Poemas de saudade

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O silêncio

 
O silêncio

Ouvi o silêncio…a minha alma acorda
os meus sentimentos mais apurados.
Nessa quietude sou influenciada, moral
e fisicamente a momentos, passados.

Olho magoada, sinto a dor e amargura
de tempos doridos e inquietude ansiosa
de uma esperança, de engano desfeita
ante a impotência, sempre caprichosa.

Uma vida repartida que foi tão gostosa
desde embrião a florir e depois começa
a crescer, linha trémula e curva desastrosa.

Caminho de pedras, de lágrimas regado
que pisamos escondendo em falsos risos,
o dia da tua entrega a Deus, já esperado.

Helena
 
O silêncio

pra enxugar o choro da saudade

 
em tuas planícies e colinas

percorrem

meus largos

sentidos distantes...

adoraria ficar à meia distância,

observando lágrimas delineando

as linhas de tua compleição.

ver o sol nascer e morrer

dentro dos teus olhos

e do pico que denigre o céu,

beber da fonte que me faria

florir...
 
pra enxugar o choro da saudade

Acordou em mim lembranças

 
Acordou em mim lembranças
 
ACORDOU EM MIM LEMBRANÇAS

O dia hoje recolheu cedo
Ficou em poucas horas encolhido
Pardacento, apareceu a medo
Lentamente se foi sem se fazer ouvido.
Acordou em mim lembranças
Nas dobras do meu coração escondidas
Meu momento ficou prenhe de esperanças
Fugi de mim, fiquei-me nas horas perdida.

Minha memória o dia desafiou
Levou-me até à minha aldeia amada
Nos fins de tardes invernosas, me deixou
Ao pé de minha mãe fazendo marmelada.
Meu mundo era ali, não precisava de mais nada
Ali se rezava o terço, se teciam conversas sigilosas.
E o Mundo desconhecido, lá fora
Bem longe dali, distante
E sem querer saber da hora!?
Saltei a lareira num instante.

Aninhei-me de mansinho no meu canto
Espevitei o lume que ainda ardia p'ra meu espanto.
Depois, depois tive direito à minha tijela
De café com broa de milho esfarelada
E açucar mexido com colher singela
Ouvi o ranger das telhas, era a trovoada.
A luz da vela tremia
P'la chaminé entrou o vento
Mas ouvi a mesma melodia
Ainda a ouço agora, neste momento.

Acabou o dia, hoje recolheu cedo
Cinzento chorando, sentindo como eu o medo
Amanhã voltará, talvez com mais alegria
E eu lhe contarei a história da minha alma vazia.

rosafogo
 
Acordou em mim lembranças

No céu a estrela

 
No Céu a estrela

Estou matando as minhas enormes saudades.
Regressei, cheguei para te ver saudoso mar
que a vida da cidade cansativa nos propósitos
do dia a dia e os objectivos sempre a alcançar.

Aquele mar imenso sempre novo no seu mudar
onde vivem sereias desejosas de um ser carnal…
eu como desde criança olho-o, mas infantilmente
lembro velas dos barcos feitos em papel de jornal.

Afogavam-se rápidos nas ondas, destino fatal
…lembram os grandes temporais a que assisti.
Lindo, manso, prateado ao luar parece angelical!

E a minha estrela lá está no céu linda a brilhar
conheço-a entre todas e o trémulo pisca, pisca
eu oiço pestanejar... traz-me o eco do meu mar.
 
No céu a estrela

Livres e soltos

 
Soltos e livres em pleno Verão
Em belas planícies douradas
Nas mentes adivinhava-se a paixão
Em canções tão castas e sonhadas

Desfolhavam-se as tardes
Abrasadoramente quentes
Em sestas não dormidas
Em que nasciam poentes
Entrando pelas noites
De luares contentes
E nos nossos olhos
Ainda adolescentes
Brilhavam amores
Belos e inocentes
Que morriam logo
Em outonos nascentes
Que faziam deles
Amores ausentes

Este poema é muito antigo. Espero que não se importem... mas deu-me para o saudosismo...
 
Livres e soltos

Arabesco

 
Arabesco

Comecei um arabesco
tinha um lápis na mão
comecei riscando à toa
sem atinar a razão.
O lápis tinha uma cor
que nem sei bem definir
mas o tom era o da rosa,
comecei a distinguir.
Ele riscava, subia e descia
deslizava simplesmente
às vezes dava umas curvas
que saiam docemente.
Olhava compenetrada
sem querer compreendi
era o teu rosto suave
que eu desenhava, ali…
Então, aperfeiçoei
teu sorriso encantador
que tens na fase rosada
meiga e cheia de rubor.
Achei a chave escondida
dentro do meu pensamento
sinto tanto a tua falta…
e aqui estás neste momento!

Vólena
 
Arabesco

Bons tempos

 
Bons tempos

Bons tempos que já lá vão,
mas gosto de recordar
aquela fase juvenil
em que era bom, fantasiar!
Eramos umas miúdas
pacatas, envergonhadas,
mas os piropos surgiam
fomos muito requestadas.
As meninas coqueluche
sainha pelo joelho
casaquinho de peluche.
Os sapatos de salto alto
que nos davam tanto dano
nos buracos do asfalto.
O chapéu a condizer
as malas a tiracolo
e as luvas…nem esquecer!
Sempre de cara lavada
o cabelo bem escovado,
pintura não era usada.
Mas tínhamos boa cor
que a comida era outra
e tinha outro sabor.
E lembrar com atitude
como é bom e é saudável
ter ainda juventude.

Vólena
 
Bons tempos

tenho sede de tempo...

 
tenho sede de tempo,
cai a tarde
como fruta madura
e à distância cantam os pinhais
o sol já não arde,
tocam os sinos dando sinais
e eu aqui oculta pela bruma
lembrando tudo,
tanta coisa uma a uma.

lembro o caminho da nascente,
com os risos de então
lembrança sempre presente
que não rejeito...não!

quero ser criatura
de alegria,
trazer à minha noite o luar
e eu e tu ser um só rio
a desaguar no mar...
extingue-se mais um dia
entre matizes amarelos
tenho sede de tempo
dum tempo primaveril
aquele que me vestia
a alma
e não este, que é prisão
e me corrói o rosto,
e esvazia o coração.

dá-me a mão,
vamos caminhar mais agéis
viver mais intensamente
onde o limite seja o céu
só tu e eu.
por algum tempo havemos de ignorar
o que de nós se perdeu
vivamos mais outro dia,
antes que a noite venha perturbar
ergamos nossa rebeldia

e quando a morte vier
num outro dia qualquer
pairando como um gavião,
sobre nós,
dá-me a tua mão
quando já nada haja para crer,
resta em mim a credulidade...
ainda assim vou sentir a doçura
da tua mão
na minha mão,
e levarei dela saudade.

natália nuno
rosafogo
 
tenho sede de tempo...

Lindo o Domingo

 
Lindo o Domingo!

O sol irradia, limpo, sem nuvens de um azul anil
que só lá é tingido na plenitude do perfeito amor.
Como gostava de ter uma túnica assim colorida
de celeste cor e a alma branca pura a contra pôr.

Tomando prudente e atenta ao olhar o mundo
perdendo a cor nestes sinais de vazio e negação
olho frente a frente a pouca ética moral e cívica
sinto com tristeza o mundo, perder a sua feição.

Cantavam-se as bem-aventuranças ao nosso Deus!
Tudo parece esquecido, só a matéria hoje conta
vendo ali ao lado, morrendo de fome, irmãos seus.

Hoje Domingo dia de preces escutai o Senhor
esse céu de beleza pede um olhar, reflecção…
enchei de caridade o coração e dai amor, mais amor.
 
Lindo o Domingo

Quem te sente já morre

 
Quem te sente já morre
 
QUEM TE SENTE JÀ MORRE

Ò tempo, fala a verdade?!
Senta-te aqui a meu lado.
Faz comigo amizade
Tem cuidado!
Sê prudente!
Te pergunto brandamente
Porquê me dás tantos danos?
São quantos mais os anos?
Neste instante que corre,
Quem te sente já morre.

Deixa-me limpar o pranto
Desta sentida saudade
Já não haverá outro tanto?!
Dá-me um pouco de felicidade.

Deste-me cabelos de prata
E mãos frias como a neve
E a formosura? Essa ingrata!
Deixou um traço ao de leve.
Quando olho o meu rosto
Nada já vejo com gosto!
Gela-se-me o sangue nas veias
- Vê por instantes meu desgosto
Tu que me enredáste em tuas teias.
- Ah...não me dês outro maior!
Deixa-me a imagem que fui
Já me basta esta dor!
De quem nada já possui.

Senta-te ao meu lado
Dá-me algum alento.
Faz-te meu aliado,
Sê minha estrela, meu vento.

rosafogo
Este saíu do arquivo, onde moram os da saudade.
 
Quem te sente já morre

Andando pela saudade onde as mares me lançam

 
Andando pela saudade onde as mares me lançam
 
 
Vou por esse oceano a encontro de você
Deixo as marcas de meus passos
Um sentimento forte que vem cais
Ondas que não se quebram, sefaz por inteira
Pergunto aos ventos, converso com o silêncio
Até onde pode ir esse mar me levar para o meu amar

Uma nuvem que se forma sobre meu andar
Caindo lentamente, a me molhar
São minhas lágrimas
As gaivotas parecem que comigo querer falar
Com seu lindo voar

Cabisbaixo, sigo o caminho que a natureza me opôs
Vou em uma direção sem os lançais da emoção
Andando pela saudade onde as mares me lançam
Não encontro nem lembranças
Dentro de mim uma solidão terrível, uma dor horrível
Sinto os barulhos das águas que se cristalizam nas sombras

Nascentes de meus olhos que choram
Pingando pelas areias da vida
Ficando as marcas indo até você
Mas a onde estar nesse infinito
Amo-te, espero que ouça o eco desse meu grito
Vida elaborada somente para mim! Você

Autor: martins
JOSÉ CARLOS RIBEIRO
02.01.2015

http://www.youtube.com/watch?v=U1tOmFiAToA&autoplay=1
 
Andando pela saudade onde as mares me lançam

Olhos que choram lágrimas revestidas de paixão

 
Olhos que choram lágrimas revestidas de paixão
 
 
Nossos abraços tecem os sentimentos
Saudade que vem das plasias de nossos corações
Olhos que choram lágrimas revestidas de paixão
Sopram dos alpes cândido ventos que se faz
Descem os planto pelos leitos ao encontro das águas

Cristais que se refletem nos brilhos solares de nosso olhar
A se planear nos momentos de nossos seres
Lá na serra aquele lindo azul de um belo chover
Pingos que vanescem vindo a molhar o nosso amor
Esse encanto amanhecer lágrimas de um belo alvorecer

Pássaros cantam nevoando o prazer de viver
Nossas faces se buscam em um jardim manto
Somos essências dos versos
Poesias em palavras, ablanda se as flores
Somos poemas amores

Autor: martisns
José Calor Ribeiro
22.09.2014
 
Olhos que choram lágrimas revestidas de paixão

Rio navegado pelos olhos que não se revelam no leito do amor

 
Rio navegado pelos olhos que não se revelam no leito do amor
 
---É eu e você ---

Tudo se reflete, se pensa, se imagina ---
Desvanece os sentimentos naquelas manhãs que as marés choram
Silêncio que grita, nuvens que cai dos ventos,,
\\ Regados pelas vertentes das ondas que gemem /,,
Rio navegado pelos olhos que não se revelam no leito do amor ,./

´´Nós ´´

Sublinham-se as metáforas, candeia-se os estímulos que se faz ::
\\ Lábios que se beijam nas bocas da solidão \\
´´Beijos enfurecidos climatizando os desejos de uma desilusão /
// “Áticos, se solvei-a a nossa paixão “
Os meus sentidos eu não sei por onde vão ;;;

[ Somos ]

Algo saindo dos olhos, vem dos cantos aquilo...
\ Escondem-se as penumbras ///
=\ Sinto essas ondas de tristezas me invadindo, não se quebra\ _
A saudade já não é mais a mesma, aquela que chora ,,,
{Onde esta você eu te procuro nesse mar da vida}
Vivo uma amargura contínua, uma dor que aos poucos.
Me assassina

Autor: martisns
José Carlos Ribeiro
19.10.2015

http://24.media.tumblr.com/tumblr_lnspqlVaVx1qeondvo1_500.jpg
 
Rio navegado pelos olhos que não se revelam no leito do amor

Abraça-me

 
Abraça-me

Amor, dá-me um abraço
sinto falta de carinho
quando te ausentas
sinto mágoa, vem o frio,
fico só e sem ter ninho.
As tuas mãos afagando
são a seda, que me vestem
e teus olhos são o espelho
vejo-me neles brilhar
e os meus, se reflectem.
Conto horas e minutos
que nos fazem separar
e invento coisas loucas…
chamo ao tempo preguiçoso
só por não te ver chegar.
Cantarolo umas canções
para chamar a alegria
mas acabam por soar
letras de paixão e dor
que me dão melancolia.
Vou esperar-te à janela
e o cabelo esvoaça-me…
num instante bate a porta
corro de braços abertos
beija-me amor, abraça-me!
 
Abraça-me

Baloicei a cadeira .Adormeci!

 
Baloicei a cadeira .Adormeci!
 
BALOICEI A CADEIRA. ADORMECI!

Não há caminho de volta
Uma hora mais e o Sol se vai
Ao longe a lua e a minha alma se solta.
Na monotonia, já cai.
Meus pensamentos fazem a travessia
A noite vem e cai o dia.
Foi como um pássaro que voando,
este dia, que a noite traz?!
Assim me fosse deixando,
Sem descanso, de relance, fugaz.

E assim a vida é como fio de cascata
Hesitante, ora de ouro, ora de prata!
Vou-me deixando embalar...
Hoje? Meu pranto não foi além dum soluço
Com sabor a passado, fiquei a recordar.
Em mais um sonho me debruço.
Fechei os olhos, baloiçei a cadeira
Bamboleei o pensamento devagarinho, devagar.
Até que chegou o momento em que à lareira
Ao colo de minha Avó,o frio chegou a passar
Chega o eco da sua voz aos meus ouvidos
Ainda sinto o calor dos seus braços
Ritual adormecido nos meus sentidos,
Retido na escuridão do meu espaço.

Enquanto meu coração bater
Esta lembrança, vou reter!
Este caminho está sem volta!?
Minha alma já se solta.
A meninice ficou para trás.
Hoje? Passou o dia,
por cima do meu ombro, fugaz!
Me encolhi...
Baloicei a cadeira, adormeci.

rosafogo
 
Baloicei a cadeira .Adormeci!

O balanço

 
Em uma árvore no alto da colina
Tinha um balanço que hoje é lembrança.
Lá ficaram os sonhos da menina
Se balançando em fantasias de criança.

A menina até no céu cantarolava
E sua voz se espalhava na colina
Quanto mais o balanço balançava
Mais alto cantava a menina

A menina não sabia o q' era dores
Apenas se entretinha a balançar
Cantava sorrindo para as flores
E só com flores vivia a sonhar

Um dia deixou de ser criança
Mas não matou dentro del' a menina
Quer retornar pro balanço que balança
Quando o balanço já não está mais na colina.
 
O balanço

Ausência

 
Ausência
 
Pudera eu vencer esta distância
E encontrar o bálsamo pra esta ansiedade
Que fica latente em minha lembrança
Na ausência deste amor verdade.

Procuro-te nas emoções e nos sonhos
Nas esperas envolvidas pela solidão
Só encontro lágrimas e dias tristonhos
E sinto-te no palpitar de meu coração.

Tentei muitas vezes te amar calada
Mas a lembrança ainda arde em minha mente
E em cada dia sem sua presença sou nada
Pois não consigo calar este amor ausente.

Como uma águia que voa sem destino
Na busca de seu motivo de viver
Olho para o rio que reflete cristalino
E meu amor por ti deixa transparecer.

Assim vivo mergulhada em minha dor
Sem saber como te encontrar
Só em sonho sinto seu amor
E esta saudade a me machucar.

Kenny Rogers & Sheena Easton

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Ausência

SAUDADE

 
SAUDADE
 
Hoje resta apenas saudade contida
Tão atroz aquele nosso amor fugaz
Ainda lembro, por toda minha vida
Quem me fez feliz encontrar a paz.

Foi se o tempo que recebeste flores
Vendo, um casal deitado no jardim
Abraçados sem enganos, desamores
Enrolo-me em seu vestido de cetim.

Saudade, hoje me faz pensar em ti
Tão fiel, arisquei-me assim sabendo
Que mais tarde poderia então parti
Deixando-me de amor aqui sofrendo.

Em ternura meu amor incandescente
Mas por ti fenece a clausula em vigor
Que pudesse então parti livremente
Se encontrasse no porvi outro amor.

Poema extraído do livro de Antologia " O tempo não apaga" edição 2014 pelo Celeiro de Escritores - Editora Sucesso
 
SAUDADE

Não olhes mais o retrato

 
NÂO OLHES MAIS O RETRATO

Não olhes mais o retrato
Deixa-o longe do teu olhar
Se o olho a chorar desato
E não são horas de chorar.
Tens-me aqui de corpo inteiro
O retrato, pouca importância tem
Tens meu perfume, meu cheiro.
Deixa-o ficar!?
Na moldura como refém.

Ele tem o que me falta a mim
Eu tenho o que lhe falta a ele?!
Mas se me quiseres assim!
Com jeitinho?!
Verás não perdi o mel.

Esquece a do retrato formosa!?
Vem até mim e me estreita
Já vi murchar muita rosa
Mudando a àgua, se ajeita...
Volta a ser flor mimosa!
Se estivermos em harmonia?!
Esqueces que ela existiu já
Nesse papel, ela é fria?!
Deixa-a!?
Vem caminhando p'ra cá.

rosafogo

É uma das primeiras poesias, mas é levezinha,
que triste já trouxe o soneto.
 
Não olhes mais o retrato

♥ Mar de saudades ♥

 
♥ Mar de saudades ♥
 
Na intensa lembrança do amor
Que me leva na saudade navegar
Fito o horizonte em seu esplendor
Com escuras nuvens que se formam devagar.

E no silencio deste tempo cinzento
Aonde a brisa das ondas vem me acalmar
Vai flutuando meu pensamento
Como as gaivotas revoam no ar.

Neste momento preciso
Vagando distante fica meu olhar
Em delírio teu nome eu recito
Na ânsia de te encontrar.

Rasgo em prantos meus desejos
Vogando o mar em sua imensidão
Espelha nas águas os meus segredos
Que guardados estão em meu coração.

Pudesse esquecer esta saudade sofrida
Que todos os dias toma conta de mim...
A plenitude voltaria à minha vida
Como o mar e seus mistérios sem fim.

up where we belong.
 
♥ Mar de saudades ♥