Palavras... Palavras

 
    Palavras... Palavras
 
Palavras espalhadas ao vento
Como brumas do mar evaporadas
Juras que acreditei, emocionada
Mentiras jogadas sem tento

Palavras; pétalas esvoaçantes
Margarida adoentada
Bem me quer ou,não quer nada
Borbulhas de champanhe espumante

Palavras o vento as leva
Juras o vento as levou
Um coração inquieto,travou
O dia escuro é só trevas

Lábios que não quer mais beijar
Deixaram de lado a maciez
A luz o brilho de minha tês
Alma solitária, não quer mais amar!
 
    Palavras... Palavras

Luz sobre a Terra

 
Luz sobre a Terra

Furacões, inundações e terremotos têm ocorrido constantemente em várias regiões da Terra. De muitos modos esses desastres naturais podem ser encarados. De certo ponto de vista, pode-se dizer que a vida materializada nos lugares onde ocorrem é liberada para outras dimensões de existência. É uma limpeza que permite posterior renovação da Natureza, tão agredida pelo homem. Também quanto às pessoas que sofrem esses desastres, pode-se dizer que são liberadas de condições indesejáveis para o Espírito.

A Natureza, como Entidade inteligente, é capaz de destruir tudo o que não serve, que está desatualizado ou que afronta a integridade do Espírito. O desenvolvimento da consciência planetária, como um todo, não pode ser retardado por circunstâncias criadas pela presente civilização — condições subumanas de vida, de habitação, de abastecimento; laços afetivos viciados, inferiores ao estado que as almas estão preparadas para manifestar; anseios egoístas de satisfação de desejos sem levar em conta os demais e o meio ambiente. Assim, os desastres são um meio drástico de purificação.

Nessas manifestações da Natureza — das quais poucas áreas do planeta estão livres nesta época — não há conceitos morais ou sociais comuns; elas limpam, transformam, removem, dissolvem o que é negativo, com grande e profunda repercussão nos seres. Os principais efeitos de uma experiência forte como essa dão-se no interior das pessoas, no seu íntimo; nem sempre se revelam. Quando a destruição é vasta, pode haver profunda limpeza também no espaço etérico, com a colaboração dos ventos e das águas. Em tempos normais isso não é possível em grande proporção.

Há lições a aprender com esses acontecimentos, cada vez mais triviais e numerosos. Uma das primeiras é que, por lei, a Natureza recupera o espaço que lhe foi usurpado pelo homem. Assim, tendem a retornar ao curso original rios cujo trajeto foi mudado em nome da comodidade, do lucro ou de maior usufruto por parte de populações que normalmente desperdiçam água e não adquirem hábitos superiores de higiene. Outra coisa que se pode observar e com a qual muito se tem a aprender: nas destruições de florestas pelos ventos, as árvores nativas têm demonstrado ser as mais resistentes. As que caem logo têm sido as transplantadas de outras regiões pelo homem, as que compõem reflorestamentos realizados quase sempre por interesses espúrios.

As ajudas humanitárias exercidas nessas ocasiões são uma oportunidade de equilíbrio, isto é, países que espoliaram outros são levados a devolver parte dos bens em forma de doações, embora em geral essa parte seja mínima em proporção aos desvios passados. Gestos de auxílio aliviam débitos de um povo para com outro e de um indivíduo para com outro. A recuperação de áreas destruídas implica o exercício da solidariedade, e poucas ocasiões se apresentam tão propícias para o florescimento dessa virtude como as dos inevitáveis desastres naturais.

Mas por que as pessoas não percebem internamente o perigo que se avizinha? Por que são apanhadas de surpresa, quando poderiam preparar-se melhor ou fugir desses desastres? A resposta é que, embora avisos gerais sempre tenham sido dados, embora há séculos se venham anunciando as transformações pelas quais a Terra passará e embora ultimamente tais avisos tenham chegado a detalhes, pouca importância lhes é dada. O comportamento não muda, os maus hábitos permanecem, tudo prossegue como sempre. E, por não levarem em consideração esses avisos, as pessoas perdem o direito de intuir a hora da chegada dos desastres, para que se resguardem até certo ponto.

Autor deste texto: Trigueirinho

José Trigueirinho Neto é o fundador do grupo Figueira, hoje com palestras mensais em Carmo da Cachoeira no sul de Minas.
 
Luz sobre a Terra

Removendo vícios coletivos

 
Removendo vícios coletivos
 
Só tem poder para abençoar aquele que ama a Deus de todo o seu entendimento e o Pai já o abençoou. Um desgraçado não tem graça nem para ele mesmo e ainda assim ousa mencionar o santo nome de Deus em vão. Luz do espírito santo em todos corações, paz e luz de Cristo.
 
Removendo vícios coletivos

Chave do Sublime

 
Chave do Sublime
 
Hey! Isto é uma tentativa falhada à partida porque tem o objectivo de colocar em palavras, algo extraordinariamente único. Que nem a filósofos, pensadores, sacerdotes, canções, textos ou poemas ouvi falar. Desconheço o seu tamanho, porque o fim nunca avistei, nem olhando bem lá no fundo. Não é racional, não se rege por leis lógicas, dado que se assim fosse não teria razão alguma para existir, e mesmo que existisse há muito que se teria desvanecido, porque o que faz mal demais não deve existir. Desperta emoções e sentimentos, mas não o devemos confundir com as mesmas, que são estados do nosso espírito. Isto influencia directamente e como nada tais estados, envolvendo o mesmo numa espécie invólucro, áurea. É o clima da minha alma, o que lhe dá o Sol, assim como a chuva, a neve, o gelo, as nuvens e o nevoeiro. Óbvio que toda a nossa alma é influenciada por vários climas, mas este consegue ter primazia sobre todos o outros. Às vezes pergunto-me se já nasceu comigo ou se entrou dentro de mim um dia destes. Mas a resposta para nada serve. Facto é que se revelou há algum tempo, e nem com o passar do tempo se desvaneceu. Tem a capacidade de originar tempestades cá dentro, capazes de tirar todo o suporte que me sustenta no chão. Antagónicamente consegue levar-me ao sítio mais perto que o meu espírito esteve do "Paraíso". Tem o poder do pesadelo e do sonho. E como é bom sonhar através dele... Mas como disse anteriormente não é lógico e é impossível de controlar manifestando-se deveras inconstante, consumidor, destrutivo. Ele comunica comigo, através de pensamentos, imagens, sonhos, voz... apontando sempre para a mesma direcção. A chave que lhe fecharia a porta de onde lhe vem a escuridão e abriria outra para a luz, para os mistérios do sublime, a derradeira força da vida, onde o Sol é o Imperador Supremo de Algo onde espaço, tempo e matéria não existem. E como ele me faz lembrar de ti, como me faz sonhar contigo, como me faz pensar sempre em ti, como sussurra o teu nome nos momentos de solidão... Madalena.
 
Chave do Sublime

Luz à terra

 
O mantra expande nosso círculo de atuação à área planetária. Luz à terra. É algo feito de forma altruísta visando o bem coletivo e planetária, algo fundamental na evolução da consciência de união com tudo, por parte de um ser que trabalhe conscientemente sua evolução. Amor e luz

Repetido 333 vezes por vez.

Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra,

Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, Luz à terra, luz à terra, Luz à terra, luz à terra.
 
Luz à terra

Traduzindo

 
               Traduzindo
 
Um momento de ternura
No olhar de quem procura
Olhar que diz tudo,sem nada dizer
Ele traduz toda luz de um bem querer.

Nereida

Errar acontece
Reconhecer o erro
Enobrece
 
               Traduzindo

Lavrador de almas

 
Lavrador de almas
 
Lavro e semeio em diversos campos com sementes diferentes, porém todas contem o ADN da luz em suas essências e quando se desenvolvem se voltam para o céu a procura do Pai celestial que as deu.
 
Lavrador de almas

ESTÀ CHEGANDO O DIA!

 
Chegou Dezembro
Passo a passo rodopia a chegada
Aquele dia é desejado por tantos
Principalmente as crianças.
A vida é monótona
A correria ás lojas para as prendas comprar
É um labirinto uma azafama
Um tornar difícil a vida ainda mais para alguns
Pois sempre tive alguma coisa em comum
Hoje o Natal por incrivél que vos pareça
É uma tradição já sem talento!
Só me fascina os meus antepassados e como gosto de os recordar.
Pois era criança e mesmo o pouco que havia para nos presentear era tão mais confurtante a pesar de serem bonecas de plático mas que para nós eram as mais lindas aos nossos olhos.
O Natal foi-se deixou de ter aquele gosto que tinha quando descobri que eram os meus pais que nos davam os brinquedos deixou de ter interese,
já não tinha o mesmo sabor a mesma adrenalina e daí o meu Natal deixou de ter aquele gosto dos antepassados de criança desejosa de bonecas e sim de outras descobertas sem sabor dos tempos.
Ai como era bom ainda selo e viver de ilusões!

Autora:LuiZacarias
 
ESTÀ CHEGANDO O DIA!

2016 O DESPERTAR DA FORÇA

 
2016 O DESPERTAR DA FORÇA
Conquistar futuro
Trazendo pessoas
Sustentado
Das possibilidades.
Pois agrega o que sabe
Influindo na energia
Que voa...
A vontade que prega
Que vibra no possível
Que se vê aferente.
A fonte da vida
Uma vez que se banha
A natureza primária
Sobressai como as nuvens
No Céu.
Conquistar o futuro
No passo da gente
STAR WARS (o despertar da força)
A luz da jornada.
FELIZ 2016 – LUZ
BENVINDO AO FUTURO.
M@c.
 
2016 O DESPERTAR DA FORÇA