Poemas, frases e mensagens sobre presente

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre presente

Hoje, no presente estas de corpo e alma...

 
Hoje, no presente estas de corpo e alma...
 
Em um voo rasante, percorro seu corpo ardente,
Me vejo junto ao seus pés, louca para te amar,
Parte de mim te deseja, parte anseia seus beijos,
Vicio-me em seus abraços...
Sacia-me com seus afagos...
No peito bate meu respiro por amar te sempre...sempre.
Te busco nos meus sonhos...te encontro no meu destino.
Para amar com sedução ate o fim dos meus dias.
Te vejo no meu futuro, pois no meu passado você esteve la,
Hoje no presente, estas de corpo e alma.
Te amo...te amo...te amo.

você sabe que é para você que escrevo...beijos
 
Hoje, no presente estas de corpo e alma...

 

podia ser
um laivo
do que nasce

a palavra
como o sol
nascente

a memória
iluminasse
o presente
podia ser
um laivo
de saudade.
 
Só

SÒ BEIJO DE MÃE

 
SÒ BEIJO DE MÃE
 
SÓ BEIJO DE MÃE

Só o beijo da mãe tem importãncia
Quando nos penduramos ao seu pescoço
Ainda criança...
Como o som repenicado ainda ouço...
É um acontecimento o beijo da mãe!
A infância continua dentro de nós
Como uma papoila que estremece ao vento
Ainda agora, da mãe me lembra a voz.

Deixo-me a vaguear neste acontecimento
Entre o passado e o presente
Este dia está velho!?
Como o meu pensamento.
As ruas silenciosas,
As portas cerradas
Das arvores as folhas caem, chorosas,
Das flores, foram-se as pétalas perfumadas.

Fico atenta ao que vejo
Nuvens rindo no céu passeando,
O Sol há muito acordou
E os casais, esses?! Continuam-se amando!
Daqui a pouco a tranquilidade da tarde
E eu aqui estou...
Vivendo vou lembrando com saudade.

O beijo da mãe, que acaba com a solidão
Que põe fora a inquietação
E um anjo a minha história vai arquivando
E guarda tudo o que vou lembrando.

Escrevo, mesmo parecendo ausente
Estou recordando meu chão
A brincar me deixo na ilusão
Que ainda sou dez réis de gente.

rosafogo

(Dez réis de gente, gente pequena.)
Esta poesia tem algum tempo, ainda embalava meu
neto que hoje é homem e às vezes me chama de mãe.
 
SÒ BEIJO DE MÃE

Gerúndio de mim

 
Gerúndio de mim
 
Sentindo que o tempo
estava passando
assustei-me um pouco
por vê-lo fugindo

Disse à juventude:
não te vás embora!
mas ela enganando-me
acabou partindo...

Deixou-me inquieta,
mesmo angustiada,
pretérito verbo
do meu desencanto
que quero encerrar

O pavio da vela
quase se apagando
implode de novo,
renovando os votos
de manter a chama
da vida latente.
Renasce de novo,
gerúndio de mim,
escolhendo o presente.

Maria Fernanda Reis Esteves
48 anos
Natural: setúbal
 
Gerúndio de mim

“Saudades de um cata-vento” - Soneto

 
“Saudades de um cata-vento” - Soneto
 
“Saudades de um cata-vento” - Soneto

É para o desconhecido, que a vida caminha
Bebendo nostalgia ouço o eco dos passos
Silente vou noite adentro, ferida só minha
A fluência das horas seguem mesmo compasso

Néscios sonhos fortalecem esse faz-de-conta
Sob a refutação dessa saudade dorida
Presente selado de lembranças sem conta
Trazem o choro brando, no manancial da vida

Guardo dentro, sentidos melancólicos, confusos
Que o tempo, faz vir a tona, algoz e oponente
A tais sentimentos digo amem, selo o presente.

Calam-se as palavras, diante dos sonhos obtusos
Densas lágrimas eternizam o discurso cinzento
Magia que se refaz nas memórias de um cata-vento.

Glória Salles
07 dezembro 2008
18:29 hrs

NOTA: Passando para agradecer aos tantos amigos, que com tamanha gentileza e carinho, seguram minha mão, oram pelo meu pai,e estão comigo nesses momentos difíceis.
A expectativa, as perspectivas são grandes...
Mas a fé também o é.
Não sabem o quanto é importante e vital, sentir vosso carinho nesse momento...
Perdoem a ausência...
Um dia cheio de boas surpresas.

beijo no coração.
 
“Saudades de um cata-vento” - Soneto

A ultima tela que matizo

 
Sento-me no sótão das recordações
Na frincha consciente da alma
Num recanto abandonado pelo tempo
Permanece altiva, tímida, silenciosa
A ultima tela que matizo

Em cada pincelada
Em cada cor, em cada esbatido
Pulsa sentires desmedidos
Ciente do tempo que não perdura

Tonalidades coloridas e acinzentadas
Desabrocham tal estados de alma
Ensombradas pelas agruras da vida
E a tela colora-se lentamente
Com cada pedaço de alma latente
Mistura-se as cores do arco-íris
Com o negro da noite
No branco pérola do presente.

Sentada no sótão das recordações
Pinto a ultima tela, lentamente

Escrito a 2/11/09
 
A ultima tela que matizo

Presente

 
Meu encanto desvairou-se em pranto
Foi como poucos emergindo
E convergindo
Com algo estranho que vinha vindo...

Colidiu com o futuro
Dinâmico e obscuro,
E que eu nem juro
Que consigas pular o muro!

Meu encanto foi-se em pranto
uniu-se com o passado...
com armaduras agarrado!
em pensamentos fechados.

Foi-se com o vento, foi-se com a
Descoberta, de que no mundo
Não existe presente puro
Sem auxilio de passado e futuro.

APScheffer.
 
Presente

NÃO QUERO SER ENGANADO

 
Corro, corro, corro
E não estou apressado
Corro na vida
Corro nos anos
E já nem vejo o passado

Está a ficar tão longe
Que já não me acompanha
Ainda tento parar
Não consigo travar
Esta velocidade tamanha.

Corro, corro, corro
E não estou apressado
Corro para o futuro
Que não vejo, está escuro
Não quero ser enganado.

A. da fonseca
 
NÃO QUERO SER ENGANADO

A RESPEITO DA FAMÍLIA DE ONTEM E DE HOJE

 
Tornou-se uma raridade aquela avó acolhedora que cuidava dos netos quando os pais iam trabalhar. Aquela avó, que era quase uma ou às vezes até mais que a mãe para seus netos. Aquela avó que além de cuidar, fazia todo tipo de vontades com um sorriso de dar inveja. Mas, os tempos são outros, quando a avó não tem ocupações de diversos tipos, mora longe; hoje é comum que as “modernas avós” não tenham muito tempo para os netos, como não tiveram para os filhos; são comuns avós profissionais liberais, empresárias e por aí vai. Não existem mais as avós dos nossos sonhos, ficaram num tempo que ninguém quer de volta. Só querem, de volta por estranho que pareça, aquela avozona, tudo presta, só não prestam as avós modernas... A vida contemporânea exige de todos um distanciamento físico, os filhos partem para destinos distantes, um mora em Deus me livre, outro na Groelândia, o caçula casou e mora não sei onde. Partem para onde existem melhores oportunidades de ganhar a vida. Os pais modernos, também, quase não participam da vida dos filhos, que são criados em creches ou por empregados. Aquele pai que almoça e janta com os filhos, é exceção ao que o mundo vem exigindo de todos. São raros indivíduos, que podem trazer de volta, um pouco desse mundo antigo. Filhos premiados são esses com certeza! Conheço uma família que conseguiu essa proeza! Houve a opção de não deixar ir embora essa parte boa da vida. Filhos pais e avós vivem numa cidade de aproximadamente 300 mil habitantes, a família não se desfez, pelo contrário aumentou com os agregados, netos, etc. Os que estudaram fora preferiram voltar e exercer suas profissões, médicos, engenheiros, empresários, por perto. São raros os dias em que não ocorrem almoços familiares, com a balbúrdia costumeira Três gerações diariamente no almoço, um sonho para muitos, ali é comum. Mas, quase todos tiveram oportunidade de partir atrás de ocupações com melhores remunerações. Existiu a opção por ficar ganhando menos e ter realmente uma família. Para muita gente” moderna” isso é falta de ambição ou outras besteiras de quem só pensa em ganhar mais. É claro que a opção de ficar perto da família, de morar perto do trabalho, nem sempre é possível, todavia tem muita gente que pode fazer essa opção, mas prefere a modernidade, prefere ver os filhos crescerem sem os pais, aceitam que avós sejam apenas visitadores dos netos. Ser “moderno” ou ultrapassado, como sempre, eis a questão.
 
A RESPEITO DA FAMÍLIA DE ONTEM E DE HOJE

SOU PEQUENA BORBOLETA...

 
SOU PEQUENA BORBOLETA...
 
 
SOU PEQUENA BORBOLETA...

by FatinhaMussato

Sou pequena borboleta...
Vou pousando de flor em flor
Sigo sempre meu caminho
Distribuindo o meu amor!

Nas flores mais perfumadas,
Deixo sempre minha marca...
Na suave e meiga margarida
Dou beijinho e meu calor!

Como é bom ser borboleta,
Neste imenso e belo jardim...
Receber todo dia o presente,
Que Deus aqui deixou pra mim!

INÉDITO NESTA DATA
Jales (SP), 23/maio/2009 – sábado – 16h07m.

Imagem: NET

Música: Cascanueces / Tchaikovsky
 
SOU PEQUENA BORBOLETA...

Indagações

 
                  Indagações
 
Algo mudou (o que?)
Durante meus passos
À passear, algo passou
Eu à indagar: porque?
******
A vida é sim, presente
Passando à passos largos
Vivida; entremente
Muito rápida,com encargos
*****
Passeio pela vida expressa
Não tenho pressa mas...ela tem
Uma incompreensível viagem de trem
Parece lenta, mas voa e, nessa-
******
Corrida algo mudou ( O que?)
Simplesmente percebi
E hoje me diz: envelheci
E eu à indagar: porque???

Nereida

Á vida é uma viagem!
 
                  Indagações

"Repleto de si" - Soneto

 
"Repleto de si" - Soneto
 
"Repleto de si" - Soneto

Nem notei a falta de aceno e de adeus.
Andei ocupada demais, a colar os cacos.
Uma dor colossal, em silêncios só meus.
Fragmentos de tempos, vis, rasgados.

Por isso respeito teus outros “contornos”
E não me surpreende a fartura de mel
Só lamento que compre amor com suborno
Pois amor não se compra, é presente do céu.

Não foi demissão, então, sem garantia.
Virando o jogo, sabe a dor que causou.
Já que o colo, mesmo disperso, o acalentou.

Tanto sentimento, não foi só poesia.
E o que chama de paixão, era puro amor.
E nem com suas farpas, vai virar rancor.

Glória Salles
 
"Repleto de si" - Soneto

Tornar

 
Intenso
É o momento
Que se faz presente
O que passou
Está alí, está aqui
Está na retina
Na palma da mão
No degrau da escada
Intenso
É refazer o caminho
Tornar
Do olhar trocado
Mais que voar
Voar pra lá, voar pra cá
Voar de mãos entrelaçadas
Voar no sorriso da foto
 
Tornar

Deixa-me amar-te!

 
Deixa-me amar-te!
 
Deixa-me amar-te

Deixa amar-te, trago o coração cheio
Deste amor que traz sabor a passado
Amar-te assim, sem nada de permeio
Amar-te sómente, sem hora, nem pecado.

Cegam meus olhos na garganta dá-se nó
Porque é Amor isto que a gente sente!?
Não amedrontes, não queiras deixar-me só
Não ensombres meu coração ou que fragmente.

Basta havermos sentido, não digas só ilusão
Ou que é simplesmente resto duma aventura
Diz-me que o que sentes, te vem do coração.

Constrange-me o que dizes, sou eu que padeço
Negação transforma-me a vida em noite escura
Escorregadio o chão que piso, e não mereço.

rosafogo

Soneto perdido no tempo.
 
Deixa-me amar-te!

MEU PRESENTE

 
Dar-te-ei um presente
Pequeno ou grande, não sei
Queria dar o que se sente
Mas seria tolo pensei
Uma mão cheia de sementes
Onde feliz aprisionei
Sonhos em forma de grãos
De palavras que não te falei
Que semeados no coração
Com tantos outros que semeei
Falaria-te minha verdade
De palavras que há tanto guardei
Tão grande que a alma invade
E tão pequeno que relutei
Resolvi então dar-te o sol
Que teu coração abrasei
A lua fria e distante
Que mirava onde deitei
Minha cabeça de criança
Que inocente não segue leis
Dar-te-ei então uma esperança
Que em beleza criei
Minha certeza gritante
Que só tu eu amei...
 
MEU PRESENTE

PRESENTE DE AMOR

 
PRESENTE DE AMOR
 
Um gesto de amor pode ser
Um presente de carinho
Trazendo um beijinho
Saciando a saudade
Que sinto do seu
cheirinho

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PRESENTE DE AMOR

Quadros Poéticos de Hieronymus Bosch - a [Ira]

 
Quadros Poéticos de Hieronymus Bosch - a [Ira]
 
Transporto nas mãos o não
Da decadência

Arremesso nos vapores
Do álcool

Os teus olhos castos descobrem-me
A fraqueza

O outro é o senhor e eu apenas
O servo

O passado mudou o destino.

Neno
 
Quadros Poéticos de Hieronymus Bosch - a [Ira]

ENTERREI AS MINHA RECORDAÇÕES

 
Enterrei as minhas recordações
Num canteiro do meu jardim;
Os desgostos e as ambições
E cobri tudo com o jasmim.

Assim ficarão perfumados
Do que foi a minha vida
Feita de amores e pecados
Nasci com a minha sina lida.

Ao redor desse canteiro
Plantei os meus amores;
Uma cruz e um letreiro
Aqui jazem as minhas dores.

Bem à vista dos visitantes
Escrito também estão ali
As mais belas variantes
Dos erros que cometi.

Por vezes tenho saudades
Outras vezes sinto repúdio
Entre desgosto e felicidade
Da vida vivida no prelúdio.

Pois que não se pode viver hoje
Uma vida que é de amanhã
Assim a mocidade nos foge
De uma maneira nada sã.

A. da fonseca
 
ENTERREI AS MINHA RECORDAÇÕES

Cotidiano

 
Olhando para o ontem
Percebo que escapa-me ao agora,
Tanto quanto, à sombra de outrora,
Tudo o que se foi jaz perdido...

Perde-se no tempo
Todo o afã pelo amanhã,
Pois a vida corre solta
No presente sempre envolta...

Na ilusão de uma viagem
Tantos sonhos, frios, ardem
Sob a dor do dia a dia...

Tomo em prece a heresia
De saber-me preso ao dia,
Sem remanso, toda noite, sem descanso...
 
Cotidiano

O QUE EU PODERIA SER

 
O QUE EU PODERIA SER

Por ora, o que sei
Sei desconhecendo.

Compreendo tudo
De não saber.

Dispensei
O que eu poderia ser
Pelo ser contingente
Em que agora estou...

E o futuro deste outro
Que não mais me tornarei
Trouxe-me de presente
Já no presente momento
Um perfeito discernimento

: O que jamais serei,
Já vingou
 
O QUE EU PODERIA SER