Poemas, frases e mensagens sobre poetas

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre poetas

Os Poetas Do Luso Na Festa De Halloween

 
A noite de Lua Cheia prometia calafrios de medo, quando cheguei ao castelo mal assombrado do TrabisDeMentia, fantasiado de Conde Drácula, com gel no cabelo, e os caninos pra fora, terno preto e uma capa preta de fundo vermelho, com os olhos arregalados (ele tirou o óculos e colocou lente...rs), recepcionando todos os poetas do Luso-Poemas para sua festa de Halloween.....hohohoho!

Mil Demônios! Os poetas do Luso estavam irreconhecíveis com suas fantasias de terror!! O pessoal da administração, Valdevinoxis, Godi, Vera Silva, Paulo Afonso Ramos, Pedra Filosofal chegaram num bloco (tipo de carnaval) fantasiados de preto com a máscara do Pânico na cara e o pedido de demissão na mão, deixando o Conde Drácula Trabis querendo sugar o pescoço de todo mundo na festa!!! Que horror!!

Depois chegou a madrinha da festa, a Luso do mês, a poeta Ibernise fantasiada de Abóbora do Halloween, num vestido laranja luminescente, que se destacava mais que todos, com seu brilho e sorriso, como quem diz: - Cheguei!!!

A música ao fundo era de terror, saída de um imenso orgão de três tubos, dedilhado por José-Ruda fantasiado de Dom Casmurro. Conforme eu ia entrando na sala, cheia de teias de aranhas e morcegos voando, reconhecia mais amigos do Luso. O José Silveira estava de chapéu preto, tipo o “Homem da Capa Preta”, declamando seus poemas em cima de um palco para várias poetisas fantasiadas de bruxas, entre elas a Betha, a Vóny, a Karla Bardanza, a Nanda, a Fatinha Mussato, a LuisaMargarida, a Roque Silveira e a ConceiçãoB, que levantavam sua vassoura em sinal de alegria!!! A Marlise, vestida de Anja de asas negras e vestido vermelho, jogava água benta em volta do palco.

Do outro lado da sala estava o poeta sedutor Alberto da Fonseca, fantasiado de Homem Morcego, com sua língua pra fora, querendo lamber a caçarola que estava em cima da mesa, onde estava toda a comida da festa. De repente, o Antonio Paiva, fantasiado de Diabinho Vermelho, deu um susto nele, cutucando-o com seu tridente afiado. O Alberto olhou pra ele, sorriu e apertaram as mãos. Quando o poeta LuisF, escondendo sua face com um capuz misterioso, se aproximou dos dois e perguntou meio desconfiado: Vocês são meus amigos??

Outras poetisas estavam dançando um rock estilo gótico no meio da sala: a Ledalge, fantasiada de Salamandra vermelha, com asas pra voar até seu amado, a protetora da fogueira da festa:; a Carolina de diabinha num vestido justíssimo de cetim vermelho; a Eliana Alves de Mulher Vamp e sedutora: a Glória Salles de óculos escuro num vestido roxo de cetim, com uma rosa vermelha na mão: a Zélia Nicolodi de Anjo Negro, com asas enormes nas costas; Ângela Lugo de Mulher Aranha e meia de arrastão e bota preta de verniz; ROMMA parecia uma Deusa da Grécia antiga; Vania de vestido de oncinha; todas dançavam no mesmo ritmo numa coreografia sensual.

Os amigos poetas ficavam em volta observando: Alemtagus, estava fantasiado de Príncipe das Trevas, com um cavanhaque misterioso e mostrava suas cartas que nunca enviou para Margarete, fantasiada de Mulher Gato, com um macacão colado no corpo, lambendo suas garras de vez em quando. O caopoeta ficava pelos cantos, com lentes brancas nos olhos, encorporando um fantasma.

De repente, alguém gritou: - O José Torres sumiu!! Ele estava fantasiado de Gasparzinho e ficava voando por cima de nossas cabeças, com a Maria Cura pra lá e pra cá, até que saiu pela janela e não apareceu mais, até o lançamento do seu último livro.

Enquanto isso, na biblioteca do Conde Drácula Trabis, estavam os intelectuais da festa: Henrique Pedro, fantasiado de Homem Esqueleto, mas não fez dieta; Jessé Barbosa de Zé do Caixão com unhas postiças, cartola na cabeça e capa preta; JSL com a bandeira do seu novo Partido, fantasiado de Zorro e sua espada de prata; Amandu de Padre Exorcista e água benta; o Júlio Saraiva fantasiado de Nero e escudo na mão: o Improvável Poeta de Bruxo Druida; Q14 de Cavaleiro do Apocalipse Now; Batista de Corvo; Luis Nunes e Bruno Villar abafaram com sua fantasia de “Tropa de Elite”; o fogomaduro veio a caráter com sua fantasia de Homem-Chama, investigando se tinha alguém plagiando sua fantasia...e a Sandra e a Amora se vestiram de dupla sertaneja, pois foram contratadas pelo Trabis, para cantar na festa. A Alexis estava fantasiada de secretária do Trabis, ficava anotando tudo o que todos falavam.

Quando as doze badaladas “ noturnicas “, começaram a tocar no relógio enorme e antigo de madeira no canto esquerdo da sala, o freudnaomorreu saiu de um sarcófago em pé do lado do relógio, fantasiado de Múmia e com um cheiro horrível de enxofre.

As fadinhas da festa serviam os convidados, todas vestidas de borboletinhas coloridas: Liliana Maciel de rosa; Cléo de laranja, Felicity de azul, MariaSousa de verde-água, Rosa Mel de amarelo; Rosamaria de violeta; Fhatima de dourado; Claudia Guerreiro de prateado; Maria Verde de carmim-cintilante; Fly de lilás; “ci” de vermelho; Sonia Nogueira de azul-marinho; Rosafogo de cobre. AnaCoelha estava de Sininho ao lado do Peter-Pan glp.

Duas convidadas lançaram seu livro na festa: Vanda Paz, fantasiada de Morticia, com uma peruca preta e uma mecha branca, trazendo “as brisas do mar” em suas mãos; Mel de Carvalho fantasiada de Madame Butterfly trazendo “no princípio era o Sol” em suas mãos. Enquanto isso, na porta do banheiro feminino, Avozita fantasiada de Maria Antonieta, "A Louca", estava entregando maçãs vermelhas para as moças sedutoras da festa, entre elas, HorrorisCausa fantasiada de Índia da Amazônia, com o arco e flecha na mão.

Engraçado foi ver o poeta Edilson José chegando na festa, fantasiado de “Elvis Presley” e óculos espelhado, dizendo pra todos: - Elvis não morreu, companheiros!!! A Luta continua!! E o poeta Jaber de Batman voando pra todo lado, tentando pegar o Coringa da festa, que surpreendentemente era a fantasia do poeta Carlos Ricardo. Morethanwords vestida de preto, com uma dália negra em seus cabelos, entregava velas vermelhas para os convidados.

Lá pelas tantas da madrugada a poeta Tânia Camargo, fantasiada de Viúva Negra, surtou de vez, pegou todos os seus pertences e foi acompanhada pra casa pelo poeta Gil de Olive fantasiado de “O Homem da Cobra “, aquele que não para de falar um só segundo. Trigo entregava os sobretudos na porta principal, vestido de Mordomo do Vampiro. Haeremai entrava e saia pela porta do palácio, num vestido esvoaçante azul, como se fosse uma modelo de passarela, tranzendo nas mãos A Intemporalidade dos Sonhos.

E, ainda fizeram uma serenata pra Lua Cheia, acompanhada pelos poetas: Carlos Teixeira Luis fantasiado de Fantasma da Ópera; Gyl de Pirata do Caribe; Flávio Silver de Zombie; Antonio Manuel R. Martins de Darth Vader, o vilão negro do filme Guerra Nas Estrelas; Sterea fantasiada de Joanna D’Arc; Quidam de Highlander; “Mim” de Maga Patalógica; Nitoviana de Romeu de Shakespeare e RosaDSaron de Julieta. Todos cantaram pra lua e ouviram o uivar do Lobisomem, que era a fantasia do Lustato.

Mas, no final, sempre tem que ter uma surpresa para deixar a festa inesquecível. O anfitrião Conde Drácula Trabis chamou a atenção de todos, mandou o DJ, que era a fantasia de Xavier Zarco, colocar um tango “La Comparsita” e chamou uma mulher misteriosa que estava no canto da sala, toda de preto, num vestido de fenda na coxa direita, com uma máscara de lantejoulas vermelhas e seus cabelos soltos cobrindo suas costas nuas. Eles dançaram calientemente, deram um show e quando terminou a música, ele inclinou o corpo da mulher, olhou nos olhos dela, aproximou seus lábios nos lábios dela e mordeu o pescoço da mulher, sugando seu sangue....Enquanto todos queriam saber quem era aquela mulher misteriosa, que estava morrendo nos braços do Conde Drácula Trabis, para virar uma Lady Vampira da Lua Cheia.

- Tire a máscara! Tire a máscara! - Todos pediam num só coro. Concordando, ele revelou a identidade da mulher. Todos ficaram em silêncio até quando a poeta Vóny Ferreira gritou:

- Olhos de Lince!!

*dedicado a TODOS os amigos do Luso-poemas, sem exceções, com carinho, com humor e amizade. Desculpe-me por não lembrar de todos, o Luso está crescendo todos os dias. Se você desejar fazer parte desta festa, mande uma PM pra mim, que incluirei seu nome e fantasia.

DIVIRTAM-SE!!!
 
Os Poetas Do Luso Na Festa De Halloween

HOMENAGEM AOS POETAS.

 
Sou pessoa, sem ser Pessoa.
Pessoa nunca poderei ser
Eu escrevinho versos à toa
Pessoa, ele, sabia escrever.

Nunca escrevi em cativeiro
Só no campo, entre melões;
Ter um olho e ser o primeiro
Só poderia ser um, Camões.

Esperando a última moda
Bocage, o eterno mal vestido
Pôs muita cabeça à roda
Com improvisos atrevidos.

E eu? Que faço eu? Pouco!
Para não dizer, nada faço.
O meu cérebro está louco
Nem dá para escrever um traço.

Eu chamo-me apenas Alberto
Mas Al Berto era grande poeta.
Escrevo com o coração aberto
Ele escrevia com uma caneta.

Logo, que ando eu aqui a fazer?
A ocupar um espaço que não é o meu,
Escrevo apenas por escrever
Não escrevo como Al Berto escreveu.

A. da fonseca
 
HOMENAGEM AOS POETAS.

Pobre Poesia

 
Há, tenho pena daqueles que se equilibram nas dificilidades das palavras difíceis;

Pensam que são diferentes, mas são apenas comuns, são apenas mais uns;

Escrevem a mesmice e só mudam as letras a embaralhar, tens de esperar, e de suas palavras um quebra cabeças montar;

Mesmo estilo, mesmo suspiro, mesmo luar;

Prisioneiros das métricas, das rimas, das estrofes, são mais do que escravos, tercetos, quartetos, versos a imitar;

Mal sabem que;

De palavras se alimenta o profeta;

Equivocados são os pensantes;

E, desvairados os poetas....
 
Pobre Poesia

Nem sei de mim...

 
Não sei o que ainda pode acontecer
antes que tudo passe em minha vida
e os meus olhos consigam ainda ver
teus olhos fixos, antes da despedida

Eu te quero tanto que nem sei de mim,
esqueço até do chão que me alicerça
enquanto imagino meu perfume de jasmim,
unindo nossas volúpias numa só cabeça

Não sei o que virá depois de um dia,
sentindo tua presença no meu íntimo
e o meu corpo estremecer de alegria,
só de lembrar teu rosto, eu frimo

Eu te quero tanto que nem sei de mim,
lembro de cada palavra no meu ouvido,
mesmo que esta distância me deixe assim,
vulnerável na nudez de um prazer perdido

*Poesia escolhida na Antologia "Os mais belos poemas de amor" - CBJE - Rio de Janeiro - Lançado em 20/11/12.
 
Nem sei de mim...

Coluna Dos Deuses

 
Coluna Dos Deuses
 
Na poesia mora a ilusão,
Tantas vezes erguida em colunas Jônicas,
Personificam sabedoria
E a força da beleza trabalhada a quatro voltas.
Em cada volta gira um sonho
Talhado para cada mente,
Mais ou menos traído
Em sonhos rendilhados
Dum passado desenhado
A esquadro e a compasso.
Giram as colunas,
Gira a esperança,
As quimeras? Esperam ainda
Por Deuses férteis.
Mas a alma do poeta
Continua deitada e chorosa
Aos pés elegantes da coluna,
E dos sonhos nunca esquecidos
Num chão
Nem sempre geométrico.
Lá no topo, a coluna toca o Olimpo
Espalhando sapiência para semideuses
Sentados aos lados dos Deuses.
Partilhavam dizeres e banquetes
Sacrificando a mitologia
Ao mundo dos mortais.
O poeta que cá em baixo agonia
Vestido da mesma dignidade,
Lamenta amarrado às colunas graníticas
Por não ser “aquilo” que os Deuses esperam.
Violado na alma
Pela culpa das letras
Declama em forma de remissão:
“Por aqui escreve-se assim,
Sem ilusão de algum dia escrever diferente.
Serei sempre um pequeno trovador
Ao cuidado dos humores dos Deuses
Mas nunca dos semideuses, morrerei por este lugar
onde moram almas “impuras”.
 
Coluna Dos Deuses

O POETA, NÃO É UM HOMEM SÓ

 
Na sua solidão o poeta não é um homem só.
Tem as letras e as palavras em sua companhia
Que as vai alinhando como um jogo de dominó
Entre elas colocando as doble faz a sua poesia.

Vai escrevendo, vai lendo, e vai rectificando
Concentrado no seu passatempo preferido
Nem sequer dá pelo tempo que vai passando
Escreve um história que terá grande sentido

Está também de belos sonhos acompanhado
Que dançam no seu cérebro em passo de valsa
Sua caneta segue o compasso desse bailado
Escrevendo um belo poema sem uma nota falsa

Mas quantas vezes acompanhado do desespero
Escreve um verso, uma quadra de palavras cruéis
Ele quer escrever palavras de amor com esmero
Quantas vezes esses versos vão ao cesto dos papéis

A. da fonseca
 
O POETA, NÃO É UM HOMEM SÓ

AMANTES ETERNAS!

 
 
AMANTES ETERNAS!

by FatinhaMussato

Do cume mais alto
Do Monte Hélicon,
A morada das Musas,
Gotas suaves,
Diamante líquido,
Gotas sublimes de inspiração
Derramam-se sobre a terra,
Sobre a fronte dos seres,
Chamados poetas,
Trazendo idéias,
Sussurrando pensamentos,
Inspirando emoções...
Vem de encontro
Aos desejos e expectativas
De cada poeta
Que sonha poemas,
Inventa amores,
Cria momentos
De pura emoção!
São sentimentos
Emprestados por Musas
Que inspiram mortais
A seduzirem os Homens
Com seus falsos amores,
De amantes eternas,
Fontes imorredouras
De inspiração!

Poema INÉDITO Nesta Data
Jales (SP), 15/agosto/2009 – sábado – 13h20m.

Imagem: Google

Música: Printemps Nippon / Franck Thore
 
AMANTES ETERNAS!

O Beijo

 
O Beijo
 
O Beijo

Beijos ardentes e às cores
são como flores
a desabrochar.
Beijos ardentes e às cores
São como fontes
em pleno mar.
Olha!Vê!
Como mexem
e estremecem os corpos
só de enlaçar.
São como harpas tangendo
quasirreais.
Belos! Tão belos!
Que até dá gosto.
Alegres os amantes vão andando
E tod`à gente os olha só por beijar.

Poesiadeneno
 
O Beijo

O Equinócio da Alma no Outono

 
Nesta paisagem interior da alma, a luz cruza o horizonte da esfera celeste do coração, eclipsando nossas emoções. Nossos olhos se voltam para as noites iguais da nossa mente, observando, silenciosamente, que uma metade da luz está acima do horizonte do coração, no mesmo momento que a outra metade está abaixo; aguardando por uma transformação interior. Nossas colheitas dizem o que plantamos na estação anterior. Que o leite derramado seja sempre um ato de agradecimento na terra dessa jornada, onde a vida continua a nascer em cada dia e morrer em cada noite. Os ventos levam as folhas secas dos nossos lamentos para o norte dos nossos olhos, em cada noite que esperamos pela volta de alguém que partiu. Seguimos plantando nas margens das nossas esperanças, as sementes que tiramos dos frutos dos nossos sofrimentos. Amadurecemos no mesmo tempo que eles, diante da luz que nossa fé irradiou no equilíbrio das nossas certezas mais lúcidas. Cada semente, para germinar, deixa-se morrer nas profundezas da terra, formando um novo grão de vida, pronto para novos ciclos da natureza. O equinócio do outono é a passagem da luz do amor na alma, no horizonte da esfera celeste do coração.

Que toda forma de amor tenha a proteção infinita do Universo, hoje e sempre!
 
O Equinócio da Alma no Outono

SEM PRESSA CHEGUEI A CEM

 
SEM PRESSA CHEGUEI A CEM
 
SEM rumo, SEM direção acabei perdida.
Carregando comigo mais de CEM pensamentos
Que invadiam meu juízo SEM cabimento
Entre CEM suspiros fiquei SEM saída

A garganta trancada SEM voz
A mente fugindo como CEM vendavais
Buscava SEM medo atravessar temporais
SEM armas num combate ante a vida algoz

Desenhando meus CEM poemas como bordados
Tecidos SEM receios de serem aceitos
Com CEM opiniões dizendo serem feitos
Pela mistura de CEM sentimentos abafados

Se andei SEM rumo pelo caminho poeirento
Nas palavras postas em CEM poesias
Acalmaram-se minhas CEM agonias
No luso poemas melhor que CEM ungüentos

SEM talento, ou muitas vezes SEM amores.
Derramei minhas CEM lagrimas sofridas
Que continham CEM milhões de chagas doídas
Em poesias SEM cores ou SEM sabores

Digo ao luso poemas SEM demagogia
Que me aceitou sem apelos e SEM cobranças
Publicando minhas CEM poesias entre tantas
Onde mais de CEM poetas liam a cada dia

Meus CEM obrigados de coração
Aos mais de CEM amigos poetas desta seara
Que talentosos leram-me SEM vergonha na cara
SEM censuras libertaram minha emoção

Bem, deixo aqui meu 100º poema escrito feito brincadeira.
Em maio do ano passado, numa viajem pela internet encontrei o Luso Poemas e me deliciei com tantos textos e poesias. Fiquei maravilhada quando vi que muitos eram amadores, e que de forma simples poderia se aliar a esta marcha de escritores, que derramavam emoções através das palavras. Eu, que nem sempre fui muito bem aceita com minhas idéias e sonhos, me expus sem receios aqui. Adotei o pseudônimo de Branca, e carinhosamente meus amigos poetas me chamam assim. Não vou falar de nomes, pois injustamente eu poderia esquecer de alguém, mas sou grata a muita gente aqui que me ajudou a crescer e a não parar de escrever.
Um grande abraço a todos vocês que aqui viajam no mesmo vagão...
Muito obrigada.
Branca
 
SEM PRESSA CHEGUEI A CEM

Palavras

 
 
Sorrisos que denunciam
a intenção de nunca cumprir
o sonho de amor
a palavra dita
promessa tão bem prometida
versos doces
que derretem meu coração
iludem minha carência
enfeitam de flores
minha falta de atenção
caminhos tortos
que entorpecem meus sentidos
e já não sinto o real em mim
sou tua e não sou nada
porque não és de ninguém
amor meu,
amor que nunca me pertenceu
e meu céu desaba...

as ilusões e os teus segredos
paralisada da cabeça aos dedos
compreendo
és sonho
e sonhos são para se lembrar
porque
as palavras que dizes
compreendi
são palavras só para se sonhar
e a realidade me mostra
o silêncio que me faz bem
o o bem que me faz estar só
comigo ou outro alguém
real)
que não são só belas palavras
palavras, palavras, palavras

Daniele Dallavecchia 11012014
 
Palavras

Aos Poetas Amadores: Nós!

 
Este poema é muito antigo mas atrevo-me a publicá-lo novamente. Dedico-o a todos os POETAS AMADORES

Abram alas
Às palavras gritadas
Pelas canetas dos sonhadores,
Manchas multicolores
Caídas no branco papel,
Sorrisos e lágrimas
Dos poetas amadores.

Ouçam as vozes caladas
No pregão da sua escrita
Ouçam as suas verdades
Pintadas em letras
Que são as suas vidas.

Percam tempo,
Vale a pena olhar
A alma dum poema,
Que apesar de desconhecido
Será sempre um momento
Enriquecido,
Porque ele
Foi escrito para ser partilhado
Contigo.
 
Aos Poetas Amadores: Nós!

Dança das Letras

 
Dança das Letras
by Betha M. Costa

O que dizes da palavra, senhor?
Lavra poética é como uma pintura,
Longe da mão realista do feitor,
Tudo pode ser boa literatura...

Uns trabalham poemas na ditadura,
De métrica e rima, de ritmo e cor,
Outros lançam da pena sem pudor,
Sentimentos em bicas d’água pura.

Naturais ou repletas de esplendor,
Que dancem as letras livre tintura,
Como estrelas em um céu encantador!

A palavra não deve ser tortura,
Bem ou mal feita não logra o leitor,
Nem faz do néscio um sagaz doutor...

Publicado em TEXTO LIVRE
entre outros que não estou a fim de procurar.
 
Dança das Letras

Parceria do Saber

 
Parceria do Saber
 
Parceria do Saber
by Betha M. Costa

Poetas, mestres e aprendizes na vida,
Vivemos de receber e doar emoções,
O mar da poesia diária é a nossa lida,
E havemos de partilhar sempre as lições.

Não há autodidata na dança do bem viver,
Precisamos conhecer e apontar espaços,
Abrir salões floridos para novos passos,
E vermos juntos o Baile das Letras crescer.

O mundo do alfabeto é cheio de divisões.
Chega de monólogos enfadonhos e solitários,
Vamos ser parceiros solidários nas ilusões!

Conhecimento é para se passar adiante.
Como a música enleva aos céus a alma,
O saber entre nós, a ignorância espante!

Imagem do Google
 
Parceria do Saber

A ESSÊNCIA FAZ A DIFERENÇA

 
É constrangedor o agir de pessoas denominadas escritores e/ou poetas que, infelizmente, não entendem o verdadeiro significado da poesia, e, do ser poeta; não meditam sobre a responsabilidade do que escrevem.

Os nossos personagens podem brigar, armar barracos, ser mal-educados, desrespeitosos, agressivos... Podem, até mesmo, ferir a sensibilidade do leitor – afinal de contas, o poeta vive mil vidas em um só fôlego.

O poeta nato edifica através das letras; não mata, não desestrutura; é compassivo, escreve das próprias experiências, dos momentos de observância e/ou de sua criatividade.

A vida nos molda e, nos ensina a pensarmos antes de teclar e/ou de agir.

Diplomas, certificados, comendas, enfim... Títulos, não educam, só engordam o ego.
Esses, são bem-vindos aos preparados pela vida.

Penso ser de extremo mau gosto, se usar e/ou expor Academias de Letras,através dos atos impensados de alguns;dissabores e rusgas devem ser tratadas particularmente – as Academias julgam, a capacitação do ser; o potencial cultural de cada um de nós – o que se deixa transparecer – é fácil, mostrar "boa educação" aos internautas, porém, diante de certas atitudes tomadas de forma impensada, percebe-se a verdadeira essência dos doutores e dos que simplesmente escrevem.

Diante de qualquer atitude e/ou comentário abusivo, por parte de literatos, ou, não – a melhor resposta é a que não damos, para que o tempo o faça.
Temos uma arma poderosa: as letras, com elas fazemos milagres – bons e instrutivos.
Vale a pena transformar cada dissabor, cada lágrima, em pérolas.

A sabedoria japonesa nos ensina algo belo: quando um vaso é rachado emenda-se, artisticamente, com uma camada generosa de ouro – o quebrado pode se tornar mais valioso do que o inteiro.
Lição japonesa.

EstherRogessi,Crônica: A ESSÊNCIA FAZ A DIFERENÇA, Recife,26/11/12
 
 A ESSÊNCIA FAZ A DIFERENÇA

Poetas do Luso

 
OS ESCRITORES DE LUSO POEMAS, SÃO CRIATURAS COM DIVINAS INSPIRAÇÕES, CADA QUAL EXPRESSA OS SENTIMENTOS DA PROFUNDEZA DA ALMA, SÃO SERES HUMANOS, TEM CORAÇÃO DE CARNE ISSO SIGNIFICA QUE TEM SENTIMENTOS.. OBRIGADO A TODOS MEUS CONFRADES DO LUSO. PELA A AMIZADE E ATENÇÃO, SEM HIPOCRISIA, VOCÊS SÃO IMPORTANTES PARA MIM, SÃO DIAMANTES LAPIDADOS, VALEU PELA A AMIZADE.......
 
Poetas do Luso

Arte é Alegria

 
Arte é Alegria
 
.

Existe um sentimento em nós,
uma compreensão intuitiva
nascida da mesma arte
que um dia fomos criados.
Abrem-se as cortinas da vida,
enquanto uma alegria inexplicável
prepara todo um cenário natural,
esperando por toda nossa
concepção de manifestação.
A imaginação é uma obra de arte,
feita a cada instante vivido
por criaturas dotadas de criação,
demonstrando habilidades
em comover, emocionar,
conscientizar verdadeiramente,
com beleza e estética,
a harmonia proporcional
inspirada pelo Gênese do Criador.
Faça-se alegria nos sorrisos!
Faça-se emoção nos corações!
Faça-se eterna no esplendor!
Dê-lhe um nome de batismo
para ser lembrada por todos
e depois que estiver concluída,
dê um longo sorriso de admiração,
igual tivesse nascido uma filha,
e, então, assine no rodapé,
seu pseudônimo:
Poesia.

*escolhido para Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos Vol 84 - CBJE - Rio de Janeiro. Lançado em 20/01/12
 
Arte é Alegria

O MELHOR POETA DO LUSO

 
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E O MELHOR POETA OU POETISA DO LUSO

É!!!!!!!!

TODOS CUJO NOME COMEÇA PELA LETRA A

ATÉ À LETRA Z

A DECISÃO FOI TOMADA POR UNANIMIDADE

DO ALBERTRO DA FONSECA
 
O MELHOR POETA DO LUSO

Você vai voltar!

 
Falando claramente, melhor, explicitamente, com uma dose moderada de sarcasmo - uma virtude que Deus me deu -, sem "mi,mi,mi”, “blá,blá,blá” ou "choramingo".
Tem um montão de gente por aí que critica Mc"s dos mais diversos tipos (acredite a lista é lonnnnga) e sem falar do Lepo-lepo que eu até gosto do ritmo (sou bastante eclética e amo mexer o esqueleto), mas cá entre nós ouvir este ritmo de domingo a domingo "ninguém merece", ninguém mesmo!
Aí você deve estar ou não, questionando "mas onde é que essa chata, metida e enfadonha quer chegar?" rs (sei que tem gente que me adicionou e me segue e me deu estas qualidades), nada contra... Agradeço a amizade e por me seguir... Sou eclética também lembra?
Agora direto ao assunto que não poderia ser outro a não serem minhas "escrevinhações", há quem goste e há quem não goste... Costumo dizer que os que gostam ou categoricamente, amam são predestinados (assim diz meu ego)! rs
Mas francamente, parar de escrever... IMPOSSÍVEL!
Se algum suposto escritor deixou de escrever por causa do que os outros pensam ou dizem por aí, sem dúvidas jamais foi escritor de VERDADE!
Melhor ainda, quem nunca cometeu um errinho ortográfico ou até mesmo de digitação que atire o primeiro dicionário ou teclado!
Seria impossível viver com a mente a transbordar e nada fazer.
Este mundo é tão vasto...
Há leitores e "leitores" para todos os gostos! GRAÇAS AO BOMMMM DEUS!
Então menino (um amigo literário muito especial), não deixes de escrever...
Sem dúvidas, sua alma não haverá de resistir a esta escuridão e a este cárcere...
Morrerá lentamente com a solidão dos teus pensamentos...
É quase impossível para nós viver com este ato tão solitário... Diz-me então como seria esta solidão sem este vício visceral e sem palavras para conquistar essa estranha liberdade que tanto ansiamos.
O que faríamos com esta alma que evoluiu mais do que o corpo?
Para onde iriam nossas fragrâncias?
Quem daria silhueta e melodia às palavras?
Assustam-me tais indagações e devaneios...
Corpos virariam túmulos de sentimentos profundos que outrora desejaram conquistar o mundo.
Lembre-se de que escrever é assumir riscos, ouvir "sim e não"...
Contudo, a parte mais gostosa nesta aventura de SER escritor é ganhar um passaporte para a IMORTALIDADE! Há galardão maior?
Todos os escritores têm períodos de crise... Você vai superar os teus!
Os melhores tiveram e ainda os têm, travam uma luta constante ao publicar novas edições, anseiam conquistar outros gostos, mas nem sempre são recebidos como esperavam, com os méritos da primeira edição.
Se for para se sentir melhor então engane-se e faça luto, sofra, mergulhe em noites de insônia, chore, emocione-se, ame e angustie-se, seja feliz, e, transforme cada nova experiência em palavras, seja ela boa ou ruim... Somente escreva, escreva e escreva.
Cedo ou tarde você voltará a escrever, já sentiu esse gostinho de ser folheado... É tarde para recuar... Eu sei...
Você vai voltar!

Escrever é mergulhar na imortalidade!

_Alessandra Benete
 
Você vai voltar!

E quem Cala Os Poetas?

 
Por vezes parecemos pequenos,
Um nada.
E que a distancia é um mal a menos,
E nem sentimos que temos estrada.

Por vezes, não sentimos a fome,
Não temos casa, nem um lar.
Não sabemos se temos um nome,
Ou uma mão com que assinar.

Por vezes, parecemos egoístas,
Somos prisioneiros.
Parecemos falsos artistas,
E nem sequer temos um dom verdadeiro.

Por vezes falamos e nem temos voz,
Somos fingidores,
Dizem os invejosos da terra atroz.
Esses cruéis senhores.

Por vezes até somos uma totalidade,
E difundimos a poesia até a eternidade.
Somos pobres na alma alada,
Que nosso corpo não vale nada.

Por vezes, somos enormes, majestosos.

E SOMOS SIM.


Poetas feridos, mas orgulhosos.
E Lutaremos sempre até ao fim.
 
E quem Cala Os Poetas?