Poemas, frases e mensagens sobre sentimento

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre sentimento

Marcas

 
Marcas
 
Em algum lugar ficará guardado
Lembranças que vivem em mim
Sorrisos, flores desenhos rasgado
De um passado que teve fim.

Corre as horas voa o tempo
Dias floridos, outros sem cor
Mas gravado ficará o momento
De alegria encontros e amor.

Quisera ser tudo diferente
Foram palavras de puro mel
Amor não se compra com suborno
Pois é presente vindo do céu.

Coração pequeno e encarcerado
Adora brincar com os sentimentos
Nem todos vivem cegos e de pecado
Ainda abrirá teus olhos desse tormento.

Mesmo assim te desejo o melhor
Pois nunca quero te ver sofrer
E mesmo que me deseje o pior
Nunca irei te esquecer.

NAZARETH - Were are you now
 
Marcas

“Forte presença” - Soneto

 
“Forte presença” - Soneto
 
“Forte presença” - Soneto

Na penumbra do quarto ainda vejo o vulto
Da noite engolida pela densa madrugada
Fragmentos da musica que embalou o culto
Nessa cama, altar, onde fui endeusada

Estranha lucidez, das frestas da vidraça o lume
Etérea, ainda lânguida, recuso-me a despertar
O corpo ainda guarda o gosto, tem o perfume
Dessa paixão que os nós do pudor fez desatar

A luz que agora ofusca ecos do sentimento
Daquilo que em mim ficou, depois da partida
Dominante presença, fortemente sentida

Do olhar dentro do olhar, guardo o momento
Desse olhar intimo que só nos entendemos
A cama desfeita, vestígios do que vivemos...

Glória Salles
 
“Forte presença” - Soneto

SUSPIRAR DE AMOR

 
Doce suspiro no meu pensamento vem
Desse amor que agora sou refém
Vou te buscar dentro da minha emoção
É lá que vive meu coração...

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SUSPIRAR DE AMOR

Eu voce e a caneta

 
Ora amigo papel
Receba meus lamentos desse mundo cruel
Desculpe mas Minha mao escreve apenas o gosto amargo do fel
Receba esse desabafo do seu amigo intimo
Amigo que lhe confia os segredos que mantenho escondido
Segredos confessados em letras
Que ficara entre eu voce e a caneta
E juntos levaremos essa bela sintonia
Nesse trio solitario encontramos companhia e dessa cumplicidade... faremos poesia

Essa e uma das relaçoes mais perfeitas que existem entre a folha a caneta e o poeta pq o que os une e o sentimento que sai do poeta transformado em palavras pela caneta e ficara eternizado na folha nada podera romper esse laço pois aqui so ha amor e nenhum interesse material
 
Eu voce e a caneta

Possibilidades

 
Pudesse eu dar-te os beijos
Que se soltam do meu olhar
E soltar as palavras
Que me embargam a voz
Instalada no silêncio…

Pudesses tu desvendar-me
O desejo que me denuncia
E reconhecer o sentimento
Que combato em meu peito
Num misto de medo e prazer…

Pudéssemos nós sermos unos
Em corpo e alma,
Com o coração batendo
No mesmo compasso musical
E envolvidos no mesmo poema…
 
Possibilidades

À flor do meu jardim

 
À flor do meu jardim
 
Eu sempre quis poder expressar
De forma simples e verdadeira
O amor que sinto por ti
E que digo sem brincadeira.

Seus olhos sempre me fascinaram
Pois revelam o poder da atração
São eles a fonte da minha inspiração
Que me move a escrever-te essa canção.

Seu sorriso, sempre lindo e contagiante,
Dos meus sonhos é a razão
De caminhar com alegria
Pois ele aquece meu coração.

Você é à flor do meu jardim
Que exala a mais suave fragrância
Que me atiça os desejos
E me acalma com sua elegância.

Uma flor que quero sempre viva
A deslumbrar o meu olhar
Que me entregue o seu perfume
E que saiba me amar.

A ti dedico essa singela poesia
Escrita com todo carinho e amor
Aquela que sempre me fascinou
À minha linda e meiga flor.

Poema: Odair

Odair José

http://odairpoetacacerense.blogspot.com
 
À flor do meu jardim

SAUDADE MINHA

 
Pensei ser ainda a tua saudade

Insistente dia a dia

Que evoca as lembranças do beijo trocado.

Pensei que ainda era eu tua saudade

Que arfa nos ventos do quebra mar...

Nos lilases do Manacá em flor.

No cheiro das manhãs

Haverá ainda saudade?

Nas nossas calçadas, ruas, praças...

Nas paredes, janelas ou varandas...

Da casa que construímos em sonhos?

Na saudade que dói se atende o coração.

Sinalizando tanta falta

Quanto sentir nessa saudade

Será que passeio nas tuas memórias

Assim como passeias no meu coração?

Se ainda existo em ti

No infinito das tuas recordações.

Que as lembranças te façam sorrir

Porque nas minhas memórias

Tens cativa morada

Sem conter as recordações

eu carrego esta saudade...
 
SAUDADE MINHA

A dor do que eu não sinto

 
É um sentimento novo,
como que reconhecer de novo a dor.
Gostava de me debruçar sobre ela,
ver como tu vês e sentir...
Sentir o que tu vês.

Já faz tempo que não sei,
não compreendo mas aceito.
Agradeço o que parece real
mas temo pelo que não vejo.

Não choro como costumava chorar,
a memória não facilita o julgamento.
Não sei do que estou arrependido,
simplesmente sinto a culpa.

Estou, acima de tudo cansado.
Cansado da espera e do que não vem,
Do que digo e não foi pensado
e de tudo aquilo que a noite me dá.

Resume-se tudo à mágoa e ao sorriso,
qual dos dois preferes?
Nunca me foi respondido.
Quando cai a noite lá vou eu,
de volta para o meu cantinho...
E sei que choro mais o que não sinto,
do que tu choras no meu caminho.
 
A dor do que eu não sinto

CORAÇÃO CEGO

 
CORAÇÃO CEGO
 
De tantas nuvens no olhar
A cegueira toma conta
Quando se nega o obvio
Mais cego está o coração
E tentando limpar tantas nuvens
Outras mais chegam, escuras, pesadas...
Mas o coração tonto de amor
Se recusa a acreditar nas nuvens
Vê um mundo límpido e colorido...
Acredita que os olhos do coração
Que carrega outra visão
Só vê o que quer, e não o que é.
 
CORAÇÃO CEGO

CALMINHA AÍ

 
CALMINHA AÍ

Calma, meu coração
Que pele é pasta porosa

Segura aí teu sentimento
Nesta morsa
Apetitosa,
Ferrosa

Vê se glosa esse alimento...

Imaginação não é devaneio
É meio de criação
Delírio, isso sim
É danação sem freio

Essa incursão prossegue
Veia do pescoço afora
Sombra nua a perambular
Pelas ruas e becos cegos
Pelos bailecos marotos do mundo...

Calminha aí, coração
Despista os absurdos
Que sangram de teu vão
Que o corte é muito profundo

(Aquieta-te.
Que - cá entre nós -
O que não te mata
Engorda-te
De emoção)
 
CALMINHA AÍ

Amor de amantes

 
Amor de amantes
 
Das constelações que cintilam no céu,
não brilha mais que o olhar de um apaixonado...

E nas profundezas de um coração ansioso por amar,
o ser amado está desenhado em todos os detalhes,
num sentimento ilimitado que ultrapassa barreiras ...

No fim de tarde, em que o sol se põe,
a chama do amor revive, e queima,
fazendo o ápice de todo fulgor ir além,
de qualquer das circunstancias,
e desse querer de jamais, ficar só ...

O firmamento de um elo feito por juramentos,
em um dia de verão, que o sol sorria iluminando,
as promessas desses amantes iludidos por suas paixões...

E quando a noite chega, o desejo serpenteia os corpos
quentes e viciados de amor, de todos os apaixonados,
que brincam com suas vontades sequiosas de sentir,
esse prazer que arrebata, e toma conta de todo ser ...

Amor, amor, tão alma, e tão carnal,
por vezes tão leve, como floco de algodão
solto, leve, e mansinho, voando pelo ar,
como se deixasses o vento levar-lhe a plenitude ...

E outras esse tal amor,
torna-se uma bomba,
que explode, transborda , desfere
envolve, e bagunça, arrebatando,
e queimando tudo como larvas de vulcão ...

Amor que por vezes faz sorrir,
e outras faz chorar...
Viver, morrer...

Amor de amantes,
umas vezes tão reciproco,
e por distrações as vezes, tão desprezado...
E quanto somos dependentes dele?
 
Amor de amantes

ESSES AMORES

 
ESSES AMORES
 
"O amor causa emoção, felicidade ou dor
A saudade pode fazer bem ou mal
Vai depender de como lembramos de cada
Momento de nossa vida"

Ângela Lugo

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ESSES AMORES

“Meu verso é livre”

 
“Meu verso é livre”
 
Meu versejar é livre feito o vento
É barco à deriva em mar aberto
É muro de arrimo ao sentimento
Mas rejeita da mordaça o aperto

Não tem a pretensão da lógica fria
Destoa muitas vezes da imagem
Põe tempero em excesso na magia
Ou é irreverente, franco e selvagem.

É convite à aspiração do meu instinto
Como um zaino solto na invernada
Exonera-se à vertigem do labirinto
Verbos no peito tecidos, brasa alastrada.

Quero os versos assim, desaguando em foz.
No fertilizar das palavras, expandir a voz...

Glória Salles
30 de agosto 2009
21h40min

Obrigada pelo carinho de sua visita.
Saudades dos amigos.

No meu cantinho...
 
“Meu verso é livre”

“Quem sabe... amanhã” - Soneto

 
“Quem sabe... amanhã” - Soneto
 
“Quem sabe... amanhã” -Soneto

Às vezes penso, nasci na contramão da vida
Quando o desencontro abissal toma minha razão
Meu invólucro, expõe esse deserto sem guarida
E na memória dos meus olhos, tanta explosão

Explosão de sentimentos, quase uma vibração
Memória de momentos estéreis, jamais vividos
Estático, meu corpo permanece, ante a visão
De provar um futuro, agora talvez permitido

Nesse ciclo diário, maçante que vai e vem
Quase nem percebo, tão apressada e alheia
No fio da navalha, a envolver-me essa teia

Momentos intermináveis de viagem ao alem
De dentro de mim, renasce sempre um querer
Renovação do ciclo, que insiste em não morrer.

Glória Salles
 
“Quem sabe... amanhã” - Soneto

AMOR MELODIA

 
AMOR MELODIA
 
Melodia incessante...

Gritante na alma, o amor.

Como o canto de pássaros

Sonoro aos ouvidos...

Como o som de um piano,

Sax, flautas com suas melodias

Agradáveis contemporâneas ou não...

Alimentando a alma e trazendo vida ao coração...

Coração arfante de tanta alegria

Harmonia, como uma sinfonia,

Ao som de uma orquestra com vozes,

Violinos, violoncelos e violões.

Como uma bailarina ao som de uma melodia.

Exímia flutuando suavemente...

O amor, melodia!
 
AMOR MELODIA

Falha de inspiração

 
Falha de inspiração
 
FALHA DE INSPIRAÇÃO

Hoje nada me atinge
Pois se nada sinto!?
A folha branca me olha e finge
Que acredita, mas pensa que minto.
Pela minha cabeça desliza
Uma profusão de ideias
Que a Poesia de mim não precisa!?
Mas como? Se a trago nas veias.

Mas hoje nada me atinge
Não tenho pressa nem sofreguidão
A cada gesto a folha me olha e finge
Não acredita... pensa que estou louca então.
Há uma sombra escura
Uma memória a fenecer
Haverá resolução?
Madrasta esta vida dura
Entre a manhã e o anoitecer.
E a folha pensa e pensa bem
Que falha de inspiração!
Mas virar culpas a quem?
Se a velhice turva meu coração.

A razão é que estou conformada
A Poesia não precisa de mim
A folha branca está feliz, não contém nada
E eu finjo que sou feliz assim.

E digo como o POETA
«Senhor livra-me de mim»

rosafogo
 
Falha de inspiração

InTenso

 
InTenso
 
Não consigo descrever bem aquilo que sinto, sei apenas que é intenso.
Talvez porque nunca antes tinha amado assim alguém, loucamente,
ou talvez porque me sinto na realidade confuso,
porque não entendo os meus próprios pensamentos, os meus desejos.

Nunca antes sofri assim, nunca antes ansiei tanto alguém,
nunca antes me senti tão infantil, tão ridiculo, tão adolescente.
Nunca antes na minha vida me senti tão descontrolado por amor,
Nunca antes todo o meu corpo vibrou como vibra hoje.

Queria tanto rasgar o peito e arrancar dele o coração,
cujo frenético tic-tac provoca em mim uma ansiedade insuportável,
uma solidão e uma tristeza que o tempo teima em não curar.

Todos os dias choro por dentro quando olho para ti,
sofro por não te poder abraçar, principalmente quando estás triste.
Pergunto-me todos os dias como me deixei apanhar assim,
foi repentino, queria recuar no tempo, queria tanto esquecer-te.
 
InTenso

escrever

 
Escrever apazigua as dores alivia meu coraçao desafoga minha mente o papel e a caneta se tornam meus aliados contra a solidao pois estao comigo nos sorrisos e nas lagrimas sao meus verdadeiros amigos para quem eu posso realmente desabafar
 
escrever

TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

 
TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

Pinto árvores retorcidas (que não existem), flores gigantescas em cenas de cores dantescas (que não existem), cactos ao modo de mandrágoras (que não existem), pássaros azuis ressabiados com o mundo estranho e com a próprio blue (que não existem). Um amigo me disse que pinto o jeito que este velho mundo vai ficar depois da próxima hecatombe atômica, a tão temida terceira guerra mundial...

[Nem tentei lhe explicar que, em meu íntimo, a tal da hecatombe já acorreu e cá estou eu, normal, normal, no cotidiano do meu day after, tocando a minha vida]
 
TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

dialeto

 
desculpe-me por meu escrever imperfeito
é que minha escrita nao adere aos seus preceitos
De palavras triviais minha alma se refaz nesse leito
branco e imaculado onde repousa a lingua morta do meu peito
folheam-se as dores do meu amago ao leu como o outono
cortado no ceu como relampago a espera de uma nova manha de sol acalentada pelo sono
sangro palavras estancadas por esta folha
derramadas pelo gramado esperando outra alma que as acolha
 
dialeto