Poemas, frases e mensagens sobre despedida

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre despedida

AMAR SEM CONDIÇÃO

 
AMAR SEM CONDIÇÃO
 
“A condição de amar está no respeito
de quem doamos o nosso amor”

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AMAR SEM CONDIÇÃO

Poema do Adeus

 
Poema do Adeus
by Betha M. Costa

Quando tu acenas-me um adeus,
E o vento a tua amada mão balança,
Vais para tão longe dos olhos meus,
E nem mais o meu coração te alcança…

Causas-me terríveis mudanças,
Sensações gigantes viram pigmeus,
Quando tu acenas-me um adeus,
E o vento a tua amada mão balança.

Ah, lágrimas em meus olhos ateus!
Em longa, fria e melancólica dança,
Morre como indigente o velho Deus,
O nosso amor fogo e festança,
Quando tu acenas-me um adeus.

(republicação)
 
Poema do Adeus

Canto ao Amor Que Partiu

 
Canto ao Amor Que Partiu
by Betha M. Costa

Quando a vela mortiça da chama do amor extinguiu-se dos teus olhos, um pouco da minha luz interior foi apagada a cada dia.

Viúva de amor vivo, eu lancei ao túmulo do teu afeto as pétalas do meu. Esperava que se enterrado vivo junto ao teu, o meu bem querer também morreria! Secariam as lágrimas e passaria essa dor que ainda carrego n’alma. Mas, meu amor sobreviveu ao sepultamento...

Partiste. Apesar das distâncias que separam nossos passos, dos afagos que se tornaram acenos, dos beijos que são lembranças e das palavras transformadas em silêncios, é como se ainda não tivesses ido de vez.

As melodias perdidas pelos cantos da casa, onde tantos cantos felizes foram entoados, juntos a risos e segredos; hoje são amontoados de passados infiltrados nas paredes descascadas do meu coração.

Tudo é triste e sem sentido. É como o negro vestido que eu usava e lembrar-me-á para sempre a cor do céu no dia em que a chama do amor se apagou dos teus olhos...

Imagem do Google
 
Canto ao Amor Que Partiu

como podes tu compreender o sucedido?

 
é difícil este controle sobre os pássaros
inquietos fogem das mãos aos bandos
a tua tristeza submissa desfaz a chuva
nas ruas abandonadas pelos miúdos descalços
um sangue coalhado na árvore que se dissolve
nas palavras que partiram num dado momento

voltas de novo para a despedida
tantas vezes por ti já sofrida num adeus de partida
um momento findo tantas vezes começado
num tempo que ainda faz sofrer este tempo

um olhar de renuncia entregue à fantasia
de um sonho de procura do ser desaparecido
avança a duvida desta incoerência da vida
as folhagens abanam sem que se faça sentir vento
e a paisagem que deveria lá estar desaparece

este lugar inóspito de imagens inúteis
torna-se mais irreal quanto mais real é

como podes tu compreender o sucedido?
 
como podes tu compreender o sucedido?

despedida (opportune tempore... in fine)

 
hoje despedi-me de ti
ainda que o não saibas
quis olhar-te nos olhos
uma última vez
aconteceste-me um dia
e milhares deles contigo dividi
quis olhar-te nos olhos uma vez mais
- a derradeira

e vi o baço fulgor nos teus olhos
inexoravelmente rutilantes
a culpa pérfida e muda
volitando em teu redor

no teu rosto vislumbrei
esboços imprecisos das criminações
com que me mimoseaste
certezas convictas
bebidas em cálices envenenados
taças negras
erigidas no fundo do mar da vida

todo o teu corpo inquieto
denunciava a renúncia
exalava horrores quiméricos
gritava conluio cônscio

que letal veneno voluntariamente ingeriste!

milhares de instantes partilhados
bordados de sorrisos uns
outros de lágrimas deslustrados
roseirais de ilimitadas cores
e de espinhos mil aguçados

falhámos no caminho
outros - brilhantes - nos aguardam
assim saibamos merecê-los
sem mágoas nem melindres

hoje despedi-me de ti
e há um templo de memórias
que comigo habita
hoje
amanhã
sempre

S.
 
despedida  (opportune tempore... in fine)

Sonho Desfeito

 
 
(Oiça o poema recitado pelo próprio autor com música de fundo em solo, "A Casa do Sol Nascente).

SONHO DESFEITO

Naquela tarde serena,
Sem dó, sem pena,
Fugiste de mim;

Fiquei magoado,
Com o olhar parado,
Como o de um manequim;

Perguntei-te então,
Se nos jurámos em vão,
E tu disseste que sim;

E assim se desfez,
Este meu sonho que fez,
Mil venturas em mim!

Agora caminho incerto,
Como num deserto,
Longo, sem fim;

E minha vida é triste,
Só dor em mim existe;
Por que será sempre assim?
 
Sonho Desfeito

Não me perguntes onde vou

 
É amargo o sabor desse gesto
Desprendido, com que me tomas
E me largas,
Como se eu não passasse de bonequinha de pano,
Com olhos apenas pincelados
Que nunca choram,
Sem alma e sem coração,
Sem sentimentos,
Sem desejos…

Amei-te mais, demais…
E muito mais
Do que aquilo que sabia do amor.

Deixei-te livre,
Não te atei o dedo
Nem te abracei o corpo.

Tive orgulho de um coração
Estupidamente imperfeito,
Inquieto…
E gritei alto ao vento
E ao mar…

Amei-te mais, demais…
E foi amargo.

Não me perguntes onde vou…
 
Não me perguntes onde vou

Brevidade da vida

 
Brevidade da vida
Meu querido amigo

Você partiu...

Não se despediu

Sua vida foi ceifada

Em plena juventude

Deixou dor e saudade

Naqueles que te amaram

Naquela estrada sozinho

Viveu seus últimos momentos

Não sei de quem lembrou

Nem mesmo se deu tempo

De lembrar-se de quem te amou

Você deixa uma lacuna

Neste breve e longo tempo

Que aqui nos visitou

Esteja onde estiver

Sempre será lembrado

Por nós que aqui ficamos

Até que um dia partamos

E nos encontremos

Ai do outro lado da vida

E a nossa amizade que se rompeu

Pela linha invisível

Seja continuada além da vida
 
Brevidade da vida

Fim de Festa

 
Fim de Festa
by Betha M. Costa

Não me avisaram que era fim de festa!

Sozinha, em salões enfeitados
De mal-me-queres e amores-perfeitos,
Esperei pela música que não veio...

Em jardins outrora perfumados
Guardadas na memória:
Prosas, provas, promessas...

A vagar na rua silenciosa,
Adormecida de tantos passados,
Os passos trôpegos... As Saudades...

Porque não me avisaram que era fim de festa?
 
Fim de Festa

Escrever enquanto morres

 
Escrever poemas enquanto morres
É um acto triste sobre o que será
A minha vida
Escrever poemas enquanto vives
É um acto de libertinagem despedida
Enfim
Escrever poemas
Não tem saída.
 
Escrever enquanto morres

Carta de Despedida Número 07

 
Carta de Despedida Número 07
by Betha M. Costa

Belém, 07 de agosto de 2009.

Cansada das polemicas inúteis que só desgastam a mente, destroem a imagem, criam desafetos e embotam a imaginação, eu as deixo na beira do cais de uma ilha distante sem olhar para trás.

Adeus ao bate-boca que não leva a nada com pessoas que não mudarão de opinião, e, que também não me farão (quanto me julgo certa) depositar as minhas idéias numa lata de lixo qualquer.

Deixo a quem queira as discussões em tons que variam do cinza-razão ao negro-desvario, a acidez das palavras que fazem mal a beleza da tez e causam de gastrites a úlceras perfuradas de tanto fel e amargura que elas contêm.

Despeço-me do desassossego que as rixas, picuinhas e de todas essas coisas miudinhas que fazem a pessoa nadar contra quimeras até se afogar no mar de desafeição.

Tudo isso encolhe o ser humano diante da transparência dos olhares mais lúcidos e o leva a desaparecer no meio de seus aborrecimentos e certezas duvidosas.

Agora, despida da negatividade, quero ser zen e pacífica como uma fada de aura bem colorida, mas temo que com a chegada do mês de outubro a bruxa que fui (ou sou) renasça em mim.

Adeus... Ou até a volta!
 
Carta de Despedida Número 07

Não apagarei o rasto do meus passos ...

 
Não apagarei o rasto do meus passos ...
 
...deixarei como recados , desejando que o mar os guarde …

Chegou a hora de despedir o rosto
Depois das lágrimas secadas
Depois dos vestígio de dor
Semeados na praia…

Quis dar voz á dor deste olhar
Mais alcance ao seu grito
Uma tentativa desajeitada
De doar espaço a sua alma
Dilacerada

Misturei o egoísmo e a solidariedade
A ilusão e o anonimato …
A mágoa emprestada de ser fado
Acabei por assustar o azul da praia negra
Através de um ego ácido

Me desculpem
Um abraço a todos

Voltarei, mas agora sem os sapatos altos
Só com os pés de areia, para não deixar rasto …
 
Não apagarei o rasto do meus passos ...

Game Over - Final Countdown

 
 
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Game Over - Final Countdown

Sonho
e no entanto vivo encharcado
que de tant'água espraiada in mote adverso
deste meu desperto, deserto!
de tantos ditos,ditados!
que são chuva secando na nascente
tempestade por dentro dos vermelhos,fios!
que são rios onde cada gotícula,preciosa!
clama pela análise desta sedimentação,
tensão - alta!
baixa - tensão!
extremos duma só ponta
coração!
e custa-me tanto aceitar...
que...
um...
dia...
este sangue que se me vai...
sofrerá a última observação...
ou uma lágrima , perdida...
rolando à despedida ...

Apagar...

(S)im ou (N)ão ?

LSJ , 281220101631 - (c) Távola De Estrelas
 
Game Over - Final Countdown

Mulher maravilhosa

 
Não és apenas uma mulher
bonita
a intensidade da rosa
de que me acerco
sem tocar
como o sol
na despedida
do dia
da minha vida.
 
Mulher maravilhosa

Espera, Chegada e Partida

 
Espera, Chegada e Partida
by Betha Mendonça

Era pura emoção a tua chegada,
E cada instante da espera por ela,
Como uma chuva de flores a janela,
Despertava-me ansiedade inusitada.

Delicada música me enlevava,
Quando mais próximo o momento,
Do desejado encontro chegava,
Menor o vazio e maior encantamento...

Aos sorrisos adentravas a sala,
O sol do verão apossava-se da casa,
A iluminar e aquecê-la ala por ala.

Até que a felicidade bateu asas,
Vozes perderem da garganta a fala,
E dos corações apagaram-se as brasas...
 
Espera, Chegada e Partida

Sal das minhas lagrimas-Neila Costa

 
Sal das minhas lagrimas-Neila Costa
 
 
Soneto,formatação de video,narração:Neila Costa
 
Sal das minhas lagrimas-Neila Costa

DIGO-TE ADEUS

 
DIGO-TE ADEUS
 
DIGO-TE ADEUS

Escrevo estas linhas já saudosa
Com a alma toldada de nostalgia
Pelo caminho, vou, mas ansiosa
Que a vida me leve e me traga um dia
Solto minha vontade de alegria respirar
Entrego-me à noite que aí vem
Faço das estrelas bolas de brincar
E reparto-as com as crianças de ninguém.

E neste infinito sonho me deixo à solta
Meu coração procura uma ponta de doçura
Que parte e reparte sempre que volta
Numa dávida toda ela ternura.

Digo adeus, a ti te digo adeus!
Voarei por terra e mar em liberdade
Brincarei com o sol pôr pertinho dos céus
Levo comigo saudade
Por entre brancos telhados de nuvens te verei
Deixo minha amizade
Para que me oiças, um canto te farei.

rosafogo

Porque a amizade é indispensável à vida.

Voltarei dentro de alguns dias.
Esta poesia nada tinha de despedida, mas hoje modifiquei-a um pouco e deixo-a para o efeito.
Saúde para todos.

rosafogo
 
DIGO-TE ADEUS

Carta de Despedida Número 06

 
Carta de Despedida Número 06

Belém, 21 de junho de 2009.

Despeço-me agora da mágoa que destrói os relacionamentos interpessoais, e, do desejo de retrucar com ardido bofete na cara cada desgosto que a vida e/ou as pessoas me dão.

Adeus a mesquinhez do ódio que tinge de vermelho os olhos e cega o ser humano ao que realmente importa na existência tão pequena dessa esfera espiritual! Que aqueles que me ofendem se apaguem na minha memória como velas que derretem sobre as lápides frias de tudo o que é sem valor!

Aceno com branco-paz aos que dizem de mim e contra mim todo tipo de coisa negativa, para que eu não lhes absorva os maus sentimentos e me torne tão cruel quanto eles.

Adeus a raiva daqueles que pisaram com força e esmagaram sob seus pés um a um dos meus mais lindos sonhos e nobres sentimentos. Sejam eles apenas poeiras que o vento do tempo levou para tão longe de mim que nem lhes recorde os semblantes.

Chega de remoer acontecimentos, atitudes e palavras! Essas coisas que ferem por dentro o peito tais flechadas que fogos e torturam a mente da gente pela ansiedade de ter permitido que assim acontecesse...

Apartem-se os desgostos aos quais fui submetida por mim mesma ou por outrem! Que eu seja como sol que - mesmo encoberto pelas nuvens coloridas no firmamento - passa altivo sobre mares de calmarias e tempestades, e, festivo volta a brilhar e esquentar a Terra a cada novo dia até que finde seu tempo...

Adeus...
 
Carta de Despedida Número 06

Troca por troca...

 
Despedi-me porque ela me pediu.

Despedi-me agarrando-a pela cintura de encontro ao meu peito.. mas o olhar e a forma como ela já não se encaixava em mim, fez-me sentir o sangue fervilhar, o coração apertar e a pouca energia que já me restava por não conseguir respirar, tornou-me inútil e desprotegido.
Ela disse-me que já não me queria, e quando eu lhe perguntei porquê, ela apenas respondeu: "Vivi na ilusão de que algum dia te poderia amar... ".
O meu mundo deixou de existir. O meu mundo que julgava ser o dela, o nosso e o meu.
Como poderia eu dar mais um passo no chão onde pisava sem que o meu corpo caísse e permanecesse imóvel? Ou como poderia eu simplesmente deitar-me e acordar na manhã seguinte?
Ela costumava escrever-me muitas cartas. Dizia o que realmente sentia através de palavras gravadas num papel que encontrava por aí na rua enquanto passava.. solto.. dizia que as suas palavras também eram soltas, apenas porque não pensava se faziam sentido até as escrever.

Despedi-me.
Eu dei-lhe o meu coração e ela deu-me uma caneta.
 
Troca por troca...

O BEIJO... *

 
O BEIJO... *

Lual romântico, uma fogueira a crepitar...
O casal de namorados num beijo doce,
Exibe um olhar profundo e intervalar...
Se tocam como se, o último, aquele fosse...

Aos abraços se aninham... Num repente,
Ela o fita diferente, olha sua mão, aliança...
Num desafio, ele dividido, aceita reticente...
Em seu rosto expressa falta de esperança...

Cara ou coroa, se ela vence ele tira o anel...
Se ele ganha ela rejeita a outra, favorita,
Que ele também ama e não se sente infiel...
Segue o jogo como prelúdio de despedida...

Seja quem for o vencedor, não terá vitória...
A perda há que ser dividida, pois será o amor
Penhor das almas repartidas, nesta história,
Em que os corpos são união, apelo sedutor...

Poema Inédito.
Ibernise.
Indiara (GO), 21.05.2008.
Núcleo Temático Romântico.
Direitos autorais reservados/Lei n. 9.610 de 19.02.1998.[img]
 
O BEIJO... *