Poemas, frases e mensagens sobre universo

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre universo

Às voltas

 
Quando escrevo por vezes penso
Que vou parir uma montanha
Que por ser tão tamanha
Será soprada pelos quatro ventos
Banhada pelos sete mares
Que irá na solas dos astronautas
Pisar novos mundos
Que por sistemas solares
E outros lugares profundos
Irá divagar
Como luz a se propagar
Que será para sempre
No espaço e no tempo
Na matéria e na memória
Que será vitória
Se fará rainha
Quando às guerras do Homem
Mostrar-se espada na baínha

Ah Deus, Deus, chego a chorar de emoção
Quando penso, por momentos, ter um poema assim na mão
Quando sinto andar às voltas a chave do Universo
E não esta folha em branco, sem um traço, sem um verso
 
Às voltas

Raios mentais

 
Raios mentais
 
Deus é a força
que reside dentro de nós.
Não são precisos templos
para demonstrar a nossa fé.
Saiba usar o poder da mente
para atrair coisas positivas,
para se conectar com o Universo,
para sentir-se parte do todo...
Centre-se no seu eu mais profundo
e capte os raios mentais
que emergem dele
São o Sol que nos aquece
Confie nele!

Jogue fora ideias negativas
Pense sempre: Eu sou capaz!
Crie à sua volta uma aura de amor
paz e benevolência
Verá que no seu lar nada faltará
A saúde abundará
e os amigos florescerão

Um ano de 2009, pleno de Amor, saúde e Paz para todos os Luso-Poetas

Maria Fernanda Reis Esteves
48 anos
Natural: Setúbal
Email: nandaesteves@sapo.pt
 
Raios mentais

LUZES E ESPAÇOS

 
LUZES E ESPAÇOS
 
LUZES E ESPAÇOS

Mora um certo universo por aí...
Com plenos ares de reverso
Mostra-me os caminhos em que vou
Pela ótica de onde jamais estou...

Quentes paisagens afrodisíacas
Mandando internos quereres
Às miragens ritualísticas
Por extensa fila de dizeres

O estar tranqüilo, feliz
Não é bem de vida física
É muito mais vida por dentro
Do que a coisa levada à risca...

É um brotar de rosa mística
Que, de tanto amor, flor estupora
Gerando um novo universo
Imensa explosão que me deflora

Outras excêntricas auroras,
Luzes e espaços há de surgir
Entre o amanhã, o depois e o agora
Entre ficar, andar e... sumir
 
LUZES E ESPAÇOS

Noite Insone

 
Noite Insone
 
Noite Insone
by Betha M. Costa

Passa da hora de dormir,
o céu parece tão tranqüilo,
tão sereno...

Tudo que existe está parado,
e você aí perdido em nebulosas,
em palpites desastrados,
sobre aquilo que não entende...

Use imaginação e perca-se de si!
No universo há mais que há em você:
meteoros destruidores,
buracos negros infinitos,
mares d’estrelas desconhecidas.

Os planetas em todo lugar,
não mudarão as órbitas,
esteja você alegre ou triste,
então, pare de chorar e lamentar,
coisas perdidas... Que não existem!

Sente-se ao meu lado,
vamos pescar umas estrelas,
atapetar nosso quarto,
deixar lá fora o passado,
e sorrir da vida por sorrir.

Da Série “Viajantes do Espaço”.

Imagem do Google
 
Noite Insone

Em Órbita - "... Um Redondo Vocábulo"

 
 
- * -

Em Órbita

O universo é

´Um Redondo Vocábulo´ ,

geometria perfeita

da poética

e suprema matemática

Luiz Sommerville Junior , 03 Agosto 2012

.

PS: Era Um Redondo Vocábulo é título dum poema-canção de Zeca Afonso
 
Em Órbita - "... Um Redondo Vocábulo"

Domadora de estrelas

 
Domadora de estrelas
 
DOMADORA DE ESTRELAS

Elen de Moraes Kochman

Flor do sertão... borboleta...
Azul como o mar do norte.
- Mulher ardente ou ninfeta? -
Doou, ao poeta, a sorte

Do amor e da inspiração!
Fez arder seus pensamentos,
Bolinou sua paixão
E calou seus argumentos!

Seus desejos mitigou
Despindo, um a um seus véus...
Suas estrelas domou
No aconchego dos seus céus.

Com o universo em sobressalto...
O prazer fala mais alto!
 
Domadora de estrelas

NOTURNO

 
NOTURNO
 
 
NOTURNO

Elen de Moraes Kochman

Águas de cruas saudades,
Por onde sempre navego,
Choram comigo as dores
Dos amores que partiram.
Noites em que os pesadelos
Adormeceram estrelas,
Acalentam minhas mágoas
E dão vazão ao meu pranto.

Sobre o universo dos sonhos
A lua balança tímida,
Sem poder me confortar!
A solidão, tão medonha,
Minha fiel companheira
Grita por mim o que calo,
Quando sufoco os gritos
Que dilaceram minh’alma.

As loucuras das paixões,
Levaram-me para abismos...
E nas brumas dos caminhos
Desbotaram-se ilusões,
Que bordaram minha vida.
O que antes era meu norte,
Hoje... é somente um sopro
Que me empurra para a morte.

Arthur Rubinstein - Chopin Nocturne Op. 9, No. 1 in B flat
 
NOTURNO

Saudades do amor

 
 
Não te iludas! A verdade é que tens saudades do amor.
Querias tanto ouvir a sua voz, ainda que uma última vez!
Querias deveras, sentir a sua presença em ti,
mesmo que longínqua, inalcançável ou ilusória.

Olhar nos seus olhos, e dizeres “AMO-TE”,
Deixares-te envolver nesse olhar … perder-te!
Sentir o toque da sua pele, quente e apelativa,
num arrepio contagiante que queres libertar.

Sentes tanta dor na saudade, que te doí sem doer!
A ausência dilacera a alma de quem ama!
Quanto não darias para tê-la por momentos?

Um ínfimo instante apenas, juntos … sós, num universo uno.
Urge, apaziguar a saudade … da tua alma!

João Salvador - 23/03/2012
 
Saudades do amor

ESPERANÇA

 
ESPERANÇA
Izaura N. Soares

Inevitavelmente o passado me confronta.
Envolvo-me em pensamentos onde vejo
Milhões de borboletas flutuando entre
As flores chocando-se com seus perfumes.
Olho para o lado observa os beija-flores
Tentando encontrar seu espaço no jardim encantado.
É nesta hora que me sinto tão pequena diante
Da beleza de um universo que inspira os
Poetas a escrever suas poesias,
A transformá-las em versos.
Se um dia os versos se perderem no tempo,
Alguém há de encontrá-los e fazer deles uma historia.
Tudo pode se transformar como a borboleta que,
De lagarta transformou-se numa linda espécie.
Meus versos seguem lentamente abrangendo
O futuro e o presente com a certeza do amanhã
De que tudo gira em torno de uma só palavra;
Esperança!
 
ESPERANÇA

FRUTO

 
FRUTO
 
Vertem os astros em desalento
prendem-se as mãos ao relento
tranca-se a luz no escuro
amarra-se os corpos às sombras
deixam pegadas na lua
Ela,mulher, renasce o universo semi-nua
dá fruto,amadurecerá um dia
deu à luz, a luz.
 
FRUTO

Ave... Maria

 
Ave... Maria
 
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Ave... Maria

TRAVESSIA

 
Uma luz surge de uma grande e Divina explosão.
O mar revolto de desafios medonhos
conduz navios possessos. Diversos sonhos
protagonizam viagens infindas, confusão.

Estradas esguias, rotas escuras, provisão
raquítica. Mundos nefastos, enfadonhos,
calejados. Pensamentos chucros, tristonhos.
Clarão negro envolto em dúvida em profusão.

Destinos tortuosos assombram o silêncio
turbulento de psiques inquietas, insanas;
maledicências despudoradas. Suplicio.

Feixes luminosos de esperança, profecia
calmante e silente para vidas humanas.
Que Deus proteja nossa breve travessia.

E NOSSA TRAVESSIA PELA VIDA.
 
TRAVESSIA

DIMENSÃO

 
Células, protozoários.
Olhar microscópico.
Universo distante.
Viagem à Lua,
Cruzar a linha da mão.
Longevidade no olhar.
Penetrar no átomo,
Dividir a matéria.
Comer o pão.
Ser.
Não ser.
Deus ou bactéria?
 
DIMENSÃO

Ecos da alma

 
Ecos da alma
 
Imagem retirada da Google

Os ecos da tua alma ecoam
Em melodias lúdicas
Na cadencia de um olhar enternecido
Visualizo o teu sorriso quente da paz
Emanada do teu corpo sofrido
Por um momento fugaz
Prevalece a junção de sentires
As tempestades evaporam-se
O azul cristalino brilha
Na noite iluminada
Pelas estrelas brincalhonas
As palavras deslizam dançarinas
Em frases afagadas pela ternura emergente
E nos caminhos livres de pedras aguçadas
Florescem flores campesinas
Perfumando o ar de doces brisas nocturnas
Transformando o silencio
Em acordes de violino vibráteis …
Estremecendo o tempo fugaz de nós
Só a musica permanece em elos de ligação
Da distancia mensurável das vidas sofridas
No cume da existência imortal
No azul brilhante do cosmos longínquo

Escrito a 26/12/09
 
Ecos da alma

Se eu fosse Deus

 
Se eu fosse Deus e ordenasse
Ou Deus não sendo, em de Deus mandasse
Seria EU a una lei

E ai do mar que não espelhasse
Ai da nuvem que tapasse
A luz do reino em que sou rei

O Universo qual pedaço
Seria um verso dando espaço
Ao ego, à prosa que me estende

Mas Deus não sendo, em Deus não crendo
Modestamente vou escrevendo
Modesta a mente que me entende
 
Se eu fosse Deus

REDONDO E SEM BICO

 
REDONDO E SEM BICO

Imantava imagéticas pedras
E em seguida disparava
Em seu insuflado universo vazio
Decorado de estios aos flancos...

Não havia o que retraísse
O movimento encetado...
E os projéteis, determinados,
Não desviavam o tiro, o giro...

Pedregulhos cruzados
Num espaço de mesmice,
Universo mondo, redondo,
Fado sem bico ou estrondo

O cosmo à rocha espurca
Respondia à natural sandice
De forma sábia à chucra
A escarranchar a víndice...

E nada fluiria a arredar as pedras...
Voltavam-lhe em guerra à própria nuca
Conturbando a peruca mal-segura
Das mutretas cúpidas de Fedra...
 
REDONDO E SEM BICO

Expectativas

 
niilismos reclamam vida.

haverá alguma catástrofe cósmica
ou uma simples pedra no sapato?

na paisagem,
gases metálicos ascendem.
no trilho dos éteres perfumados,
deslocam-se as expectativas.
serão assumidas?

no prenuncio da volatilidade atómica,
sobra a salvaguarda do peso.

quantas doutrinas se foram?
e sonhos?

in Interlúdios da Certeza
 
Expectativas

VIDA INDÔMITA

 
O sopro do Criador na direção gigante
do universo colossal, sacudiu bastidores
do cosmos, anunciando novos moradores
da aldeia infinita, cintilante, brilhante.

Versões diversas disputam ofegantes
a origem da vida: a ciência e seus defensores;
a religião em busca de seguidores;
outros aproveitadores; todos vigilantes.

Recebemos a luz divina, pura existência;
sôfrega, difícil, dura, sofrida, injusta;
garantindo ao homem forte resiliência.

Dócil, linda, formosa, viril, vigorosa;
lutamos eternamente pela vida augusta,
indômita; que Deus nos cede vitoriosa.

SEMPRE DEVEMOS AGRADECER A DEUS O DOM DA VIDA.
 
VIDA INDÔMITA

Os habitantes de nós

 
Os habitantes de nós
 
Todas as nossas ações na vida, sejam elas conscientes ou não, são frutos de nossos desejos, que nos motivam a ir em direção daquilo que queremos.

Muitas vezes, essas motivações surgem de forma inesperada, “pegando-nos” completamente de surpresa e nos direcionam, por vezes, a caminhos completamente desconhecidos por nossa mente racional.
Imaginem, agora, a dimensão de “algo desconhecido”, que estivesse nos motivando e não se localizasse na Terra, tampouco na dimensão da vida em que a mesma se encontra ancorada, eu acredito que seria um grande desafio para qualquer “mente”, por mais brilhante que ela fosse, conseguir estar à altura das exigências que esse fato poderia provocar.
Tudo que surge diante nós, como algo novo, traz, implícito em sua chegada, “certo desconforto ou espanto”, por não termos qualquer tipo de referência que nos leve à segurança de algo conhecido. Isso posto, seria correto afirmar que o desconhecido gera insegurança ao nosso aparato biológico e mental?
Na verdade, parece-me que o impacto com algo novo, totalmente desconhecido por nós, nos faça sentir o quanto despreparados nos julgamos para enfrentar o desafio que a vida, nesses momentos, nos apresenta.
Vinha, já há algum tempo, adentrando conscientemente em “mundos paralelos” e, percebendo o desconcerto que isso me causava, justamente por não conseguir conectar o que via com aquilo que conheço aqui na Terra, às vezes, chego a me questionar se essas buscas por referências não seriam um vício da minha mente.

Então, de repente, em uma dessas “aventuras multidimensionais”, eis que surge uma motivação ancorada na minha busca por respostas.

Percebo algo que me confere uma dinâmica diferente, então, “localizo-me” por conseguir visualizar uma minúscula ponte entre o céu e a terra, por onde posso seguir este caminho que “antes” não existia.

É deste caminho novo que se abriu e o que se viveu nesses mundos desconhecidos, que passarei a partilhar com o leitor.

Houve um momento na história Cósmica, que se encontra registrado nos arquivos celestes, uma guerra cujo estopim foi a criação da raça humana.
Até então, toda a evolução de raças e almas fora guiada por caminhos predeterminados e supervisionados por guardiões.
Um grupo de almas altamente evoluídas, com a envergadura de Deuses, reúne-se e cria um universo novo, onde as almas, nele nascidas, estariam livres das regras e de seus guardiões.
Cria-se, assim, um universo de livre arbítrio, onde as almas criariam o seu próprio caminho evolutivo a partir de suas escolhas.
Nada estaria influenciando as escolhas das almas.
Dentro dessa conjuntura de liberdade, nasce o ser humano, criado para experimentar a liberdade que os Deuses não tiveram.
O grupo criador tinha chegado ao topo de todas as linhas evolucionárias, conheciam grupos em outros pontos do cosmos de evolução semelhante, mas nunca superior a ele. A raça humana e o novo universo estavam muito bem resguardados, assim se poderia imaginar, mas o tempo mostrou que em um universo de livre arbítrio tudo poderia acontecer.
 
Os habitantes de nós

UNIVERSO PARTICULAR

 
Dorme a inocência protegida
Por teu rosto de poucos amigos.
Dorme a criança foragida
Dos teus dias tristes, mau vividos.

Dorme aquele que sorria pleno,
No leito da condescendência.
Dorme em teu mundozinho pequeno
Assegurando a sobrevivência.

Ronca o teu gigante adormecido,
Sedado pela calma aparente
Do teu universo particular.

Dorme bem calmo na sua mente,
Ultrajado, distante, esquecido,
O rio que não conheceu o mar.

Frederico Salvo.
 
UNIVERSO PARTICULAR