
Repletas de nada dos dois lados

Ainda assim, escrevo
Mesmo sabendo que em mim
desatam-se nós de poesia
E atam-se outros em seguida.

O fato é que
Daquilo que me resta
Faço-me humanamente completa
meramente humana...

(Vanessa Marques)



Frase

"Amor" é o presente dado sem esperança de retorno,
e o que esperamos é apenas que não seja rejeitado

(Junior A.)



Frase

Como posso explicar
Esta dor
Invasora
Da minha alma
Senão dizer
Que és a mentira
Mais verdadeira
Da minha vida...?

(Raquel Naranjo)



Frase

O amor é como a justiça:
Injusto e cego.

(TrabisDeMentia)



guardanapos

do nosso beijo,
muralhas

do nosso amor,
migalhas

do nosso verbo,
mortalhas

dos nossos papos
poemas
em guardanapos

(Niké)



Sexto sentido

Tenta ouvir o silêncio...
Ver a luz na escuridão profunda...
Cheirar o aroma da mais pura água...
Sentir a textura do vento...
Saborear a doçura do sal...
Quando o conseguires...
Irás te descobrir...

(gera)



Só saudade

Dor que sente
Dor que não se mede
Que vai e vem

Com a vida vou rolando
Com a dor vou buscando
Talvez alívio...

Quando doer que seja
Sem deixar morrer
Só saudade...

(amasol)



A foz

Se cada coisinha que eu sei correspondesse a um rio... E se cada um deles desaguasse na mesma foz...Esta não teria senão o tamanho de uma bacia bem pequenina na qual eu refresco os meus cansados pés. Os rios seriam tão curtos quanto a minha felicidade, tão estreitos quanto a minha existência, tão secos quanto a minha solidão. Mas talvez, talvez bem no fundo da bacia, talvez para lá das lágrimas turvas, e para que eu me possa orgulhar, talvez sorriam dois peixinhos, que eu, apesar da distância possa contemplar! E quem sabe... Uma flor se incline e faça nascer, na foz uma flor que eu possa colher!

(TrabisDeMentia)

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