Poemas, frases e mensagens sobre mãos

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre mãos

Seu corpo, me fascina.

 
Seu corpo, me fascina.
 
 
Sinto seu corpo...
Quente, arrepiado de prazer.
Teu cheiro...
O desejo aguça meu ofato.
Suas mãos...
Suaves me tocam com delicadeza,
Sua boca...
Linda com um sorriso marcante.
Seus beijos...
Gostosos, sabor de amor.
Seus abraços...
Fortes, amantes, aconchegantes.
Seu sorriso...
Largo, belo, sensual.
Seu olhar...
Sedutor, cativante embriagante.
Seu amor...
Meu prazer, meu tesão.
 
Seu corpo, me fascina.

Nem tudo pode ser dito por palavras

 
Nem tudo pode ser dito por palavras
quando os teus olhos partem
o meu coração
para dizer-te quanto me agradas
bastasse um poema
bastasse esta canção

de amor
paixão
mas o silêncio às vezes diz
melhor
aquilo que nos vai na alma

nem tudo pode ser dito por palavras
quando o sentimento é mais
que uma ilusão
para dizer-te adeus

tropeço
nas palavras
e caio à espera que me dês a mão

meu amor
meu amor
não estou a dizer nada que não soubesses
e posso dar-te tudo o que mereces.
 
Nem tudo pode ser dito por palavras

Enquanto o tempo passa

 
Enquanto o tempo passa
 
ENQUANTO O TEMPO PASSA

Pouco a pouco a calma de dias vulgares
O sol aparece entre nuvens leves
O silêncio envolve os campos,
Banhados de raios solares breves.
Tenho minha melancolia azeda
Sentada no mesmo sítio há horas
E a tarde corre leda
Tras a noite sem estrelas, nem demoras.

Descanso as mãos, fecho olhos fatigada
O tempo passou, o silêncio desceu
E eu aqui sentada!
Dentro de mim o coração se abateu.
Fico impaciente
A satisfação se esvai
Palavras de Amor e Amizade na mente
E mais uma noite cai.

Passam as noites longas sem fim
Eu incapaz de traduzir em palavras sentimentos
Tudo na memória se reduz e a mim,
Vêem as recordações, umas felizes outras tormentos.
Deixo-me embriagar!
Com os sentimentos engolidos
Oiço um rouxinol cantar
Assim adormecem meus sentidos.

rosafogo
 
Enquanto o tempo passa

Um rosto anónimo

 
Um rosto anónimo
 
UM ROSTO ANÓNIMO

Meu rosto, anónimo me parece.
Difícil é encará-lo de frente
Mesmo que estenda as mãos
suplicantes em prece,
meu Sol, baixa para poente.
Ainda que desespere
Traga o meu peito em luta
Meu rosto é que mais me fere
Não o quero ver, cega quero ficar,
meu coração já não me escuta,
mas não quero viver, prefiro recusar.

Uma saudade imensa me sobe ao peito
Nem sei se hei-de rir ou se chorar
Meu Deus!? Porque me fizéste deste jeito?
Se adormeço para quê acordar?

Vou consumindo inquietações
Já o tempo me vai apertando
Quero esquecer as razões
Os dias passam iguais, vão passando.
Trago na boca sempre a mesma pergunta afogada
Porquê tendo tudo não tenho nada!?
Olho o espelho e não sou eu
Sou a menina que não cresceu
Mas esta viagem está no fim!?
E ainda nem sei ao que vim.


Podem todos rir de mim
Ainda não sei ao que vim.

rosafogo
 
Um rosto anónimo

“Detrás dos óculos, tanta vida... ”

 
“Detrás dos óculos, tanta vida... ”
 
“Detrás dos óculos, tanta vida... ”

Meu rosto é palco de todos os mundos...
Os lábios em batom cor de boca, esboça
um sorriso, ainda que triste...
Olhando-o através dos olhos daquela miúda
segura por tua mão...
Não consegue disfarçar a nudez desconcertante,
que da alma, traz outras versões.
Hoje seguro as tuas mãos, tentativa de trazer o ontem,
que estampa imagens que ao longe se movem,
soletram palavras quase inaudíveis,
como se escrevesse por linhas tortas.
Nos olhos uma sutileza que conheço bem,
mostrando-me novas versões de uma mesma verdade...
O exposto é o que menos incomoda.
A verdade dos olhos são os detalhes que leio.
Essa verdade sem códigos...
Da cadeira dessa varanda vê o mundo.
Teu olhar deixa minhas trilhas expostas,
me traduz, meu coração vira território aberto,
pastos verdes,e meus pesadelos abranda,
emprestando a frágil luz.
Não deveria ser o contrário?
Mas o frágil coração sabe...
Que seu olhar é remédio preciso e forte,
para curar ausências.
E suas palavras, ainda que as vezes sussurradas,
promessas de fartas colheitas.
Seguro tuas mãos...
Sentindo a força de um cavalo zaino,
cujo destino é vencer.
Nesse momento tenho a certeza de que o futuro,
mora detrás destes óculos...

"Ao meu pai."

Glória Salles
25 novembro 2008
Flórida Pt
 
“Detrás dos óculos, tanta vida... ”

De Mãos Dadas

 
De Mãos Dadas
Nossas mãos se cruzam,
como elos inquebráveis,
unindo-nos ternamente
de paixão e de desejo.
Juntas, sentem as emoções,
inebriando os sentimentos,
fazendo pulsar os corações
e nos movem num só rumo.

Assim, enlaçados de carinho,
caminhamos, tão confiantes,
neste enamoramento eterno,
trilhas do acaso descuidado.
Sejam montes, vales, florestas,
atapetados de musgos e folhas,
nossos passos seguem ritmados
pelo pulsar de nossos corações.

De mãos dadas, ausentes de tudo,
prolongamos mil beijos amantes,
desaguamos sussurros de emoção
e ancoramos olhares cúmplices.
De mãos dadas, deambulamos sós,
no silêncio quebrado de hinos
da harmonia natural envolvente,
declamando este nosso perene amor.

Lisboa, 02/06/2015
 
De Mãos Dadas

Nada a dizer

 
O que dizer das mãos
se os dedos inábeis
já não tecem paixões?

O que dizer do sorriso
se afogamos nos lábios
nosso último gemido?

O que dizer dos olhos
se envoltos em inevitáveis fugas
já buscam abrigo?

O que dizer dos braços
se num caloroso abraço
te entrego à vida?

Restará, talvez,
o que dizer do lindo dia
que se fez à partida.
 
Nada a dizer

Ausência

 
Ausência

Que companhia me resta hoje?!
Solto as palavras que me dão alento
Sinto tudo ausente, já tudo me foje!
Até as recordações fogem do pensamento.

Neste dia, tudo está ausente
Resta a poesia, neste triste momento
E as batidas dum coração que sente
Só a lucidez, o mais é desaparecimento.
Neste silêncio macio vou chorando
Pelos instantes felizes que não tive
Até meus olhos desistem,me vão abandonando.

As mãos me vão tremendo extenuadas
Meu sangue flui, reflui ainda vive
Palavras frágeis,defesas sobressaltadas.

rosafogo
 
Ausência

Apenas fantoches

 
Apenas fantoches
 
O poder jamais muda de mãos, apenas de fantoches.

A eternidade zomba do humano, que desconhece por que nasce, luta e morre.

Referencia da imagem- Imagens do google- Mera ilustração- http://marceloninio.blogfolha.uol.com.br/page/2/
 
Apenas fantoches

Teus cabelos

 
Quando toquei nos teus cabelos
E acariciei-os em teus ombros
Com muito carinho e desvelos
Que eram macios e tão longos

Sentados num banco da praça
A minha mão foi te acariciando
E tu aceitavas com toda graça
Sentindo a minha mão avançando

E assim minha mão foi descendo
Em seu corpo se intrometendo
Até chegar à hora da despedida

Da noite que nos encontramos
Daqueles momentos que passamos
Nunca os esqueceremos na vida

jmd/Maringá, 18.04.09
 
Teus cabelos

HOJE...

 
HOJE...
 
HOJE...

Hoje trago nas mãos
flores frescas para oferecer.
Quem por aqui passar
leva nas suas perfume.

Saudades me embalam,
deixo-me levar na balada
da canção feita serenata
cantada pelo estudante de Coimbra!

Ai!Ai! A vida que já não fáz sentido,
desejada é a partida
e o tempo que não chega...

Hoje era um bom-dia
para se apagar o sentido
da vida que não tem fim!

Findando o dia
levo comigo a esperânça,
nas madrugadas cansadas,
das noites mal dormidas,
pensando no que já perdi!

O tempo tem o seu tempo e,
Eu também tenho o meu.
A vida também tem o
seu tempo de viver na terra brava!

Sou flor tenho vida.
terei o meu tempo de viver e
de germinar para renascer
na primavera distante...

LuisaZacarias 16-02-2015
 
HOJE...

Nascem flores nas minhas mãos

 
Toco a tua pele macia.
Sinto que nascem flores
Nas minhas mãos.
São pétalas perfumadas
Com odores
Do teu corpo
Após ser inundado
Pelas ondas tresloucadas
Da minha paixão
Vadiando em ti,
Sem rumo
E sem razão.

Poema do meu 2º livro: "azul que não se sabe se é de céu ou de mar"
 
Nascem flores nas minhas mãos

AS MINHAS MÃOS

 
AS MINHAS MÃOS
 
AS MINHAS MÃOS

As minhas mãos são moinhos de vento
Que moem incertezas
Saciadas momento a momento
Por avalanches de sonhos e fraquezas.
No papel em branco baloiçam
Correndo, correndo sem destino
Às vezes lhes peço que me oiçam
No tempo partem cada vez com menos tino.

Nunca sei o que as move
Voam, voam como pássaros loucos
Numa ânsia que até me comove
Por vê-las a morrer aos poucos.

São como flecha estes meus dedos
Neles solto meus olhos de menina
E no soltar dos meus segredos
Fico assim gaiata, traquina.
Solto palavras nesta folha em branco
E a saudade me baila na memória
Abro as portas ao meu sorriso franco
E vou desfiando o terço da minha história.

Sem paragem, entre a saudade e o que me dá frio
Fica o testemunho dum longo passado
Nas veias o sangue corre ainda como rio
Chegando à foz, dum coração, com a vida reconciliado.

rosafogo
 
AS MINHAS MÃOS

Humano , Jamais será "Demasiado Humano"

 
Humano , Jamais será "Demasiado Humano"
 
 
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Todas as noites
quando o sol morre no meu olhar
viajo na escuridão
qual poema maldito
que às cegas destrói o relógio
que o tacto não consegue desvendar
mas...
é na incerteza da hora que encontro
a solução para a grave avaria
deste meu mergulhar no tempo
que se foi e nunca foi meu
e que vem, em regresso (e)terno
no espaço que transforma os céus
em saias de nuvens
em almas d´água fresca...
agora ...
só me falta ...
naufragar !

Talvez as paternidades nunca geradas
as maternidades nunca vingadas
gerem filhos
numa lista que em biliões de tempos aguarda
o degelo
para que o conforto tropical de novos oceanos
acarinhe e alimente um novo dia
em que todos os gerados, naturalmente, sem esforço,
em comunhão, e duma vez por todas, dêem as mãos
assim ...
mãe, pai, filho em sinónimo de todos os nomes e pronomes
semelhante de :
eu, tu , ele
nós, vós , eles ...

Luíz Sommerville Junior,In Luso-Poemas: 070420142311

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A partir dum comentário que escrevi na Página da amiga Ray Nascimento
 
Humano , Jamais será "Demasiado Humano"

regaço

 
Há um frio
árido,
esvoaçam as mãos
frias,
procurando o abandono
ao calor
desse teu regaço.
 
regaço

São as mãos,são as mãos !

 
São as mãos,são as mãos !
Que fazem-me perder o tino !
Quando seu olhar entra-me no pensamento
Ficam eufóricas,desvairadas,cegam-me ao resto do mundo
Escrevem palavras que não quero,riscam-me outras que me são
Baralham-me a emoção,admoesto-as,mas em vão
No palco do poema não se vergam
Continuam,continuam,dançando a folha
Esperam a plateia,
você !
 
São as mãos,são as mãos !

Nossas Mãos

 
Nossas Mãos
by Betha Mendonça

Gêmeas das mais unidas
Munidas de mil carícias
Aquecidas se doavam
Guiavam-nos e guardavam-nos
Um ao bem estar do outro

Selavam pactos d'amores
Acenavam breves adeuses
Eram quatro grandes Deuses
No antigo Totem Sagrado
Chama do Espírito de nós dois...

Aos nossos doridos prantos
Foram doces descansos
Remansos de nossas feridas
Feito de macias fibras
Vibravam em nossos peitos
Como um só coração

Nos tristes embalos dos dias
Embargos de desmedidas horas
Auroras viraram tempestades
Vontades tomadas de medos:
Dedos se apartaram da adoração!
 
Nossas Mãos

Troca de Pele

 
Troca de Pele
 
Troca de Pele
by Betha M. Costa

Ah, cansaço dos neurônios à pele!
Se eu ainda vivesse na pele anterior,
Quando não tinha essa secura n’alma,
E era capaz de encher as luas minguantes,
Para iluminar os seus caminhos na noite,
E até desenhar nuvens macias no céu,
Para lhe proteger do calor do sol...

Mas tudo isso faz muito tempo,
Já não passo o dia todo no quarto,
A bordar em linhas delicadas,
Dourados poemas de amor para você,
Porque hoje tenho as mãos feridas,
Que tecem parcos versos desbotados,
Incapazes de conquistar qualquer coração.
 
Troca de Pele

O Velho e o Mar

 
Minhas mãos trêmulas seguram as redes
como se fossem os meus pães e os meus peixes.
Sou mais um entre outros, talvez o menos lúcido.

O mar me adotou nos lamentos de minha mãe.
Nele fui criado, até me tornar homem forte.
Não canso de olhar o horizonte, que se acaba não sei onde...

As ondas namoram a areia e eu namoro meus sonhos.
Sou um velho apaixonado pelo canto das sereias.
Farejo temporal, leio nuvens e as estrelas do céu que vão e vêm.

O mar apaga minhas memórias sofredoras.
A pele morena não se acostuma mais ficar fora do sal.
Fui adotado por águas claras, que não existem mais.

Mas ainda assim, bendito o dia em que nasci sem pai!
Minhas mãos ainda tremem...não tenho pães, não tenho peixes.
Ouço chamarem meu nome, lá longe...levanto e vou.

Vou pescar, sem anzol e sem isca...andarei até entrar no mar.
O balanceio das ondas me lembrarão os braços de minha mãe.
Sossego. É hora de descansar.
 
O Velho e o Mar

Deixei um poema à Tua porta

 
Embriagas-me
na imensidão do Teu Ser!

As Palavras são vãs.
E a água que de mim bebes
brota da nascente dos Teus Sorrisos.

Os dias passam
e eu, sobrevivo a cada um
somente porque respiro-Te!

Corres-me nas veias
aconchegas-me a Alma
e tornas o meu olhar adocicado.

Fico calado
mas a Amar-Te...

preencho cada ausência
com o brilho dos Teus Sorrisos!

As mãos, as minhas mãos
ainda derramam Palavras por Ti!

Andy
 
Deixei um poema à Tua porta