Poemas, frases e mensagens sobre inspiração

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre inspiração

O Mar!

 
O Mar!
 
Mar, tu que envolves a areia
Com toda a tua força e paixão
Quem te sabe admirar
Já presenciou esta linda união!
União essa que é sublime e encantadora
A força com que a areia abraças
Fazes esquecer a muita gente
Que a vida tem desgraças!
Mar, és incrível e avassalador
És fonte de grande inspiração
Tua paisagem tem efeitos curativos
Cura muitos males de coração!
O horizonte faz parte de ti
O sol todos os dias te vai beijar
És majestoso, imponente
Visto muitas vezes por quem sabe amar!
Quando o sol te beija
Torna-se num momento de grande admiração
Nem todos sabem avaliar este teu poder
Nem todos são dignos de tamanha contemplação!

Este poema foi feito hoje, sentada à beira-mar, contemplando o pôr-do-sol!
 
O Mar!

NADA TENHO PARA VOS OFERECER

 
Hoje como ontem, nada tenho para vos oferecer.
Esqueci as palavras, esqueci frases verbos e rimas.
Tento dar um lugar em mim a um pouco de inspiração.
Mas nada no cérebro, nada na alma, nada no coração

Na minha cabeça, tenho uma massa que nem sei se é cinzenta
As palavras ele não as transmite às minha pobre caneta.
Que chora lágrimas pretas ou azuis, ela desespera.
E a folha de papel continua branca, continua à espera.

A inspiração, essa , continua escondida e ri-se de mim
Com ar cretino e com um ar brejeiro fazendo caretas.
Então meu velhote? Se não for eu, nada consegues inventar!
Fala com a Lua, talvez ela uma vez mais te possa ajudar..

Estou envergonhado com esta sua e má malandrice
Continuo a fazer um esforço, mas nada me obedece
Acorda meu cérebro, acorda minha alma e meu coração.
Dêem-me um pouco de saber sem precisar da inspiração.

A. da fonseca
 
NADA TENHO PARA VOS OFERECER

Poeta da alma

 
Poeta da alma
 
Eu já ordenei ao meu cérebro que pare
que me dê sossego e me desampare
Eu só quero dormir uma noite em paz
sem ter nos ouvidos, palavras, zunidos
ideias, esboços, rascunhos e tais
que martelam cá dentro e me atormentam

Sob esta tortura, não tenho descanso
Não quero sentir mais inspiração!
Parece que alguém me dita ao ouvido
aquilo que escrevo, aquilo que digo
e me condenou a este destino
de falar de amor, de luz e de calma
e talvez por isso, já alguém
me chamou "poeta da alma".

Maria Fernanda Reis Esteves
49 anos
Natural: Setúbal
 
Poeta da alma

Morrer de amor

 
Morrer de amor
 
A inspiração cai-me aos pés
Sangra as palavras que escondo em degredo
Morro de medo.O medo de as leres e não compreenderes
O silêncio gela.Equeço-me da voz quando te vejo.
Mais um sentimento cai no chão.
Parte-se em mil fragmentos cortantes
As lágrimas viram sangue
E eu que te quero tanto,morro mais uma solidão.
 
Morrer de amor

POEMA BRONCO

 
Poema Bronco

Sobraram
os restos
do resto

Deste
poema bronco

Hoje
ainda
verso

Amanhã
palavra

No fim

Silêncio

Branco
 
POEMA BRONCO

Eu vi essa ave

 
Eu vi essa ave
 
Eu vi essa ave
Voando em liberdade
Planando o meu mar
Tumultuoso e orvalhado

Eu vi essa ave, sim
Faminta e exausta
No meu ombro descansou
Chilreando baixinho
Palavras doces de carinho

Trazendo novidades
Do outro lado do mar
Mitigando a saudade
Que teima em ficar

Meu coração rejubilou
Com tão linda melodia
É a melodia da ternura
Enviada com sabedoria.

O mar amainou
O meu olhar brilhou
O sol enxugou
As penas molhadas da ave
que voou em liberdade

Recuperou alento
Chilrou a mensagem
E Voltou a voar
Até perder de vista

Levando nas patas
Uma flor perfumada
Com a fragrância
Da minha terna lealdade

Sabe o que fazer dela
E concluir a missão
Entregá-la docemente
Á “musa” da minha inspiração.

Escrito a 16/05/08
 
Eu vi essa ave

Queria fazer um verso...

 
Queria fazer um verso
que pudesse expressar
o retumbar da cascata
as ondas altas do mar
o dia com sua alva
a noite com seu luar

Queria mostrar no verso
a imponência do condor
as nuvens como ovelhas
o vento como pastor
e as abelhas bebendo
o mel na taça da flor

Queria mostrar o sol
acendendo como tocha
despertando a montanha
enxugando cada rocha
e aquecendo a corola
do cravo que desabrocha

Queria ver no meu verso
o resplendor do luzeiro
e num dia de outono
o empenho do barreiro
fazendo sua casinha
no ombro do ingazeiro

Eu queria versejando
falar de uma formiga
que levando uma folha
de capim ou de urtiga
nunca se perde na trilha
nem descansa com fadiga

Eu queria descrever
a lagarta de cor preta
que o carcará procura
com seus olhos de luneta
mas consegue escapar
quando vira borboleta

Queria mostrar a seda
na aranha peçonhenta
que caminha entrelaçando
um fio que não rebenta
mesmo sendo esticado
na ramagem quando venta

Queria saber falar
de um dia nebuloso
onde o sol se escondeu
esperando cauteloso
pra abrir sua cortina
de tecido luminoso

Queria mostrar o vento
desenhando sem modelo
na grande tela do céu
suas montanhas de gelo
desmanchando e refazendo
calmamente e com desvelo

Queria a serenidade
das águas de uma fonte
e a claridade que chega
esboçando atrás do monte
o final da madrugada
nos portais do horizonte

Queria ser um poeta
com o estro mais afim
quando vejo a roseira
vicejando no jardim
cercada de borboletas
pedindo verso pra mim

Eu queria ter o dom
de ilustrar o que eu vi
num certo dia de maio
quando um raro colibri
bailava suavemente
ao redor de um bogari

Eu queria versejar
como canta o sabiá
entre os ramos em flor
de um velho jacarandá
nos momentos de lirismo
que a primavera nos dá

Queria ser um poeta
que mostrasse comovido
no primor da natureza
que por nós é conhecido
um claro remanescente
do paraíso perdido
 
Queria fazer um verso...

Suicídio Poético

 
Suicídio Poético

Sem inspiração
começo uma luta (algo desleal)
entre a caneta
que levanto e baixo na ponta dos dedos
e a imaculada folha de papel.
Dispo-me de preconceitos
e aceito o desafio,
enquanto o metrónomo pendular
marca metodicamente
a passagem do tempo.

Não há capa nem espada
e mesmo que houvesse
o espadachim é um motor imóvel.
Resto eu e as minhas dúvidas,
que me tolhem até às entranhas.
Se continuo é só para me torturar,
pois a inspiração abandonou o poeta
e foi morar para um lugar incerto.

Faço um derradeiro apelo às musas benfeitoras,
mas o barulho que ouço
é um imenso silêncio.
Resta-me o Suicídio Poético.

Poesiadeneno
 
Suicídio Poético

UM POEMA CADA DIA

 
Minha Inspiração
- a qual eu chamo de “Anjo! –
Soprou docemente
nos meus ouvidos:
- Amada minha,
cadê a Musa Divina
que faria desabrochar
um novo poema
a cada novo dia?

Respondi:
- Divina Inspiração,
andei curando Almas
que não sabiam mais
sonhar.
Agora, estou a me curar
de tanto Pranto
minha alma a estraçalhar...

- Mas, te prometo, Anjo meu:
Que a Musa voltará
e cantará, novamente,
só para Ti,
Um novo Poema
a cada novo dia.

- Uma nova Flor
Para cada novo Amanhecer.

Saleti Hartmann
Professora/Pedagoga e Poeta
Cândido Godói-RS
 
UM POEMA CADA DIA

Meu céu de setembro

 
Meu céu de setembro
 
Meu céu de setembro

Quanta beleza neste azul perfeito
Só muda a tonalidade de sua cor
Onde o sol aparece
O restante é todo um azul anil
De tal intensidade
Que passa em meus olhos
Direto para a alma.
Esse dia me acalma...
Que silêncio!
A música que toca
Para minha inspiração
São de pássaros cantando
Em toda direção.
Cânticos variados
Cada um tem seu cuidado
Para agradar ao Pai Supremo
Com a mais perfeita melodia.
Creio que os cânticos
Mais lindos depois das dos anjos
É o dos pássaros... não tem mácula.
Continuando com meu céu de setembro
É o mês de primavera
O sol está ameno
Toca minha alma apenas para aquecer
Não agride, não machuca, só agrada.
Tudo muito verde
Todas as árvores brilham
Mostrando seu resplendor
Pois logo, logo
Cada uma mostrará suas flores
Momentos onde esquecemos as dores
Lembrando de um Pai tão cuidadoso
Que de um ano separou
Um mês inteiro para adornar,
Colorir com tantas cores,
Todas que existem!
Sinto paz!
Muitas vezes as vozes humanas
Nos amarguram...
Quer ver voz perfeita?
Acorde mais cedo, sente-se à sua janela
Assista tal espetáculo...
Assista... ouça... veja como é a voz de Deus
Estou aqui...
O dia parece que não está passando!
Gostaria de guardá-lo numa caixinha
para todo momento de angústia
Lembrar do presente tão lindo
Que Deus me deu:
O mês de setembro...
O mês das flores...
O mês dos amores...
Obrigada meu Senhor!
Amado de minha alma!
Obrigada pelo mês de setembro...
Deste sempre me lembro!

Hédina A. Vilas Boas



Fonte da figura: Google Imagens
 
Meu céu de setembro

* Inspiração - Último Poema *

 
Estou vazia!
Já não te tenho mais amor…
E tortura-me esta dor,
Pela qual anseio e amo,
Com tanto ardor…

Já não! Já não me espreitas amor!
Os nossos dias acabaram,
Já não têm Mais cor,
E esqueci o que senti,
Quando te esbocei ao rubor.

Já nada resta,
A nossa parceria,
A forma como te alinhava na minha poesia,
Acabou!
Não te amo mais…

E dispo-me de ti,
Enterro ainda em sangue o que vivi,
Aqui e ali,
Enquanto te escrevi….
Morri amor!

Estou de partida,
Vazia e amargurada…
Deixo-te para sempre,
Não te quero encontrar mais!
Espero que não me voltes a tocar…

Marlene
 
* Inspiração - Último Poema *

Doce Inspiração

 
Que inspiração é essa?!!!

Que sentimento é esse?

Sinto diante de mim o novo...

O novo pode ser algo que nos estarrece, talvez apetece... ou apetece e estarrece!

Pode também nos abraçar pra mostrar o que é, pra que é, de quem é.

Se é do bem?
Ah... sei que sim...
Pela delicadeza que mostra, pelo sentimento que demonstra!

Confirmará quando o doce aroma do seu cheiro exalar e entrar, pra me dizer que é você que será o antidoto que irá me renovar.

Ah...

Me dá vontade até de deitar...

Só pra ficar em silêncio imaginando, o seu olhar me olhando, pra quem sabe desejar minha mão tocar...

Por falar em tocar...

Espero com anseio e sem desdenho, o seu coração beijar...

Porque abraçar, já te abraço todos os dias, desde quando pela manhã me levanto, pensando no momento em que estarei bem perto pra quem sabe enxugar teu pranto, na hora em que precisar de acalanto.

Antonio de J. Flores

Viva ao romantismo, mas sem contradições e hipocresia!
 
Doce Inspiração

Conversa puxa conversa

 
Eu teço poemas curtos
Não dou confiança à poesia
O que não é sinónimo
De ter a alma vazia
Simplesmente não gosto
De entediar quem me leia
Prefiro deixar no ar
Os estados de nostalgia

Os sonhos mal tomam corpo
Quando me vêm à mente
Já deixaram de ser meus
Passam a ser de quem sorve
Fantasias, miragens ou pesadelos
Ofereço-os em taça ardente

A raiva é sempre incontida
Sou mulher de extravasar
Coração ao pé da boca
Cada um no seu lugar
Não acato injustiças
Vou à luta todo o dia
Nunca me hão de calar

Não sei se já disse tudo
Não me queria alongar
Afinal, o que era curto
Conversa puxa conversa
Já nem associo ideias
mesmo que não tenha nexo
Dou comigo a versejar


Maria Fernanda Reis Esteves
51 anos
natural: Setúbal
 
Conversa puxa conversa

A Deusa da Inspiração

 
Desnudaste-me o espírito,
Arrancaste-me a carne e a prudência
E aprisionaste-me num invólucro de palavras e precipício.

Revolvia-me em paixão, ânsia e escrutínio
A dor incólume latente ao fascínio-
Essa chama gélida que me acomete em calafrios.

Lançava-me ao apoteótico
Momento de síntese,
De enclausuramento,
De síncope.

Martelava palavras
Ao peito nu
E sangrava a verborragia
Das alianças convenientes.

Mastigava o equilíbrio da simbiose
E digeria a máscara que licencia a normalidade.
 
A Deusa da Inspiração

Sem obrigatoriedade

 
Não escrevo por obrigação
É contraproducente
Mas nunca renego
Um sopro de inspiração

Não quero que me digam
O que devo fazer...
Não sou permissiva
Valorizo sempre a iniciativa

Quanto vale a poesia?
Se não for expontânea
Se não nascer da briga
Entre o ego e a alma
E não for criativa?

Maria Fernanda Reis Esteves
50 anos
natural: Setúbal
 
Sem obrigatoriedade

PROCURO...

 
PROCURO...
 
"Procuro no céu, no mar e não encontro
talvez encontre dentro das emoções do
meu viver tudo o que sonho"

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POR FAVOR, PARA MELHOR LEITURA, CLIQUE NO POEMA
 
PROCURO...

Coração entristecido

 
Coração entristecido
 
POR FAVOR, PARA MELHOR LEITURA CLIQUE NO POEMA
 
Coração entristecido

INSPIRAÇÃO DE AMOR

 
INSPIRAÇÃO DE AMOR
 
“Amor que nos arrebata
Que nos faz quebrar as regras
nos tirando até a noção do tempo
e do espaço em que vivemos”

Por favor, para melhor leitura, clique no poema
 
INSPIRAÇÃO DE AMOR

AMANTES ETERNAS!

 
 
AMANTES ETERNAS!

by FatinhaMussato

Do cume mais alto
Do Monte Hélicon,
A morada das Musas,
Gotas suaves,
Diamante líquido,
Gotas sublimes de inspiração
Derramam-se sobre a terra,
Sobre a fronte dos seres,
Chamados poetas,
Trazendo idéias,
Sussurrando pensamentos,
Inspirando emoções...
Vem de encontro
Aos desejos e expectativas
De cada poeta
Que sonha poemas,
Inventa amores,
Cria momentos
De pura emoção!
São sentimentos
Emprestados por Musas
Que inspiram mortais
A seduzirem os Homens
Com seus falsos amores,
De amantes eternas,
Fontes imorredouras
De inspiração!

Poema INÉDITO Nesta Data
Jales (SP), 15/agosto/2009 – sábado – 13h20m.

Imagem: Google

Música: Printemps Nippon / Franck Thore
 
AMANTES ETERNAS!

Era tu que eu procurava

 
Era tu que eu procurava
 
"Te amei,te amo e para sempre te amarei
você é minha paixão, minha inspiração
que mora no meu coração"

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Era tu que eu procurava