Poemas, frases e mensagens sobre vento

Seleção dos poemas, frases e mensagens mais populares sobre vento

Noites...e noites.

 
Noites...e noites.
 
Deitada no seu colo, sentindo o vento no rosto.
Nossos corpos molhados com o bater das ondas
Céu azul, só vejo o brilho da Lua
Um cheiro de rosa perfuma nossas almas Reflexo na água a imagem de nós dois.
Unidos no amor e na paixão.
Meu olhar penetrante querendo dizer... Te amo como nunca, te sinto,
Abraços apertados...
Beijos ardentes...
O desejo da essência, gritos de paixão
Não controlo meu desejo.
De amar-te
Noites...e noites...
 
Noites...e noites.

O vento...

 
O vento...
 
 
Vídeo do poema "O Vento"

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O vento...

Amor ao vento

 
Amor ao vento
 
Por entre os fios ténues do vento,
Da brisa que escorrega cada linha de meus cabelos,
Voa para ti, de mim um livre pensamento,
Do que contive no meu génio sobre o sentimento,
Que late por um olhar que fere o corpo inteiro…

A alma sugada assim pelo tormento,
No vórtice do sonho de que ainda sinto o cheiro,
Embato de volta com o vento,
Que na sua tempestade leva de mim o sofrimento,
Nem que seja no momento, sinto a leveza presente…

Amordaçada de vida, de calma e de nada,
Contida na Pandora, sendo a única que me entende,
Abraço o génio espelhado no Lago, nesta madrugada,
Solto o suspiro que não está preso a nada,
Mergulho na água, por mim enamorada!

E nisto continua lá fora, o riso do vento,
Como se dele eu me tratasse, sua amada…
Que me retira e devolve o tormento,
Como a quem oferece o Outono a uma Fada,
Este empurra, ama e agarra…

Ouço-o a rir lá fora,
Chama ainda o meu nome…
O vento!

Marlene

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O vento acompanha-me nas palavras...
 
Amor ao vento

NAS ASAS DO VENTO

 
Nas asas do vento vai para ti o meu amor
Levando consigo este sabor de saudade
Sabor de amizade por te amar tanto assim
O vento suave carrega muitas pétalas de flores
Todas cheirosas lembrando o meu perfume
Para que não te deixe sentir minha falta
Amo-te... Quero-te... Espero-te
Volte logo estou com saudade dos seus beijos
Dos seus braços envolventes
Da sua respiração na minha nuca
Das tuas palavras de amor na hora do amor
E, pensar que faz um dia que não o tenho
Se passar muitos dias vou morrendo aos pouquinhos
De tanta saudade que sinto de você minha vida
Quando sentir o vento passar
Deixe que ele te abrace fortemente
Como se fosse meu corpo que voou até você
E suavemente vai te enlaçando
Para matar um pouquinho desta saudade
Não quero me magoar com ela
Somente quero te falar amo-te
Sinto a tua falta volta logo
Para o deleite do meu coração
Que jaz aqui nessa saudade de você meu amor
 
NAS ASAS DO VENTO

Sensível

 
                Sensível
 
Sensível na palavra
Que enfatiza
Que machuca, que trava
Sou mulher e, sou poetisa

Como folha de outono
Que o vento leva
Não fico, não tenho trono
Caminho em uma selva

Juventude que se esvai
No tempo que não perdoa
O espelho até que trai
Na imaginação que voa

Turbulência de águas
Mansas e revoltas
Envolta em minha anágua
Em meu sonho presa e, solta

Sensível no olhar
Que machuca ou,magnetiza
A vida para se contar
Sou mulher e, sou poetisa.

Nereida
 
                Sensível

"Solidão"

 
"Solidão"
 
"Solidão"

Já caia a fresca tarde de agosto
Na praça, a sinfonia dos pássaros
Bailando por entre as árvores
do jardim dourado pelos tons
avermelhados dos últimos raios de sol
Asas multicores brincavam
Por entre as folhagens
Violando meu silencio em sépia
Em mim, a sensação de
Labirintos sem fim
sem intenções e desorganizado
Ouço o relógio da Matriz
Cada badalada me diz desse
Momento emprestado...
Uma dor silenciosa me tocou
Ventos de vontades não realizadas
Impulsionaram sonhos
Órfã da ausência de esperança
de sobreviver a essa solidão
Sinto-me só...
Tal qual a esfinge posta
na praça das minhas angustias.
Pensamento vaga sozinho...
Percorre outras estradas...
Subverte outros sonhos...
As margens de mim,
A noite morna cai...
Ainda úmida de saudade.

Glória Salles

Flórida
 
"Solidão"

"Atalhos"

 
"Atalhos"
 
"Atalhos"

Quando se vai
E levas o melhor de mim.
Aí... Sou do verso, a rima torta.
Simulo um contorno triste
No movimento lento das mãos
A tônica suave do gesto.
Conheço os ecos ensurdecedores
Dos passos trôpegos,
Nas frágeis asas do vento.
Dias lentamente moídos
No moinho dessa vida.
Que de certeza traz somente a demora...
Perdida em horas aladas
Olho a noite, atônita,
Que despe a madrugada
E abraça a manhã.
Tremo quando retiras o xale
Das tuas carícias...
E vem o medo...
Quando teu olhar encontra o meu
E não ouves o que meu corpo fala...
Então meu canto é o uivo
De uma loba ferida...
E passos furtivos,
buscam atalhos...

Glória Salles
 
"Atalhos"

SÒ BEIJO DE MÃE

 
SÒ BEIJO DE MÃE
 
SÓ BEIJO DE MÃE

Só o beijo da mãe tem importãncia
Quando nos penduramos ao seu pescoço
Ainda criança...
Como o som repenicado ainda ouço...
É um acontecimento o beijo da mãe!
A infância continua dentro de nós
Como uma papoila que estremece ao vento
Ainda agora, da mãe me lembra a voz.

Deixo-me a vaguear neste acontecimento
Entre o passado e o presente
Este dia está velho!?
Como o meu pensamento.
As ruas silenciosas,
As portas cerradas
Das arvores as folhas caem, chorosas,
Das flores, foram-se as pétalas perfumadas.

Fico atenta ao que vejo
Nuvens rindo no céu passeando,
O Sol há muito acordou
E os casais, esses?! Continuam-se amando!
Daqui a pouco a tranquilidade da tarde
E eu aqui estou...
Vivendo vou lembrando com saudade.

O beijo da mãe, que acaba com a solidão
Que põe fora a inquietação
E um anjo a minha história vai arquivando
E guarda tudo o que vou lembrando.

Escrevo, mesmo parecendo ausente
Estou recordando meu chão
A brincar me deixo na ilusão
Que ainda sou dez réis de gente.

rosafogo

(Dez réis de gente, gente pequena.)
Esta poesia tem algum tempo, ainda embalava meu
neto que hoje é homem e às vezes me chama de mãe.
 
SÒ BEIJO DE MÃE

"Incompatibilidades" - Soneto

 
"Incompatibilidades" - Soneto
 
"Incompatibilidades" - Soneto

A sensação é de que as paisagens secaram
E nômade pelos meus desertos caminho
Estradas vistas apenas pelos meus olhos
Lugares improváveis, não encontro ninho

E quem disse que o que de fato desejo
É nesse solo arenoso ter os pés fincados?
Ando querendo deitar em nuvens de algodão
Quero o vento cantando em meus telhados

Varrendo do coração, exterminando as mágoas
A sensibilidade atada a um pavio...Mais longo
Gritar meus silêncios num contraditório estrondo

Deixar que flua livre o curso das minhas águas
Abrir portas, mandar tênues certezas embora
Ser por dentro,compatível com o que sou por fora.

Glória Salles
 
"Incompatibilidades" - Soneto

Viva o Vento!

 
Viva o Vento!
by Betha M. Costa

Viva o movimento,
Rápido ou lento,
A girar o cata-vento...

Sinto o momento,
Ao soprar do vento,
Ar... Contentamento...

O vento é sustento,
D’alma o acalento,
À pipa é alimento,
Das piruetas no céu...

Vem e vai o vento:
Ar em movimento.
 
Viva o Vento!

VENTOS QUE ME RODEIAM

 
VENTOS QUE ME RODEIAM
 
 
Há um vento que sopra, como um sopro mal
Levantou-se gritando, querendo entrar em meu coração
Trazendo dúvidas, um desespero, um caos
Quando ele finalmente acalmou permaneceu somente a minha decepcao.

Um vento sul queima o caminho
Plantas e sonhos são arrastados por ele
As nuvens fantasmas de poeiras como a morte
Vórtice em fantoches dementes e pálidos

Chega um vento leve que sobe suavemente
Quando a grama se dobra sobre lentas carícias
Trazendo consigo os cheiros da primavera
Desfez a minha alma cheia de feridas abertas

Todas essas canções invisíveis desses ventos
Falando por um dia sobre a fúria da tempestade
Sob um muro de silêncio eu a deixo passar
Sei que voltará a desempenhar seu papel. E estarei mais forte.

Rosangela Colares

Cada um só dar o que recebe, se a vida foi cruel, as decepções criaram cicatrizes profundas elas refletem até os dias de hoje a pessoa passa a ser o reflexo daquilo que viveu julgando que os outros sejam vivam façam ou passam a mesma situação que elas, passam a execrar e julgar o próximo sem propriedade de causa, para dividir as suas decepções e culpas pelas mas experiências. Prestarão contra dos seus atos e julgamentos, que por sinal só cabem a Deus.
 
VENTOS QUE ME RODEIAM

“Meu verso é livre”

 
“Meu verso é livre”
 
Meu versejar é livre feito o vento
É barco à deriva em mar aberto
É muro de arrimo ao sentimento
Mas rejeita da mordaça o aperto

Não tem a pretensão da lógica fria
Destoa muitas vezes da imagem
Põe tempero em excesso na magia
Ou é irreverente, franco e selvagem.

É convite à aspiração do meu instinto
Como um zaino solto na invernada
Exonera-se à vertigem do labirinto
Verbos no peito tecidos, brasa alastrada.

Quero os versos assim, desaguando em foz.
No fertilizar das palavras, expandir a voz...

Glória Salles
30 de agosto 2009
21h40min

Obrigada pelo carinho de sua visita.
Saudades dos amigos.

No meu cantinho...
 
“Meu verso é livre”

Confesso-me ao vento

 
Confesso-me ao vento
 
Tropeço nos meus próprios sonhos
Inexorável o medo que os domina
Sou eu na fragilidade de um lamento
Um choro ficcionado nos meus olhos
Confesso-me ao vento. É só um cisco…

Já de mim fujo a tempo inteiro
Defraudada sou feita de restolhos
Até a alma desfolhada me abomina

Levito, feita em mil e uma partícula
Sou matéria amorfa, cremada viva
Confesso-me ao vento, meu único amigo

Maria Fernanda Reis Esteves
50 anos
natural: Setúbal
 
Confesso-me ao vento

Campo de Girassóis

 
Campo de Girassóis
 
Painel de Alice Candeias

Campo de Girassóis
by Betha M. Costa

Enquanto o vento sul sopra a pena,
E girassóis ornam os ramalhetes,
Cada pétala saudosa cai e acena,
Até tecer na terra amarelos tapetes.

Ah, se hoje tu fosses como braceletes,
A envolver-me de vida bela e plena,
Enquanto o vento sul sopra a pena,
E girassóis ornam os ramalhetes!

Meus olhos lacrimosos com a cena,
Do campo n’água em límpidos filetes,
As flores em dança mágica e serena,
O sol a secar os orvalhos das noites,
Enquanto o vento sul sopra a pena...
 
Campo de Girassóis

Magia do vento

 
Vem o vento galopante sereno
Trazendo a magia do seu beijo
Num toque suave sinto
A maciez delicada dos seus lábios
Sinto-me calma e tranquila
Pronta para teu abraço seguido
De caricias e meiguices
Logo o corpo todo se envolve
Nesta magia vibrante
De dois seres amantes
Como quimera fantasiosa
Que vem assim dentro do ser
Fantasiando o meu sentir
Tornando magia o meu viver
Assim corre o vento
Todo o momento
Trazendo a magia de você
Que me alimenta
Cada amanhecer
 
Magia do vento

Som do Vento

 
Som do Vento
by Betha M. Costa

O som profano e barulhento do vento,
O meu silencio e dor não consome,
Castelos nas nuvens eu invento,
Para o amado Homem sem nome.

Ainda que nos braços outro me tome,
E a mim seja ele tão santo e atento,
O som profano e barulhento do vento,
O meu silencio e dor não consome...

Saudade é um sentimento cinzento,
Que ao coração causa grande fome,
Na paleta das cores é um elemento,
Incapaz de alegrar a quem ame,
O som profano e barulhento do vento...
 
Som do Vento

Carta aos afagos do Vento

 
Minha Querida,

Encurvo-me perante o silêncio do mar.

Olho para o horizonte e entrego-me à linha do destino.
Por vezes, a geografia é uma esquina escondida. Pensei que desta não o fosse.
Mas a distancia existe. Eu, aqui! Tu, aí!
Talvez um dia nos seja favorável. Talvez?

Penso nas tuas palavras. Permanentemente!

Dizes que há demasiado sentir nas minhas linhas.
É natural! Faço amor com as palavras. É por elas que expresso o meu desejo e o meu querer.
Faço-o com toda a plenitude da minha livre vontade. Faço-o porque me sinto correspondido.

Não posso ansiar pelo teu abraço? Ou por descansar no teu peito?
Nem vale a pena dizer que não porque não o consigo impedir.
Sim. Eu sei que as circunstâncias são distintas. Mas sê-lo-ão para sempre? E mesmo que assim aconteça quer isso dizer que não sentimos o que sentimos? Quer isso dizer que os momentos que temos não foram intensamente sentidos?

Ah! Há alturas em que apenas nós somos. Tudo o resto jorra da nossa origem!

Contudo, também há, realmente, a possibilidade de abrandar.
Se te for necessário, jamais imporei a minha vontade. Mas as cores não voltarão a ser as mesmas nem nós voltaremos a ser iguais.
O que nos faz, toca-nos profundamente. Tanto que abala as colunas da existência pelo reconhecimento do que já houve. É o antigo que chama por nós! E eu ouço esse canto.

Falaste-me em lágrimas no chão. Recordas?
Respondi-te que as tuas lágrimas tinham era caído no meu coração, onde as tinha recebido e guardado por serem manifestações do teu amor. Recordas?

Pois as tuas lágrimas já são um oceano de sentir no meu coração. E o tempo fará delas um universo. Porque eu vou ama-las e acarinha-las. Porque nelas também quero ser.
Só assim criaremos o, e no, MULTIVERSO.

Encurvo-me perante o silêncio do mar.
Venho aqui à procura dos afagos do vento. É por eles que sinto os teus beijos.

E peço-lhes, humildemente, que levem os meus até ti.

Sempre,
V.

in Comentários na face da Noite
 
Carta aos afagos do Vento

Entre mim e o vento

 
Entre mim e o vento
 
Entre mim e o vento
mais do que um acordo...
a cumplicidade andarilha,
a sabedoria ancestral
de alguém, sem idade,
mas que não se tem
sobre um pedestal

Entre mim e o vento
o compromisso, a promessa
ele carrega a poeira,
o lixo da minha alma
e leva-os para longe
para as dunas dum tempo
que se esgueira da vida
que ainda me resta
e às vezes me esqueço
que fiz merecida

Entre mim e o vento
mais do que a alergia
às coisas mundanas
ele transporta o sonho
que me dá alento
e transforma em poesia
o que poderia ser ...
apenas um lamento

Maria Fernanda Reis Esteves
52 anos
natural: Setúbal
 
Entre mim e o vento

“Vento peregrino”

 
“Vento peregrino”
 
O gemido da noite nas frias madrugadas
Acordam a tormenta que a alma abriga
Sentimento alado, emoções sem vagas
Laçam-me o coração, pondo - me perdida

Então decido vagar por tudo o que sei
Flutuo em transe, deixando-me seduzir
Em perfumados risos meu silencio calei
No cheiro de manhãs com gosto de porvir

O canto etéreo do vento parece entender
O apelo suplicante, profundo do coração
Que no manancial de cores quer se perder
Caçando tantos sons peregrinos, nos vãos

Acordo com a voz quente que causa arrepio...
Adormeço na boca que adoça e me põe no cio.

Glória Salles

Grata pela gentil visita.

No meu cantinho...
 
“Vento peregrino”

Barco de papel

 
Barco de papel
 
Quando me olhas
caio em tentação
no abismo do teu olhar
perigo,côncava da mão

Calo as palavras
os dedos abrem-se
não consigo controlá-las
algemadas aos pulsos de memórias
soltam-se,sabem-se

Qual rio
correm desalmadas
desfazem-se no foz do teu mar
agarradas ao coçar do vento
nas águas solitárias
barco de papel contra o vento a remar
 
Barco de papel